Patricia Barrachina Camps

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Ao invés de pensar no que precisa mudar, tenho me perguntado o que precisa continuar.Há coisas que não pedem mudança, pe...
30/12/2025

Ao invés de pensar no que precisa mudar, tenho me perguntado o que precisa continuar.

Há coisas que não pedem mudança, pedem permanência: corpos em movimento, vínculos que fazem casa, rotinas que regulam, encontros que devolvem chão.

A clínica ensina isso, nem tudo que se repete é estagnação. Algumas repetições são sustentações.

Para 2026, a pergunta talvez não seja “o que eu vou mudar?”, mas o que merece continuar comigo?

Com amor,

Pat.

O período do Natal costuma ativar emoções delicadas e muitas vezes controversas.Entre o desejo de estar junto e a necess...
24/12/2025

O período do Natal costuma ativar emoções delicadas e muitas vezes controversas.

Entre o desejo de estar junto e a necessidade de se proteger, muitas pessoas vivem um conflito silencioso.

Recusar convites, reduzir presenças ou escolher o recolhimento, não é egoísmo nem falha relacional. Pode ser um gesto legítimo de cuidado consigo - e muitas vezes, com a relação.

Na clínica, aprendemos que o respeito a estes limites não rompem laços, elas evitam que o encontro aconteça à custa do próprio bem-estar.

Neste fim de ano, talvez a pergunta não seja “onde eu devo estar?”, mas “o que eu preciso preservar?”.

Que você possa reconhecer e ter generosidade com as suas necessidades neste Natal.

Com carinho,

Pat.

Patricia Barrachina Camps
Psicóloga | CRP: 06/63876

Você também sente isso conforme vai se aproximando o próximo ano?Mudanças costumam carregar uma dose de ambivalência.Que...
01/12/2025

Você também sente isso conforme vai se aproximando o próximo ano?

Mudanças costumam carregar uma dose de ambivalência.

Queremos o novo, mas tememos o que ele pode levar embora, por mais desejado que seja, ele nos coloca diante do desconhecido, e o desconhecido desperta o medo que tenta nos proteger.

Queremos mudar, mas também queremos preservar o que conhecemos.

Buscamos movimento, mas ansiamos por estabilidade. Essa tensão é humana, é o fio entre o desejo de expansão e a necessidade de segurança.

Na teoria do apego, sabemos que o ser humano busca, ao mesmo tempo, explorar e se vincular. É um movimento duplo: a curiosidade que nos leva ao mundo e a necessidade de um porto que nos sustente. E é nesse vai e vem entre autonomia e segurança que o amadurecimento acontece.

Por isso, mudar não é só sobre metas, recomeços ou novas versões de si.

É, antes de tudo, um processo de separação e reconstrução de vínculos: com o que fomos, com o que deixamos e com o que ainda estamos aprendendo a ser.

A cada virada de ano, esse conflito se intensif**a.
O calendário muda, mas dentro de nós, o tempo é outro,
mais lento, mais humano, feito de idas e voltas.

É por isso que, na virada do ano, tantas promessas nascem com entusiasmo e morrem no silêncio dos dias seguintes. Porque mudar não é apenas desejar o novo, é sustentar o vazio que surge entre o que ficou e o que ainda não chegou.

Entre o que ficou e o que vem, o que ainda pede presença?

Com carinho,

Pat.

Patricia Barrachina Camps
Psicóloga | CRP: 06/63876

Você também sente isso conforme vai se aproximando o próximo ano?Mudanças costumam carregar uma dose de ambivalência.Que...
30/11/2025

Você também sente isso conforme vai se aproximando o próximo ano?

Mudanças costumam carregar uma dose de ambivalência.

Queremos o novo, mas tememos o que ele pode levar embora, por mais desejado que seja, ele nos coloca diante do desconhecido, e o desconhecido desperta o medo que tenta nos proteger.

Queremos mudar, mas também queremos preservar o que conhecemos.

Buscamos movimento, mas ansiamos por estabilidade.
Essa tensão é humana, é o fio entre o desejo de expansão e a necessidade de segurança.

Na teoria do apego, sabemos que o ser humano busca, ao mesmo tempo, explorar e se vincular. É um movimento duplo: a curiosidade que nos leva ao mundo e a necessidade de um porto que nos sustente.

E é nesse vai e vem entre autonomia e segurança que o amadurecimento acontece.

Por isso, mudar não é só sobre metas, recomeços ou novas versões de si. É, antes de tudo, um processo de separação e reconstrução de vínculos: com o que fomos, com o que deixamos e com o que ainda estamos aprendendo a ser.

A cada virada de ano, esse conflito se intensif**a. O calendário muda, mas dentro de nós, o tempo é outro, mais lento, mais humano, feito de idas e voltas.

