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💜 Purple Day 2025 — A Epistemic estava lá!No último domingo, a Avenida Paulista se pintou de roxo pelo Purple Day — o di...
30/03/2026

💜 Purple Day 2025 — A Epistemic estava lá!
No último domingo, a Avenida Paulista se pintou de roxo pelo Purple Day — o dia mundial de conscientização sobre a epilepsia.
Mais do que uma data, o Purple Day é um movimento. Um chamado para que a sociedade conheça, entenda e respeite quem convive com a epilepsia no dia a dia. Porque conscientizar é combater o preconceito — e o preconceito ainda é um dos maiores obstáculos enfrentados por quem tem epilepsia. 💜🧠
Cada pessoa que para, ouve e aprende faz diferença. E eventos como esse mostram que não estamos sozinhos nessa jornada.

💜 A Epistemic acredita que informação e tecnologia transformam vidas. Por isso criamos o Epistemic App — um diário inteligente que ajuda pacientes a registrarem crises, medicações e hábitos, gerando relatórios que tornam cada consulta mais precisa e personalizada.
📲 Baixe gratuitamente pelo link na bio!

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A ciência brasileira acaba de dar um passo importante e histórico.O Instituto do Cérebro da PUCRS (InsCer) venceu o Prêm...
25/03/2026

A ciência brasileira acaba de dar um passo importante e histórico.

O Instituto do Cérebro da PUCRS (InsCer) venceu o Prêmio Finep de Inovação com um projeto que pode transformar a forma como entendemos e tratamos a epilepsia.

A proposta?

Editar genes diretamente em neurônios afetados por mutações no gene mTOR, um dos principais envolvidos em quadros de epilepsia e distúrbios do neurodesenvolvimento.

🧬 Em outras palavras:
Não apenas tratar os sintomas, mas atuar também na origem do problema.

Isso ainda está em desenvolvimento.
Mas o que esse avanço revela já é muito significativo.

Estamos caminhando para uma medicina mais precisa, mais personalizada,
e cada vez mais baseada na compreensão do que acontece dentro do cérebro, em profundidade.

Parabéns ao InsCer, à PUCRS e à Finep por fortalecerem a ciência brasileira e impulsionarem avanços com potencial de impacto real na saúde.

Fonte: Instituto do Cérebro da PUCRS / Prêmio Finep de Inovação 2025

Durante muito tempo, o cérebro foi tratado como se fosse dividido em partes isoladas.Como se a origem de uma crise estiv...
24/03/2026

Durante muito tempo, o cérebro foi tratado como se fosse dividido em partes isoladas.

Como se a origem de uma crise estivesse em um único ponto.
Como se bastasse “acertar o alvo”.

Mas a ciência está começando a mostrar outra coisa.

Um estudo recente publicado na Nature Communications investigou algo essencial: 👉 A forma como diferentes regiões do cérebro se conectam durante uma crise epiléptica.

E o que os pesquisadores encontraram muda a perspectiva.

Em vez de pensar em um único ponto, eles olharam para os caminhos de conexão entre cérebro e tálamo — uma estrutura central que atua como um grande regulador da atividade cerebral.

O conceito é simples, mas poderoso:

Não é só onde a crise começa.
É como essa região está conectada ao resto do cérebro.

🔬 Quando a estimulação elétrica foi feita em áreas do tálamo que estavam diretamente conectadas à origem da crise:

• houve supressão imediata da atividade epiléptica
• e, no longo prazo, redução de até 87,5% na frequência de crises

Quando a estimulação não respeitava essas conexões?
O efeito praticamente desaparecia.

⚡ O que isso revela?
O cérebro não funciona em pontos isolados.
Ele funciona em rede.

E tratar epilepsia pode não ser sobre “desligar um foco” mas sobre modular o circuito certo.

🤍 Na prática, isso muda tudo.

Porque reforça algo que muitas pessoas já sentem no dia a dia:

Crises não são eventos soltos.
Elas fazem parte de um sistema.

E entender esse sistema — padrões, conexões, contexto — pode abrir caminho para tratamentos muito mais personalizados.

📲 É exatamente por isso que registrar o dia a dia faz diferença.

