IPGO Há mais de 20 anos o IPGO vem se dedicando à pesquisa e ao tratamento de mulheres e homens

Há mais de 20 anos o Centro de Reprodução Humana do IPGO vem se dedicando à pesquisa e ao tratamento de mulheres e homens que desejam ter filhos e não conseguem naturalmente. O coordenador e diretor do IPGO, Dr. Arnaldo Schizzi Cambiaghi, além de ser estudioso da reprodução humana, cuida da manutenção do equilíbrio do sistema reprodutor feminino, essencial para o bem-estar da mulher. Este site foi planejado com intuito de elucidar as curiosidades, medos, incertezas e inquietações que cercam estas pessoas. As informações são escritas de forma simples, verdadeiras e didáticas, sem esquecer a precisão científ**a de um livro especializado.

O sistema imunológico é responsável por proteger o corpo, mas, em alguns casos, pode reagir de forma inadequada duran...
29/12/2025

O sistema imunológico é responsável por proteger o corpo, mas, em alguns casos, pode reagir de forma inadequada durante o processo reprodutivo. Por isso, em determinados cenários, olhar para essa área faz parte de uma investigação completa, especialmente quando o casal já enfrentou tentativas frustradas ou perdas gestacionais.

Há quem questione a importância desse estudo, mas não podemos ignorar que existe uma sociedade americana dedicada exclusivamente à imunologia da reprodução. Quando um grupo científico inteiro se dedica a um tema, é porque ali há conhecimento sendo construído. Ao longo dos anos, passei a incluir essa avaliação no meu cuidado, sempre com critério e respeito ao momento de cada paciente.

Entre os exames disponíveis estão análises de células uterinas, citocinas, NK cells, fatores de coagulação e a avaliação do endométrio. Esses te**es ajudam a entender se o sistema imunológico pode estar interferindo na implantação do embrião ou na manutenção da gestação. Quando encontramos alterações, o tratamento precisa ser coordenado de forma cuidadosa, unindo diferentes frentes para promover equilíbrio.

Falar de imunidade na reprodução não signif**a procurar problemas onde não existem. Signif**a ampliar a compreensão do que está acontecendo quando o caminho já trouxe dúvidas, angústias ou resultados inesperados. Cada detalhe pode revelar uma parte importante da história, e a função da medicina é integrar essas informações com responsabilidade.

Confie num cuidado que considera todas as possibilidades e respeita a sua jornada. A imunidade também faz parte desse olhar, e eu estou aqui para conduzir essa investigação com profundidade e dedicação.

Dr. Arnaldo Cambiaghi
CRM 33.692 | RQE 42074
IPGO – Medicina da Reprodução

̧ãohumana

26/12/2025

A grande habilidade de um profissional aparece quando a vida foge do roteiro. É nas situações inesperadas que ele precisa entregar mais do que o básico e mostrar aquilo que só o preparo revela: calma, raciocínio rápido e decisão segura.

Em momentos de risco, quando tudo parece difícil, a diferença está em quem se mantém atento, treinado e em constante aprendizado. Experiência não é apenas tempo de trabalho; é ter vivido muitos cenários, conhecer as possibilidades e estar pronto para escolher o melhor caminho com responsabilidade.

Na reprodução assistida, nas cirurgias e nos partos, tudo isso f**a muito claro. Existem situações em que é necessário agir com rapidez e, nesses momentos, rapidez não signif**a pressa: signif**a precisão. Exige concentração, técnica, coordenação e harmonia entre toda a equipe — cada um fazendo sua parte no tempo certo, com foco total na segurança e no melhor resultado.

Por isso, em medicina, precisão não é um detalhe. Ela deve estar presente em cada etapa: na avaliação, na indicação, no procedimento e nos cuidados após cada passo.

E hoje este vídeo foi postado em um dia especial: um nascimento com muita precisão, no dia em que celebramos o nascimento de Jesus, o Natal. Nada poderia ser mais coerente com a data escolhida.

FELIZ NATAL !

