Dr Tomyo Bem vindos! Nesta página do Facebook compartilharemos diversas informações relevantes sobre a sa? Atualmente é o Diretor Técnico da Clínica Alira.

Dr Tomyo Arazawa é médico ginecologista e obstetra formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Fez residência médica no Hospital das Clínicas da FMUSP e foi Médico Preceptor (chefe dos residentes) da Disciplina de Ginecologia da mesma instituição. Especializou-se em tratamentos cirúrgicos avançados por técnicas minimamente invasivas, tais como cirurgias robóticas, ciru

rgias laparoscópicas e cirurgias histeroscópicas. Possui Título de especialista em Ginecologia e Obstetrícia e Título de especialista em Endoscopia Ginecológica, ambas pela FEBRASGO (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia). É membro da Sociedade Paulista de Ginecologia e Obstetrícia (SOGESP), da American Society for Reproductive Medicine (ASRM), da American Association of Gynecologic Laparoscopists (AAGL) e da International Pelvic Pain Society (IPPS).

É amanhã! ️🎗 O EndoTalks 2026 vai abordar um tema que ainda gera muitas dúvidas: endometriose na perimenopausa e menopau...
06/03/2026

É amanhã! ️🎗 O EndoTalks 2026 vai abordar um tema que ainda gera muitas dúvidas: endometriose na perimenopausa e menopausa.

Se você quer compreender melhor a doença nessa fase, tem receio da reposição hormonal ou quer entender quais são as opções de tratamento, esse encontro foi feito para você!

Vamos falar sobre:
✔ Mudanças hormonais na peri-menopausa
✔ Comportamento da endometriose nessa fase
✔ Terapia hormonal: cuidados e limitações
✔ Tratamento clínico e cirúrgico
✔ Impacto no intestino e no assoalho pélvico

📅 07 de março de 2026
⏰ A partir das 9h00s
📍 Clínica Alira – São Paulo
💻 Transmissão ao vivo pelo Instagram e YouTube!

💛 Março Amarelo: mês da Conscientização da Endometriose!A dor não é frescura. Não é exagero. E muito menos “normal da mu...
02/03/2026

💛 Março Amarelo: mês da Conscientização da Endometriose!

A dor não é frescura. Não é exagero. E muito menos “normal da mulher”.

A endometriose é uma doença inflamatória crônica que pode causar dor pélvica intensa, cólica incapacitante, dor na relação, alterações intestinais e infertilidade. E o mais preocupante: muitas mulheres convivem com esses sintomas por anos antes de receberem o diagnóstico correto.

Conscientizar é reduzir o tempo de sofrimento. É validar a dor. É oferecer informação baseada em ciência. É mostrar que existe tratamento e qualidade de vida.

Neste Março Amarelo, compartilhe informação. Você pode ajudar outra mulher a não sofrer em silêncio. 💛

Hoje recebi este lindo presente de uma paciente que operamos há quase 1 ano. Paciente com quadro avançado, endometriose ...
24/02/2026

Hoje recebi este lindo presente de uma paciente que operamos há quase 1 ano.

Paciente com quadro avançado, endometriose grau IV, com uma grande lesão de endometriose de septo retovag1na1 e reto em uma localização delicada.

Na época, a paciente estava relativamente bem controlada das dores. Mas pelo quadro avançado, agressivo e delicado, optamos por seguir com a cirurgia, para evitar operar em uma circunstância mais grave. 

Durante a cirurgia, encontramos um espessamento suspeito no apêndice. Optamos pela sua remoção, decisão que se mostrou providencial: o resultado foi de um tumor de apêndice, que não tinha sido visto nos exames pré-operatórios.

Felizmente o tumor era inicial, e não foi necessário fazer nenhum outro tratamento complementar. 

Mas, e se não tivéssemos operado naquele momento e decidido por esperar por alguns meses ou anos? Talvez o tumor não fosse mais tão inicial. Talvez a paciente não teria tido a oportunidade de tratamento precoce e a oportunidade de cura desse tumor. 

Uma coisa que aprendi nos meus vários anos de carreira é que nem tudo a ciência explica. Apesar de sempre nos basearmos na ciência, a medicina não é ciência exata. Existem inúmeras outras variáveis nas indicações de condutas e resultado de tratamentos. E nem todas essas variáveis são mensuráveis, visíveis ou palpáveis.

