KasaKura Clinica de Fisioterapia e Psicanalise

18/11/2025

Antes de seguir qualquer direção, existe uma pergunta que precisa ser respondida com absoluta honestidade — “Onde eu estou?”
Porque nenhum caminho se revela enquanto a consciência não reconhece o ponto de partida.

É impossível avançar quando não se sabe qual é o estado interior real:
o que eu sinto, o que eu repito, o que eu evito, o que me guia,
e quais são os parâmetros que eu uso para medir a minha própria vida.

Não existe destino quando não existe localização.
Não existe rota quando não existe referência.
Não existe transformação quando eu não encaro o lugar exato onde estou — dentro e fora.

É por isso que ela insiste:
antes de perguntar “como eu sigo?”, pergunte “quem eu sou agora?”.
Porque é a clareza sobre a própria posição que desenha o caminho — e não o contrário

17/11/2025

A parábola da flecha envenenada é um dos ensinamentos mais diretos de Buda sobre a raiz do sofrimento humano.

Um homem é atingido por uma flecha envenenada. Em vez de permitir que seus amigos removam a flecha e o salvem, ele insiste em fazer perguntas intermináveis:
Quem atirou? De onde veio? Qual a madeira? Qual a intenção?
E enquanto tenta decifrar o “mistério”, o veneno continua se espalhando.

Buda conta essa história para mostrar que a mente humana é especialista em criar complicações — e sofrer por elas.

A mensagem central é clara:
Grande parte do nosso sofrimento nasce da necessidade de entender, controlar e explicar aquilo que simplesmente faz parte da condição humana.

O budismo ensina que buscar respostas absolutas para tudo — “por quê comigo?”, “o que isso significa?”, “qual é a causa última?” — é justamente o que nos afasta da paz.
O sofrimento não vem do evento em si, mas da resistência ao que é.

O Tao e o Caminho do Meio apontam para o mesmo lugar:
quanto mais lutamos contra o fluxo natural da vida, mais nos afastamos da harmonia.

A flecha nos lembra que:

– A vida não exige que tudo seja decifrado.
– A dor faz parte do percurso.
– O que importa é como respondemos ao que acontece, não o porquê acontece.
– A sabedoria nasce da aceitação lúcida, não do controle.
– Sofremos quando insistimos em transformar a existência em um enigma.
– Encontramos paz quando compreendemos a experiência como ela é.

No fim, a conclusão desse ensinamento é tão simples quanto profunda:

A vida não é um enigma a ser decifrado, mas uma experiência a ser compreendida — essa é a verdadeira lição da parábola.

13/11/2025

A gente não se interessa por conteúdo técnico porque ele não desperta emoção —
e o cérebro humano é movido por emoção.

O que prende não é o dado, é o sentido.
Não é a informação, é a identificação.

Entender isso não é se culpar por “não ter foco”.
É compreender o funcionamento da mente humana
e usar isso a seu favor:
pra aprender melhor,
comunicar com mais conexão
e transformar o conhecimento em experiência.

É sobre consciência, não sobre culpa.

💡 Quanto mais emoção envolvida, maior o engajamento —
seja numa história, numa conversa ou num aprendizado.
Use isso com inteligência:
conte histórias, conecte-se, ensine com alma.

📌 Salva esse post pra lembrar disso antes de se cobrar por não conseguir focar.

Há um lugar silencioso dentro de cada mulher — um território sagrado que a vida moderna tenta invadir todos os dias.Lá h...
13/11/2025

Há um lugar silencioso dentro de cada mulher — um território sagrado que a vida moderna tenta invadir todos os dias.
Lá habitam os cansaços que ninguém vê, os questionamentos que não cabem em conversas rápidas, as lágrimas que descem em silêncio depois de um dia de força disfarçada.

Vivemos um tempo confuso.
De um lado, dizem que devemos ser livres.
De outro, nos punem por exercer essa liberdade.
Se falamos, somos julgadas.
Se calamos, somos invisíveis.
Se amamos demais, somos intensas.
Se nos recolhemos, somos frias.
Nada basta.
Nada serve.

É como se a mulher fosse, em si mesma, um problema sem solução.
Como se o simples ato de existir no feminino fosse uma equação que o mundo ainda não aprendeu a resolver.
E nesse desencontro, a saúde mental feminina tem sido testada como nunca.
Tentamos caber em papéis, expectativas, moldes — e cada vez que nos apertamos para caber, perdemos um pouco do que somos.

Mas há um ponto de virada: a individuação.
Quando a mulher para de tentar agradar, justificar, provar, e começa a se ouvir.
Quando entende que o que os outros chamam de orgulho, é apenas discernimento.
O que chamam de frieza, é apenas sabedoria adquirida pela dor.
O que chamam de solidão, é apenas o silêncio de quem escolheu estar inteira.

