dr.rafaelsalemealves

dr.rafaelsalemealves Dr. Rafael Saleme Alves médico Ortopedista especialista em cirurgia de mãos. Graduação e resid? Cirurgião de Mãos.

04/03/2026

CISTO SINOVIAL

Vídeos de pessoas “estourando” cisto sinovial aparecem o tempo todo nas redes.

Pode até parecer que resolveu naquele momento, mas isso raramente trata o problema.

O cisto sinovial é uma bolsa de líquido que se forma a partir da articulação ou da bainha de um tendão.
Quando ele é pressionado ou rompido por fora, o líquido pode sair, mas a estrutura que o produz continua presente.

Por isso o mais comum é que ele volte.

Além disso, tentar estourar em casa pode causar inflamação, dor e até infecção.

Nem todo cisto precisa de cirurgia.
Muitos podem apenas ser acompanhados, e em alguns casos a punção ou a remoção cirúrgica são opções.

O mais importante é entender de onde ele vem e quando realmente precisa tratar.

👉 Se você tem um cisto na mão ou no punho e quer avaliar seu caso com segurança, agende sua consulta pelo link na bio.

Avaliação correta muda o caminho do tratamento.

Nem toda lesão muscular tem a mesma gravidade.Na medicina esportiva e na ortopedia, as lesões musculares costumam ser cl...
04/03/2026

Nem toda lesão muscular tem a mesma gravidade.

Na medicina esportiva e na ortopedia, as lesões musculares costumam ser classificadas em graus, de acordo com a extensão do dano às fibras musculares. Essa classificação ajuda a orientar o tratamento, o tempo de recuperação e o retorno às atividades físicas.

🟢 Lesão muscular grau I
São microlesões nas fibras musculares, geralmente com dor leve e pequena limitação funcional.
Na maioria dos casos, a recuperação ocorre em um período mais curto quando o manejo é adequado.

🟡 Lesão muscular grau II
Há ruptura parcial das fibras musculares.
Costuma causar dor moderada, possível hematoma e redução de força.
O processo de recuperação é mais longo e exige cuidado na progressão das atividades.

🔴 Lesão muscular grau III
Caracteriza-se por ruptura extensa ou completa do músculo.
Pode causar dor intensa, perda importante de força e déficit funcional, exigindo tratamento mais prolongado e acompanhamento adequado.

📌 É importante lembrar que o tempo de recuperação pode variar bastante dependendo da localização da lesão, da extensão do dano, da condição física do paciente e da reabilitação realizada.

⚠️ As imagens deste post são meramente ilustrativas e têm finalidade exclusivamente educativa.
Elas não representam um caso real específico e não substituem avaliação médica individualizada.

03/03/2026

De Quervain – Dor na base do polegar

⚠️ Imagens ilustrativas para facilitar o entendimento do que acontece por dentro do punho.

A síndrome de De Quervain acontece quando os tendões que passam pela lateral do punho, na base do polegar, ficam sobrecarregados.

Com movimentos repetitivos, esforço ou uso excessivo, o espaço por onde esses tendões deslizam pode ficar mais apertado.
E é aí que começa a dor.

Os sintomas mais comuns são:

• Dor na lateral do punho
• Piora ao segurar objetos
• Desconforto ao girar a mão
• Sensibilidade ao movimentar o polegar

Se a dor persiste, aumenta ou começa a atrapalhar as atividades do dia a dia, isso já não deve ser ignorado.

👉 Se eu continuo aqui incomodando, é hora de procurar um especialista.

Avaliação adequada faz toda a diferença.

👉 Siga o perfil para continuar acompanhando nossas séries ilustrativas e entender, de forma simples, o que acontece por dentro da mão e do punho.

01/03/2026

A Mão da Família Addams

Você não percebe… mas sua mão nunca age sozinha.

A “Thing”, da Wednesday, é uma ideia brilhante justamente por isso.
Ela parece independente. Anda, reage, protege, decide.

Mas na vida real, cada movimento da sua mão depende de uma integração precisa entre cérebro, nervos periféricos, músculos e tendões funcionando em milissegundos.

A mão isolada nos causa estranhamento porque biologicamente ela não foi feita para existir sozinha.

Ela foi feita para tocar.
Para sentir.
Para segurar.
Para conectar você ao mundo — e às outras pessoas.

Talvez seja por isso que essa personagem seja tão marcante.

Se você gosta de entender a mão no cinema, na cultura e na ciência, siga o perfil e acompanhe o Mão no Cinema todo domingo.

CirurgiaDaMao

28/02/2026

Fratura do Rádio Distal – O que acontece depois da queda

⚠️ Série ilustrativa criada para facilitar o entendimento do que acontece por dentro do punho.

