Monique Vaniere Psi

Monique Vaniere Psi Atendimento clínico de forma on-line e presencial em Psicanálise

🚴‍♀️ Nosso primeiro 60 km de pedal juntos, 🚴‍♂️Hoje, percorri minha maior distância de bike ao lado do meu companheiro d...
07/07/2025

🚴‍♀️ Nosso primeiro 60 km de pedal juntos, 🚴‍♂️

Hoje, percorri minha maior distância de bike ao lado do meu companheiro de estrada e de vida.

Entre subidas e descidas, silêncio e fôlego curto, escutei dele frases simples, mas que ressoam para a vida:

🗣️ "Você não precisa chegar rápido. Você precisa chegar viva rs."
Porque não é sobre performance — é sobre presença. É sobre respeitar o tempo do corpo, da mente e do nosso coração.

🗣️ "Depois de uma subida, tem uma descida. Continua, vai ter um alívio ali na frente."
Nos momentos difíceis, essa lembrança é respiro: o cansaço tem fim, a dor muda de forma, e há paisagens que só vemos depois de insistir um pouco mais.

🗣️ "Devagar você também chega."
A vida não é uma corrida. É travessia. E cada um tem seu ritmo.

Como Psiclista, não pude evitar pensar o quanto essas frases também valem pra quem enfrenta processos internos, lutos, mudanças e recomeços...

Hoje, minha bike me levou além, mas foram as suas palavras que mais me moveram. 💛 🧡

Obrigada meu amor!



House of choicesUma casa sensorial que te implica escolher qual caminho você vai querer viver essa experiência.Escolher ...
15/07/2023

House of choices

Uma casa sensorial que te implica escolher qual caminho você vai querer viver essa experiência.

Escolher é no mínimo lidar com os supostos ganhos e as evidentes perdas, quando se escolhe um caminho não se escolhe os outros.

Você sabe qual a diferença de um jogador de cartas profissional e um amador?

O amador olha as cartas que tem na mão e já supõe com qual ele vai ganhar, o profissional olha as cartas que tem e escolhe onde ele vai perder.

Ahhh escolhas sem garantias....

Adorei a escolha que fiz de ter ido nesse rolê com você i
É sempre bom colher os efeitos da escolha de regar a amizade que tenho com você 🫶🏽




Em psicanálise o/a analisante logo vai se dando conta que ele está ali para trabalhar, seu trabalho é falar, dessa forma...
01/06/2023

Em psicanálise o/a analisante logo vai se dando conta que ele está ali para trabalhar, seu trabalho é falar, dessa forma, o trabalho do/a analista está submetido ao trabalho do analisante.

As interpretações e pontuações são feitas a medida, estas são bem vindas e são realizadas para que algumas certezas fixas e rígidas possam se balançar. Dessa forma, não cabe ao analista colocar outra certeza no lugar. A ideia é que a partir das intervenções surja novos sentidos que o analisante quiser deles se apropriar.

Nesse sentido, a análise é um trabalho de perdas e ganhos. Perda de velhos apegos e no mínimo ganho de mobilidade e saber, o tal do “não sei o que fazer” pode ser ponto de partida para alguns e nesse caminho vai se descobrindo no “faz para saber”.

Em psicanálise aprende-se que é necessário provar, pois nada está garantido. Toda conquista é incerta e sempre f**a algo a desejar o que nos resta é o convite a cada um a se questionar: “o que fazer com isso?” Que é o que vai possibilitar emergir uma nova conduta, um outro caminho e quem sabe um novo destino.

Essas são algumas das minhas anotações que colhi no meu percurso de análise, na posição de quem escuta e se escuta também e espero que algumas dessas possa ecoar novos sentidos para ti também.

Monique Vaniere Psi 💬

Como tem sido seu percurso de trabalho?
01/05/2023

Como tem sido seu percurso de trabalho?







Quais outras formas de autocuidado subversivas que funcionam para você?Dessas que não estão nas prateleiras do mercado p...
10/04/2023

Quais outras formas de autocuidado subversivas que funcionam para você?

Dessas que não estão nas prateleiras do mercado pregando um bem-estar, mas que você já identificou aí como é possível encontrar formas de estar bem consigo mesma.

