28/09/2018
Eu sou produtivo o suficiente?
Toda vez que eu olhava para a quantidade de tarefas que eu tinha, percebia como eu estava sobrecarregado e prometia a mim mesmo que “ano que vem vou pegar mais leve”. O problema é que, quando o “ano que vem” chegava, eu encontrava mais mil tarefas para ocupar meu tempo e começava um novo ciclo, do qual não conseguia sair.
Acredito que os motivos desse meu comportamento eram muito mais do que algum problema que eu tinha como indivíduo, mas sim uma consequência da sociedade em que vivemos. Desde crianças, somos ensinados a buscar o máximo de produtividade possível e, consequentemente, deixamos de lado nossa saúde. Sim, essa é uma crítica ao nosso sistema de ensino, mas não quero me aprofundar nesse assunto, e sim apontar a realidade em que vivemos.
Eu olhei para a sociedade doente em que vivemos, percebi como aquilo fazia eu me sentir mal e escolhi me libertar. Não estou dizendo que é uma escolha simples, muito menos fácil, nem acredito que já estou completamente satisfeito com minha vida hoje, mas encontrei formas de me autoconhecer e, a partir disso, perceber que não preciso viver em função do que os outros pensam de mim.
A primeira coisa que me fez entrar em contato comigo mesmo foi a arte, mais especificamente o teatro. Muitas pessoas, aprisionadas em uma rotina e focadas na produtividade, não conseguem dedicar tempo à arte ou não entendem a diferença que isso faria em suas vidas. Esse caminho é um pouco mais longo, pois envolve um processo de aprendizado, que não trarão efeitos de um dia para o outro, mas recomendo fortemente.
Outra forma, ainda mais desconhecida e subestimada, de conhecer as parcelas mais profundas do “eu” é a hipnose. Já contamos atualmente com técnicas avançadas, rápidas e eficientes que permitem acesso ao inconsciente, mas a maioria das pessoas não conhece. Por isso, faço uma oferta para você que leu até aqui: mande uma mensagem para mim e descubra como estabelecer um contato íntimo com seu inconsciente.