23/08/2020
Artigo novo no site do IJEP! O I Ching indica um caminho...
O I CHING INDICA UM CAMINHO: O INÍCIO EXIGE ESFORÇO E A UNIÃO TRAZ BOA FORTUNA, por José Balestrini
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Há alguns dias atrás tive o prazer de ministrar ao lado da Professora Simone Magaldi um curso rápido sobre o conceito de Sincronicidade de Carl Gustav Jung e sua relação com o I Ching, o livro de sabedoria chinês mais antigo da história. Nosso objetivo principal foi explicar como o conceito cunhado por Jung explica o funcionamento da técnica divinatória do livro, assim como o de outras manifestações mânticas. Ao mesmo tempo, através de uma construção histórica do texto, procuramos dar aos participantes uma ideia geral de como consultar o livro como oráculo ou como fonte de sabedoria e desenvolvimento de conhecimento sobre si mesmo deixando claro que essas duas facetas do I Ching tem igual importância e valor.
A suposta origem mítica do texto sagrado chinês revela desde o início seu caráter arquetípico. Seus autores foram Nu Kua e Fu Xi, eram irmãos e esposos. Sua mãe engravidou dos dois quando pisou na pegada gigante do Espírito do Trovão. Possuíam tronco, braços e cabeças humanas, mas as metades de baixo de seus corpos eram longas caudas de serpentes. Como é característico do pensamento chinês clássico, a autoria dos textos era atribuída a seres divinos ou aos imperadores e sábios considerados como enviados diretos do Céu para governar na Terra. Essa maneira de ver o mundo concorda diretamente com a reflexão de Jung de que não somos donos das ideias.
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