As informações contidas nas publicações deste perfil são de uso educacional e informativo: não
substituem o aconselhamento adequado de um médico e/ou nutricionista. Procure sempre a ajuda de um profissional especializado.

Dr. Arnaldo Cambiaghi - CRM 33.692 RQE 42074
Título Especialista Reprodução Assistida: RQE 42074-1
IPGO - Medicina da Reprodução

guardioesdafertilidade guardioesdoutero fertilizacaocomprecisao

🎄✨ Neste Natal, nossa árvore é feita de sonhos, cuidado e esperança ✨🎄Cada “bola” carrega um desejo que nos move todos o...
24/12/2025

🎄✨ Neste Natal, nossa árvore é feita de sonhos, cuidado e esperança ✨🎄

Cada “bola” carrega um desejo que nos move todos os dias:

🤍 Saúde para seguir com segurança
🕊️ Paz para o coração de quem espera
❤️ Amor que sustenta cada jornada
😄 Alegrias em cada conquista
👶 Bebezinhos tão sonhados
➕ Beta+ que emocionam
🤝 União em todos os caminhos
🤰 Gravidinhas cheias de esperança
✨ Felicidades que se multiplicam

Que este Natal renove a fé e fortaleça os sonhos de todas as famílias.

✨IPGO Medicina da Reprodução
Dividindo sonhos… multiplicando alegrias! 🎄✨

19/12/2025

Este e-book foi feito para transmitir informação de forma direta, objetiva e acessível, reunindo conteúdo relevante para quem deseja entender melhor um tema específico, sem excessos, mas com profundidade suficiente para fazer diferença na prática e nos resultados.

É mais um projeto que desenvolvo para informar pacientes, médicos e profissionais ligados à saúde sobre um assunto tão importante quanto, muitas vezes, subestimado: a doença de Hashimoto. Existem muitos detalhes envolvidos — pequenas características, porém decisivas — capazes de modif**ar um desfecho clínico e reprodutivo. Cada ponto precisa ser avaliado, compreendido e bem comunicado.

Na reprodução assistida e na investigação da fertilidade, nada é irrelevante. Nenhum achado deve ser tratado como secundário. Esquecer ou negligenciar um único fator pode signif**ar um insucesso. Por isso, atenção cuidadosa a cada aspecto é um caminho concreto para aumentar ao máximo as chances de um resultado positivo.

Escrevo estes e-books com essa filosofia: organizar o conhecimento, dar contexto, hierarquizar informações e orientar decisões de modo consciente e fundamentado. Este volume tem um valor especial por ser construído em conjunto com profissionais de excelência: a , com olhar clínico apurado, e a nutricionista , com conhecimento profundo e prático sobre esse tema.

Essa união permite uma abordagem integrada, capaz de esclarecer a real dimensão da doença de Hashimoto — ainda pouco conhecida por muitos —, mas que merece atenção especializada, especialmente em quem está tentando engravidar. A tireoide é central para a harmonia do organismo. Compreendê-la, respeitá-la e tratá-la adequadamente é um passo essencial para melhorar resultados e promover saúde de forma integral.

As informações contidas nas publicações deste perfil são de uso educacional e informativo: não substituem o aconselhamento adequado de um médico e/ou nutricionista. Procure sempre a ajuda de um profissional especializado.

19/12/2025

A síndrome do folículo vazio é uma das maiores frustrações na reprodução assistida. A mulher passa por cerca de 10 dias de estimulação ovariana e, no final, na hora da coleta, vem a surpresa: os folículos estavam “vazios”. Nenhum óvulo é recuperado. A frustração emocional é enorme e o prejuízo financeiro também.

A boa notícia é que, quando isso acontece, existem medidas objetivas para reduzir a chance de repetição no próximo ciclo:

1. Estimular por mais dias, se necessário
Evito encerrar o ciclo no automático. Em casos selecionados, prolonga-se a estimulação e aguarda-se uma maturação mais robusta, buscando folículos com dimensões médias acima de 20 mm.

