06/03/2026
A osteoporose é chamada de “doença silenciosa” porque pode evoluir por anos sem sintomas — e, muitas vezes, o primeiro sinal é justamente uma fratura.
Fraturas por fragilidade (como a do fêmur) podem gerar imobilização prolongada e consequências importantes para a saúde global, especialmente em pessoas idosas. Por isso, a abordagem ideal é prevenção + rastreio.
O médico pode avaliar risco e solicitar a densitometria óssea, que costuma ser indicada principalmente para mulheres após os 65 anos e homens a partir dos 70, mas pode ser necessária mais cedo em situações como: menopausa (especialmente precoce), história familiar de fratura, uso crônico de corticoides, baixo peso, sedentarismo, tabagismo, deficiência de vitamina D e também em pessoas vivendo com HIV, entre outros fatores.
A boa notícia: há muito o que fazer. Alimentação com cálcio, exposição solar adequada para produção de vitamina D, prática regular de atividade física (com foco em exercícios de força) e redução de fatores de risco são pilares.
Cuidar dos ossos é cuidar do futuro: autonomia, mobilidade e independência.