A individuação é o resgate da alma feminina.
É o movimento de voltar para casa — para dentro.
É quando a mulher deixa de ser metade para alguém e passa a ser total para si.

E talvez seja disso que o mundo mais precise agora:
de mulheres que sabem quem são, que não se distraem com o que se espera delas,
mas se comprometem com o que elas esperam de si mesmas.

Porque toda mulher que se reencontra ilumina o caminho de outra.
E juntas, criamos uma nova cartografia do feminino — onde ser forte e ser sensível não são opostos, são complementos.
Onde cuidar de si é um ato político.
E onde amar, antes de tudo, é lembrar: eu existo.

Que o nosso norte seja o retorno para nós mesmas.
Com lucidez, com amor e com alma.

10/11/2025

Vivemos a era dos papéis invertidos.
Homens que se perdem tentando ser desejados, enquanto esquecem o valor de ser confiáveis.
Homens que acham que pagar um jantar é o bastante, quando, na verdade, o que sustenta uma mulher é presença, palavra e constância.

Bauman já dizia: vivemos tempos líquidos.
Nada é feito pra durar — nem os vínculos, nem as promessas, nem as intenções.
E nessa fluidez, o masculino esqueceu o que o tornava sólido.
Desde que o mundo é mundo, o homem sai pra caça, pra proteger, pra prover. Não apenas com dinheiro — mas com direção, propósito, força moral.

Enquanto isso, é a mulher que transforma o espaço em lar, o corpo em refúgio, o amor em raiz.
Mas como criar raízes em um tempo onde tudo escorre pelos dedos?

Talvez seja hora de lembrar:
Não é sobre quem paga a conta.
É sobre quem sustenta o vínculo.

08/11/2025

Evento Maravilhoso… da estrutura ao espetáculo das aulas!!!

.theone

A fotobiomodulação, ou terapia com laser, é uma das ferramentas mais potentes quando falamos de regeneração tecidual.Nos...
04/11/2025

A fotobiomodulação, ou terapia com laser, é uma das ferramentas mais potentes quando falamos de regeneração tecidual.
Nos casos de queimadura de terceiro grau, onde há dano profundo da pele, perda tecidual e dor intensa, o laser atua de forma ímpar — conduzindo o corpo de volta ao caminho da cura.

✨ O que o laser faz no tecido queimado:
• Estimula a regeneração celular: o laser ativa as mitocôndrias, aumentando a produção de energia (ATP) e favorecendo a multiplicação de novas células saudáveis.
• Acelera a cicatrização: reduz o tempo de fechamento da ferida e melhora a qualidade da pele regenerada.
• Reduz inflamação e edema: age diretamente na resposta inflamatória, promovendo equilíbrio e alívio.
• Diminui dor e desconforto: tem efeito analgésico, modulando terminações nervosas locais.
• Minimiza cicatrizes e fibroses: reorganiza o colágeno, contribuindo para uma regeneração mais estética e funcional.
• Favorece a oxigenação e a microcirculação: essenciais em tecidos que sofreram necrose térmica.

💫 Na prática, é como se o laser despertasse o corpo para lembrar o caminho da reconstrução.
A luz entra, encontra o caos, e convida as células a se reorganizarem.
É ciência — mas também é vida sendo reensinada a florescer

03/11/2025

A traição nem sempre nasce da maldade.
Na maioria das vezes, nasce da dor.

A pessoa que trai não faz isso apenas por falta de caráter — mas por uma sensação profunda de inferioridade.
Ela se sente pequena, insuficiente, incapaz de sustentar o olhar de quem ama.
E, sem perceber, tenta restaurar o próprio valor em outro lugar.

Por isso, não raro, busca alguém “menor”.
Não em beleza, inteligência ou status —
mas em energia, em presença, em força interior.
Alguém que a faça sentir-se grande por um instante.
Alguém que a admire sem exigir profundidade.

É uma tentativa inconsciente de equilibrar a hierarquia emocional:
se eu me sinto inferior diante de quem me enxerga,
procuro alguém diante de quem eu possa me sentir suficiente.

Na psicologia, isso é chamado de mecanismo de compensação —
um jeito disfuncional de regular o ego ferido,
de escapar do espelho que o verdadeiro amor oferece.

Porque amar, de verdade, é se ver.
E ver-se dói quando ainda não nos aceitamos por inteiro.

A traição não se justifica.
Mas ela revela algo:
que, por trás do ato, existe uma alma desintegrada,
tentando — do jeito errado — reencontrar o próprio valor.


Falar sobre isso não é passar pano.
É entender o sintoma para curar a raiz.
Porque o oposto da traição não é a fidelidade —
é a inteireza.

30/10/2025

Apenas Comece…

Comece o treino
Comece a dieta
Comece a viver

Comece!

25/10/2025

Aprender Aprender Aprender…

Aula Específica BMU - Crossfit

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