Regina Favre

Regina Favre Psicoterapia, Pesquisa, Ensino do corpo subjetivo e seus ambientes existenciais.

06/04/2026

8 encontros online oferecidos pela UFSM com Regina Favre (gratuitamente). Quintas das 18h às 19h. Datas: 23 e 30 de abril de 2026 07, 14 e 28 de maio de 2026 04 e 11 de junho de 2026 Vagas limitadas.

“Penso-me como um agente formativo, um profissional que sabe como ativar as forças de continuidade dos corpos, das vidas...
02/04/2026

“Penso-me como um agente formativo, um profissional que sabe como ativar as forças de continuidade dos corpos, das vidas e dos mundos das pessoas ao longo de suas vicissitudes, alguém que sabe lidar com as perdas de oportunidades de formar potência ao longo dos processos de maturação, alguém que sabe conter o amadurecimento de um processo, alguém que sabe como ajudar a desmanchar formas que não conectam mais à vida, alguém que sabe como ativar o prosseguimento em direção aos modos vinculares que consideram ambientes de que somos parte, de modo cada vez mais amplo, do próprio umbigo ao coletivo. Trata-se de um ato físico de presença com sentidos claros que exige limpidez e precisão em sua expressão, um modo de cultivar a própria vida e a vida dos que nos pedem cuidado. Não vamos falar só de cuidado, mas desmembrar essa ação em muitas outras, tais como estar atento, ocupar-se, ceder seu tempo, conversar sobre as questões dessa pessoa ou grupo, olhar, observar, ouvir, entender, imaginar o que cada um vive, interessar-se, compreender como aquele corpo com seus modos de estar no mundo foi construído por uma história de ações contínuas e como esse corpo é produtor de modos e comos, alguns que funcionam e outros que não funcionam, cartografar junto os mundos e a situação presente em que aquele corpo está inserido, explicar para a pessoa seu corpo com seus esquemas de funcionamento excitatório atual face os outros corpos e situações, buscar junto a arqueologia do desenvolvimento daquele corpo, imitar, posturar junto, espelhar, pedir licença para tocar, mostrar com as mãos as consistências dos tecidos daquela estruturação subjetiva, repetir tudo todo o tempo, respeitar limites, não invadir nem exibir poder, manter-se na alteridade. Cada verbo traz consigo a forma e a modulação anatômica de cada comportamento que lhe corresponde”( Do Corpo ao Livro)… estou divulgando a minha clinica em sua especificidade… se puder encaminhar p algumas pessoas agradeço… estou precisando de uma nova onda de pacientes q me renove…

Há 6 anos, 13 de março, começou o horror da pandemia. Tempos depois escrevi:O tempo voaPouco tempo antes da notícia da c...
16/03/2026

Há 6 anos, 13 de março, começou o horror da pandemia. Tempos depois escrevi:

O tempo voa
Pouco tempo antes da notícia da chegada do vírus, talvez em fevereiro de 2020, fiz para um grupo de jovens alunos, TOs, trabalhadores da área da saúde coletiva autonomeado Embriões, um quadro no ovo. O ovo é um quadro branco gigante, oval, na sala do consultório, onde desenho ou desenhava, hesito no tempo verbal, cartografias, somagramas e diagramas para pacientes e alunos. Naquele dia, postei a foto desse desenho no Facebook adicionando a legenda “preparar-se para o que vem’. Bolsonaro e seus ratos já roíam fortemente nossos alicerces e evidentemente tudo tendia a piorar, era a isso a que me referia, mas atirei no que vi e acertei no que não vi. Inimaginável que a piora fosse na proporção que se seguiu.
Alguns dias depois, mais precisamente no dia 16 de março de 2020, uma segunda-feira, ficou evidente que o vírus chegara ao Brasil. Ao longo do dia, arrastei as cadeiras do atendimento clínico individual para perto da janela aberta e telefonei para alguns amigos perguntando como pretendiam lidar com a higiene do consultório... nada impossível, me disseram, desinfetar maçanetas, janela aberta, álcool gel junto da porta de entrada, sem contato físico. Mas quando me vi diante do último paciente do dia, frente à frente, temerosa daquele corpo desconfortável diante de mim, já acuada ao pé da janela, tomei a decisão de não mais voltar. E de fato nunca mais pisei lá. Literalmente. Esses momentos em que tudo muda, em que tudo o que vinha sendo e para o que estávamos organizados desaparece subitamente por buraco negro, são momentos sagrados e a vida com seu mistério se revela para além do nosso adormecimento.
Certamente me foi possível nunca mais voltar lá. A secretária que me acompanhava há mais de vinte anos e que votara comigo em Lula e Dilma, em tempos passados, havia se transmutado em bolsonarista. Essa proximidade num primeiro momento me gerou imensa angústia. Mas, ao longo dos meses que se seguiram a essa revelação, pude ir enxergando melhor a arrogância ética e intelectual da classe média dita esclarecida de que sou parte e que atiça tanta inveja e ódio nessa pequena classe média brasileira conservadora que nos atende direta ou indiretamente. Quando me retirei naquela noite, após a última sessão do dia, desci a pé três quadras da ladeira da mesma rua e entrei no prédio onde está meu apartamento. Ela seguiu sua rotina, saindo de manhã também a pé de sua casa, também no bairro, virando a esquina da rua onde está o prédio do nosso trabalho, mantendo impecavelmente, com absoluta regularidade, o espaço que sempre me ajudou a organizar. Fazia pagamentos, encomendava coisas de que preciso, virtualmente, fazia algumas compras que deixava sobre uma cadeira na porta da minha cozinha, resolvia problemas burocráticos pela internet. Honrava seu salário e não temia o vírus, com a força do seu negacionismo. Nunca mais nos vimos face a face até o dia do acordo da sua saída. Seu bolsonarismo me produzia um estranhamento, um retraimento que não era só o reflexo do corpo evitando, no caso, a contaminação do vírus pela porta entreaberta, mas uma discreta aversão que evitava sentir. Acredito que o mesmo ocorresse com ela.
Aos poucos fomos recuperando pelo whatsapp, sem erros ou mal-entendidos, uma comunicação que foi permitindo de novo o funcionar dos elementos quase invisíveis da vida de uma mulher profissional. Então uma apreciação mútua passou aos poucos a transparecer, na formulação singela do estrito necessário das pequenas mensagens.
A sala grande de grupo tempos depois foi alugada para uma psicanalista de crianças e famílias, amiga, que atendia algumas vezes lá. Isso me confirmou mais uma vez que a vida encontrará sempre maneiras de fazer seus movimentos. Minha amiga guardou a sala para mim até que uma continuidade se apresentasse nessa situação imobilizada para pessoas que como eu não são obrigadas a enfrentar as diversas aglomerações, em moradias, filas ou condução. Naquele presente ao qual me refiro aqui, incubei futuros em casa.
Também criei para aqueles alunos do Grupo Embriões, naquele mesmo dia quase que premonitório, um protocolo que chamei de Corpo, Adaptação, Desejo de Seguir e que passei a aplicar, ensinar e recomendar em todos os ambientes virtuais, onde passei a clinicar individualmente, produzir workshops sobre nossa condição de reféns do virus e ensinar em grupos essa filosofia formativa corporificada. A vida se mudara para o Skype, para o Meet, para o Zoom, para o YouTube, para o Facebook, para o Instagram, para o Vimeo. E, logo a seguir, na chamada para o primeiro workshop virtual com esse título inspirado, escrevi:

“Estamos como quando o famoso meteorito se chocou com a Terra e levantou aquela imensa poeira que obscureceu o sol e extinguiu os dinossauros. Este é o preciso momento de ativar em nós as forças adaptativas guardadas como um segredo em nosso DNA.
Convido para um workshop em que vamos praticar:
1. Mapear nossa vida meio à transformação de condições pela qual passamos.
2. Identificar nossos modos de funcionamento em meio a essa desconfiguração do conhecido.
3. Estudar nossos padrões corporais-emocionais que estão nos impedindo de responder funcionalmente ao problema.
4. Buscar novas formas que permitam maior contato com as forças de continuidade da vida.
5. Praticar o que é mudança
6. Compartilhar experiência
7. Fortalecer nossa capacidade de vínculo ou conexão.
8. Acreditar que não seremos mais os mesmos.
Oito verbos preciosos indicavam ações a serem praticadas conduzindo um processo adaptativo à continuidade da vida e suas vicissitudes. O convite continha também a bela ilustração de um coração aconchegado entre os pulmões que pesquei nas redes sociais, desenhado pelo artista Rodrigo Leão cuja autorização de uso solicitei. A imagem aludia claramente ao perigo de sufocação que nos espreitava com aquela doença para qual ainda não havíamos encontrado meios de nos imunizar. Esse workshop aberto repetiu-se mensalmente durante um bom tempo em que buscávamos a primeira adaptacão a esse novo enquadre de vida.
Nos primeiríssimos momentos do impacto da doença, fiz uma primeira live para o canal do Instagram, Nas Vozes Delas, criado pela linguista e semioticista Carolina Tomasi que me entrevistou e seguiu entrevistando durante toda a pandemia em um programa diário, Mulheres Que Tem O Que Dizer. Ouvi de mim mesma naquele fim de tarde , surpresa, a narrativa dos primeiros passos de uma singela adaptação à vida do lar. Lives começaram a aparecer por todo lado como modos de contato com pessoas ilhadas em seus mundos.
Naquele primeiro mês de profunda desterritorialiação, também assisti a uma live do médico e psicanalista carioca Joel Birman. Pude nesse momento imaginar uma primeira cartografia dessa doença que conhecíamos através dos mundos criados pelas midias e que começaram a nos envolver inteiramente em nosso isolamento. Vislumbrei naquele sábado à tarde, juntamente com um número imenso de internautas, esse novo ambiente que asfixiava a continuidade da vida com seus efeitos sociais e econômicos destrutivos e impensáveis consequências do ponto de vista epidemiológico e psicopatológico. A situacão absurda ali descrita me lembrou a Chave do Tamanho, de Monteiro Lobato, livro que na infância me impressionou de tal modo que posso me lembrar dele até hoje em detalhe.
Emília, a boneca rebelde, aborrecida com o horror da Segunda Guerra Mundial de que tinha notícias pelas conversas com Dona Benta e seus netos no Sitio do Picapau Amarelo, imaginou que deveria existir em algum lugar uma casa onde estariam as chaves que regulassem os acontecimentos do mundo. Tomou uma pitada do pó do famoso Pirlimpimpim, invenção do Visconde de Sabugosa, e emergiu na tal casa das chaves que parecia uma antiga estação de trem do interior paulista daqueles tempos, abandonada e envolta em bruma. Bem no alto de uma parede estavam, de fato, várias chaves do tipo alavanca porém sem nenhuma indicação. Pensou que ali, entre as muitas chaves deveria estar certamente a chave que regulasse a guerra. Aspirou então outra pitada do pó que a fizesse subir até uma das chaves que intuiu ser a chave da guerra e se pendurou nela. E, de repente, viu-se coberta por um monte de pano, que entendeu depois ser o seu vestido, como se um toldo de circo desabasse sobre ela. Ao longo do livro, vamos descobrindo que ela havia baixado a chave que regulava o tamanho dos corpos, e não a chave da guerra como pretendia, e que todos os corpos humanos e meio humanos como o dela, boneca, haviam se reduzido radicalmente no mesmo instante ao tamanho de um gafanhoto, digamos. E se inicia aí uma aventura de instauração de uma nova vida e de uma nova sociedade onde os gatos domésticos famintos, por exemplo, passam a caçar humanos como se fossem baratas, onde acampamentos começam a se instalar junto de torneiras de jardim que pingam. Assim me pareceu estarmos. Logo em seguida aceitei que por um bom tempo essa seria nossa vida. E migrei com pacientes, alunos e grupos para o mundo virtual, buscando apoiada pelo formativo, dar corpo à nova experiência.

