Nutricionista Interlagos

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Análise de peso e gordura corporal;
- Avaliação de dados laboratoriais;
- Delineamento de metas e objetivos;
- Cardápio personalizado (com calorias e nutrientes adequados ao seu objetivo);

A NOITE SUGIRO PARA TODOS UM RELAX! REPOR AS ENERGIAS, ESQUECER DO TRABALHO E DAS CONTAS E APROVEITAR O MAXIMO DO GH LIB...
29/03/2016

A NOITE SUGIRO PARA TODOS UM RELAX!
REPOR AS ENERGIAS, ESQUECER DO TRABALHO E DAS CONTAS E APROVEITAR O MAXIMO DO GH LIBERADO NO PERÍODO NOTURNO.
CADA POTINHO DESSE TEM UMA UNIDADE DE MARACUJÁ, ESSA PORÇÃO DÁ PARA 2 PESSOAS TRANQUILO.
VOCÊ PODE TOMAR BATIDO COM AGUA, LEITE OU MESMO COMO CHÁ.
EXPERIMENTA

05/03/2016

A recomendação de ingestão de cálcio e vitamina D de 2011: o que o nutricionista precisa saber

The 2011 dietary reference intakes for calcium and vitamin D: what dietetics practitioners need to know (A recomendação de ingestão de cálcio e vitamina D de 2011: o que o nutricionista precisa saber)

Ross AC, Manson JE, Abrams SA, Aloia JF, Brannon PM, Clinton SK, Durazo-Arvizu RA, Gallagher JC, Gallo RL, Jones G, Kovacs CS, Mayne ST, Rosen CJ, Shapses SA. J Am Diet Assoc. 2011;111(4):524-7.

Abstract:
The Institute of Medicine Committee to Review Dietary Reference Intakes for Calcium and Vitamin D comprehensively reviewed the evidence for both skeletal and nonskeletal health outcomes and concluded that a causal role of calcium and vitamin D in skeletal health provided the necessary basis for the 2011 Estimated Average Requirement (EAR) and Recommended Dietary Allowance (RDA) for ages older than 1 year. For nonskeletal outcomes, including cancer, cardiovascular disease, diabetes, infections, and autoimmune disorders, randomized clinical trials were sparse, and evidence was inconsistent, inconclusive as to causality, and insufficient for Dietary Reference Intake (DRI) development. The EAR and RDA for calcium range from 500 to 1,100 and 700 to 1,300 mg daily, respectively, for ages 1 year and older. For vitamin D (assuming minimal sun exposure), the EAR is 400 IU/day for ages older than 1 year and the RDA is 600 IU/day for ages 1 to 70 years and 800 IU/day for 71 years and older, corresponding to serum 25-hydroxyvitamin D (25OHD) levels of 16 ng/mL (40 nmol/L) for EARs and 20 ng/mL (50 nmol/L) or more for RDAs. Prevalence of vitamin D inadequacy in North America has been overestimated based on serum 25OHD levels corresponding to the EAR and
RDA. Higher serum 25OHD levels were not consistently associated with greater benefit, and for some outcomes U-shaped associations with risks at both low and high levels were observed. The Tolerable Upper Intake Level for calcium ranges from 1,000 to 3,000 mg daily, based on calcium excretion or kidney stone formation, and from 1,000 to 4,000 IU daily for vitamin D, based on hypercalcemia adjusted for uncertainty resulting from emerging risk relationships. Urgently needed are evidence-based guidelines to interpret serum 25OHD levels relative to vitamin D status and intervention.

