10/10/2025
Quando você escolhe não olhar para as suas feridas, elas não desaparecem. Elas apenas se silenciam — e o silêncio delas fala em outras línguas: na ansiedade que cresce sem motivo, no cansaço constante, nas relações que se repetem, nas dores do corpo que ninguém entende.
Ignorar a dor não é cura, é adiamento. E o que é adiado, um dia cobra presença.
A terapia não é sobre ser “fraco” ou “precisar de ajuda”, mas sobre se permitir compreender a própria história com mais verdade e menos julgamento. É sobre dar voz à parte de você que foi calada, rejeitada ou esquecida.
Porque o que você não cura, você repete.
E o que você acolhe, transforma.
Ir para a terapia é um ato de coragem — é decidir não carregar o passado no presente, é permitir que a ferida deixe de ser um peso e se torne sabedoria.