Quando você organiza suas informações:
• crises
• hábitos
• rotina
• medicação

Você começa a enxergar o que antes parecia aleatório.

E o que é visto… pode ser cuidado.💜

O Epistemic App está disponível para download gratuitamente nas lojas de aplicativos.

Fonte: Nature Communications (2025) > Thalamocortical hodology to personalize electrical stimulation for focal epilepsy

23/03/2026

Construir soluções reais começa com diálogo 🤝

Estivemos na Secretaria de Saúde de Osasco na última semana, apresentando o Epistemic App e uma proposta de projeto piloto (POC) para fortalecer o cuidado em epilepsia na rede pública.

Agradecemos à Secretária Adjunta de Saúde Suzete Franco e à Secretária Executiva da Pessoa com Deficiência Caroline Cerqueira pela abertura ao diálogo e pela construção conjunta.

A apresentação foi conduzida pela nossa CEO, Paula Gomez, em um encontro que reuniu diferentes frentes em torno de um objetivo comum: ampliar o cuidado e gerar impacto real.

A articulação foi feita por Julino Rodrigues, Advocacy da ABE, responsável pela condução da pauta junto à secretaria e pela conexão entre os atores envolvidos.

Quando tecnologia, gestão pública e sociedade civil se conectam, quem ganha é o paciente — e o sistema de saúde como um todo.

E esse movimento continua.

No dia 29/03, São Paulo será palco da caminhada pela epilepsia (Av. Paulista) — um convite à conscientização, visibilidade e apoio.

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Estivemos na Secretaria de Saúde de Osasco para uma conversa importante sobre o futuro do cuidado em epilepsia na cidade...
23/03/2026

Estivemos na Secretaria de Saúde de Osasco para uma conversa importante sobre o futuro do cuidado em epilepsia na cidade.

Agradecemos à secretária adjunta de saúde Suzete Franco e à secretária executiva da pessoa com deficiência Caroline Cerqueira pela abertura ao diálogo e pela receptividade em discutir soluções que façam sentido na prática.

A apresentação do Epistemic App foi conduzida pela nossa CEO, Paula Gomez, junto à proposta de um projeto piloto (POC) com foco em levar mais organização, acompanhamento contínuo e apoio à tomada de decisão no dia a dia de pessoas com epilepsia e profissionais de saúde.

O encontro foi articulado por Julino Rodrigues, Advocacy da ABE, responsável pela articulação do encontro e pela condução da pauta junto à secretaria, fortalecendo o diálogo entre diferentes frentes e impulsionando iniciativas com potencial de impacto real.

Acreditamos que tecnologia, quando bem aplicada, não substitui o cuidado — ela fortalece. E pode ampliar o acesso, qualificar o acompanhamento e gerar impacto real no sistema de saúde.

Seguimos avançando em parcerias que aproximam inovação, sociedade civil e saúde pública.

E esse movimento vai além.

No dia 29/03, São Paulo será palco de uma caminhada pela epilepsia (Av. Paulista) — um momento de conscientização, visibilidade e apoio.

Se você faz parte dessa causa, esse convite também é seu.

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Por muito tempo, epilepsia e transtorno bipolar foram estudados como caminhos separados.Uma está ligada às crises.A outr...
20/03/2026

