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OMS declara varíola dos macacos como emergência de Saúde Global.A Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou neste sába...
24/07/2022

OMS declara varíola dos macacos como emergência de Saúde Global.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou neste sábado (23) a varíola dos macacos como uma emergência de saúde global. Segundo o g1, o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, mais de 16 mil casos já foram relatados em 75 países.

Em uma entrevista coletiva, o diretor afirma que o risco no mundo é relativamente moderado, exceto na Europa, onde o risco é alto mas que com todas as ferramentas disponíveis será possível controlar o surto e parar a transmissão. No Brasil, o Ministério da Saúde contabilizou, até esta sexta-feira (22), 607 casos confirmados da doença.

O que é a varíola do macaco, doença que deixa países europeus em alerta."Apesar do nome, os primatas não humanos não são...
24/07/2022

O que é a varíola do macaco, doença que deixa países europeus em alerta.

"Apesar do nome, os primatas não humanos não são reservatório do vírus da varíola. Embora o reservatório seja desconhecido, os principais candidatos são pequenos roedores (p. ex., esquilos) nas florestas tropicais da África, principalmente na África Ocidental e Central", explica o guia médico.

Casos da doença foram notif**ados desde 2016 em Serra Leoa, República Centro-Africana, República do Congo e Nigéria. Este último país sofreu o maior surto recente.

Nos Estados Unidos, um surto foi registrado em 2003. Identificou-se que roedores importados da África como animais de estimação transmitiram o vírus para cachorros, que passaram para humanos. Trinta e cinco casos foram confirmados em seis estados.

O vírus passa de animais para humanos por meio de secreções fisiológicas, mas a transmissão entre humanos é mais difícil. Acredita-se que seja mais provável quando há contato direto e pessoal prolongado, segundo o manual.

Os casos em investigação na Espanha sugerem "contato com fluidos", segundo um porta-voz do Departamento Regional de Saúde de Madri.

“De um modo geral, a varíola dos macacos é transmitida por transmissão respiratória, mas as características dos oito casos suspeitos apontam para contato com fluidos. Os oito casos suspeitos em Madri estão entre homens que fazem s**o com homens. Eles estão bem, mas essa doença pode exigir tratamento hospitalar”, afirmou o porta-voz em entrevista ao jornal britânico The Guardian.

Todos os casos de Portugal são de homens jovens, segundo a Direção Geral da Saúde. Eles tiveram lesões ulcerativas na pele.

Desde 6 de maio, foram detectados sete casos da varíola do macaco no Reino Unido, entre eles quatro pessoas que se identif**aram como "homosse***is, bisse***is ou homens que têm relações se***is com outros homens", segundo a agência britânica de segurança sanitária.

De acordo com a OMS, o período de incubação do vírus varia entre seis e 13 dias, podendo chegar a três semanas. Os sintomas são semelhantes aos da varíola, sendo as bolhas na pele o mais característico, mas também ocorre febre, calafrios, cansaço e dores musculares.

"Os sintomas podem ser leves ou graves, e as lesões podem ser muito pruriginosas ou dolorosas", complementa a entidade em comunicado. Os pacientes também podem apresentar linfonodos aumentados e maior risco de infecção bacteriana secundária da pele e dos pulmões.

O Manual MSD ressalta que "não há tratamento seguro e comprovado para a infecção por vírus da varíola do macaco". Os sintomas normalmente desaparecem espontaneamente.

Todavia, alguns medicamentos podem ser usados, como os antivirais tecovirimat, cidofovir e brincidofovir.

A Agência da Segurança da Saúde do Reino Unido também ressalta que a vacina tradicional contra a varíola "pode ser usada tanto na pré como na pós-exposição e é até 85% ef**az na prevenção da varíola".

"As pessoas vacinadas contra a varíola na infância podem apresentar uma doença mais branda", acrescenta o órgão.

SINTOMAS DE TRANSTORNO DE ANSIEDADE;Prezados clientes, a história aqui é séria... Não é deboche!A verdade é nua e crua, ...
21/04/2022

SINTOMAS DE TRANSTORNO DE ANSIEDADE;
Prezados clientes, a história aqui é séria... Não é deboche!
A verdade é nua e crua, a ansiedade mata! Ela te faz muito mal...

A ansiedade tem sintomas físicos e psicológicos, que vão de taquicardia a insônia, muitas vezes acompanhada por "batedeira no peito", suor ou "embrulho no estômago".

Além do chamado transtorno de ansiedade generalizada (TAG), existem outros, como pânico, fobias e ansiedade social.

O estresse pós-traumático e o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) também são classif**ados como transtornos de ansiedade.

