Dr. Rodrigo Ferrarese

Dr. Rodrigo Ferrarese Médico ginecologista e obstetra. Atendimento em ginecologia regenerativa, uroginecologia, laser, videocirurgia e histeroscopia. CRMSP 149403
RQE 70017

Você trata, melhora… e poucas semanas depois, lá está ela de novo: a infecção urinária. 😣Acredite, isso acontece com mui...
01/12/2025

Você trata, melhora… e poucas semanas depois, lá está ela de novo: a infecção urinária. 😣

Acredite, isso acontece com muito mais mulheres do que se imagina — e há boas explicações pra isso.

👉 As infecções urinárias recorrentes podem estar ligadas a vários fatores, como:

🔹 Anatomia feminina – a uretra é curta e próxima ao â**s, facilitando a entrada de bactérias;

🔹 Relações se***is – principalmente quando não se urina logo depois;

🔹 Uso de espermicidas ou diafragma;

🔹 Baixa ingestão de água;

🔹 Higiene íntima inadequada (como se limpar de trás para frente);

🔹 Menopausa – a queda do estrogênio altera a mucosa vaginal e deixa a região mais suscetível a infecções.

💡 O que vocês precisam saber: repetir o mesmo antibiótico sem fazer exame de urina pode atrapalhar o tratamento.

Isso porque a cistite nem sempre é causada pela mesma bactéria — e sem identif**ar o agente certo, o remédio pode não funcionar. O ideal é investigar, confirmar o tipo de bactéria e, se necessário, adotar outras estratégias preventivas, como probióticos, laser íntimo ou reposição local de estrogênio.

E como se prevenir? Aposte nesse trio:

💧 Beber bastante água
🚻 Não segurar o xixi
👩‍⚕️ Manter consultas regulares com o ginecologista

💬 E você, já teve infecção urinária recorrente? O que te ajudou a controlar?

Um beijo,

Dr. Rodrigo Ferrarese
Ginecologista e obstetra
CRMSP 149403 | RQE 70017

drrodrigoferrarese.com.br

Você trata, melhora… e poucas semanas depois, lá está ela de novo: a infecção urinária. 😣Acredite, isso acontece com mui...
01/12/2025

Você trata, melhora… e poucas semanas depois, lá está ela de novo: a infecção urinária. 😣

Acredite, isso acontece com muito mais mulheres do que se imagina — e há boas explicações pra isso.

👉 As infecções urinárias recorrentes podem estar ligadas a vários fatores, como:

🔹 Anatomia feminina – a uretra é curta e próxima ao â**s, facilitando a entrada de bactérias;

🔹 Relações se***is – principalmente quando não se urina logo depois;

🔹 Uso de espermicidas ou diafragma;

🔹 Baixa ingestão de água;

🔹 Higiene íntima inadequada (como se limpar de trás para frente);

🔹 Menopausa – a queda do estrogênio altera a mucosa vaginal e deixa a região mais suscetível a infecções.

💡 O que vocês precisam saber: repetir o mesmo antibiótico sem fazer exame de urina pode atrapalhar o tratamento.

Isso porque a cistite nem sempre é causada pela mesma bactéria — e sem identif**ar o agente certo, o remédio pode não funcionar. O ideal é investigar, confirmar o tipo de bactéria e, se necessário, adotar outras estratégias preventivas, como probióticos, laser íntimo ou reposição local de estrogênio.

E como se prevenir? Aposte nesse trio:

💧 Beber bastante água

🚻 Não segurar o xixi

👩‍⚕️ Manter consultas regulares com o ginecologista

💬 E você, já teve infecção urinária recorrente? O que te ajudou a controlar?

Um beijo,

Dr. Rodrigo Ferrarese
Ginecologista e obstetra
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Pois é, aquela ardência ao fazer xixi às vezes NÃO é infecção urinária! 🚫💧Embora a cistite (infecção da bexiga) seja a c...
01/12/2025

Pois é, aquela ardência ao fazer xixi às vezes NÃO é infecção urinária! 🚫💧

Embora a cistite (infecção da bexiga) seja a causa mais comum, existem outras condições que podem provocar a mesma sensação de desconforto, e é importante saber diferenciá-las.

