Psicóloga Amanda Catuna

Psicóloga Amanda Catuna Saúde mental e bem estar

Isso pesa de um jeito que ninguém vê.A rotina puxa para vários lados e você tenta se manter inteira, mesmo quando parece...
05/01/2026

Isso pesa de um jeito que ninguém vê.
A rotina puxa para vários lados e você tenta se manter inteira, mesmo quando parece impossível.

E para quem vive isso fora do Brasil, tudo parece ganhar outra camada. A distância da rede de apoio. A adaptação. As expectativas. A sensação de precisar ser forte o tempo todo em um lugar que ainda não é totalmente seu.

Existe uma força silenciosa em conciliar tudo isso. Uma força que vive nos intervalos, nos improvisos e nas pequenas escolhas que você faz para seguir, mesmo quando o coração está dividido entre países.

E quando a cabeça divide, o coração tenta juntar. Essa sensação não é falha. É humanidade. É prova de que você está sustentando muito mais do que o mundo enxerga.

A psicoterapia é um caminho de consciência e crescimento.
Segue para mais conteúdo sobre carreira, maternidade e a jornada das brasileiras no exterior.

Ele quer magia. Você quer pertencer.O Natal no exterior revela algo que passa despercebido no restante do ano:a convivên...
22/12/2025

Ele quer magia. Você quer pertencer.

O Natal no exterior revela algo que passa despercebido no restante do ano:
a convivência diária entre duas culturas dentro da mesma família.

Enquanto seu filho absorve naturalmente o país onde vocês vivem, você navega entre lembranças do Brasil e a realidade do presente, tentando entender como unir essas duas partes sem perder quem você é.

Essa transição não acontece sozinha. Ela começa quando você observa seus próprios pensamentos sobre “como deveria ser” e abre espaço para perguntar: o que faz sentido para a minha história hoje?

É aí que a integração cultural ganha forma.
Ela não depende de copiar tradições nem de rejeitá-las, depende de escolhas consistentes, feitas com intenção:

• o que você valoriza da cultura que te formou,
• o que faz sentido da cultura que acolhe sua família agora,
• e como quer combinar essas referências na criação do seu próprio território de pertencimento.

Essa combinação é o que torna a experiência migratória mais leve e sustentável.
Quando você assume que pode construir, não só reproduzir, tudo se encaixa: a saudade deixa de ser obstáculo e vira referência; o novo deixa de ser ameaça e vira material de criação.

No fim, o pertencimento não chega “pronto”.
Ele se constrói na convivência entre as suas raízes e o futuro que seu filho está vivendo agora.

Para mais conteúdos estratégicos sobre maternidade e vida no exterior, me segue por aqui.

O que uma mãe que está retomando a carreira realmente ganha quando é presenteada?Não é um objeto.É permissão.Me segue pa...
15/12/2025

O que uma mãe que está retomando a carreira realmente ganha quando é presenteada?
Não é um objeto.
É permissão.
Me segue para mais conteúdos como esse.

Permissão para reconstruir o ritmo.
Para existir sem culpa.
Para caber na vida que está vivendo hoje não na expectativa de ninguém.

A volta ao trabalho depois da maternidade não é um retorno ao “antes”.
É a criação de um “depois” inteiramente novo: feito de limites, escolhas e uma força silenciosa que só quem passou por isso entende.

Quando alguém presenteia essa mãe com respeito ao tempo dela, com validação, com menos cobrança e mais compreensão…
não está oferecendo um mimo.
Está oferecendo espaço para ela crescer.

Porque o que ela mais precisa agora não é acelerar.
É ser vista.

Se esse carrossel te tocou, guarda para você ou manda para alguém que precisa ler isso hoje.