Por muito tempo, epilepsia e transtorno bipolar foram estudados como caminhos separados.
Uma está ligada às crises.
A outra, às oscilações de humor.
Mas a ciência tem começado a olhar com mais atenção para o que acontece por trás desses sintomas. Um estudo publicado na revista Medicine (2026) analisou milhares de dados genéticos de pessoas com epilepsia e transtorno bipolar.
A pergunta era: será que essas duas condições compartilham algo em comum no nível biológico?
🔬 Ao analisar o funcionamento dos genes no cérebro, os cientistas identificaram:
• 113 genes em comum entre epilepsia e transtorno bipolar
• E, dentro deles, 2 genes-chave que se destacaram como possíveis marcadores importantes:
→ RGS4
→ GABRA1
⚡ O ponto central: equilíbrio no cérebro
Esses genes estão envolvidos em algo essencial:
👉 Como os neurônios se comunicam e se equilibram.
Principalmente em um sistema chamado GABA, que funciona como um “freio” natural do cérebro.
Quando esse sistema não está funcionando bem:
• O cérebro pode ficar hiperativo → facilitando crises epilépticas
• Ou pode ter dificuldade em regular emoções → contribuindo para oscilações de humor
Ou seja, apesar de parecerem diferentes, as duas condições podem compartilhar um mesmo desequilíbrio de base.
O estudo também encontrou outro ponto importante:
👉 Células do sistema imunológico estavam alteradas nos dois casos.
Isso reforça algo que a ciência já vem investigando: inflamação no cérebro pode estar envolvida tanto na epilepsia quanto em transtornos de humor.
Essas descobertas abrem caminhos importantes:
• entender melhor por que algumas pessoas têm mais de uma condição
• desenvolver diagnósticos mais precisos no futuro
• criar tratamentos mais direcionados
🤍 E na vida real?
Se o cérebro funciona como um sistema integrado, então crises, humor, sono e rotina podem estar mais conectados do que parecem.
E é aí que observar padrões faz diferença.
📲 Registrar o dia a dia ajuda você a:
• identificar gatilhos
• entender seu próprio padrão
• levar informações mais claras ao médico
Sem depender só da memória.
O Epistemic App está disponível na loja de aplicativos do seu celular.💜
Fonte: Medicine

Essa é uma dúvida que muitas pessoas têm:A COVID pode causar crises?ou piorar a epilepsia?A resposta mais honesta hoje é...
19/03/2026

Essa é uma dúvida que muitas pessoas têm:
A COVID pode causar crises?
ou piorar a epilepsia?

A resposta mais honesta hoje é: depende do caso, e a ciência ainda está entendendo isso.

Mas alguns pontos já estão bem estabelecidos.

Um estudo de grande escala publicado na Neurology, com mais de 150 mil pacientes, comparou pessoas que tiveram COVID-19 com pessoas que tiveram influenza.

O que ele encontrou foi o seguinte:
Houve um aumento no risco de diagnóstico de crises de epilepsia nos meses após a COVID, em comparação com a influenza.

Isso significa que, em alguns casos, pessoas que nunca tinham tido crises passaram a ter episódios após a infecção.

Ao mesmo tempo, esse dado precisa ser interpretado com cuidado.

Porque o próprio estudo mostra que o risco absoluto é baixo.

Ou seja, isso pode acontecer, mas não é o que acontece na maioria dos casos.

Outra dúvida comum é de quem já convive com epilepsia:

“A COVID pode piorar minhas crises?”

Aqui, estudos observacionais ajudam a complementar essa resposta.

Em algumas pessoas com epilepsia, foi observado um aumento na frequência de crises após a infecção.

Mas esse aumento tende a ser temporário, não se mantendo ao longo do tempo na maioria dos casos.

Por outro lado, algo que aparece de forma mais consistente é a persistência de sintomas neurológicos e psiquiátricos após a COVID, como alterações cognitivas, insônia e depressão.

E isso também faz parte do quadro, mesmo quando as crises se estabilizam.

O que tudo isso mostra é que não existe uma única resposta.

Nem todo organismo reage da mesma forma.
Nem toda epilepsia segue o mesmo padrão.

E, principalmente, nem sempre é possível entender o que está acontecendo olhando apenas para um momento isolado.

É o acompanhamento ao longo do tempo que começa a trazer clareza.

O que aconteceu antes.
O que mudou depois.
O que se repete.

É isso que ajuda a transformar dúvida em entendimento.

📲 O Epistemic App foi desenvolvido justamente para isso:
organizar essas informações no dia a dia e ajudar a identificar padrões que não são óbvios na memória.

Link na bio.

Fontes:
- Neurology
- Epilepsia Open

Existe uma linha invisível entre o sistema imune e o cérebro — e, em alguns casos, ela pode influenciar diretamente o su...
17/03/2026

Existe uma linha invisível entre o sistema imune e o cérebro — e, em alguns casos, ela pode influenciar diretamente o surgimento de crises epilépticas.

Um estudo recente trouxe à luz dois casos em que pacientes desenvolveram crises de difícil controle em associação temporal com uma infecção por Lyme, uma doença transmitida por carrapatos.