👉 Possíveis causas além da infecção urinária:

🔹 Irritação vaginal ou vulvar – causada por sabonetes íntimos, roupas apertadas ou produtos perfumados.

🔹 Vaginite ou corrimentos – como candidíase e vaginose bacteriana.

🔹 Infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) – clamídia e gonorreia podem causar sintomas semelhantes.

🔹 Atrofia vaginal – comum após a menopausa, por queda dos hormônios.

🔹 Desidratação – urina mais concentrada pode irritar a bexiga e a uretra.

⚠️ Pr isso, nada de se automedicar com antibióticos.

O ideal é fazer exame de urina e avaliação médica para descobrir a causa exata e tratar corretamente.

💬 Quem aqui tem infecção urinária recorrente? Em breve tem post sobre isso também =)

Um beijo,

Dr. Rodrigo Ferrarese
Ginecologista e obstetra
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Seja por vontade, efeitos colaterais ou planos de gravidez, você decidiu parar de tomar a pílula.E agora — o que acontec...
20/11/2025

Seja por vontade, efeitos colaterais ou planos de gravidez, você decidiu parar de tomar a pílula.

E agora — o que acontece com seu corpo? 💊

Bom, antes de tudo, vamos derrubar um mito (infelizmente bem comum): o de que a pílula prejudica a fertilidade, especialmente quando usada por muitos anos.

❌ Isso não é verdade.

🩺 Agora sim, vamos às mudanças que de fato podem acontecer nas primeiras semanas ou meses depois que você para:

🔹 Ciclo menstrual irregular – o corpo volta a produzir hormônios naturalmente, e o ciclo pode demorar um pouco para se estabilizar.

🔹 Alterações na pele e no cabelo – algumas mulheres percebem mais oleosidade ou acne, já que os hormônios sintéticos deixam de controlar essas glândulas.

🔹 Mudanças no fluxo e nas cólicas – se a pílula era usada para aliviar sintomas, eles podem reaparecer por um tempo.

🔹 Aumento da libido – para algumas mulheres, o desejo sexual retorna ou f**a mais intenso após a suspensão.

🔹 Fertilidade – como eu disse, ela não é afetada. Pode voltar já no primeiro mês sem pílula, mas também pode levar alguns ciclos para se normalizar.

⚠️ O ideal é conversar com o ginecologista antes de parar — não só para tirar dúvidas, mas também porque, dependendo do motivo, pode ser necessário acompanhar o ajuste hormonal, tratar sintomas ou escolher outro método contraceptivo.

💬 E você, já parou de tomar a pílula alguma vez? Como o seu corpo reagiu?

Um beijo,

Dr. Rodrigo Ferrarese
Ginecologista e obstetra
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Nem toda mulher com endometriose pode — ou quer — usar hormônios. E tá tudo bem. 💛O tratamento hormonal costuma ser o ma...
18/11/2025

Nem toda mulher com endometriose pode — ou quer — usar hormônios. E tá tudo bem. 💛

O tratamento hormonal costuma ser o mais indicado porque ajuda a reduzir a dor e controlar o avanço das lesões. Mas existem situações em que o uso é contraindicado (como em casos de trombose, algumas doenças hepáticas ou efeitos colaterais intensos), ou quando a paciente simplesmente prefere outras opções.

💡 Nesses casos, o foco passa a ser o controle dos sintomas e da inflamação, e há diferentes caminhos possíveis:

🔹 Fisioterapia pélvica – ajuda a aliviar dores e melhorar a função muscular.

🔹 Alimentação anti-inflamatória – reduzir o consumo de ultraprocessados, açúcar e álcool pode fazer diferença real.

🔹 Atividade física regular – melhora o humor, a circulação e o equilíbrio hormonal natural.

🔹 Analgesia e controle da dor – com acompanhamento médico.

🔹 Terapias complementares – como acupuntura e técnicas de relaxamento.

Como eu sempre digo, cada mulher é única, e o tratamento deve ser feito sob medida — e com o objetivo de melhorar de verdade a qualidade de vida, e não apenas “controlar o ciclo”.