A importância dos cuidados às pessoas com depressão.Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a depressão é atualmen...
18/04/2022

A importância dos cuidados às pessoas com depressão.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a depressão é atualmente a quarta causa de incapacitação do mundo inteiro – até 2030 esta será a doença mais comum no planeta, superando a incidência do câncer e de outras doenças infecciosas. Devido ao crescimento da sua ocorrência na população, faz-se necessário que as operadoras de saúde deem atenção a esse problema.

São raros os programas de medicina preventiva que possuem ações voltadas à saúde mental do beneficiário. A maioria se preocupa somente com o bem-estar físico. Apesar da saúde do corpo ter influência no aspecto psicológico do paciente, é fundamental que sejam planejadas atividades focadas também no bem-estar social.

Um quadro de depressão pode gerar ainda outros problemas de saúde, como a constante alteração de peso (perda ou ganho). Nesses casos, o paciente também deve ser monitorado em ações de programa nutricional, mas é importante lembrar que o objetivo é tratar a depressão, pois com o controle da doença os outros problemas serão consequentemente normalizados.

Vale destacar que os transtornos mentais são a terceira causa mais comum de pedidos de benefício auxílio-doença, afastamento de trabalho e aposentadoria por invalidez, de acordo com dados do Ministério da Saúde. Nesse caso, para as empresas, investir em programas de medicina preventiva que combatam à depressão contribuem também para a redução dos índices de presenteísmo e absenteísmo.

Como Lidar com a Ansiedade?
18/04/2022

Como Lidar com a Ansiedade?

Por que idosos, hipertensos e diabéticos são grupos de risco?A maioria das mortes confirmadas por covid-19, a doença pro...
18/04/2022

Por que idosos, hipertensos e diabéticos são grupos de risco?
A maioria das mortes confirmadas por covid-19, a doença provocada pelo novo coronavírus (Sars-Cov-2), acontece em pessoas acima dos 60 anos – com a maior taxa entre pessoas com mais de 80 anos -, com problemas prévios de saúde, como hipertensão e diabetes. Diversos estudos já publicados sobre o assunto mostram que essas pessoas correm um risco maior de apresentar formas mais severas da doença, que tende a ser leve ou moderada na grande maioria dos casos.

Mas por que idosos, hipertensos e diabéticos estão no grupo de risco? Idosos e portadores de doenças crônicas normalmente correm maior risco de contraírem vírus que causam problemas respiratórios, como o influenza, da gripe, e sofrerem mais complicações dessas infecções. Justamente por isso eles estão no público-alvo do Ministério da Saúde para a vacina anual de gripe. “Essas pessoas têm um defeito no sistema imunológico e por isso reagem pior diante de uma infecção”, explica a cardiologista Ludhmila Hajjar, coordenadora do grupo de Cardio-Oncologia do Instituto do Câncer e do Instituto do Coração.

Idosos
No que diz respeito aos idosos, isso acontece porque seu sistema imunológico já é mais fraco que o de pessoas jovens, por exemplo. Isso signif**a que seu organismo tem mais dificuldade para combater o vírus e eles estão mais suscetíveis a sofrer com a resposta inflamatória do próprio corpo no combate ao vírus. Além disso, a presença de doenças crônicas, como problemas cardiovasculares e diabetes, é mais comum nesse grupo.

Diabetes e hipertensão
Como os idosos, pessoas com diabetes e hipertensão têm um sistema imunológico mais fraco, o que aumenta o risco de complicações ao contrair uma infecção, como o coronavírus. Além disso, há um possível “agravante” no que diz respeito a essa doenças e a infecção por coronavírus, especif**amente. Um estudo publicado na revista científ**a The Lancet sugere que alguns medicamentos para pressão alta e diabetes podem favorecer a ação do novo coronavírus.

De acordo com o estudo, alguns medicamentos para essas condições ativam a enzima conversora de angiotensina 2 (ECA-2), um receptor presente nas células do pulmão, rim, intestino, vasos sanguíneos, entre outros, e isso pode facilitar a replicação do vírus no organismo e potencializar sua ação. Isso acontece porque o novo coronavírus usa justamente esses receptores para invadir as células de suas vítimas, segundo um estudo anterior publicado na revista Science.

Esses medicamentos aumentam a quantidade desses receptores no organismo e, portanto, pode levar a uma potencialização da ação do vírus ao facilitar sua replicação no organismo. Vale ressaltar que o estudo da The Lancet foi apenas observacional e não indica uma relação de causa e consequência.

Pacientes com hipertensão e diabetes não devem, em hipótese alguma, parar o tratamento. Ficar com a doença descompensada é mais prejudicial do que a ação do medicamento. Estudos mostram que pacientes com diabetes tipo 2 apresentaram um risco de complicação por covid-19 até três vezes maior que a população em geral. Mas não se engane, pessoas co o tipo 1 da doença também têm um risco aumentado.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, o risco é mais alto se a condição não estiver controlada, pois a baixa imunidade está fortemente ligada à elevação do açúcar no sangue. Quando a doença está controlada, o risco de complicações é menor, tanto para o diabetes tipo 1 quanto para o tipo 2.

