Silvia Cavicchioli - Efeito Papoula

Silvia Cavicchioli - Efeito Papoula Silvia Cavicchioli, psicóloga por formação e terapeuta por dom e por amor ao ser humano. Minha experiência de consultório alega que sim.

Eu sou Silvia Cavicchioli, psicóloga por formação e terapeuta por dom e por amor ao ser humano. O Efeito Papoula é um projeto, uma técnica terapêutica, uma ferramenta de trabalho criada por mim com base na minha experiência de vida e de clínica, com o objetivo de minimizar o analfabetismo afetivo, tendo como foco o uso da inteligência para se viver o melhor que a vida pode proporcionar, tornando o ser humano melhor para si mesmo. Como nasceu o Efeito Papoula
Sabe quando você está sentado no jardim, respirando aquele cheiro de grama cortada, de cara com um sabiá e um bem te vi praticar a magia de te encantar o olhar? Pois é.... Neste estado de espirito e neste senso de acolhimento que me brotou o desejo de criar um projeto que unisse a beleza da vida com o trabalho que faço que é ser terapeuta. Com tantos anos de psicologia em mim, creio que a receita para desvendar os mistérios do equilíbrio e da felicidade estão nas coisas simples, mas de profunda inteligência. E esses sentimentos inteligentes como sucesso, felicidade e realização não são os mais almejados tanto pelos corações aflitos como também pelos que já os conquistaram? Hoje, a meta é ensinar, encantar, tocar, ou simplesmente reciclar no coração de quem procura um aconselhamento ou terapia a força da inteligência dos sensos que reconheço como Efeito Papoula. A vida não teria me dado um jardim, um jardineiro ou pássaros encantados só por causa dos meus lindos olhos, mas talvez, simplesmente por existir um jeito sensível de ver a vida e poder senti-la no seu próprio bem e no bem de cada um. O Efeito Papoula, essa terapia breve, encanta, abraça, alimenta e cura. Um terapeuta é um facilitador e o Efeito Papoula é a ferramenta para chegarmos lá.

17/12/2025

Às vezes, tudo o que cabe entre duas pessoas não precisa ser dito.

Um abraço verdadeiro carrega pedidos de desculpa, acolhimento, saudade, perdão, presença.
Ele sustenta silêncios que as palavras não alcançam.

No fim de ano, os abraços se multiplicam. Mas nem todos têm o mesmo peso.
Há o abraço automático, social, quase protocolar.
E há aquele que para o tempo.
Que reconhece a história do outro.
Que diz: eu te vejo, eu estou aqui, você importa.

Que a gente não abrace apenas por costume.
Que abrace com intenção.
Com presença.
Com verdade.

Porque um abraço com signif**ado pode ser o que alguém precisa para fechar um ciclo…
ou para começar outro.

🌺 No Efeito Papoula, o cuidado começa exatamente aí: na presença humana, no acolhimento real, antes de qualquer técnica.

Há processos que não se iniciam com palavras, mas com um espaço seguro onde alguém pode, finalmente, relaxar.

Às vezes, isso já é o início da cura.

🎥 Vídeo Repost: da

Silvia Cavicchioli
Efeito Papoula – Alfabetização Afetiva & Inteligência Intrapessoal
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12/12/2025

✨ “Pela primeira vez, eu me senti orgulhoso de mim como pessoa.”

A fala do Edu revela algo que muitas vezes esquecemos: pessoas que aparentam sucesso, leveza e alegria também carregam histórias profundas, emoções complexas e traumas silenciosos. Nenhuma conquista externa anula o que acontece internamente.

E traz também uma situação muito presente nas sessões de terapia: a dificuldade de reconhecer valor pessoal para além dos papéis que desempenhamos, pois, muitas pessoas aprendem a validar a própria existência apenas quando estão “funcionando” — produzindo, performando, entregando. Quando não se tem isso, surge a sensação de não saber quem se é, ou de não ser “suficiente” como pessoa comum.

É por isso que fortalecer a predisposição para buscar terapia é tão importante. Reconhecer que você precisa de cuidado — e permitir-se recebê-lo — já é um movimento terapêutico em si. O trauma, de forma geral, não está fora de você; ele se imprime na sua experiência, nos seus padrões, nas narrativas que você construiu para sobreviver.

E é na relação terapêutica que esses conteúdos podem, aos poucos, ser vistos, nomeados e transformados.