Você já deixou de viver experiências por vergonha de expôr seu corpo?Viajar com a galera do serviço?Usar a piscina com o...
21/03/2023

Você já deixou de viver experiências por vergonha de expôr seu corpo?
Viajar com a galera do serviço?

Usar a piscina com o pessoal da faculdade?

Colocar aquela roupa que disseram que não é para o formato de seu corpo?

Tr@ns@r com alguém que deu match?
Por f**armos aprisionadas na imagem que nos vemos, muitas vezes não nos permitimos viver experiências por conta da insatisfação com o nosso corpo.

Mas...

Lembrar-se do que você sente nessas ocasiões pode ser uma alternativa para se permitir viver independente de como se vê, ou até mesmo de não se apegar a uma imagem que às vezes nem está lá.

Já parou pra pensar como você se sentiria se estivesse vivendo o que você não está se permitindo?

O que você já deixou de fazer por vergonha do seu corpo?"Entrar na piscina de sunga é  muito melhor, mas eu nunca entrei...
08/03/2023

O que você já deixou de fazer por vergonha do seu corpo?

"Entrar na piscina de sunga é muito melhor, mas eu nunca entrei por vergonha do meu corpo"

"Eu não vou entrar na piscina porque não quero assustá-los"

"Eu sempre quis fazer ginástica rítmica, mas tinha que f**ar de maiô e eu não gosto da minha virilha"

"Obrigada, mas eu não curto regata, eu não gosto dos meus braços, eles são largos"
O Grupo Terapêutico para mulheres "Corpo em Movimento" surgiu da minha necessidade de me colocar em movimento para outras mulheres alcançarem nos temas relacionados ao corpo, autoestima e relacionamento.

Gostaria de oportunizar um espaço acolhedor e intimista para que cada uma que deseja falar da sua relação com seu corpo pudesse singularmente se escutar e no laço com as outras se transformar.

Nesse grupo iremos trilhar pelas perguntas:

1 - Qual a sua relação com o seu corpo?

2 - O que você já deixou de fazer por vergonha de expô-lo?

3) Quais os movimentos que você (não) fez na vida?

4) O que fazer com o corpo que se tem nesse mundo como ele é?

O que você terá no grupo?

1) 3 encontros de 1 hora e 30 minutos;
2) Acompanhamento psicológico durante o processo grupal;
3) Material para oficina terapêutica;
4) Café especial de encerramento;
5) Surpresa no final do grupo.

Vamos juntas?

Para maiores informações sobre investimento e possíveis datas acesse o formulário de intenção com o link na bio ou me chame no direct ou WhatsApp.

Vagas limitadas a 7 participantes para que possamos ter uma vivência intimista e acolhedora

Espero vocês!

Somos faladas...Muito faladas antes mesmo de nascermos.Tinha ali em nossos pais o desejo deles do que gostariam que fôss...
06/03/2023

Somos faladas...

Muito faladas antes mesmo de nascermos.

Tinha ali em nossos pais o desejo deles do que gostariam que fôssemos e, muitas vezes, foi esse desejo que nos levou a crescer.

A cultura também vem com expectativas do que temos que ser, mas isso acaba nos engessando e fazendo com que não nos demos conta que as vezes caimos mais na performance do que propriamente ser.

Conheço um jeito de se livrar desses falados que tanto nos circulam: começar a falar.

Mas falar de forma qualif**ada pela associação livre, técnica de Freud que utilizo em meus atendimentos, de falar o que vier a mente, sem censura, pois a gente não só fala, mas também se escuta, não só se escuta, mas também se reinventa.

É pelo ouvido que entram as palavras, mas é no corpo todo que a gente sente o efeito delas.
Sente o peso que é manter-se a qualquer custo num corpo magro.

Sente a dor nas costas que é querer corresponder ao ideal de entregar tudo e em nada se implicar.

Sente o nó na garganta de se submeter às relações invasivas, desmedidas, mas que você sempre está lá.

Sente o frio na barriga que é colocar o corpo no novo e não saber o que disso virá.

Sente-se de mãos atadas quando quer sobre a vontade do outro controlar.

Então venha e agora sente-se!

Sente-se com a gente para falar sobre o que te toca nesses temas.

Vamos juntas?
Fique à vontade para acessar o formulario de inscrições por meio do link na bio.

Nele contém maiores informações sobre a 2° edição do Grupo Terapêutico para mulheres "Corpo em Movimento" previsto para iniciar agora em Março.

