Dra. Camila Munhoz - Gastropediatra

Dra. Camila Munhoz - Gastropediatra Sou Gastropediatra, mãe e acredito no cuidado e na educação tratadas com empatia e carinho. Conh

24/02/2026

Exame normal não signif**a intestino saudável.

Essa é uma das maiores confusões dentro da gastroenterologia pediátrica.

Os distúrbios gastrointestinais funcionais não são “diagnósticos por exclusão”.
Eles são diagnósticos clínicos, baseados em critérios bem definidos (como os Critérios de Roma), numa história detalhada e na compreensão da fisiologia do trato gastrointestinal.

Intestino saudável não é só ausência de doença orgânica.
É funcionamento adequado.

Se os exames do seu filho estão normais, mas ele continua com sintomas, talvez esteja faltando uma avaliação com olhar funcional.

O link para agendamento está na bio.

20/02/2026

Diarreia crônica na infância não é algo para normalizar.

Principalmente quando associada a:

→ sangue nas fezes
→ urgência evacuatória
→ tenesmo
→ perda de peso
→ baixa estatura
→ sintomas perianais

Na Doença de Crohn e na Retocolite Ulcerativa, o quadro pode variar de leve a grave.

Sintoma persistente não é “fase”, é sinal clínico, e uma avaliação adequada muda prognóstico!

19/02/2026

Nem toda dor abdominal é dita como “estou com dor”.

Principalmente em crianças com alterações do neurodesenvolvimento.

O intestino conversa com o cérebro por vias neurais, imunológicas e metabólicas.

Inflamação intestinal, disbiose e aumento da permeabilidade podem alterar neurotransmissores e a percepção de dor.

Por isso eu não avalio só o comportamento.

Tratar o intestino muitas vezes muda o comportamento.
Porque muda a forma como o cérebro recebe essa informação.

Se seu filho apresenta alterações comportamentais associadas a sintomas gastrointestinais, vale uma avaliação especializada.

O link da consulta está na bio.

17/02/2026

Durante muito tempo eu achei que o que faltava era estudar mais.

Mais aula, mais congresso, mais artigos… Mas o problema nunca foi falta de conteúdo, era falta de método!

Sem método, você acumula informação, com método, você organiza raciocínio.

É o método que:
→ reduz viés
→ evita excesso de exames
→ prioriza hipóteses
→ constrói plano terapêutico coerente

Segurança clínica não vem de saber tudo.
Vem de saber pensar.

13/02/2026

Quanto mais restrita a alimentação, mais difícil f**a tratar o intestino.

Na prática, a seletividade raramente é só comportamento.
Ela costuma fazer parte de um ciclo:

desconforto gastrointestinal → evitação alimentar →
menor diversidade alimentar → disbiose → pior digestão → mais desconforto.

Forçar o alimento sem tratar o intestino tende a piorar essa aversão.

Por isso, quando avalio seletividade alimentar, eu não olho só para o prato.
Investigo função digestiva, padrão de fezes, fermentação, inflamação de mucosa e possíveis intolerâncias.

Quando o desconforto diminui, a relação com a comida muda.
Comer deixa de ser ameaça e passa a ser possível.

Se a seletividade entrou nesse ciclo, vale uma avaliação com o gastropediatra.
O link da consulta está na bio.

10/02/2026

Pediatra, informação hoje não falta.

A gente assiste aula, curso, congresso, lê artigo…
e ainda assim trava na hora da decisão.

Porque segurança clínica não nasce do acúmulo de conteúdo.
Ela nasce do refinamento do raciocínio.

É quando você discute casos reais.
Quando alguém te ajuda a organizar o pensamento.
Quando você entende por que aquela conduta faz sentido naquele contexto.

Curso gravado ensina conceito.
Mentoria ensina a decidir.

E é essa diferença que muda a prática clínica.

06/02/2026

Durante muito tempo, o intestino foi visto apenas como um órgão digestivo.

Hoje, a ciência já mostra algo muito maior:

Cerca de 70% do sistema imunológico está associado à mucosa intestinal.

É ali que acontece, todos os dias, o contato entre alimento, microbiota e sistema imune.