Foram muitas as situações, tais como essa, que algo além, uma providência divina, interviu em prol da saúde das pacientes.

Mas nas situações boas e positivas, f**a muito fácil enxergar a graça. Desafiador é encontrá-la nas situações difíceis e desafiadoras. Situações essas muito comuns na nossa vida, e em especial nas vidas das mulheres com endometriose.

Nessas situações, lembrem-se desse versículo: “Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco” 1 Ts 5:18

Não estou romantizando os momentos difíceis e desafiadores de nossas vidas. Mas tudo, absolutamente tudo em nossas vidas tem um porquê e um propósito maior para nós mesmos. E depois que esses momentos passam, e tempos melhores chegam, novamente daremos graças!

Por isso, queridas pacientes, não percam vossa fé!

Dr Tomyo Arazawa
CRM-SP 120.351
RQE 34.728-1

Estamos de volta! Falta apenas 1 mês para nossa próxima edição do EndoTalks!Para estrear em 2026, nesse evento nossa mis...
07/02/2026

Estamos de volta! Falta apenas 1 mês para nossa próxima edição do EndoTalks!

Para estrear em 2026, nesse evento nossa missão será iluminar o caminho da mulher com endometriose durante a perimenopausa e menopausa.

Estamos pensando em cada detalhe, com aquele cuidado que vocês já conhecem 😉

🤐 Spoiler: A grade de palestras está imperdível. Em breve, programação completa!

Bloqueie sua agenda para o dia 07/03, teremos vagas presenciais e transmissão ao vivo!

Ficou com vontade de estar presente? Já envia uma mensagem em nosso WhatsApp demonstrando interesse. Link na bio!

O cronômetro já está rodando para o nosso encontro anual. 💛

30/12/2025
23/12/2025

Paciente de 29 anos, com dor pélvica intensa e dor na relação sexual profunda, apresentava um quadro de endometriose avançado, cisto anexial volumoso de aspecto atípico e lesão de endometriose profunda infiltrando o retossigmoide e a va**na. A pelve encontrava-se extremamente inflamada, sugerindo fator associado além da endometriose.

Durante a cirurgia robótica para endometriose, realizamos a retirada do cisto, liberação de aderências, preservação do ovário esquerdo e retossigmoidectomia segmentar, com avaliação da perfusão intestinal por verde de indocianina.

Ureteres preservados, lesão va**nal removida e anatomia pélvica funcional restabelecida, respeitando o desejo de engravidar da paciente.

👉 Arraste para o lado e acompanhe o caso cirúrgico completo.
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Dr. Tomyo Arazawa
CRM 120.351
RQE 34.728-1
Ginecologia
Cirurgia Robótica
Endoscopia Ginecológica

Clínica Alira
📍Av Angélica 2491, São Paulo - SP
(11) 94141-6642

19/12/2025

Mais um caso cirúrgico que representa bem os desafios da endometriose associada à dor pélvica crônica. Paciente de 40 anos, com histórico de cirurgia laparoscópica em 2015, que persistiu com dor ao longo dos anos.

Durante a cirurgia, encontramos lesões e retrações típicas de endometriose, com aderências, comprometimento da região retrocervical e dos ligamentos uterossacros. O principal objetivo foi remover todas as lesões remanescentes da cirurgia anterior e propor um tratamento efetivo para a dor crônica.

Em pacientes já operadas, diferenciar cicatriz de doença ativa nem sempre é simples. Por isso, todo tecido suspeito deve ser cuidadosamente removido.

Ao final, todas as lesões, fibroses e aderências foram retiradas, com preservação completa dos ureteres e do plexo hipogástrico, e realizamos o teste de permeabilidade das tubas, garantindo segurança e planejamento reprodutivo.
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Dr. Tomyo Arazawa
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Ginecologia
Cirurgia Robótica
Endoscopia Ginecológica

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16/12/2025

Hoje quero compartilhar com vocês um caso cirúrgico complexo de uma paciente de 54 anos, já na menopausa, com adenomiose, miomas uterinos e endometriose profunda com comprometimento intestinal.

Curiosamente, essa paciente teve uma progressão da doença mesmo durante a reposição hormonal.