É por isso que, na virada do ano, tantas promessas nascem com entusiasmo e morrem no silêncio dos dias seguintes. Porque mudar não é apenas desejar o novo, é sustentar o vazio que surge entre o que ficou e o que ainda não chegou.

Entre o que ficou e o que vem, o que ainda pede presença?

Com carinho,

Pat.

Patricia Barrachina Camps
Psicóloga | CRP: 06/63876

Na clínica da infância, o que um dia ficou interrompido - separações, doenças, mudanças abruptas ou a ausência de alguém...
27/11/2025

Na clínica da infância, o que um dia ficou interrompido - separações, doenças, mudanças abruptas ou a ausência de alguém importante - pode, aos poucos, reencontrar movimento e fluidez.

Ali, o que foi vivido em desamparo encontra lugar para existir, com companhia, escuta e presença.

É no encontro com o outro que a experiência começa a se reorganizar,
que o corpo volta a confiar,
que o afeto encontra abrigo.

Mas esses fragmentos também crescem conosco. As dores não acolhidas se transformam em ausências internas, espaços de vazio que tentamos preencher com controle, urgência ou autossuficiência.

A criança que um dia precisou se proteger sozinha, muitas vezes ainda habita o adulto que tenta dar conta de tudo.

A clínica psicológica é também um espaço para cuidar de quem cuida: pais, mães, professores, profissionais. Porque o cuidado só se sustenta quando quem o oferece também é amparado.

O trabalho clínico nos convida a reconhecer esses lugares antigos:
a dar nome ao que foi demais,
a sentir o que antes precisou ser calado,
a permitir que o cuidado finalmente aconteça.

O que um dia foi dor e ausência, hoje pode ser olhado com ternura, amparo e inclusão.

Porque quando a dor encontra presença, ela se transforma em possibilidade de cuidado e de recomeço.

Com carinho,
Pat.

Patricia Barrachina Camps
Psicóloga | CRP: 06/63876

Antes que a mente compreenda o que aconteceu, o corpo já reagiu. Tensionou, congelou, reteve o ar.É uma tentativa primár...
23/11/2025

Antes que a mente compreenda o que aconteceu, o corpo já reagiu. Tensionou, congelou, reteve o ar.

É uma tentativa primária de proteção, um modo do organismo dizer:
“Não dá pra sentir tudo agora.”

Quando a experiência é intensa demais e falta amparo externo, o sistema nervoso não consegue completar o ciclo natural da resposta ao estresse.

A energia que deveria fluir f**a contida, marcada no corpo.
O que não pôde ser vivido, o corpo guarda.

O trauma não é o evento em si, mas o que permanece dentro de nós quando a dor não encontra companhia.

São memórias implícitas, corporais, que se reativam diante de um cheiro,
um tom de voz, um gesto.

O corpo não esquece.
Mas quando encontra presença, acolhimento e segurança, ele aprende que já não precisa se defender o tempo todo.

E aos poucos, em companhia, o corpo descobre que sentir também é seguro.

Com carinho,
Pat.

Patricia Barrachina Camps
Psicóloga | CRP: 06/63876

O processo de formação de vínculos começa muito antes do primeiro olhar. Começa no sonho, no desejo, na idealização dest...
19/11/2025

O processo de formação de vínculos começa muito antes do primeiro olhar.

Começa no sonho, no desejo, na idealização desta criança. Desde o início da vida, o vínculo é o fio que sustenta a existência.

É por meio dele que o bebê aprende o que é segurança, o que é presença, o que é ser acolhido no que sente. É na experiência de um outro disponível que o corpo descobre o ritmo da regulação, o alívio da tensão, o repouso possível após o susto.

Mas quando esse laço falha — por ausência, imprevisibilidade ou descontinuidade — o corpo guarda vestígios. Marcas sutis de experiências que foram demais para serem sentidas e, por isso, precisaram ser contidas.

Mais tarde, na clínica, esses vestígios se anunciam em silêncios, retraimentos, medos e tentativas de reconstrução. São expressões de um sistema que ainda busca restaurar a confiança, a segurança.

A clínica se torna, então, o espaço no qual o que foi interrompido pode encontrar um novo ritmo.

Um lugar em que o vínculo pode se atualizar
não como repetição do passado,
mas como possibilidade de novos encontros.

Com carinho,

Pat.

Patricia Barrachina Camps
Psicóloga | CRP: 06/63876

O processo de formação de vínculos começa muito antes do primeiro olhar. Começa no sonho, no desejo, na idealização dest...
18/11/2025

O processo de formação de vínculos começa muito antes do primeiro olhar.

Começa no sonho, no desejo, na idealização desta criança. Desde o início da vida, o vínculo é o fio que sustenta a existência.