Atenção: Vagas limitadas para que possamos construir um grupo acolhedor e intimista.

3° Encontro: Filtro solar: O que fazer com as marcas no nosso corpo?O último encontro do grupo terapêutico aconteceu...N...
26/02/2023

3° Encontro: Filtro solar: O que fazer com as marcas no nosso corpo?

O último encontro do grupo terapêutico aconteceu...

Nosso corpo tem uma história...
Nosso corpo tem um histórico...
Nosso corpo envelhece...
Nosso corpo fala...
Nosso corpo trava...
Nosso corpo é nosso!

Nao é da mídia, não é do homem.

Nós mulheres fomos distanciadas da nossa relação com o corpo e a escrita.
Fomos impedidas de falarmos por nós mesmas o que sentimos, o que queremos e o que somos.
Bora colocar seu corpo em movimento também?

Em breve, lançarei a 2° edição do grupo terapêutico

Me acompanhem por aqui para f**arem por dentro!

"Pelo menos ele não me bate""Pelo menos eu não estou desempregado""Pelo menos eu não tenho mais que lidar com aquelas bu...
22/02/2023

"Pelo menos ele não me bate"
"Pelo menos eu não estou desempregado"
"Pelo menos eu não tenho mais que lidar com aquelas burocracias"
"Pelo menos aqui nesse emprego tenho registro"
"Pelo menos consegui um estágio"

Quando se avalia a vida só pelo "pelo menos" além de ser pouco não tira a falta da situação de agora, como também não agrega. E a tentativa de apaziguar a alma narrando pelo "pelo menos" é para se distanciar da falta do momento, sendo que essa sim é importante investigar.
Qual é a sua falta que você preenche com um "pelo menos"?

O "pelo menos" pode fazer com que se fique apenas no menos e outras possibilidades não consiga enxergar.

O "pelo menos" diz de um caminho trilhado que traz a mensagem do pouco que você se permite receber.

O "pelo menos" tem um preço e não é de baixo custo só nele f**ar.

Quê "pelo menos" seu funciona como manutenção para no mesmo lugar f**ar?

Monique Vaniere Psi 💬
Foto: Livro fome - Roxane Gay













Numa sociedade que cultua a alta performance e o desempenho linear e contínuo, estimular as pessoas a fazerem mais e a n...
18/02/2023

Numa sociedade que cultua a alta performance e o desempenho linear e contínuo, estimular as pessoas a fazerem mais e a não desistirem, priorizando ganhar dinheiro, estética, status e o consumo, tornou-se um imperativo e sinônimo de sucesso.

Nesta edição do BBB 23 um participante desistiu de continuar no programa e uma das chamadas da edição foi dizer que o jogo é para os fortes. Uai, o que isso tem a ver com interromper algo que não vai bem?

Vamos refletir um pouquinho sobre esses imperativos de felicidade e sucesso contínuo.

De que forma é possível f**ar bem sem se questionar como você funciona num mundo em que leem que a produtividade é mais importante do que a subjetividade?
E, inclusive, minimiza-a sem se darem conta de que não é sem ela que a gente faz.

Esses ideais são decorrentes da sociedade do cansaço, um termo trazido por Byung-Chul Han, um filosofo contemporâneo.

Eu achei interessante ele nomear como sociedade do cansaço porque o que se consegue ao seguir nessa esteira é só cansaço mesmo.

O cansaço extremo, por sua vez, favorece o surgimento de sofrimentos inomináveis que afetam a nossa saúde física e mental. Nesse sentido, às vezes é até difícil se enxergar e ver que a gente não está bem, que nos desconectamos de nós mesmos para se conectar com o que o algoritmo pede, com o que a linha de produção exige e com as altas performances para ser aceito.

"Não desista”, “Tudo vai dar certo no final e se não deu certo é porque ainda não chegou no final”, são frases que buscam servir de motivação para que as pessoas persistam na busca desses objetivos.

Há um limiar entre insistir em você e desistir do que fizeram com você.
Às vezes o desistir é abrir caminho para um existir.

Já parou para pensar quando insistir deu uma boa e desistir também deu?

Deixe aqui um contraponto que funcionou para você, mesmo indo contra esses imperativos de sucesso de "never give up".

Quando o desistir abriu espaço para existir?

Um abraço,
Monique Vaniere Psi 💬









-estar

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