No Efeito Papoula, trabalhamos exatamente esse nível de profundidade: desvendamos, com acolhimento e segurança, camadas que muitas vezes foram escondidas por anos. É um processo que permite que a pessoa se supere — não por força, mas por compreensão, compaixão e reorganização interna.

O impacto dessa fala reforça como seria mais leve se todos pudéssemos atravessar nossos próprios processos com o apoio adequado. Com um terapeuta ou um espaço que ofereça acolhimento real, presença e a possibilidade de ser quem se é, sem precisar performar nada.

Porque cura não acontece no isolamento — acontece no encontro.

👉 Se essa reflexão fez sentido, o Efeito Papoula pode ser um lugar seguro para começar a olhar para a sua história com mais cuidado.
Vídeo: - “Papo de Segunda” da GNT de 09/12

Silvia Cavicchioli
Efeito Papoula – Alfabetização Afetiva & Inteligência Intrapessoal
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05/12/2025

As nossas Oficinas Efeito Papoula & Aquarela seguem florescendo — e 2026 vem com novos encontros, novas cores e novos caminhos para quem deseja se cuidar por dentro e por fora. 🌺🎨

Em parceria com a artista Fátima Scartezini – , seguimos unindo a sensibilidade da arte com a profundidade do Efeito Papoula: um espaço onde as emoções ganham forma, voz e cor.

Aqui, você não precisa saber desenhar. Só precisa chegar — com vontade de se conhecer, de respirar diferente e de deixar a aquarela dizer aquilo que às vezes a gente não consegue colocar em palavras.

✨ Para adultos
Efeito Papoula & Aquarela – As Cores das Emoções
Encontros para quem deseja fortalecer a autoestima, ampliar o autoconhecimento e se reconectar consigo a partir da arte e da escuta emocional.

✨ Para jovens a partir de 10 anos
Minha Voz em Cores – Aquarela & Efeito Papoula
Uma proposta lúdica, acolhedora e criativa para ajudar crianças e adolescentes a compreenderem suas emoções e desenvolverem segurança emocional.

🗓 Novas turmas já abertas:
📍 Quinta-feira – 18h30 às 21h
📍 Sexta-feira – 09h30 ao meio-dia | 14h30 às 17h
📍 Sábado – 09h30 ao meio-dia

E, se nenhum desses horários funcionar para você, me escreva: estamos avaliando a abertura de novas turmas conforme a demanda.

O convite está feito! Qual horário conversa melhor com o seu tempo e com o seu coração?

Me envie uma mensagem pelo direct ou no WhatsApp (11) 99406-3717 e vamos juntos encontrar o grupo ideal para você. 🌷✨

Silvia Cavicchioli
Efeito Papoula – Alfabetização Afetiva & Inteligência Intrapessoal

28/11/2025

Recebi esse vídeo pelo WhatsApp (não sei o autor. Se alguém souber me indique, por favor, para eu dar os devidos créditos), e ele me trouxe uma reflexão que quero compartilhar com vocês.

Às vezes, a gente não percebe, mas desistir também é um tipo de luto. Não porque algo “acabou”, mas porque uma parte de você deixou de existir naquele instante.

Quando você abandona um sonho, o cérebro registra como perda. Aquele futuro que você imaginou, na sua cabeça, era uma vida possível. E perdê-la machuca de um jeito silencioso: cansaço, apatia, falta de motivação. E isso não é preguiça. É o seu corpo tentando reorganizar o que sobrou depois da queda.

Mas existe um detalhe terapêutico que as vezes passa despercebido: o mesmo cérebro que sofre com o que você deixou ir é o que acende novas rotas quando você escolhe recomeçar.

Propósitos pequenos, passos tímidos, vontades que renascem devagar. Tudo isso reacende conexões que estavam adormecidas. É como dizer internamente: “ainda há vida aqui.”

Então, quando você sentir que perdeu mais do que um sonho, lembra-se: o luto é pelo que você acreditava que poderia ser. Mas o futuro, ainda está disponível para ser reconstruído. No seu tempo. No seu ritmo. Na sua verdade.

Se esse texto fez sentido pra você, compartilhe com alguém que também precise reencontrar o caminho.

Silvia Cavicchioli
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24/11/2025

O vídeo da psicanalista traz uma verdade importante: amor maduro não é sobre intensidade, é sobre RESPONSABILIDADE AFETIVA, esse conceito, cada vez mais presente na psicologia relacional, que fala sobre a importância de assumir uma postura consciente em relação aos sentimentos do outro: é cuidar, escutar, apoiar, mesmo quando não é conveniente, mesmo quando é difícil, principalmente quando a vida exige mais de nós.