Para mais conteúdos sobre maternidade e carreira no exterior, me segue por aqui.

sso costuma acontecer justamente quando você mais tenta manter tudo no lugar A identidade que um dia te deu força começa...
12/12/2025

sso costuma acontecer justamente quando você mais tenta manter tudo no lugar

A identidade que um dia te deu força começa a f**ar apertada, como se não acompanhasse mais a mulher que você está se tornando depois da maternidade e da vida fora do seu país. Nada disso é falha. É sinal de crescimento.

Existe um ponto em que você percebe que não dá para seguir usando a mesma versão de si mesma.
O que antes te protegia agora limita seus passos.
E é nesse instante que a mudança começa a pedir passagem.

A transição assusta, mas também liberta.
Porque a nova identidade não nasce da expectativa dos outros.
Ela surge do que você finalmente se permite sentir, admitir e viver.

Se esse carrossel descreve seu momento, clique no link da bio para descobrir a sua nova versão.

Seu filho não ganhou sexto sentido. Ele só descobriu onde f**a o seu botão de culpa 😂A verdade é que, quando você volta ...
08/12/2025

Seu filho não ganhou sexto sentido. Ele só descobriu onde f**a o seu botão de culpa 😂

A verdade é que, quando você volta a trabalhar, não é “só” sua agenda que muda. O clima da casa inteira muda. Seu filho sente. Seu corpo sente. Sua cabeça então, nem se fala. Principalmente quando você tá criando filho fora do país, longe da sua rede de apoio e com a sensação de ter que provar o dobro em tudo.

Não, isso não é sabotagem. Não é drama. Não é você “fazendo pouco caso” da maternidade. É a vida te obrigando a recalcular a rota entre quem você é como mulher e quem você se tornou como mãe. E por mais caótico que pareça, isso também é um sinal de que você está se escolhendo um pouco mais.

Quando você entende esse processo, o choro antes do call importante e a tosse de última hora deixam de ser prova de que “não dá pra conciliar nada” e viram parte da sua nova versão: mãe, profissional e dona da própria história

Se você quer entender essa fase com menos culpa e mais clareza, aprofunde esse assunto comigo. O link tá na bio 💻📲

Ninguém conta o quanto dói tentar ser “profissional” com um mundo inteiro no colo. 👶🏻💻Trabalhar com o bebê no braço não ...
04/12/2025

Ninguém conta o quanto dói tentar ser “profissional” com um mundo inteiro no colo. 👶🏻💻

Trabalhar com o bebê no braço não é falta de organização, nem de prioridade. Muitas vezes é só a vida real acontecendo, longe do roteiro perfeito de produtividade, ainda mais quando você está em outro país, sem rede de apoio, tentando segurar carreira, visto, sono e um coração apertado ao mesmo tempo.

Você não está falhando por responder e-mail com uma mão e segurar seu filho com a outra. Não está “menos comprometida” por desligar a câmera, nem menos competente por fazer pausas para acolher um chorinho no meio da reunião. Isso não te faz menos profissional, te faz humana.

Talvez hoje você sinta que não está inteira em lugar nenhum. Mas isso não define a sua jornada, é um capítulo dela. Essa fase é confusa, cansativa, às vezes solitária… e ainda assim, você está construindo algo bonito: uma nova versão de si mesma, como mãe e como mulher que trabalha.

Se isso ecoou em você, não guarda só pra ti.
Manda pra alguém que precisa ler isso.

Tem coisa que só mãe entende… tipo descobrir que trabalhar fora vira quase um spa 😅Porque é isso. A gente escuta “vou pr...
27/11/2025

Tem coisa que só mãe entende… tipo descobrir que trabalhar fora vira quase um spa 😅

Porque é isso. A gente escuta “vou pra academia porque lá eu descanso” e simplesmente aceita. Faz sentido. É real. É quase científico. Na maternidade, qualquer lugar onde ninguém chama “mamãe” a cada 3 minutos já vira férias emocionais.

E quando você percebe que até o meme tá descrevendo sua vida melhor que você mesma, aí dá até vontade de rir pra não chorar.