28/02/2026
texto novo no site www.laboratoriodoprocessoformativo.com ... clique em cima e vá no destaque... para ler devagar degust...
23/02/2026

texto novo no site www.laboratoriodoprocessoformativo.com ... clique em cima e vá no destaque... para ler devagar degustando os conceitos

Anotações dos conceitos de Keleman by Favre, feitas ao longo da história do Laboratório e da prática de grupos que ajudam a viver a anatomia dentro do seu estágio maturacional, história, subjetividade.

29/01/2026

Para quem quer saber o que é ser um corpo no mundo.

Stanley Keleman diz, em sua linguagem biológica contemplativa, que vivemos dentro de um oceano orgânico, uma manta viva chamada biosfera e que, como sistemas vivos, nós, organismos, fazemos a mesma coisa que a biosfera como um todo: nos estendemos, nos encolhemos, formamos sub-organizações, exa...

02/12/2025

O COMO
(texto produzido por Regina Favre para compor com Flavia Liberman e Glenda Milek em um texto maior sobre um grupo de bordado realizado no departamento de Terapia Ocupacional da UNIFESP, Campus Baixada Santista, a ser publicado na revista Interfaces, UNESP)
Há décadas venho sendo procurada por terapeutas ocupacionais, do campo daqueles profissionais que pensam a terapia ocupacional como arte, clínica e política, entre estes, muitos docentes, muitos trabalhadores da Saúde Publica. Essa afinidade entre o meu campo, do processo formativo, e o campo da terapia ocupacional, foi se desvendando, ganhando consistência e se desdobrando em diferentes situações, composições, projetos e diálogos onde a profunda afinidade e a coincidência de origens foram se condensando em torno da importância total do COMO, no olhar do COMO, na prática do COMO. O COMO é o que importa a ambos os campos. Partimos da ação. Nascemos no mesmo berço do pragmatismo americano no início do século 20 e praticamos a estética da ordinariedade.
John Dewey é um dos três criadores do pragmatismo, juntamente com William James e Pierce. A educação e o aprender para a vida pautam essa filosofia, evidenciando que o fazer e o como fazer são a espinha dorsal dessa filosofia democrática que inspirou inúmeras políticas humanistas nos tempos do governo Roosevelt, tempos prósperos e democráticos. E com esse foco evidencia-se, então, que o coletivo é a ecologia onde corpos desenvolvem suas vidas. Para a ética pragmatista não basta pensar, o coletivo pede uma filosofia prática, encarnada, onde se aprende fazendo o que se faz ( crianças fazendo hortas nas escolas, alunas da UNIFESP bordando). Que se nutra o agir, que se reconheça a diferença, que se compartilhe os modos e os comos, que se cultive conexão, que se amadureça para a cooperação , que se pratique a inteligência coletiva. Essa é a filosofia de Dewey.
Stanley Keleman, geração da Psicologia Humanística americana, desenvolveu nas seis décadas que se seguiram ao seu surgimento no campo das psicoterapias e filosofias somáticas, nos anos 50, quando formatou e apresentou sua filosofia, sua prática somática e sua clínica formativa. Todos sabem que nessa década o corpo se impôs como um campo de estudo e uma infinidade de métodos e teorias emergiram no mercado da educação, da clínica, da filosofia. Distanciando-se da herança de Reich e de todo um campo de terapias e filosofias que honravam a psicanálise, Keleman organizou seu pensamento reconectando-se a sua raiz filosófica americana sobretudo ao pragmatismo de William James. Sua compreensão dos conceitos básicos do pensamento da psicologia de James , fluxo, estrutura, hábito, emoção e vontade, absorvidos de Nina Bull, sua tutora na universidade de Columbia, a neurocientista pesquisadora do comportamento, alicerçaram o que viria a seu o Pensamento Formativo.