Presença nos momentos difíceis: No amor maduro, a parceria aparece quando a vida aperta. Essa presença gera segurança emocional e é um fator de proteção para a saúde mental.

Empatia ativa: Não é só “sentir pena”: é se colocar no lugar do outro e agir para aliviar o sofrimento — emocional ou prático.

Resiliência relacional: Relações saudáveis não fogem da dor; crescem com ela. Responsabilidade afetiva é não desistir na primeira crise, mas enfrentar juntos.

Identidade preservada: O “nós” não anula o “eu”. Cada um mantém sua individualidade enquanto cuida do bem-estar do outro. É equilíbrio, não fusão.

Compromisso ético: Amar bem é uma escolha diária: respeito, cuidado e suporte mútuo. É mais ética do que romantização.

Crescimento mútuo: Desafios compartilhados aprofundam o vínculo. Trazem compaixão, aprendizado e reconstrução conjunta.

Impacto na saúde mental: Relacionamentos seguros reduzem ansiedade, fortalecem a regulação emocional e diminuem o isolamento.

Amor maduro é empatia ativa, parceria real e compromisso emocional.
É quando o “eu e você” vira “nós”, sem perder a individualidade.
É o amor que não foge nos momentos difíceis, mas se fortalece neles.

👉 O que esse vídeo te faz refletir sobre suas formas de amar e ser amado?

Silvia Cavicchioli
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14/11/2025

✨ Medicina e Fé ✨

Em março de 2025, o Conselho Federal de Medicina (CFM) criou a Comissão de Saúde e Espiritualidade, reconhecendo oficialmente algo que muitos profissionais da saúde — inclusive nós, psicólogos — já percebemos na prática: a espiritualidade, a fé e os valores pessoais têm um impacto real no processo de cura, na prevenção do adoecimento e na forma como cada pessoa enfrenta a dor.

O tema foi destaque no I Fórum da Comissão de Saúde e Espiritualidade do CFM, realizado em setembro de 2025, que reuniu pesquisadores e médicos para discutir como construir diretrizes clínicas que integrem ciência e espiritualidade de maneira ética e responsável.

🍃 Como terapeuta, vejo isso como um avanço imenso. A psicoterapia também é um espaço onde o sentido, a fé e a conexão com algo maior podem ser ferramentas de transformação.
Nem sempre falamos de religião — falamos de signif**ado, propósito, esperança. E tudo isso tem poder terapêutico.

No corte que compartilho hoje, do podcast Conversa em Família com Tassos Lycurgo ( ) e o Dr. Paulo Porto Melo ( ), essa relação entre medicina, espiritualidade e o poder da fé é abordada de forma profunda e inspiradora.

🕊️ Que possamos continuar construindo pontes entre mente, corpo e espírito — e reconhecendo que cuidar da saúde também é cuidar da alma.

Silvia Cavicchioli
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06/11/2025

Li uma matéria na coluna VivaBem, da UOL, que me provocou uma reflexão profunda — não apenas como leitora, mas também a partir dos atendimentos que realizo.

O texto abordava as consequências emocionais de dois tipos de término muito comuns hoje: ser rejeitado de forma direta (o “pé na bund@”) ou simplesmente ser ignorado, sem explicações — o chamado ghosting.

Ambos machucam. Mas o silêncio sem explicação costuma deixar feridas mais profundas. Isso porque, quando alguém simplesmente desaparece, não há um ato simbólico de encerramento. A mente f**a presa no vazio, tentando entender o que aconteceu.

🧠 Do ponto de vista psicológico, o ghosting prolonga o sofrimento porque impede o fechamento emocional. A pessoa rejeitada f**a em um estado de alerta constante, alimentando dúvidas e fantasias — “será que fiz algo errado?”, “será que ainda vai voltar?”.

Esse tipo de ambiguidade reativa memórias inconscientes de abandono, toca em feridas antigas ligadas à exclusão e desamparo, e mantém o sistema de alerta emocional ligado por mais tempo.

Já a rejeição direta, por mais dolorosa que seja, traz uma palavra que encerra. Permite o início do luto, da reorganização interna e, portanto, da cura.

💬 Desaparecer sem explicações é uma forma de evitar o desconforto, fugir do confronto e negar o impacto emocional no outro.

