Psicóloga Angélica Cristina Strauss Galvão de Souza

Psicóloga Angélica Cristina Strauss Galvão de Souza Sou Psicóloga formada há mais de 17 anos, atuando na área clínica em várias abordagens. Atendimento para crianças, adolescentes, adultos e idosos.

Pós-graduada em Neuropsicologia, realizando avaliações para diagnosticar transtornos neurocognitivos, transtorno do neuro desenvolvimento como TDAH, TEA, DI, etc.

23/02/2026
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05/02/2026

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GERAÇÃO “TUDO AGORA”: QUANDO FOI QUE A GENTE CONFUNDIU AMOR COM FACILIDADE?Fazem tudo quando querem. Só comem o que gost...
05/02/2026

GERAÇÃO “TUDO AGORA”: QUANDO FOI QUE A GENTE CONFUNDIU AMOR COM FACILIDADE?

Fazem tudo quando querem. Só comem o que gostam.
E daí? “Que mal faz?”

Aos 11 anos já têm rede social. Ganham celular novo como se fosse “direito adquirido”. Fone no ouvido o dia inteiro. Centenas de “amigos” que nunca olharam nos olhos.
E daí? “Que mal faz?”

O problema é que a gente normalizou o atalho. E atalho não cria caráter, cria dependência.
Hoje, se a vida social não for impecável, nem saem. Se não for divertido, não serve. Se exigir esforço, é “trauma”. Se houver limite, é “opressão”.

E olha a terceirização total da criação:
Os pais não precisam brincar, a tela distrai.
Não precisam educar, “alguém” faz.
E daí? “Que mal faz?”

Faz o mal mais silencioso: a criança cresce achando que o mundo existe para obedecer. Que desejo é comando. Que vontade é lei. Que frustração é injustiça.
E ninguém percebe que, muitas vezes, o que a criança mais pede, mesmo sem saber pedir, é um limite. Um “hoje não”. Um “acabou”. Um “agora você vai esperar”.

Aí vem o teatro: todo mundo sob o mesmo teto, sem conversa. Nenhum filme junto, mas selfie de “família perfeita”. O importante é parecer feliz, não é ser. Curtida vira prova de amor.
Pensar virou sofrimento. Refletir parece castigo. Silêncio virou ameaça.

E quando perguntam “o que você quer ser quando crescer?”, a resposta é sempre a mesma: alguém famoso, alguém visto, alguém admirado.
Estudar, se especializar, construir? “Pra quê, se dá pra viralizar?”

Não sabem esperar. Não sabem ouvir “não”. Não sabem perder. Não sabem lidar com frustração.
E quando alguém pergunta de quem é a responsabilidade, vem o truque: “não pode falar disso”. Tudo é delicado, tudo é sensível, tudo é proibido.
Não pode bronca. Não pode tom firme. Não pode consequência. Não pode “não”.

Só que tem uma parte que ninguém consegue cancelar: a realidade.
O mundo não é um aplicativo. Não tem botão de “pular fase”. Não tem entrega para maturidade. E quem cresce sem limite, encontra limite do jeito mais duro, lá fora, quando já é tarde para culpar os outros.

Polêmico é dizer isso? Talvez.
Mais polêmico ainda é continuar fingindo que amor é facilitar tudo.

05/02/2026
A esquizofrenia não "surge" do nada. Ela geralmente mostra sinais anos antes, em um período que chamamos de Fase Prodrôm...
05/02/2026

A esquizofrenia não "surge" do nada. Ela geralmente mostra sinais anos antes, em um período que chamamos de Fase Prodrômica.

🧠 Imagine que nossa mente organiza as informações do mundo como um quebra-cabeça em constante montagem.

Nos sintomas prodrômicos, algumas peças começam a parecer que não se encaixam como antes, ou cores de cenários diferentes se misturam.

Identificar essas pequenas peças é o que permite ajudar a pessoa a reorganizar sua vivência com segurança.

🚩 O "Retraimento" diferente na adolescência
Muitos confundem com a rebeldia típica, mas observe a intensidade:
🔸️O isolamento social: Aquele jovem que era sociável e, de repente, abandona o grupo de amigos e prefere ficar trancado no quarto por semanas, sem interesse em hobbies antigos.
🔸️Queda no rendimento escolar: Uma dificuldade súbita de concentração. Ele lê a mesma página dez vezes e não entende nada.
🔸️ Higiene relaxada: Deixar de tomar banho ou trocar de roupa por dias, demonstrando uma apatia profunda (a "falta de vontade").

🚩 A Percepção se altera na fase adulta
Aqui, o mundo começa a parecer "estranho" ou ameaçador:
🔸️ Pensamentos Mágicos: Uma mulher que passa a acreditar que as cores das roupas das pessoas na rua são mensagens secretas para ela.
🔸️ Desconfiança (Paranoia leve): O homem que começa a achar que os colegas de trabalho estão rindo dele pelas costas ou que o celular está sendo monitorado, sem uma base real.
🔸️ Alterações Sensoriais: Sentir que os sons estão altos demais ou que as cores estão brilhantes de um jeito desconfortável.

💡 Por que observar importa?
É o momento de ouro para intervenção terapêutica e medicamentosa leve, que pode evitar que o quadro evolua para um surto grave.

Se você notar que um filho, aluno ou paciente está "se distanciando" da realidade de forma persistente, não espere o quadro aparecer.

O acolhimento e a avaliação profissional precoce salvam o futuro.
❤️❤️❤️

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