2. Aguardar folículos mais maduros (≥ 20 mm, em média)
O objetivo é reduzir o risco de trigger precoce e aumentar a chance de recuperação de oócitos competentes.

3. Fazer o “double trigger” em horários diferentes
Combino duas vias de maturação: hCG (como o Ovidrel) e agonista de GnRH (como o Gonapeptyl), administrados em horários distintos para reforçar a maturação oocitária.

4. Programar a aspiração mais tarde
Em vez do intervalo tradicional de 34 a 36 horas, programo a coleta por volta de 40 horas após o trigger, para permitir tempo adicional de maturação e desprendimento do complexo cúmulo-oócito.

5. Usar agulha de duplo lúmen e lavagem contínua
A agulha de duplo lúmen permite aspiração e irrigação, com lavagem sistemática do folículo, aumentando a segurança de que nada ficou retido.

É assim que eu faço e é assim que eu tenho conseguido altos índices de recuperação de óvulos nessas pacientes.
Dr. Arnaldo Cambiaghi
CRM 33.692 | RQE 42074
IPGO – Medicina da Reprodução

As informações contidas nas publicações deste perfil são de uso educacional e informativo: não substituem o aconselhamento adequado de um médico. Procure sempre a ajuda de um profissional especializado.

17/12/2025

Você sabia que a Síndrome dos Ovários Policísticos tem quatro subtipos diferentes e que essa variação interfere diretamente na resposta à fertilização assistida?

No vídeo, explico como isso impacta a escolha do protocolo e os resultados do tratamento.

Dr. Arnaldo Cambiaghi
CRM 33.692 | RQE 42074
IPGO – Medicina da Reprodução

́riopolicístico ́riopolicístico ́dedamulher

Nos últimos anos, muito se tem falado sobre medicamentos e suplementos capazes de ajudar mulheres que desejam preservar ...
15/12/2025

Nos últimos anos, muito se tem falado sobre medicamentos e suplementos capazes de ajudar mulheres que desejam preservar sua fertilidade. Entre eles, a rapamicina ganhou espaço. Mas é importante entender o que ela realmente faz.

A rapamicina ainda não tem evidência consistente de melhorar a qualidade dos óvulos ou aumentar as chances de gravidez. Seu papel estudado é outro: atuar na velocidade da perda da reserva ovariana. Em termos simples, todo mês perdemos uma quantidade signif**ativa de óvulos. A rapamicina ajuda a “fechar um pouco a torneira”, reduzindo essa ativação precoce em modelos experimentais. Por isso, vem sendo estudada como parte de estratégias de preservação, especialmente em pacientes mais jovens, que ainda têm tempo biológico a favor. Embora, estudos mais recentes tenham demonstrado aumento do sucesso de gravidez com o uso da medicação em humanos.

Mas, como qualquer medicamento, não é isenta de efeitos colaterais, e alguns podem ser bastante desagradáveis. Por isso, o uso deve ser criterioso, com orientação especializada e protocolos bem estabelecidos, avaliando sempre o risco e o benefício para cada mulher.

Quando falamos de pacientes acima dos 40 anos, o cenário é outro. Nessa faixa etária, o ponto central passa a ser a qualidade dos óvulos e é justamente aí que a rapamicina ainda não mostrou benefício clínico. Por isso, as pesquisas têm dado mais atenção a compostos que atuam na bioenergética celular, como o NMN (nicotinamida mononucleotídea). Ele não garante resultado, mas aparece como uma estratégia promissora em estudos para auxiliar qualidade dos óvulos e, consequentemente, a formação dos embriões.

Já o EVA 360, apesar de muito divulgado, ainda não apresentou evidência consistente. Por isso, não recomendo como estratégia.

Cada paciente tem uma história, um tempo, uma urgência e um caminho que precisa ser respeitado com responsabilidade. Meu compromisso é orientar com base na ciência, na experiência e na verdade. E lembrar sempre que a medicina evolui, mas o cuidado humano continua sendo o que sustenta cada passo dessa jornada.