Mas o ponto mais interessante não está apenas na infecção em si.

Os pacientes não responderam aos tratamentos tradicionais com medicamentos anticonvulsivantes.
E, em alguns momentos, as crises chegaram a piorar após o início do tratamento antimicrobiano.

Foi somente após intervenções voltadas ao sistema imune, como corticosteroides e imunoglobulina — que houve uma redução significativa das crises.

Isso levanta uma hipótese importante: em alguns casos, não é apenas a infecção, mas também a resposta do sistema imune a ela que pode estar envolvida na atividade epiléptica.

Esse tipo de quadro se aproxima do que chamamos de epilepsia autoimune, quando mecanismos imunológicos passam a interferir no funcionamento do cérebro.

Mas é importante destacar que os próprios autores reforçam que esses achados ainda são limitados e não estabelecem uma relação causal direta.

Ainda assim, o estudo traz um ponto essencial para a prática clínica:
Nem toda epilepsia segue o mesmo padrão.

E, especialmente em casos de difícil controle, pode ser necessário olhar além do óbvio, considerando fatores como inflamação, infecções prévias e possíveis mecanismos imunológicos.

Epilepsia não é uma condição única.
Ela pode ter múltiplas origens, trajetórias e respostas ao tratamento.

E entender o contexto de cada pessoa faz toda a diferença.

Registrar crises, sintomas, rotina e possíveis gatilhos ao longo do tempo ajuda a construir essa visão mais completa, tanto para quem convive com epilepsia quanto para os profissionais de saúde que acompanham o caso.

📲 Se você convive com epilepsia ou cuida de alguém, organizar essas informações pode transformar o acompanhamento.

O Epistemic App foi desenvolvido justamente para isso.
Baixe na loja de apps do seu celular.

Fonte: Autoimmune Epilepsy Temporally Associated With Lyme Disease: A Report of Two Cases (Cureus, 2026)

A inovação em saúde acontece quando o setor público abre espaço para testar novas soluções que podem transformar a vida ...
16/03/2026

A inovação em saúde acontece quando o setor público abre espaço para testar novas soluções que podem transformar a vida das pessoas.

É com grande satisfação que participamos do Sandbox de Inovação de São José dos Campos, uma iniciativa que cria um ambiente real para que tecnologias sejam avaliadas em benefício da população.

Nesse contexto, iremos testar nossa solução integrada para epilepsia, composta pelo Epistemic App e pela plataforma Epistemic Med, ferramentas desenvolvidas para apoiar o acompanhamento contínuo de pessoas que convivem com epilepsia e ampliar a capacidade de análise e tomada de decisão por parte dos profissionais de saúde.

A epilepsia afeta milhões de pessoas no Brasil e, muitas vezes, o controle das crises depende de informações que se perdem no dia a dia. Ao organizar dados sobre crises, sintomas, rotina e possíveis gatilhos, tecnologias digitais podem contribuir para um acompanhamento mais estruturado, favorecendo decisões clínicas mais informadas e personalizadas.

Iniciativas como o Sandbox de São José dos Campos mostram como políticas públicas voltadas à inovação podem acelerar a adoção de soluções capazes de gerar impacto real no sistema de saúde e na qualidade de vida da população.

Agradecemos à Prefeitura de São José dos Campos, ao PIT SJC e à Secretaria de Saúde de SJC por promoverem um ambiente aberto à experimentação responsável e à construção conjunta de caminhos para uma saúde mais inteligente, acessível e baseada em dados.

Seguimos comprometidos em desenvolver tecnologias que ampliem o cuidado, fortaleçam o trabalho dos profissionais de saúde e contribuam para melhorar a qualidade de vida de quem convive com epilepsia. 💜🙏



12/03/2026

Quantas pessoas deixam de viver um relacionamento por medo de se mostrar de verdade?

O medo de se entregar muitas vezes nasce da insegurança.
Medo de não ser aceito.
Medo de que o outro descubra nossas fragilidades.
Medo de não corresponder às expectativas.

Mas a verdade é que relacionamentos reais não se constroem a partir da perfeição.
Eles se constroem a partir da verdade.