💬 Qual a sua dúvida sobre endometriose? Deixe nos comentários =)

Um beijo,

Dr. Rodrigo Ferrarese
Ginecologista e obstetra
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15/11/2025

Enfim, vamos tirar um peso das costas dos muitos que as mulheres já carregam. Repor hormônio não é aquele vilão que sempre assustou vocês!

13/11/2025

Não faça cirurgia íntima apenas por fazer, por modismo ou porque alguém acha que você precisa.

Uma cirurgia só deve ser feita com indicação e a cirurgia íntima não é diferente.

Não vamos banalizar algo tão sério!

O que você pensa sobre esse assunto?

Um beijo,

Dr. Rodrigo Ferrarese

Médico Ginecologista e obstetra

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Descansar é preciso! Esse ano, as férias escolhidas foram com a família! Viajei com minha mãe para encontrar meus primos...
01/11/2025

Descansar é preciso!
Esse ano, as férias escolhidas foram com a família! Viajei com minha mãe para encontrar meus primos, que moram em outro país. Foram dias incríveis, com muito descanso e diversão. Logo mais volto para estar mais presente com vocês aqui!
E você, já programou seu descanso esse ano?

Com o passar do tempo, o corpo da mulher passa por várias mudanças — e a região íntima também sente esses efeitos.A cham...
24/10/2025

Com o passar do tempo, o corpo da mulher passa por várias mudanças — e a região íntima também sente esses efeitos.

A chamada “flacidez vaginal” pode acontecer por diferentes motivos: envelhecimento natural e queda de colágeno, pós-parto, perda de peso acentuada, alterações hormonais da menopausa e até fatores genéticos.

E aí vem a dúvida: exercícios conseguem resolver? 🤔

👉🏼 Os exercícios do assoalho pélvico, como os de Kegel, são ótimos para fortalecer os músculos da região íntima. Eles ajudam no controle da urina, reduzem a sensação de peso pélvico e ainda podem melhorar a resposta sexual.

✨ Mas… é importante lembrar: esses exercícios não mudam a pele ou o volume dos grandes lábios. Então, quando a queixa está ligada à aparência ou à redução de colágeno, podem ser indicados outros tratamentos, como laser íntimo, bioestimuladores de colágeno ou preenchimento com ácido hialurônico.

Ou seja: exercícios ajudam muito em alguns aspectos, mas nem sempre são a resposta completa. O ideal é conversar com um ginecologista para avaliar seu caso e indicar o que pode trazer mais resultados. Isso, claro, se a flacidez é algo que a incomoda.

💬 Quem conhece os exercícios de Kegel ou já tentou praticar?

Um beijo,
Dr. Rodrigo Ferrarese
Ginecologista e obstetra
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Essa é uma dúvida super comum — e a resposta é: não existe uma regra única para todas as mulheres.O que acontece é que a...
22/10/2025

Essa é uma dúvida super comum — e a resposta é: não existe uma regra única para todas as mulheres.

O que acontece é que a forma de fazer a troca depende de alguns fatores:

🔹 O tipo de anticoncepcional que você está usando hoje (pílula combinada, minipílula, etc.)

🔹 O método para o qual você quer mudar

🔹 O seu ciclo menstrual e como ele está regulado

🔹 O objetivo principal da troca (prevenção de gravidez, melhora de determinados sintomas, ajuste hormonal…)

Em alguns casos, é possível trocar no meio da cartela sem comprometer a eficácia do método. Em outros, pode ser mais seguro esperar terminar a cartela ou até mesmo iniciar o novo método junto com uma proteção extra, como a ca*****ha, nos primeiros dias.

⚠️ Por isso, o ideal é não decidir sozinha. Cada corpo reage de um jeito e a troca precisa ser orientada por um ginecologista para evitar falhas na proteção ou efeitos colaterais indesejados.

👉🏼 Quem aqui já precisou trocar de anticoncepcional alguma vez? Como foi a experiência?

Um beijo,
Dr. Rodrigo Ferrarese
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