O Processo Formativo é o impulso do processo evolutivo planetário que segue em cada corpo no seu processo particular de levar-se adiante no tempo. A Filosofia Formativa de Stanley Keleman mostra como esse desejo de prosseguir se expressa no modo como os corpos geram sempre mais corpo e mais mundo, criando novas conexões com os ambientes e voltando sobre si para ajustar-se e assimilar cada nova forma de funcionamento que emerge em sua continuidade. O Processo Formativo não segue por capítulos pré-determinados, mas impulsiona-se como um alargamento e um aprofundamento do processo de corporificação em curso na situação presente dos corpos que estamos sendo, aqui e agora.
Quando esse grupo de bordado estiver bastante adiantado no tempo , as pessoas poderão se perguntar, por exemplo, como dissolveram a timidez ou a vergonha de se expor em grupo aprendendo algo que não sabiam antes ou como aprenderam a ser mais relaxadas para compartilhar, aprender, ensinar, conviver com pessoas desconhecidas etc etc… como diz Caetano Veloso, "isso é um jeito de corpo". Um corpo para deixar de ser timido, por exemplo, precisa aprender várias operações ou "jeitos de corpo" para conter a excitação dos encontros dentro de si, para firmar melhor suas paredes corporais, para criar uma certa estabilidade interna diante dos outros, para regularizar a respiração, para não se deixar invadir pelas presenças e se perder de si. Tudo isso são jeitos de corpo, manejos de si através de micro movimentos sobre si.
No treino de se apropriar de modos e comos para executar ações várias interpretando-as como à partitura de uma música, novos comportamentos encaminham a continuidade da vida. Cada comportamento é o agenciamento de partituras somáticas, sejam eles práticos ou emocionais. A forma que vemos nos corpos é o COMO se dá sua conexão com o ambiente. COMO, COMO, COMO. Os corpos pedem um pragmatismo radical. Ao mesmo tempo em que lemos o sentido de um acontecimento, das ações e posturas dos corpos envolvidos nele, podemos identificar que se está fazendo para satisfazer o desejo de inclusão, de agir no mundo, de ser agente, de ser capaz de repetir tal ação e incluí-la no seu repertório. Estabilizar comportamentos, desmontar comportamentos, gerar sempre uma nova adaptação ao presente que funcione. COMO? Entre os inúmeros nomes que Keleman atribuiu ao exercicio formativo o mais significativo é Pratica do COMO, isto é, como um corpo configura anatomicamente aquilo que está fazendo, isto é, suas ações. A Anatomia Emocional de Keleman está longe de ser a anatomia das partes tal como foi inventada pelos caçadores, a anatomia de Vesalius ou a chamada "anatomia do açougueiro". Os comportamentos e modos de ser sujeito. nos seus menores detalhes, nos antecedem no que Keleman coincidindo com Felix Guattari, chama de pós-pessoal, têm uma forma clara que se expressa nas leis e nas narrativas. As coreografias das ações não param de se produzir no coletivo e nos jogos do poder. Nossos os corpos podem ser tomados por elas ou intepretá-los como um ator ou um musico interpreta algo de modo singular. O COMO é nosso grande aliado na produção de variação e diferença, nessa brava resistencia à constante captura dos corpos pelas forças dominantes, no campo social onde estamos mergulhados.

Regina Favre - 2024

13/11/2025
L*D e desbunde... origens dos saberes do corpo no Brasil
11/11/2025

L*D e desbunde... origens dos saberes do corpo no Brasil

Nesse "Conversações" eu dialoguei com sobre sua experiência na produção do filme "O Psicodélico" que será exibido no domingo em nosso encontro n...

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