A intimidade surge quando duas pessoas se permitem ser conhecidas de verdade — não apenas pelas qualidades, mas também pelos limites, inseguranças e histórias que cada um carrega.

Entregar-se não é fraqueza.
É coragem.

Porque amar alguém também é permitir que o outro veja quem somos por inteiro.

E quando o encontro é genuíno, a pessoa certa não busca uma versão perfeita de você,
ela quer conhecer a sua história, os seus detalhes e tudo aquilo que faz de você quem você é.

💬 Você já deixou de viver algo por medo de se mostrar de verdade?

O psicólogo Ednilton Santa-Rosa é especialista em atendimentos psicológicos individuais e familiares.
Saiba mais no perfil do Instagram 💬

Uma nova possibilidade para quem convive com epilepsia de difícil controle.A Anvisa aprovou o cenobamato (Xcopri) para o...
11/03/2026

Uma nova possibilidade para quem convive com epilepsia de difícil controle.

A Anvisa aprovou o cenobamato (Xcopri) para o tratamento de crises focais em adultos com epilepsia farmacorresistente.

Esse tipo de epilepsia ocorre quando as crises persistem mesmo após o uso de pelo menos dois medicamentos adequados. Estima-se que cerca de 30% das pessoas com epilepsia estejam nessa situação.

Nos estudos clínicos que embasaram a aprovação, o cenobamato mostrou resultados importantes: uma parcela significativa dos pacientes teve redução de 50% ou mais na frequência das crises.

O medicamento atua em dois mecanismos principais do cérebro:
• modulando canais de sódio, que influenciam a excitabilidade neuronal
• aumentando a atividade do GABA, um dos principais neurotransmissores inibitórios

Em termos simples: ajuda a reduzir a hiperatividade elétrica que pode desencadear crises.

Mas a chegada de um novo medicamento é apenas uma parte do cuidado.

Epilepsia é uma condição complexa, e entender como as crises ocorrem ao longo do tempo também é fundamental para ajustar os tratamentos.

Registrar crises, sintomas, rotina, medicamentos e possíveis gatilhos ajuda médicos e pacientes a enxergarem padrões que muitas vezes passam despercebidos no dia a dia.

É assim que decisões clínicas podem se tornar mais informadas e personalizadas.

Se você convive com epilepsia ou cuida de alguém que convive, organizar essas informações pode fazer diferença no acompanhamento.

Baixe o Epistemic App, seu diário digital de epilepsia , nas lojas de apps.

Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui orientação médica. A decisão sobre qualquer tratamento medicamentoso deve ser feita em conjunto com um profissional de saúde.

Fonte: Landmark Anvisa approval of Xcopri targets refractory epilepsy, boosting treatment options in 2025 (Mix Vale)

Nos dias 27 e 28 de fevereiro, estivemos presentes na 1ª Jornada Rara de Piracicaba, um evento dedicado à discussão sobr...
06/03/2026

Nos dias 27 e 28 de fevereiro, estivemos presentes na 1ª Jornada Rara de Piracicaba, um evento dedicado à discussão sobre doenças raras e os caminhos para melhorar diagnóstico, cuidado e acesso ao tratamento no Brasil.

A programação reuniu profissionais da saúde, pesquisadores, estudantes e representantes de instituições para debater temas fundamentais como o cenário das doenças raras no país, os desafios do SUS, o financiamento para diagnóstico e tratamento, o acesso a medicamentos e o papel da atenção primária na identificação precoce dessas condições.

Eventos como esse são essenciais para fortalecer a troca de conhecimento, ampliar a conscientização e incentivar a construção de redes de cuidado mais estruturadas, capazes de apoiar pacientes e famílias que convivem com doenças raras.

Também é uma iniciativa importante para o município, que se posiciona como um espaço de articulação entre universidade, sistema de saúde, especialistas e sociedade, promovendo debates qualificados e estimulando avanços na área.

Parabenizamos os organizadores pela realização da 1ª Jornada Rara de Piracicaba, uma iniciativa que contribui para ampliar o diálogo sobre doenças raras e fortalecer o compromisso coletivo com um cuidado cada vez mais qualificado e acessível.

Que este seja apenas o início de muitas outras edições e avanços para a região.

Endereço

São Paulo, SP

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