21/12/2025
Alguns encontros mudam o rumo de uma profissão.
Para Andrea, esse encontro foi com a Ginástica Holística.
Ela nunca se identificou com a ortopedia tradicional. O modelo segmentado, preso à maca, não refletia a forma como ela enxergava o corpo, nem entregava os resultados que acreditava serem possíveis.
Quando conheceu a GH na clínica AMIL e, depois, no treinamento no Instituto da Patrícia, tudo fez sentido. Ela sentiu no próprio corpo a transformação que buscava levar a seus pacientes e decidiu se aprofundar. Em 2007, ingressou na Formação GH, onde encontrou a abordagem que mudaria sua prática para sempre.
E Andrea levou esse olhar para lugares que poucos imaginam.
Na UTI, aplicou movimentos da GH em pacientes críticos desde cardiorrespiratórios até neurológicos e pós-operatórios, trazendo resultados tão expressivos que os colegas reconheciam seus pacientes ao primeiro toque.
Na clínica própria, a GH se tornou seu carro-chefe, trabalhada de forma ativa, ativa assistida e passiva.
Com bebês, utiliza GH em casos de plagiocefalia, braquicefalia e desenvolvimento motor.
Com gestantes, integrou a GH à fisioterapia obstétrica, criando até um infográfico apresentado na USP como aplicação prática da metodologia.
Mesmo após outras formações, Andrea sempre volta para a GH.
Porque para ela, esse método é o que permite observar profundamente, pensar clinicamente, criar com segurança e transformar com precisão.
É uma alegria ter a Andrea como associada da ABGH, uma profissional que honra o legado da Ginástica Holística e mostra, todos os dias, como essa metodologia atravessa especialidades, idades e histórias.