HI Saúde da Mulher

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Você já ouviu falar em uma mulher que engravidou já estando grávida? Ou em gêmeos que nasceram da mesma mãe, mas têm pai...
29/04/2026

Você já ouviu falar em uma mulher que engravidou já estando grávida? Ou em gêmeos que nasceram da mesma mãe, mas têm pais biológicos diferentes?

Mas, apesar de parecer roteiro de ficção, são fenômenos reais, muito raros descritos pela medicina. Por isso, é importante entender a diferença.

➡️➡️ A superfetação é quando uma nova fecundação acontece depois que a gestação já começou. Isso contraria o funcionamento esperado do corpo, porque a gravidez bloqueia a ovulação e reorganiza o ambiente uterino para sustentar aquela única gestação.

E é justamente por isso que ela é tão rara. A literatura médica mundial reúne algo em torno de 14 casos bem documentados.
Na prática, quando dois fetos apresentam tamanhos diferentes, a explicação quase nunca é essa.

Diferenças de crescimento entre gêmeos são relativamente frequentes e podem gerar essa impressão sem que exista uma segunda concepção.

➡️➡️ Já a superfecundação heteropaternal acontece dentro do mesmo ciclo. Dois óvulos são liberados. E, dentro da janela fértil, cada um pode ser fecundado por um homem diferente. O resultado são gêmeos fraternos. Mesma mãe, mas pais biológicos diferentes.

Também é uma condição rara. Estudos com te**es de paternidade envolvendo gêmeos dizigóticos, cerca de 2,4% apresentam pais diferentes. Ou seja, é um fenômeno incomum, mas comprovado.

E essa diferença não é detalhe. Ela muda completamente a interpretação. Nem tudo que parece impossível está errado. Mas, na medicina, o que realmente importa não é o impacto da história. É a precisão com que ela é entendida.

⚕️Dr. Dani Ejzenberg
Ginecologista, Obstetra e Especialista
em Reprodução Humana Assistida.
CRM/SP 100673.

‼️ Nesta semana, fiz um artigo explicando sobre o que podemos fazer, quando a mulher recebe um diagnóstico de câncer, pa...
29/04/2026

‼️ Nesta semana, fiz um artigo explicando sobre o que podemos fazer, quando a mulher recebe um diagnóstico de câncer, para garantir sua fertilidade antes de iniciar o tratamento.

Para ler o conteúdo na íntegra, publicado na clique no link ou acesse o conteúdo pelo link que está nos stories.

⚕️Dr. Dani Ejzenberg
Ginecologista, Obstetra e Especialista
em Reprodução Humana Assistida.
CRM/SP 100673.

28/04/2026

Existe uma ideia comum de que toda gestação gemelar começa do mesmo jeito. Mas, na prática, existem dois caminhos bem diferentes que podem levar ao mesmo resultado: duas vidas se desenvolvendo ao mesmo tempo. 🤰

Na maioria dos casos, o que acontece é simples do ponto de vista biológico, mas extraordinário no resultado.
Durante a ovulação, o ovário libera mais de um óvulo. Se cada um deles for fecundado por espermatozoides diferentes, dois embriões independentes começam a se formar.

Eles não são idênticos. São irmãos que compartilham o mesmo tempo de gestação, mas com material genético próprio, como qualquer outro irmão fora do útero.

Existe, no entanto, um segundo caminho mais raro e biologicamente mais delicado: um único óvulo é fecundado. E, em um momento muito precoce do desenvolvimento, esse embrião se divide em dois.

A partir daí, surgem os chamados gêmeos idênticos. Com a mesma origem genética. Mas ainda assim, com trajetórias que vão se construir de forma única ao longo da gestação.

Em ambos os casos, existe um ponto em comum que quase nunca é lembrado: tudo isso acontece muito antes de qualquer imagem no ultrassom. Antes do primeiro batimento visível. Antes mesmo de a maioria das mulheres saber que está grávida.

É um processo silencioso, preciso e profundamente coordenado, em que duas histórias começam ao mesmo tempo, dentro do mesmo corpo.

E entender isso muda a forma como a gente enxerga o início de uma gestação gemelar e como proceder e acompanhar o pré-natal. Porque não é apenas “ter gêmeos”. E, sim, conduzir essa gestação de maneira criteriosa, atenta e segura para a mãe e os bebês.

⚕️Dr. Dani Ejzenberg
Ginecologista, Obstetra e Especialista
em Reprodução Humana Assistida.
CRM/SP 100673.

📽️:

27/04/2026

“One… two… three… four babies… no space…”

De alguma forma, ele percebe que
alguma coisa mudou completamente. A chegada de um irmão já reorganiza o mundo de uma criança. A chegada de quatro… é quase impossível de traduzir na lógica de quem ainda está começando a entender o que é família.

Mas é nesse tipo de encontro que a gente vê, com uma clareza rara, o começo de um novo vínculo sendo formado. Sem filtro, sem ensaio… só realidade…

E talvez seja exatamente por isso que esse vídeo prende tanto: porque não é sobre número. É sobre o instante em que uma criança percebe que o amor, de repente, vai precisar crescer.

Se você sorriu com esse vídeo, compartilhe com quem vai sorrir também. Bom finzinho de domingo! 😉🥰

Durante muito tempo, a medicina conseguiu acompanhar a gestação… mas não o início real dela.Os primeiros dias após a fec...
25/04/2026

Durante muito tempo, a medicina conseguiu acompanhar a gestação… mas não o início real dela.

Os primeiros dias após a fecundação sempre foram um território de acesso limitado. E, justamente por isso, um dos maiores pontos cegos da reprodução humana.

