Pangaia Cannabis Medicinal

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Com mais de 8 mil pacientes atendidos, a Pangaia se consolidou como um dos marcos da medicina canábica e referência em bem-estar e qualidade de vida no Brasil, colaborando com o desenvolvimento responsável e socioambiental da saúde brasileira.

Quem pratica atividade física com regularidade conhece bem o processo: treino → microlesões musculares → inflamação → re...
30/03/2026

Quem pratica atividade física com regularidade conhece bem o processo: treino → microlesões musculares → inflamação → recuperação.

Esse ciclo é justamente o que permite que o corpo se adapte, ganhe força e evolua.

Mas quando a recuperação não acompanha a intensidade do treino, surgem dores persistentes, queda de rendimento e maior risco de lesão.

Por isso, pesquisadores têm investigado o papel dos c@n@b1no1des, especialmente o C I3 D, no manejo da inflamação e da dor muscular associadas ao exercício.

Estudos apontam que o C I3 D pode atuar em mecanismos importantes para esse processo, como modulação da resposta inflamatória, regulação da percepção de dor e melhora da qualidade do sono — fator essencial para recuperação muscular.

Esses mecanismos ajudam a explicar por que atletas e praticantes de atividade física têm demonstrado interesse crescente na medicina c@n@b1no1de.

Mas como em qualquer estratégia terapêutica, resultados consistentes dependem de fatores como avaliação individual, orientação profissional e produtos com qualidade farmacêutica e concentração confiável.

Sem consistência de formulação, não existe previsibilidade clínica.

Se você pratica atividade física e quer entender quando a medicina c@n@b1no1de pode ser considerada dentro de uma estratégia segura de recuperação, nosso time pode orientar pelo link da bio.

Fonte científica: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/32632671/

Existe uma pergunta que ainda guia boa parte das pesquisas em neurologia: até onde um tratamento consegue ir quando o as...
27/03/2026

Existe uma pergunta que ainda guia boa parte das pesquisas em neurologia: até onde um tratamento consegue ir quando o assunto é função cognitiva?

Um estudo clínico brasileiro recente trouxe um dado que chama atenção nesse cenário.

Pacientes com Alzheimer em estágio inicial e moderado apresentaram melhora estatisticamente significativa na memória após seis meses de acompanhamento com extrato de 🌿, além de redução de sintomas como ansiedade e agitação.

Esse ensaio foi conduzido com metodologia rigorosa, randomizado, duplo-cego e controlado por placebo, envolvendo 28 participantes. As doses utilizadas foram baixas e monitoradas, com avaliação padronizada da função cognitiva. Ao longo de 26 semanas, não foram registrados efeitos adversos graves.

Do ponto de vista biológico, os pesquisadores associam esses resultados à ação anti-inflamatória e antioxidante dos c@n@b1no1d3s, além de possíveis efeitos sobre o hipocampo, uma região diretamente ligada à memória.

Ao mesmo tempo, os próprios autores são claros: trata-se de um estudo de fase 2, com amostra reduzida. Isso significa que os achados ainda precisam ser confirmados em estudos maiores antes de qualquer incorporação definitiva na prática clínica.

Esse é o ponto central. A ciência avança quando há evidência, mas também quando há responsabilidade na interpretação dessa evidência.

Na Pangaia, acompanhamos de perto esse tipo de estudo porque acreditamos no acesso à informação segura, no uso orientado e em medicamentos com padrão farmacêutico.

Se quiser entender melhor como esse tipo de tratamento médico vem sendo estudado hoje, nosso time está disponível para orientar.

Clique no link na bio.

Fonte: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41160460/

“Durante muito tempo eu achei que havia algo errado comigo.”— Ana Paula LimaEla passou anos convivendo com diagnósticos ...
26/03/2026

“Durante muito tempo eu achei que havia algo errado comigo.”
— Ana Paula Lima

Ela passou anos convivendo com diagnósticos que não explicavam o que sentia.

Ansiedade. Pânico. TOC. Transtorno bipolar.

Vieram também as medicações; em alguns momentos, mais de sete ao mesmo tempo. Mas as crises continuavam.

A virada começou em uma consulta do seu filho. Durante o acompanhamento de uma criança com TEA, uma nova hipótese surgiu: e se o diagnóstico dela estivesse errado?

Após um processo de investigação, aos 38 anos veio a resposta: autismo nível 1 e TDAH.

Com o diagnóstico correto, o tratamento mudou.

Hoje, além da medicação para TDAH, ela utiliza C I3 D, com acompanhamento médico.

Segundo o relato, houve redução da ansiedade, estabilidade emocional e desaparecimento de sintomas que a acompanhavam há anos.

A história mostra algo importante: quando o diagnóstico faz sentido, o cuidado também muda.

E em alguns casos, a medicina c@n@b1no1de pode fazer parte dessa estratégia, sempre com avaliação individual, orientação profissional e acompanhamento contínuo.

Se você ou alguém próximo quer entender quando esse tipo de abordagem pode ser considerada, nosso time pode orientar pelo link na bio.

Fonte: C@nn@b1s & Saúde | Natália Padalko

Sentir dor todos os dias é uma adaptação forçada do corpo.Durante muito tempo, os opioides foram a principal resposta. E...
23/03/2026

Sentir dor todos os dias é uma adaptação forçada do corpo.

Durante muito tempo, os opioides foram a principal resposta. Eles têm seu lugar.

Mas também carregam riscos conhecidos: dependência, tolerância e efeitos adversos relevantes.

A literatura científica mais recente vem investigando outra via: a modulação do Sistema End0c@n@b1no1de.

Esse sistema participa da regulação da dor, da inflamação e da resposta ao estresse. Quando modulada de forma adequada, essa via pode apoiar o manejo de dores neuropáticas, fibromialgia, espasticidade e outros quadros crônicos.

Se a dor tem feito parte da sua rotina, talvez seja hora de entender quais caminhos a ciência já abriu.

Converse com nosso time pelo link na bio.

A doença hepática esteatótica associada à disfunção metabólica (MASLD), conhecida como fígado gorduroso, é hoje a doença...
13/03/2026

A doença hepática esteatótica associada à disfunção metabólica (MASLD), conhecida como fígado gorduroso, é hoje a doença crônica do fígado mais comum no mundo — e pode afetar cerca de um terço da população adulta.

Pesquisadores da Universidade Hebraica de Jerusalém investigaram como dois fit0c@n@b1no1des da planta, C I3 D e CBG, atuam nesse quadro.

O estudo identificou dois mecanismos celulares relevantes:

• Ativação do sistema creatina-fosfocreatina, ligado ao metabolismo energético do fígado

• Melhora da função lisossomal, responsável por degradar lipídios acumulados nas células hepáticas

Nos animais tratados, os pesquisadores observaram:

• Redução de triglicerídeos no fígado

• Melhora no controle da glicose

• Menor resistência à insulina

• Melhora no perfil lipídico

Os resultados ajudam a explicar como esses compostos podem atuar no metabolismo hepático.

Importante: os dados ainda vêm de modelo experimental, e novos estudos clínicos em humanos são necessários.

O avanço da ciência acontece assim: identificando mecanismos, testando hipóteses e ampliando as possibilidades terapêuticas com responsabilidade.

Se você quer entender quando a medicina c@n@b1no1de pode ser considerada dentro de um cuidado médico estruturado, nosso time está disponível no link da bio.

Fonte: https://bpspubs.onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/bph.70387

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São Paulo, SP

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