Embora a medicação fosse adequada para proteção, o quadro evoluiu, exigindo nossa intervenção cirúrgica.

O que mais chamou atenção neste caso foi o volume do útero: incríveis 760ml! Isso tornou a cirurgia mais complexa, na qual a robótica foi essencial!

Foi feita a histerectomia para facilitar visualização e acesso às outras lesões.

Para a endometriose intestinal, realizamos uma retossigmoidectomia segmentar para remover lesões infiltrativas, e também limpamos as lesões profundas que chegavam próximas ao assoalho pélvico e inervação hipogástrica.

Cada etapa foi conduzida com foco absoluto em segurança, controle de sangramento e preservação da vascularização, utilizando te**es de perfusão para reduzir riscos no pós-operatório.

A precisão da cirurgia robótica foi um grande suporte nessa cirurgia. Esse é o cuidado que acredito: cirurgia planejada, equipe experiente e decisões personalizadas para cada mulher.
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Dr. Tomyo Arazawa
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12/12/2025

Hoje compartilho um caso cirúrgico de uma paciente de 36 anos, com artrite reumatoide e um quadro de endometriose com poucos sintomas, mas lesões profundas e em localidades importantes.

Encontramos lesões de endometriose no recesso vesicouterino (entre a bexiga e o útero), lesões estromais e glandulares próximas aos ureteres e nervos hipogástricos em ambos os lados e múltiplas lesões intestinais importantes, incluindo uma profunda no mesentério.

Inicialmente, todas as lesões pélvicas e peritoneais foram removidas bilateralmente, preservando ureteres e nervos hipogástricos.
Em seguida, com o auxílio do .tiagoijichi na parte intestinal, realizamos uma retossigmoidectomia segmentar, uma enterectomia e apendicectomia.

Todas as lesões foram removidas completamente.

Ao final, fizemos injeção de corante fluorescente para avaliar a vascularização intestinal após as ressecções e junções, além da cromotubagem intrauterina para testar permeabilidade das tubas.

Essa abordagem completa permite tratar a doença com segurança, preservar estruturas fundamentais e devolver qualidade de vida à paciente.

09/12/2025

Hoje compartilho mais um caso cirúrgico, dessa vez uma paciente de 43 anos, que está tratando um câncer de mama desde 2024. Na investigação genética, foram identif**adas mutações do gene BRCA que aumentam signif**ativamente o risco de câncer de ovário e mama. Por isso, foi indicada a retirada dos ovários e das tubas uterinas como parte da prevenção e complementação do tratamento oncológico.

Ela também tinha um quadro de endometriose sem sintomas, e sem desejo de gestação futura.

A paciente faz uso de tamoxifeno para o câncer de mama, mas que pode estimular as lesões de endometriose.

Na cirurgia robótica cuidamos de todas as lesões de endometriose encontradas, sempre com máxima precisão, e seguimos para a histerectomia com salpingo-ooforectomia.

Com uma abordagem completa e segura devolvemos qualidade de vida a essa paciente.

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Dr. Tomyo Arazawa
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26/11/2025

Paciente de 29 anos, do interior de São Paulo, sofria há anos com dor pélvica crônica e uma endometriose avançada, mesmo após uma tentativa de laparoscopia em 2021 que precisou ser convertida para laparotomia. Muitas lesões permaneceram e os sintomas continuaram intensos: lesões profundas e intestinais, hematossalpinge, sinais de envolvimento ureteral e de inervações importantes e lesão no abdômen superior.

Na cirurgia atual, liberamos as aderências e seguimos para as lesões profundas do lado esquerdo. Ureter foi liberado e dissecado com precisão graças à cirurgia robótica, essencial em casos tão delicados.

No lado direito, encontramos uma lesão intestinal profunda, infiltrando músculos do assoalho pélvico e o plexo hipogástrico inferior. Foi necessário a retossigmoidectomia e além disso, algumas lesões precisaram ser mantidas para evitar uma desnervação irreversível, que comprometeria sua capacidade de urinar espontaneamente.

Lesão no espaço hepatorrenal também foi encontrada, algo que ocorre em cerca de 10% das mulheres com quadro de endometriose avançada. Removida com sucesso.

A robótica nos oferece precisão e segurança para conseguirmos o melhor tratamento para as pacientes mesmo em casos avançados.
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