Comentários:
Para rever a Dietary Reference Intake (DRI) para cálcio e vitamina D, o Institute of Medicine realizou uma revisão das evidências dos desfechos para a saúde óssea e não óssea, utilizando duas revisões sistemáticas importantes conduzidas pela Agency for Healthcare Reserch and Quality, entre outros estudos. Foram avaliadas diversas doenças crônicas e desfechos clínicos e o comitê concluiu que, apenas os aspectos relacionados à saúde óssea forneceram a base necessária para o estabelecimento da Estimated Average Requirement (EAR) e Recommended Dietary Allowance (RDA) de 2011 para indivíduos acima de 1 ano. Para os desfechos não ósseos, incluindo câncer, doença cardiovascular, diabetes, infecções e desordens autoimunes, os estudos clínicos randomizados são escassos e a evidência é inconsistente, inconclusiva em relação à causalidade e insuficiente para o desenvolvimento da DRI.
O nível sérico de 25-hidroxivitamina D (25OHD) foi considerado o marcador mais importante da exposição total de vitamina D, tanto por síntese endógena como por ingestão, apesar de suas limitações. Problemas encontrados quanto às evidências correspondem à forte relação entre cálcio e vitamina D e a dificuldade de separar seus efeitos nos estudos; os dados limitados para avaliar o efeito da dose-resposta; a complexidade em relação às fontes endógena e dietética de vitamina D e os fatores de confusão presentes em estudos observacionais.
A EAR e RDA para cálcio variam de 500 a 1100 e de 700 a 1300mg por dia, respectivamente, para idades de 1 ano ou mais. Esta recomendação está baseada em estudos de balanço de cálcio para idades entre 1 e 50 anos e estudos observacionais e ensaios clínicos após os 50 anos.
Para vitamina D (assumindo a exposição solar mínima), a EAR é de 400UI/dia para idades acima de 1 ano e a RDA é de 600 UI/dia para idades entre 1 a 70 anos e 800 UI/dia para 71 anos ou mais. A recomendação foi estabelecida, principalmente, pela avaliação conjunta de desfechos para a saúde óssea, considerando-se os níveis séricos de 25OHD de 16ng/mL (40nmol/L) para o estabelecimento das EARs e de 20ng/mL (50nmol/L) ou mais para o estabelecimento das RDAs.
Os níveis de Tolerable Upper Intake Level (UL) para cálcio variam de 1000 a 3000mg por dia, considerando “indicadores” como hipercalcemia, hipercalciúria, calcificação vascular e de tecidos moles e nefrolitíase.
Já a UL para vitamina D varia entre 1000 e 4000 UI por dia, de acordo com novas evidências de alguns desfechos associados em forma de U, isto é, com riscos, tanto nos níveis inferiores como superiores, para todas as causas de mortalidade, doenças cardiovasculares, calcificação vascular, câncer pancreático, quedas, fragilidade e fraturas.
Em relação aos níveis séricos de 25OHD, apesar de sua interpretação não ser tema de discussão do comitê, indivíduos com níveis séricos de 25OHD inferiores a 16ng/mL (40nmol/L) estão em risco para efeitos adversos à saúde. Para níveis superiores, ainda há poucos dados disponíveis, particularmente quanto aos efeitos em longo prazo de altas concentrações. Os níveis séricos, cronicamente, acima de 50ng/mL (125nmol/L) deveriam ser considerados preocupantes.
Na população americana, a média de ingestão de vitamina D tende a ser inferior a 400UI por dia, entretanto, a média de níveis séricos de 25OHD está acima de 20ng/mL (50nmol/L), nível consistente com a RDA. Portanto, a maioria dos americanos está atingindo suas necessidades de vitamina D, embora não necessariamente por meio de alimentos e suplementos, mesmo em condições de exposição solar mínima.
Em conclusão, as evidências científicas apóiam o papel causal do cálcio e da vitamina D, apenas na saúde óssea, fornecendo a base para o estabelecimento das DRIs. Ainda não há dados convincentes de que esses dois nutrientes forneçam benefícios ou estejam relacionados a desfechos não ósseos. A prevalência de inadequação de vitamina D na população norte americana tem sido superestimada por alguns grupos, devido a pontos de corte de vitamina D inapropriados, que excedem os níveis identificados neste relatório. Evidências novas identificaram aumento do risco de alguns desfechos com níveis de 25OHD acima de 50ng/mL (125nmol/L). Há necessidade urgente de consensos nos pontos de corte para 25OHD, baseados em evidências, para prevenir tanto o subtratamento como o supertrata
INSTITUTO GIRASSOL

04/03/2016

Se alguém que você conhece foi diagnosticado com diabetes tipo 2, que você pode estar se perguntando sobre como você pode diminuir sua conta e risco. Felizmente, vários estudos têm demonstrado que muitas das mesmas escolhas alimentares saudáveis que podem ajudar seu amigo ou ente querido no controle de sua diabetes e também pode ajudar a preveni-la.
A relação exata entre comer determinados tipos de alimentos e o risco de desenvolver diabetes continua a ser um tanto controverso. Mas os resultados do estudo são consistentes com o que os especialistas consideram ser hábitos alimentares saudáveis para a maioria dos adultos.
Então, se você estiver interessado em reduzir seu risco de diabetes tipo 2, preste atenção!
- Homens e mulheres que comem grãos integrais têm-se a um risco de 40% menor de diabetes do que aqueles que comem quantidades escassos. A fibra à base de cereais, pães, e grãos parece ser a mais benéfica.
- O número de benefícios de saúde associados com o consumo de um par de xícaras de café por dia continua crescendo. Reduzir seu risco de diabetes é apenas um deles.
Comer nozes pelo menos cinco vezes por semana está associado a uma diminuição do risco de desenvolver diabetes, em comparação com raramente comê-los. Mas mantenha as porções pequenas - nozes têm muitas calorias.
- Mulheres que bebem dois ou mais refrigerantes açucarados por dia têm 24% maior risco de desenvolver diabetes, em comparação com as mulheres que saborear menos de um por mês.
- Duas ou mais bebidas de frutas diárias (que contêm pouco ou nenhum, suco de frutas real) levam a um risco 31% mais elevado.
- As mulheres que comem a carne mais vermelha (cerca de uma porção por dia) têm cerca de 20% maior risco de diabetes do que aqueles que comem o mínimo (cerca de uma porção por semana).
-E os homens que comem carnes processadas, como cachorros-quentes, bacon e carnes de almoço, cinco vezes por semana são quase duas vezes mais propensos a desenvolver diabetes como os homens que comem esses alimentos apenas duas vezes por mês.
- Gorduras trans têm sido associados a um maior risco de diabetes e doenças cardíacas. Um estudo documentou um risco 30% maior de diabetes entre as mulheres que comeram as gorduras trans mais, em comparação com aqueles que comiam menos.
Para saber mais sobre as mudanças dietéticas que você pode fazer para prevenir diabetes tipo 2 (ou controlá-lo, se tiver), PROCURE UM NUTRICIONISTA
011 960808728 POSSO AJUDAR VC OU SUA FAMILIA