Quando a barreira intestinal está íntegra, ela regula o que entra em contato com o organismo e mantém a resposta imunológica equilibrada.

Cuidar do intestino é uma das formas mais importantes de modular a imunidade na infância.

Se sintomas gastrointestinais e imunológicos caminham juntos, vale investigar o intestino com mais profundidade.

O link para agendamento da minha consulta está na bio.

02/02/2026

Pouca gente fala sobre isso.

O que pesa na rotina do consultório é não ter com quem discutir.
Não ter alguém para ouvir o caso, trocar um insight, compartilhar experiências e pensar junto.

A gente foi treinado para acreditar que precisa dar conta de tudo sozinho. mas boa medicina não se constrói no isolamento.
Boa medicina se constrói em rede.

Médico precisa de comunidade.
De espaço seguro.
De troca honesta.
De gente que estuda, erra, aprende e evolui junto.

Foi por isso que eu criei a Mentoria Gastronexo.

Para formar um grupo de médicos que raciocinam juntos, discutem casos, compartilham decisões e não caminham sozinhos no consultório.

A Turma 2 começa em fevereiro.
As vagas são limitadas.

Link do formulário na bio.

30/01/2026

Quando a microbiota perde a capacidade de produzir ácidos graxos de cadeia curta, o problema não é pequeno.

Por isso, tratar apenas o sintoma não resolve.
É preciso atuar no mecanismo.

Entender esse caminho fisiopatológico muda completamente a forma de conduzir o caso, escolher estratégias e acompanhar a evolução.

Intestino é funcionamento.
E funcionamento precisa ser compreendido antes de ser medicado.

É esse raciocínio que eu ensino na prática, todos os dias.

29/01/2026

Você não trata um solo doente jogando sementes, com o intestino é a mesma lógica.

Quando existe disbiose, inflamação e barreira intestinal comprometida,
nenhuma bactéria “boa” vai se sustentar direito.

Por isso, o tratamento da disbiose não começa com probiótico.
Começa com leitura de mecanismo: digestão, inflamação, mucosa, motilidade e ambiente intestinal.

Probiótico é ferramenta. Não é ponto de partida.

Esse raciocínio muda completamente a forma de conduzir casos gastrointestinais no consultório.

É exatamente isso que eu ensino na Mentoria Gastronexo:
como entender o terreno antes de prescrever a semente.

📌 Turma 2 inicia em fevereiro.
As vagas já estão acabando
Link na bio.

26/01/2026

Eu não comecei a ensinar porque queria ser mentora.

Eu comecei a ensinar porque eu reconheci, nas minhas colegas,
um lugar que um dia também foi meu: entender a teoria e travar na hora da prática.

Saber sobre microbiota, barreira intestinal, eixo intestino-cérebro,
mas não ter clareza de por onde começar, qual exame pedir, como montar uma linha de raciocínio, como transformar tudo isso em conduta.

E aí eu entendi algo muito importante: o que faltava não era mais conteúdo.
Era método.
Era raciocínio.
Era acompanhamento.

Foi assim que nasceu a Mentoria Gastronexo.
Para ajudar você, pediatra, a sair do lugar da insegurança
e conduzir casos gastrointestinais com clareza, segurança e propósito.

E também para formar uma comunidade de médicos que pensam parecido,com base científ**a, olhar funcional e prática humanizada.

📌 A Turma 2 começa em fevereiro.
As vagas estão acabando.
Link na bio.

23/01/2026

Na palestra na CFBa, eu trouxe um ponto que parece simples… mas muda tudo no consultório:

Quando ninguém pergunta do cocô, ninguém olha para o cocô, ou investigou o intestino. 💩

Essa criança estava com distensão, desconforto e dor.

A mãe até percebia, mas como era uma criança grande, com sobrepeso, ninguém olhava com atenção.

Quando a gente começou a conduzir o caso do jeito certo, um dos sinais mais claros foi esse:
✅ a distensão diminuindo.
✅ a dor reduzindo.
✅ o corpo respondendo.

Porque perguntar do cocô não é detalhe, é essencial.

O intestino fala o tempo todo, e uma boa pediatria precisa saber escutar.

Endereço

Avenida Dr. Mario Villas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro
São Paulo, SP
04757-020

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