Os modelos embrionários baseados em células-tronco não resolvem tudo. Mas permitem algo que antes não era possível: observar, com mais precisão, o momento em que muitas gestações deixam de evoluir.

E quando a medicina começa a enxergar melhor, ela também começa a errar menos nas respostas.

◀️◀️ Arraste os cards, leia com atenção e salve este conteúdo para reler com calma.
🔂 E envie para quem está pensando em fazer FIV. Informação correta ajuda muito.

⚕Prof. Dr. Dani Ejzenberg
Ginecologista, Obstetra e Especialista
em Reprodução Humana Assistida.
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24/04/2026

Mais uma trajetória da vida real. Agora, é torcer para o tão sonhado positivo chegar!

⚕Prof. Dr. Dani Ejzenberg
Ginecologista, Obstetra e Especialista
em Reprodução Humana Assistida.
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Desde setembro de 2025 me sinto honrado de integrar a editoria de área da CLINICS, prestigiada revista científica do Hos...
23/04/2026

Desde setembro de 2025 me sinto honrado de integrar a editoria de área da CLINICS, prestigiada revista científica do Hospital das Clínicas da FMUSP.

E isso tem um impacto direto no que eu levo para dentro do consultório.

Porque, antes de qualquer recomendação chegar até a paciente, ela precisa atravessar um processo que muita gente não vê: leitura crítica, revisão por pares, confronto entre resultado e método.

Na prática, isso significa separar o que é realmente confiável do que ainda é só promessa bem apresentada. E essa diferença importa, porque reduz o risco de decisões baseadas em expectativa e não em evidência. Ao mesmo tempo permite estar em contato com os tratamentos mais atuais.

Para quem exerce a medicina, a revisão criteriosa proporciona escolhas com mais segurança.

Participar desse processo é assumir uma responsabilidade que vai muito além da publicação.

É contribuir para que o que chega até você tenha sido, antes, questionado com o rigor que a medicina séria e de ponta exige.

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Ginecologista, Obstetra e Especialista
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A Inteligência Artificial é uma realidade que não podemos ignorar. Nesta reportagem, destaco a importância da IA na repr...
23/04/2026

A Inteligência Artificial é uma realidade que não podemos ignorar. Nesta reportagem, destaco a importância da IA na reprodução humana.

Para ler a matéria completa, acesse o link nos Stories

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Ginecologista, Obstetra e Especialista
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Quem me acompanha por aqui já sabe quanto sou grato e feliz em poder participar de  jornadas de famílias incríveis. 🥰Des...
21/04/2026

Quem me acompanha por aqui já sabe quanto sou grato e feliz em poder participar de jornadas de famílias incríveis. 🥰

Dessa vez, tive a honra de ajudar a trazer ao mundo Aline, Tiago e Clarice. Vida longa a esses lindos e saudáveis bebês. 🙏

⚕Prof. Dr. Dani Ejzenberg
Ginecologista, Obstetra e Especialista
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Em uma gestação que evolui bem, existe um sistema funcionando com regularidade absoluta. Ele não aparece como protagonis...
20/04/2026

Em uma gestação que evolui bem, existe um sistema funcionando com regularidade absoluta. Ele não aparece como protagonista. Mas, sem ele, não existe desenvolvimento possível.

⚠️ O cordão umbilical faz parte desse sistema. E talvez o erro mais comum seja tratá-lo como uma simples ligação entre placenta e bebê.

‼️ Mas não é! A placenta realiza as trocas entre o sangue materno e fetal. E o cordão é a via por onde essa circulação se mantém.

É por ele que o sangue chega ao feto trazendo oxigênio e nutrientes. E é por ele que retorna à placenta, permitindo a continuidade desse equilíbrio.

Na grande maioria das gestações, o cordão é formado por três vasos:
duas artérias umbilicais e uma veia umbilical.

A veia leva ao feto o sangue mais rico em oxigênio e nutrientes vindo da placenta.
As artérias fazem o caminho de volta. Essa organização não é um detalhe. Ela é o que garante eficiência a essa circulação.

Existe ainda um aspecto que costuma ser pouco valorizado fora da prática clínica: os vasos são envolvidos pela geléia de Wharton, uma matriz que protege contra compressões e contribui para a manutenção do fluxo ao longo da gestação, mesmo com movimentos fetais e contrações uterinas.

Ou seja: o ponto central não está na anatomia, mas na dependência funcional. O crescimento fetal, a oxigenação e a adaptação ao ambiente intrauterino dependem diretamente da qualidade dessa circulação.

Por isso, quando há qualquer suspeita de alteração no desenvolvimento ou no funcionamento placentário, a avaliação do fluxo no cordão passa a ter importância real na condução do pré-natal.

Quando o bebê nasce, ele assume funções que, até então, não eram dele. A circulação se reorganiza e o cordão, que sustentou todo esse processo, deixa de ser necessário.

Na prática, ele traduz algo muito claro na medicina: o desenvolvimento fetal não é um processo isolado.
Ele depende de um sistema contínuo, preciso e funcional.

🤔 Você já conhecia essas funções do cordão umbilical?

16/04/2026

Você sabia que a reposição hormonal potencializa a perda de peso? Neste vídeo, explico como.

Assista até o final e, se ficar com alguma dúvida, deixe nos comentários.

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15/04/2026

Quem tem hipertensão pode fazer reposição hormonal? Claro que sim!

No vídeo de hoje, explico o que você precisa saber para ter mais qualidade de vida na menopausa.

Assista e, se quiser falar mais sobre esse tema, deixe nos comentários. E se você já fez a reposição hormonal, compartilhe com a gente como está se sentindo.

⚕Prof. Dr. Dani Ejzenberg
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