Manda para alguém que precisa ver isso.

Às vezes, o que mais cansa não é o trabalho. É a sensação de ter que explicar tudo o tempo inteiro.Mães que retomam a ca...
24/11/2025

Às vezes, o que mais cansa não é o trabalho. É a sensação de ter que explicar tudo o tempo inteiro.

Mães que retomam a carreira não querem aplausos por “dar conta”. Querem normalidade. Querem autonomia. Querem simplesmente fazer o que sabem fazer, sem carregar a culpa como crachá.

E quando esse entendimento chega, a força volta junto. Porque ocupar seu espaço sem pedir permissão é transformador.

Manda para alguém que precisa ver isso.

Nem sempre a transformação acontece em grandes momentos.Às vezes, ela nasce no silêncio da terapia,num choro que alivia,...
24/10/2025

Nem sempre a transformação acontece em grandes momentos.
Às vezes, ela nasce no silêncio da terapia,
num choro que alivia,
ou no simples ato de escolher cuidar de si.

A psicoterapia é esse espaço onde o sentir encontra o entender
e onde o autoconhecimento vira força.

Cada sessão é um pequeno passo rumo à saúde emocional,
à reconexão com o propósito
e ao reencontro com quem você é,
além dos papéis, da rotina e das cobranças.

Se você está nesse processo, salva este post pra lembrar:
a coragem também pode ser silenciosa.

1. Tem cliente que chega dizendo: ‘quero me entender’. Mas, no fundo, só quer permissão pra não precisar se segurar o te...
22/10/2025

1. Tem cliente que chega dizendo: ‘quero me entender’. Mas, no fundo, só quer permissão pra não precisar se segurar o tempo todo.

2. Tem dias em que a maior coragem é só aparecer na sessão.

3. Muita gente chega querendo ‘entender’. Mas o que mais cura é sentir. (minha primeira sessão de terapia aos 18 anos cheguei com esse ponto de partida)

4. No consultório, a gente não fala só de dor. A gente fala de recomeço.

5. A verdade? Ninguém sai da terapia igual entrou. Nem mesmo quem atende.

Tem coisa que só quem já viveu uma sessão de terapia entende.

Aquela sensação de entrar achando que vai “entender a cabeça”… e sair percebendo que o que mais cura é deixar o coração falar.

No consultório, tem choro, silêncio, risada e coragem.
Tem dias em que só estar ali já é o passo mais bonito da semana.

E o mais curioso?
Ninguém sai igual. Nem quem chega pela primeira vez, nem quem escuta do outro lado.

Se você anda no processo de se entender, se acolhe: é sobre sentir, não sobre se apressar.
O recomeço mora ali, bem onde a gente para de fingir que tá tudo bem.

💬🤍

Crescer foi obrigatório. Mas se cuidar… ainda é uma escolha.Um dia, essa menininha virou mulher.Aprendeu a dar conta, a ...
12/10/2025

Crescer foi obrigatório. Mas se cuidar… ainda é uma escolha.

Um dia, essa menininha virou mulher.
Aprendeu a dar conta, a cuidar, a se adaptar.
Mas, entre propósito, filhos e expectativas,
esqueceu de perguntar o que ela, aquela de 4 anos, ainda sonhava.

Hoje, olhar pra ela é um lembrete silencioso:
que o tempo passa, sim,
mas o cuidado com a gente mesma nunca deixa de ser um ato de escolha.

Ser adulta é inevitável.
Mas continuar se escutando, se acolhendo, se permitindo sentir…
isso é o que mantém viva a parte de nós que um dia acreditou que tudo era possível.

Se cuidar também é brincar de novo com a vida.
Do seu jeito, no seu ritmo, com a sua verdade.

Talvez o presente mais bonito que você possa se dar hoje
seja voltar a se cuidar, como faria com uma criança que ama.

Endereço

Rua Vilela, 665
São Paulo, SP

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