Mas quem é deixado no silêncio não precisa buscar respostas em quem sumiu. A cura começa quando o olhar se volta para dentro — para o próprio valor, para os vínculos reais e para o recomeço.

✨ Dar nome ao que sentimos é o primeiro passo para se libertar do que ainda dói.

👉 E você, já viveu algo parecido? Como encontrou o seu fechamento emocional? Compartilhe nos comentários — sua experiência pode ajudar alguém a se curar também.

Silvia Cavicchioli
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30/10/2025

O que vc acha desse texto:

✨ Ontem foi o último encontro do ano do Grupo Efeito Papoula & Aquarela — e que jornada linda foi essa! 🌷

Quando começamos, ninguém ali sabia desenhar. Havia timidez, curiosidade e um certo friozinho na barriga. Mas, entre taças de vinho, boa música e o jeito doce da Fafi de conduzir, fomos nos soltando, rindo, experimentando, deixando a água e a tinta mostrarem o caminho.

O resultado? Um grupo que se descobriu capaz de criar, de fluir e de se expressar através da arte — sem pressa, sem pressão, só com presença e prazer. 💧🎨

Gratidão imensa a cada participante pela entrega, pela leveza e por fazer desse espaço algo tão vivo e afetivo.

💌 E pra quem ficou com vontade de viver essa experiência:
as inscrições para o novo grupo Papoula de Aquarela estão abertas!
Não precisa saber desenhar — só ter vontade de se permitir.
Vem brindar com a gente arte, vinho e boas risadas. 🍷💫

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Silvia Cavicchioli
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23/10/2025

Nem sempre é fácil encarar a verdade — mas é sempre o começo da cura.

Eu acredito que a verdade não dói. O que realmente machuca é viver fora dela.
Esse trecho do filme O Mínimo para Viver me fez pensar no quanto o sofrimento cresce quando a gente tenta sustentar o que não é real, quando foge de si mesmo pra caber em algo que não faz sentido.

Viver negando o que é, tentando sustentar o que não existe, é o que adoece. É o que alimenta as neuroses, os distúrbios, a sensação constante de vazio.

A verdade não é cruel, ela reorganiza.
Ela te devolve pra tua própria vida, para o que é possível dentro da tua história.
Quando a gente se permite enxergar com honestidade, surgem novas possibilidades — e um caminho mais leve, mais genuíno, mais nosso.

Negar o que é verdadeiro é adoecer.
Trabalhar a verdade é se curar.

✨ Você sente que tem vivido a sua verdade?

Silvia Cavicchioli
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17/10/2025

Recentemente, em uma viagem em família, e com a chegada do meu primeiro neto, algo me tocou profundamente. Talvez pela ternura dos reencontros, ou pelas novas emoções, mas percebi, com uma clareza diferente, como é essencial aprender a ler as emoções nos rostos das pessoas.

Não se trata de adivinhar pensamentos — isso seria impossível. Falo de algo mais sutil, mais verdadeiro: a capacidade de perceber a emoção que o outro carrega, mesmo quando ele tenta disfarçar. Uma expressão nos olhos, o modo de sorrir, a pausa antes de responder... tudo comunica. E quando aprendemos a observar com o coração atento, começamos a compreender o que está vivo no outro.

É quase uma forma de telepatia, mas não aquela que atravessa distâncias mentais — é a telepatia da alma.
Aquela que nasce da presença emocional, do olhar que enxerga o sentimento por trás da palavra, do gesto, do silêncio. Mas há um segredo: ninguém consegue ler o outro se não tiver aprendido, antes, a ler a si mesmo.

Saber fazer essa leitura emocional é mais do que um exercício de sensibilidade — é um caminho de autenticidade e proteção emocional. Quando aprendemos a reconhecer de fato o que o outro sente, deixamos de ser enganados por aparências, por discursos ou gestos vazios. Passamos a ver o outro de forma inteira — sem ilusões, sem máscaras. E esse é um passo imenso em direção à maturidade emocional.

No Efeito Papoula, falamos muito sobre isso. Porque viver de forma plena não é viver sem emoções — é saber dialogar com elas. É conhecer os próprios movimentos internos para conseguir, com clareza e empatia, compreender o movimento emocional do outro.

✨ Se esse tema ressoou em você, talvez seja hora de olhar com mais carinho para as suas próprias emoções.
Fale comigo!

Silvia Cavicchioli
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