Seguimos juntos, com fé, critério e esperança no que ainda pode acontecer.

⤵️Depois da transferência embrionária, nem tudo é tão rígido quanto parece.Veja o que eu realmente recomendo para esses ...
09/12/2025

⤵️
Depois da transferência embrionária, nem tudo é tão rígido quanto parece.
Veja o que eu realmente recomendo para esses dias tão esperados.

Dr. Arnaldo Cambiaghi
CRM 33.692 | RQE 42074
IPGO – Medicina da Reprodução

05/12/2025

O bloqueio hormonal antes da transferência embrionária é uma estratégia importante para tornar o ambiente do útero mais previsível e receptivo ao embrião.

Adenomiose – Ao usar análogos de GnRH ou outros bloqueadores, conseguimos “silenciar” a adenomiose, reduzir o processo inflamatório, muitas vezes diminuir o volume uterino e melhorar a qualidade do endométrio, aumentando as chances de implantação.

Endometriose – A endometriose é uma doença inflamatória. Bloquear os hormônios por algumas semanas ou meses ajuda a reduzir dor, inflamação pélvica e a atividade das lesões, deixando o útero em condições mais favoráveis para receber o embrião.

Marcador BCL-6 positivo – Quando o BCL-6 indica inflamação silenciosa no endométrio, o bloqueio hormonal, associado ou não a outras medicações, pode “desligar” esse estado inflamatório e corrigir um dos fatores que levam à falha de implantação.

Ovulação precoce na preparação – Em pacientes que já ovularam antes da hora em ciclos anteriores, o bloqueio evita que o organismo “assuma o comando” do ciclo, impedindo uma ovulação inesperada e permitindo controlar com precisão o dia da transferência.

Ajuste de datas – Em algumas situações, usamos o bloqueio simplesmente para organizar o ciclo menstrual, encaixando a transferência na melhor data para a paciente e para a equipe, sem perder qualidade do endométrio e mantendo a segurança do tratamento.

As informações contidas nas publicações deste perfil são de uso educacional e informativo: não substituem o aconselhamento adequado de um médico. Procure sempre a ajuda de um profissional especializado.

Dr. Arnaldo Cambiaghi - CRM 33.692 RQE 42074
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A fertilidade feminina está diretamente ligada ao tempo. Com o avanço da idade, especialmente a partir dos 35 anos, na...
01/12/2025

A fertilidade feminina está diretamente ligada ao tempo. Com o avanço da idade, especialmente a partir dos 35 anos, não é apenas a quantidade de óvulos que diminui — a qualidade deles também. Esse processo pode acontecer de forma natural ou, em algumas mulheres, de maneira mais acelerada, caracterizando o chamado envelhecimento precoce dos ovários. Em ambos os casos, essa perda de qualidade influencia tanto nos resultados para quem tenta engravidar naturalmente quanto para quem busca tratamentos como a fertilização in vitro.

O que talvez nem todo mundo saiba é que existe um hormônio simples, natural e poderoso que pode ajudar nesse processo: a melatonina. Produzida pelo corpo durante o sono, ela é conhecida por regular o nosso relógio biológico, mas tem também uma forte ação antioxidante, protegendo as células reprodutivas dos danos causados pelos radicais livres.

Na prática, isso signif**a que a melatonina pode ajudar a preservar a qualidade dos óvulos, melhorar o ambiente onde os folículos se desenvolvem e, em muitos casos, contribuir para a qualidade dos embriões. Em ciclos de FIV, o uso da melatonina de forma orientada tem mostrado resultados promissores: aumento das taxas de fertilização, embriões de melhor qualidade e maiores chances de sucesso.

Mas, como tudo na medicina reprodutiva, não existe fórmula mágica. Para que a melatonina tenha um efeito interessante, é importante cuidar do sono com atenção. Dormir em ambiente escuro, respeitar os horários do corpo e, quando indicado, considerar a suplementação. Sempre com orientação médica.