O rádio distal é a parte final do principal osso que sustenta o punho.
Quando a mão sofre um impacto — como em uma queda com apoio no chão — a força é transmitida diretamente para ele.

Se a carga ultrapassar a resistência do osso, ocorre a fratura.

Dependendo do tipo de fratura, dois caminhos podem acontecer:

🔹 Quando o osso permanece bem alinhado, pode consolidar naturalmente com imobilização adequada e tempo de cicatrização.

🔹 Quando há desalinhamento ou instabilidade, pode ser necessário realizar a fixação cirúrgica para restaurar o alinhamento e permitir que o osso consolide com segurança.

O mais importante é entender que cada fratura precisa ser avaliada individualmente.
Nem toda fratura precisa operar — mas nem toda pode ser tratada apenas com imobilização.

O diagnóstico e a conduta corretos fazem toda a diferença no resultado final e na recuperação da função do punho.

👉 Se você sofreu uma queda e está com dor, deformidade ou dificuldade de movimentar o punho, procure avaliação especializada.
👉 Siga o perfil para continuar acompanhando séries ilustrativas e entender, de forma simples e visual, o que acontece por dentro da mão e do punho.

27/02/2026

PÓS-OPERATÓRIO | 20 DIAS

Pós-operatório de 20 dias de cirurgia para dedo em gatilho.

Movimento preservado, sem travamento e com evolução funcional adequada.

A cirurgia aberta tem como objetivo liberar a polia que estava impedindo o deslizamento normal do tendão.
Quando bem indicada, permite retorno progressivo às atividades e recuperação da função do dedo.

Cada paciente tem seu tempo de cicatrização, mas nas primeiras semanas já é possível observar melhora importante no movimento.

Indicação correta e acompanhamento adequado fazem toda a diferença no resultado.

👉 Se o seu dedo trava ou estala com frequência, agende sua avaliação pelo link da bio.

Função preservada é qualidade de vida.

27/02/2026

Tendão Flexor Cortado — Quando o dedo não dobra mais

⚠️ Imagens ilustrativas para facilitar o entendimento do que acontece por dentro do dedo.

O tendão flexor é a estrutura responsável por dobrar a ponta do dedo.
É ele que permite fazer força, segurar objetos e realizar movimentos finos.

Quando ocorre um corte profundo na face palmar do dedo, esse tendão pode se romper.
E aí acontece algo muito importante:

A ponta do dedo simplesmente não dobra mais.

Mesmo que por fora pareça “apenas um corte”, a perda de movimento indica que a lesão é mais séria.

Esse tipo de lesão não se resolve com curativo simples.
Na maioria dos casos, é necessário reparo cirúrgico para reconectar o tendão e permitir que o movimento volte.

E aqui está o ponto crucial:

Quanto antes for avaliado e tratado, melhores são as chances de recuperação da função.

Se você ou alguém próximo sofreu um corte na mão e percebeu que o dedo não dobra mais, procure avaliação especializada.

Clique no link da bio e agende sua consulta.

Porque na mão, função é tudo.

26/02/2026

CIRURGIA ABERTA DO DEDO EM GATILHO

Quando o dedo em gatilho não responde às medidas conservadoras, a cirurgia passa a ser uma opção segura e eficaz.

A técnica aberta consiste na liberação direta da polia A1 por meio de uma pequena incisão na palma da mão. Isso permite visualização anatômica adequada, liberação completa do ponto de compressão e controle direto das estruturas envolvidas.

Estudo randomizado recente publicado no Journal of Clinical Medicine (2025) comparou a cirurgia aberta com a técnica percutânea em 93 pacientes e demonstrou que ambas apresentam excelentes resultados funcionais e melhora significativa da dor a longo prazo .

A cirurgia aberta apresentou:

• Alta taxa de sucesso
• Baixo índice de complicações
• Resultados funcionais consistentes
• Previsibilidade anatômica pela visualização direta

A decisão pelo procedimento deve sempre considerar:

– Gravidade do travamento
– Falha do tratamento conservador
– Impacto funcional
– Perfil do paciente

O mais importante não é apenas “operar”.
É indicar no momento certo e realizar a técnica com segurança.

👉 Se o seu dedo trava com frequência ou já ficou preso, agende uma avaliação especializada pelo link da bio.

Cirurgia bem indicada preserva função.



Referência :
Öner S, et al. A Prospective Randomized Study Comparing Open Surgery With Percutaneous Ultrasound-Guided A1 Pulley Release in Trigger Finger. J Clin Med. 2025;14:7064.

