05/03/2026
Transtornos alimentares não surgem por vaidade.
Eles se desenvolvem a partir de múltiplos fatores: biológicos, psicológicos, familiares, sociais e culturais. Dietas restritivas, estigma do peso, trauma, ansiedade, pressão estética, histórico familiar... tudo isso pode compor o cenário.
Reduzir um transtorno alimentar a comida é ignorar a complexidade do sofrimento envolvido.
Por isso, o cuidado exige profundidade, escuta qualificada e abordagem multidisciplinar.
Ninguém escolhe adoecer.
Mas todo paciente merece um tratamento sério, ético e baseado em evidências.