É por meio dele que o bebê aprende o que é segurança, o que é presença, o que é ser acolhido no que sente. É na experiência de um outro disponível que o corpo descobre o ritmo da regulação, o alívio da tensão, o repouso possível após o susto.

Mas quando esse laço falha — por ausência, imprevisibilidade ou descontinuidade — o corpo guarda vestígios.

Marcas sutis de experiências que foram demais para serem sentidas e, por isso, precisaram ser contidas.

Mais tarde, na clínica, esses vestígios se anunciam em silêncios, retraimentos, medos e tentativas de reconstrução. São expressões de um sistema que ainda busca restaurar a confiança, a segurança.

A clínica se torna, então, o espaço no qual o que foi interrompido pode encontrar um novo ritmo.

Um lugar em que o vínculo pode se atualizar
não como repetição do passado,
mas como possibilidade de novos encontros.

Com carinho,

Pat.

Patricia Barrachina Camps
Psicóloga | CRP: 06/63876

Desejar segurança e, ao mesmo tempo, liberdade.Talvez essa seja uma das contradições mais sutis das relações humanas.Que...
14/11/2025

Desejar segurança e, ao mesmo tempo, liberdade.

Talvez essa seja uma das contradições mais sutis das relações humanas.

Queremos vínculos que nos abracem, mas também que nos deixem respirar. Queremos estar próximos, mas sem perder de vista quem somos quando estamos sós.

No fundo, o que buscamos são encontros que acolham o movimento e não o aprisionem. Porque o amor que se sustenta é aquele que permite ir e voltar, com confiança, e não com medo.

Na clínica, observo o quanto esse equilíbrio é delicado.

Muitos de nós crescemos aprendendo que segurança signif**ava controle,
e liberdade, distância. Mas o vínculo maduro nasce quando descobrimos que é possível ser livre dentro do laço, quando o cuidado não impede o movimento, apenas o acompanha.

A liberdade precisa de chão. E o vínculo é esse chão que sustenta o voo.

Com carinho,
Pat.

Patricia Barrachina Camps
Psicóloga | CRP: 06/63876

Na clínica, muitas vezes o espaço terapêutico é o primeiro lugar, no qual essa travessia ganha companhia.Um espaço para ...
09/11/2025

Na clínica, muitas vezes o espaço terapêutico é o primeiro lugar, no qual essa travessia ganha companhia.

Um espaço para reorganizar o que foi desorganizado,
para nomear o que foi vivido em silêncio,
para permitir que o corpo alcance, devagar, o que aconteceu.

Porque diante das mudanças abruptas, não se trata de “seguir em frente”, mas de encontrar presença no caminho entre o que se foi e o que ainda se torna possível.

Que partes suas ainda estão tentando alcançar o que já mudou?

Com carinho,
Pat.

Patricia Barrachina Camps
Psicóloga | CRP: 06/63876

Quando me trato com ternura, algo em mim se reorganiza.No olhar, na escuta que amplia, no toque que conforta.A gentileza...
18/10/2025

Quando me trato com ternura, algo em mim se reorganiza.

No olhar, na escuta que amplia, no toque que conforta.

A gentileza que cultivo dentro de mim afeta minha disponibilidade de estar no mundo e assim, torno-me mais presente no cuidar.

Gentileza gera gentileza, sim,
mas é a gentileza comigo que gera a possibilidade
de ser gentil com o outro.

Com carinho,
Pat.

Patricia Barrachina Camps
Psicóloga | CRP: 06/63876

Crianças não se traumatizam apenas quando se machucam, mas quando, diante da dor, não encontram quem as acolha.O que fer...
17/10/2025

Crianças não se traumatizam apenas quando se machucam, mas quando, diante da dor, não encontram quem as acolha.

O que fere profundamente não é o corte, mas o vazio de quem deveria ter olhado, escutado, segurado.

Quando a dor é vivida em solidão, ela se transforma em ferida psíquica:
porque o corpo sentiu, mas ninguém nomeou o que aconteceu.
E o que não é nomeado, continua procurando lugar pra existir.

Na clínica, percebo que parte do trabalho terapêutico é acompanhar o que ficou só.

Oferecer presença onde antes houve ausência.
Escuta, onde houve silêncio.
Cuidado, onde houve abandono.

O trauma, quando olhado em companhia, deixa de ser uma sentença e se transforma em possibilidade de reconexão.

Como isso chega em você?

Com carinho,
Pat.

Patricia Barrachina Camps
Psicóloga | CRP: 06/63876

Endereço

Rua São Benedito 509/Alto Da Boa Vista
São Paulo, SP

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Segunda-feira 09:00 - 17:00
Terça-feira 09:00 - 17:00
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