O dedo em gatilho deixou de ser tratado de forma simplista.A revisão publicada por Donati e colaboradores em 2024 organi...
26/02/2026

O dedo em gatilho deixou de ser tratado de forma simplista.

A revisão publicada por Donati e colaboradores em 2024 organiza o manejo atual desde o diagnóstico até as opções terapêuticas .

Principais pontos:

• Diagnóstico clínico associado à classificação de gravidade
• Ultrassom como ferramenta complementar para avaliar polia, tendão e sinovite
• Espessamento da A1 > 0,62 mm como critério diagnóstico sugerido
• Tratamento conservador como primeira linha
• Infiltração com corticoide com efeito mais rápido
• Procedimentos guiados por ultrassom aumentando segurança

Hoje o manejo é personalizado.

Não existe tratamento único para todos.
Existe indicação correta para cada fase.

Referência
Donati D, Ricci V, Boccolari P, et al. From diagnosis to rehabilitation of trigger finger: a narrative review. BMC Musculoskelet Disord. 2024;25:1061.

26/02/2026

TREINAR PARA O FUTURO

Treinar o corpo inteiro não é sobre estética.

É sobre preservação biológica.

A perda progressiva de massa muscular ao longo dos anos — chamada sarcopenia — está associada a maior risco de quedas, fragilidade, resistência insulínica e perda de independência funcional.

Força não é luxo.
É reserva metabólica.

Quanto maior sua massa muscular, melhor sua sensibilidade à insulina, melhor sua estabilidade articular e maior sua capacidade de responder a doenças ou períodos de imobilização.

Treino full body ativa grandes grupos musculares, melhora condicionamento cardiovascular e preserva capacidade funcional global.

Você não treina apenas para o agora.
Treina para continuar se movendo bem daqui a 10, 20, 30 anos.

Saúde não é ausência de doença.
É capacidade de funcionamento.

Se você quer estruturar seu treino de forma segura e baseada em ciência, estamos aqui para orientar.

Link na bio para avaliação.

Movimento é investimento biológico.

Nem toda dor muscular é igual.Muitas vezes usamos termos como “contratura”, “estiramento” ou “ruptura” como se fossem a ...
25/02/2026

Nem toda dor muscular é igual.

Muitas vezes usamos termos como “contratura”, “estiramento” ou “ruptura” como se fossem a mesma coisa — mas clinicamente há diferenças importantes.

🟢 Contratura muscular
Tensão excessiva do músculo, geralmente sem lesão estrutural das fibras.
Costuma causar dor leve a moderada, rigidez e limitação temporária.

🟡 Estiramento muscular
Ocorre quando há alongamento além do limite fisiológico, podendo gerar ruptura parcial de fibras.
A dor é mais intensa, pode haver edema e pequeno hematoma.

🔴 Ruptura muscular
Lesão mais grave, com rompimento significativo ou completo das fibras musculares.
Pode causar dor intensa, hematoma evidente e déficit funcional importante.

📌 Na prática clínica, cada caso precisa ser avaliado individualmente, considerando exame físico, história do paciente e, quando necessário, exames complementares.

⚠️ As imagens deste post são meramente ilustrativas e têm finalidade exclusivamente educativa.
Não representam um caso real específico, não reproduzem exatamente a anatomia individual e não substituem avaliação médica.
Lesões musculares variam em extensão, profundidade e apresentação clínica.

💾 Salve para entender melhor as diferenças.
👥 Compartilhe com quem pratica atividade física ou já teve lesão muscular.
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25/02/2026

Ele fraturou o antebraço durante a luta… e continuou lutando até vencer.

Isso é possível por causa de um mecanismo fisiológico muito poderoso: a descarga maciça de adrenalina e endorfina durante situações de estresse extremo.
Nesse momento, o cérebro reduz drasticamente a percepção de dor e prioriza desempenho e sobrevivência.

Mas atenção:
isso não significa que o dano seja pequeno.

Na imagem, vemos uma deformidade angular evidente do antebraço — compatível com fratura completa, provavelmente envolvendo rádio e ulna. Em esportes de impacto, quando o soco pega desalinhado ou atinge o cotovelo do adversário, a força retorna para o antebraço. Se ultrapassar o limite mecânico do osso, ele fratura.

A dor muitas vezes só aparece quando a luta termina e a adrenalina cai.

⚠️ Este vídeo tem caráter educativo e ilustrativo.
Não substitui avaliação médica individual.

Se você pratica luta ou esportes de contato, entender mecânica de impacto é fundamental para prevenção.

Salve este post e compartilhe com quem treina MMA, boxe ou jiu-jitsu.

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Endereço

Alameda Dos Anhambiquaras, 1770, Conjunto 510/Moema
São Paulo, SP
04090004

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