06/07/2013

O que é irisina e por que ela é considerada um novo alvo para o tratamento da obesidade e diabetes?

A irisina é um peptídeo secretado pelo tecido muscular, que foi descoberto recentemente, em janeiro de 2012, por Bostrom e colaboladores da Universidade de Harvard. O gene que codifica a irisina foi denominado FNDC5 (do inglês, fibronectin type III domain containing 5).

Os pesquisadores descobriram que durante o exercício físico ocorre o aumento da proteína PGC1-alfa (do inglês, peroxisome proliferator-activated receptor γ coactivator1-alfa), que estimula a síntese de irisina pelo músculo. A irisina chega, então, ao tecido adiposo branco para estimular a produção da proteína desacopladora-1 (UCP-1, também conhecida como termogenina), transformando o tecido adiposo branco (cuja principal função é o armazenamento de gordura) em tecido adiposo marrom, que tem como principal função a atividade termogênica.

O fato de a irisina transformar o tecido adiposo branco em marrom tem ganhado bastante atenção por diversos cientistas do mundo. O tecido adiposo marrom está relacionado com redução da adiposidade global e menor susceptibilidade para o ganho de peso em humanos. Assim, o tecido adiposo marrom adquiriu relevância devido seu potencial contra a obesidade e doenças associadas, como o diabetes tipo 2.

Em estudo realizado em camundongos sedentários, obesos e com sintomas de pré-diabetes, pesquisadores injetaram pequenas doses de irisina. Após dez dias, os animais tiveram os níveis sanguíneos de glicose e insulina normalizados, além da perda de peso. Estudos experimentais subsequentes demonstraram que a irisina aumentou o gasto energético total, aumentou a expectativa de vida, reduziu o peso corporal e melhorou a resistência à insulina.

Entretanto, esses efeitos promissores ainda devem ser confirmados em estudos com seres humanos para que se possa identificar a irisina como um novo alvo para o tratamento da obesidade e suas comorbidades.
Fonte: site Nutritotal

18/06/2013

PORQUE SUPLEMENTAR?
"As proteínas solúveis do soro do leite apresentam um excelente perfil de aminoácidos, caracterizando-as como proteínas de alto valor biológico. Possuem peptídeos bioativos do soro, que conferem a essas proteínas diferentes propriedades funcionais. Os aminoácidos essenciais, com destaque para os de cadeia ramificada, favorecem o anabolismo, assim como a redução do catabolismo protéico, favorecendo o ganho de força muscular e reduzindo a perda de massa muscular durante a perda de peso. O alto teor de cálcio favorece a redução da gordura corporal, por mecanismo associado ao hormônio 1,25 (OH)2D. Melhoram, também, o desempenho muscular, por elevarem as concentrações de glutationa, diminuindo, assim, a ação dos agentes oxidantes nos músculos esqueléticos. Exercem papel importante na saúde humana, como, por exemplo, no controle da pressão sanguínea e como agente redutor do risco cardíaco. Além disso, as proteínas do soro têm sido muito utilizadas pela indústria de alimentos, em diferentes áreas. Novos estudos in vivo e epidemiológicos são necessários para avaliar a real eficácia de seus componentes. O enriquecimento de alimentos com as proteínas do soro, como bebidas, por exemplo, facilitaria seu consumo e o estudo em grandes grupos populacionais. "

18/06/2013

"Nos últimos anos, pesquisadores têm estudado os efeitos da alimentação e dos nutrientes sobre alterações do humor. O foco dessas pesquisas tem sido avaliar os efeitos da serotonina, um neurotransmissor produzido pelo cérebro que está diretamente relacionado às alterações de humor e ao estresse. Sob condições de estresse crônico, a produção exacerbada de serotonina pode resultar em depleção da mesma, via redução do triptofano, seu precursor, causando diminuição da sua atividade e, como conseqüência, alterações de humor e aparecimento da depressão."

Endereço

EStrada DE ITAPECERICA, 1809
São Paulo, SP
05835005

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