“Como o controle glicêmico é a chave para o sucesso, monitorar frequentemente sua glicemia e ajustar medicações em geral ou insulinas – sempre com orientação médica – são procedimentos que podem prevenir complicações não apenas desta nova virose como também do próprio diabetes.”, diz a Sociedade Brasileira de Diabetes em artigo sobre o assunto, publicado em seu site.

No caso da hipertensão, a doença danif**a as artérias e reduz o fluxo de sangue para o coração. Isso signif**a que o coração precisa trabalhar mais para bombear sangue suficiente. Com o tempo, o esforço extra pode o órgão e reduzir sua capacidade de bombear sangue rico em oxigênio para o resto do corpo.

Doenças cardiovasculares
Mas não são só pessoas com hipertensão que têm um risco aumentado da doença. Quem tem qualquer problema cardiovascular já é considerado grupo de risco. “Estudos mostram que a mortalidade por coronavírus é entre quatro e cinco vezes maior para pessoas com doenças cardíacas”, diz Ludhmila. O coronavírus tem a característica de afetar o coração, ele induz miocardite (inflamação do músculo), isquemia miocardia, arritmias etc. Em pessoas que já têm o órgão comprometido, esses efeitos são ainda mais graves.

Como manter a saúde do coração na terceira idade.Com a idade é natural que a nossa saúde comece a f**ar mais frágil. E é...
18/04/2022

Como manter a saúde do coração na terceira idade.
Com a idade é natural que a nossa saúde comece a f**ar mais frágil. E é claro que com o nosso coração não seria diferente.

Coração, o músculo mais importante
Um dos músculos mais importantes do nosso corpo, o coração é responsável por uma tarefa exaustiva de muita importância: bombear litros de sangue para manter nosso corpo funcionando, 24 horas por dia, 7 dias por semana, durante toda a nossa vida.

Por isso é tão importante cuidarmos da sua saúde desde sempre, mas redobrar os cuidados com a saúde do nosso amigo do peito na terceira idade.

Casa do Idoso
Dr. Bruno A. A. Nogueira, cardiologista e Diretor Técnico da Clínica Coração Vivo tem muita experiência com a saúde do coração do idoso com o seu trabalho de 7 anos como cardiologista na Casa do Idoso, em São José dos Campos.

Para o Dr. Bruno é muito importante o acompanhamento do Idoso com cardiologista, pois “a saúde do Idoso tem características próprias que vem da idade e o acompanhamento constante é crucial para evitar fatores de risco ou se preparar para o tratamento quando necessário”.

O cardiologista lembra também que “por mais incrível que pareça, uma boa higiene bucal é importante! Infecções na gengiva são fatores de risco para o desenvolvimento de cardiopatias”.

Dicas para manter a saúde do coração na terceira idade
Em resumo, para ter um coração mais saudável após os 60 anos:

Pratique algum tipo de exercício físico regularmente, como caminhada;
Realize atividades com familiares e amigos pois o convívio social é extremamente importante;
Alimente-se bem com uma dieta saudável e balanceada rica em fibras, com baixo teor de gordura e de colesterol;
Mantenha uma boa higiene bucal;
Limite o consumo de álcool e evite o fumo;
Cuide da sua rotina de sono e respeite o que seu corpo precisa;
Faça check-ups regulares e tome todos os medicamentos conforme indicado pelo seu médico.
Consulte o cardiologista com mais regularidade
E é importante que consulte regularmente seu cardiologista, com visitas e exames anuais a partir dos 60 anos. O devido acompanhamento, tratamento e prevenção contribuem para a redução dos riscos de cardiopatia e assim viver uma vida mais tranquila cuidando da saúde do coração na terceira idade!

egundo OMS, 80% das mortes por doenças cardíacas poderiam ser evitadas com mudanças de comportamento​A OMS (Organização ...
18/04/2022

egundo OMS, 80% das mortes por doenças cardíacas poderiam ser evitadas com mudanças de comportamento
​A OMS (Organização Mundial da Saúde) estima que 80% das mortes por doenças cardíacas no mundo seriam evitadas apenas com mudanças no estilo de vida.

“Tirando as doenças congênitas, os outros males que acometem o coração e podem culminar em insuficiência cardíaca são evitáveis”, diz o cardiologista Félix Ramires, responsável pelo Programa de Insuficiência Cardíaca do HCor (Hospital do Coração).