A ciência nos mostra, cada vez mais, que fertilidade também se cuida com hábitos. E dormir bem, com regularidade e qualidade, é parte desse cuidado. Quando o tempo é algo que não podemos controlar, encontrar formas de proteger o que ainda podemos preservar é um ato de consciência. E, acima de tudo, de esperança.

Dr. Arnaldo Cambiaghi
CRM 33.692 | RQE 42074
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28/11/2025

Você se preparou com tanto carinho — fez tudo “certinho”: exames em dia, boa reserva ovariana, óvulos de ótima qualidade… e mesmo assim, o embrião não evoluiu. Isso pode parecer injusto, mas, às vezes, a causa está… no espermatozoide.

Sim — as chamadas aneuploidias segmentares podem ter origem paterna. Diferente das aneuploidias completas (como a trissomia 21), tradicionalmente atribuídas ao óvulo, essas alterações menores — deleções ou duplicações de apenas parte de um cromossomo — muitas vezes não têm relação com a idade da mulher. 

Isso signif**a que, mesmo com óvulos saudáveis e boa reserva, o DNA do espermatozoide pode conter falhas: quebras, instabilidade cromossômica, má “embalagem” do material genético… e aí, o embrião nasce “alterado”. 

Quando descobrimos isso — tantas vezes — bate a dúvida: “Mas e se o problema for meu?” A verdade é que fertilidade é coisa de casal, e focar apenas na mulher ignora metade da equação. Hoje, sabemos que investigar a saúde do espermatozoide, com te**es como fragmentação de DNA ou técnicas de seleção avançada, pode fazer toda a diferença. 

Se você já passou por perdas, ciclos frustrados, embriões que pararam no caminho — não perca a esperança. Converse com seu especialista sobre a avaliação do parceiro, sobre exames complementares, sobre o cuidado com a saúde masculina. Porque um embrião fértil depende dos dois — e o cuidado de vocês juntos é o que constrói um destino de esperança.

Às vezes, o problema não está com você. Está na visão que temos da fertilidade. E hoje, essa visão pode — e deve — mudar

Leia o texto completo no BLOG DO IPGO disponível no Link da Bio

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Após uma interrupção gestacional, sobretudo nos casos que exigem intervenção dentro do útero, o organismo inicia u...
24/11/2025

Após uma interrupção gestacional, sobretudo nos casos que exigem intervenção dentro do útero, o organismo inicia um processo de cicatrização. Em muitas mulheres essa reparação é completa e silenciosa, mas em outras o endométrio acaba colando áreas que deveriam permanecer livres. Assim surgem as sinequias: aderências internas que alteram a cavidade sem produzir dor ou qualquer alerta.

Elas passam despercebidas até que a tentativa de engravidar não progride ou o padrão menstrual se modif**a depois do procedimento. Para quem deseja gestar, essas aderências dificultam a implantação, aumentam o risco de nova perda e, nas formas mais extensas, podem impedir a nidação. Por isso, em pacientes com histórico de ab**to e manipulação intrauterina, essa hipótese precisa ser considerada.

Uma vez confirmadas as sinequias em mulheres que pretendem engravidar, o primeiro passo é restaurar a anatomia da cavidade. A histeroscopia é a abordagem que prefiro porque permite tratar sob visão direta, removendo apenas o que prejudica e preservando o tecido saudável. Após o procedimento, utilizo medidas que favorecem uma recuperação adequada como o uso de gel protetor que evitem a formação de novas aderências ou uma recidiva. Na sequência, reavalio a cavidade para assegurar que o útero voltou a oferecer condições adequadas antes de iniciar qualquer tentativa de gestação.

Quando o diagnóstico é feito no tempo certo e o tratamento é bem conduzido, a função uterina pode ser recuperada e as chances de gravidez voltam a existir de forma concreta com base na ciência, no cuidado contínuo e na fé de que o caminho ainda pode se cumprir.

Dr. Arnaldo Cambiaghi
CRM 33.692 | RQE 42074
IPGO – Medicina da Reprodução

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