O médico cita como exemplo a classif**ação da American Heart Association para caracterizar os estágios de insuficiência cardíaca — síndrome em que o coração se torna incapaz de bombear sangue suficiente para atender às necessidades do organismo.

No estágio inicial, a pessoa ainda não mostra sinais da doença, mas tem fatores de risco, como tabagismo, obesidade e alcoolismo.

Segundo Ramires, nessa fase é quando há maior chance de evitar a progressão do quadro, deixando de lado o cigarro e o álcool, controlando o peso e cortando alimentos que favorecem males como hipertensão e diabetes.

O tabagismo, explica, tem ação direta no sistema cardiovascular, aumentando o risco de obstrução das artérias, o que pode aumentar a pressão arterial e até levar ao infarto.

“É o hábito mais difícil de ser abandonado pela dependência psicológica e química. Alguns precisam de um tratamento personalizado, farmacológico e psicoterápico”, diz.

Já o álcool é uma substância cardiotóxica, que provoca alterações nas células do coração. “As que não morrem com a toxicidade do álcool perdem parte da função”, afirma.

Apesar da literatura médica ser controversa, a recomendação de Ramires é não consumir mais de 30 gramas de álcool por dia, sendo equivalente a uma dose de uísque, uma taça de vinho ou até duas latas de cerveja.

Já os demais fatores estão associados a aspectos comportamentais. O estresse crônico, por exemplo, aumenta a quantidade de hormônios como adrenalina, noradrenalina e cortisol na corrente sanguínea. Essas substâncias elevam a frequência cardíaca e a pressão arterial, podendo lesar o coração.

Denilson Albuquerque, diretor da SBC (Sociedade Brasileira de Cardiologia), lembra que quem tem diabetes, hipertensão ou colesterol alto não pode deixar de tomar os medicamentos.

“As pessoas têm dificuldade de entender que precisam do remédio para o resto da vida. Não é uma pneumonia, que a pessoa toma a medicação por sete dias e f**a bem”, afirma.

Dados da OMS de 2016 mostram que Coreia do Sul, França e Japão são os países com os menores índices de mortalidade por doenças do coração.

Com culturas e hábitos diferentes, esses países têm em comum níveis baixos de obesidade. Na Ásia, a alimentação é rica em peixes e vegetais e pobre em gordura.

“Na França, podemos citar o valor que a população dá ao momento da refeição. Eles consomem porções menores, possuem hábitos da dieta mediterrânea e ingerem menos açúcares”, explica Leilane Giglio, nutricionista responsável pelo programa de insuficiência cardíaca do HCor (Hospital do Coração).

A dieta mediterrânea é associada à menor incidência de doenças cardíacas e a altas taxas de longevidade em países como Itália e Grécia. O cardápio se baseia no consumo de peixes, grãos, vegetais, legumes e frutas frescos e azeite de oliva.

Segundo Giglio, o ideal é manter uma dieta regrada pelo menos durante a semana, controlando a ingestão de sódio (presente em industrializados, embutidos e enlatados) e gorduras saturadas, e consumindo alimentos ricos em fibras, como grãos integrais, frutas com casca, verduras, leguminosas e cereais.

Aos finais de semana, a recomendação é não exagerar: a pessoa pode comer uma fatia média de bolo em uma festa, mas não pode repetir.

A nutricionista do Incor Anna Carolina Di Creddo Alves explica que nenhum nutriente deve ser visto de forma isolada. O ômega 3, por exemplo, é recomendado para situações específ**as, mas sozinho não promove a saúde do coração.

“Um só alimento não é a solução dos problemas. É o contexto de uma alimentação equilibrada que fará diferença”, afirma a nutricionista.

O exercício físico, por sua vez, ajuda a controlar a frequência cardíaca, fazendo o coração trabalhar menos e de forma mais eficiente, explica Carlos Eduardo Negrão, diretor da Unidade de Reabilitação Cardiovascular e Fisiologia do Exercício do Incor.

“As pessoas ativas têm capacidade física maior e vivem 15 a 20 anos mais do que as pessoas sedentárias, independentemente de ter uma doença cardiovascular”, diz o diretor.

Antes de iniciar uma rotina de exercícios, Negrão reforça que é necessário consultar o médico e fazer uma avaliação cardiovascular. A partir daí, a recomendação é praticar atividades de três a cinco vezes por semana, com duração de 60 minutos cada sessão.

Para torna-lo um hábito, o exercício não pode ser um sacrifício, tem que ser prazeroso. “Não adianta a gente falar: o melhor exercício para você é hidroginástica. Se a academia f**a a uma hora de casa, a pessoa não vai fazer. Tem que ser prazerosa e fácil”, diz o cardiologista Félix Ramires.

Endereço

R. Dos Pinheiros
São Paulo, SP
08142-640

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