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02/01/2026

PROMOÇÃO: REFLEXOLOGIA OU REIKI C/ VALOR SOCIAL
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18/12/2025
14/12/2025

1924. Alba, Itália.

Uma confeitaria pequena, quase falida.
Um pai que morre cedo.
Um jovem de 24 anos forçado a assumir tudo.

Ninguém imaginava que dali surgiria um império de €8 bilhões por ano.

Michele Ferrero era obcecado por perfeição — e por sigilo.

A fábrica parecia uma base militar: muros altos, zero acesso à imprensa, fórmulas trancadas.

Ele trabalhava como um alquimista.

Em 1964, pegou uma receita do pai e criou a Nutella.

Em 1968, Kinder Chocolate.

Em 1974, algo ainda maior: o Kinder Ovo.

A ideia?

Fazer a magia da Páscoa acontecer todos os dias.

Um chocolate que não era só chocolate — era experiência.

O resultado?

A Ferrero virou a 3ª maior fabricante de brinquedos do mundo.
Michele, um chocolatier, tornou-se um dos maiores designers de brinquedos do planeta.

Mas sua genialidade estava além dos produtos.

Estava no jeito de construir uma empresa.

Michele era discreto.

Nada de entrevistas, políticas, iates, clubes.

“Entrevistas são como cerejas — quando você come uma, não consegue parar.”

Enquanto bilionários italianos ostentavam, Michele fazia o oposto:

ônibus grátis para funcionários, salários acima da média, acampamentos de verão para os filhos, contratação de gerações da mesma família.

Criou comunidade antes de virar moda.

Ele entendeu algo que muitos empresários ainda ignoram:

Lealdade não nasce de bônus.
Nasce de pertencimento.

E produtos icônicos não nascem de marketing — nascem de foco absoluto, silêncio estratégico e obsessão por experiência.

14 de fevereiro de 2015. Monte Carlo.

Michele Ferrero morre aos 89 anos.

Deixa €23 bilhões, dezenas de marcas lendárias e uma lição para os negócios:

Você não precisa aparecer para ser gigante.
Precisa construir algo que fale por você.

Aqui no Update Diário analisamos as melhores histórias de negócios todos os dias. Siga .diario para não perder a próxima.

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O Açúcar no seu corpo!
08/12/2025

O Açúcar no seu corpo!

05/12/2025

Quando você encontrar um grupo de abelhas parado num muro, num galho ou até no chão, respira fundo. Não é perigo, não é ataque, não é caos. É só cansaço.
Elas estão no meio de uma viagem longa, dessas que deixam o corpo pequeno e as asas pesadas.

Só deixe elas ali, quietinhas. Não espante, não toque e, por favor, não machuque.
É só um descanso rápido antes de retomarem o trabalho que mantém frutas, florestas e até a água que a gente bebe.

Se quiser ajudar, deixe um pratinho com água açucarada à distância.
Elas bebem, recuperam força e seguem viagem.

Abelha descansando não é ameaça. As abelhas são nosso seguro de sobrevivência.
Sem elas, não há vida. 🐝❤

03/12/2025

1950. Porto de Santos.

O italiano Carlo Bauducco desembarca no Brasil para cobrar uma dívida.
Não falava português. Não conhecia ninguém.
Mas algo chamou sua atenção:
São Paulo não tinha panetones.

Naquele Natal, Carlo procurou o doce para dar de presente — como fazia na Itália.
Não encontrou.
E aí veio o instinto que mudaria a história:

Se não existe… eu vou fazer.

Ele vende tudo na Itália, volta com a esposa e o filho Luigi
e abre uma pequena doceria no Brás: a Doceria Bauducco.

Carlo não era padeiro.
Então chamou um conterrâneo, Armando Popa, para criar a receita.
O começo foi duro:
farinhas ruins, massas que não cresciam, fornadas inteiras no lixo.

Mesmo assim, Carlo inovava.
Logo na inauguração, ele fez algo impensável para a época:
encher um avião de folhetos e jogar sobre São Paulo.
Resultado? Vendeu tudo em 3 dias.

Mas o grande desafio veio nos anos 60: os panetones mofavam.
Carlo volta à Itália, descobre a Massa Madre (fermentação natural milenar)
e traz um pedaço de navio.
Essa mesma massa é alimentada diariamente até hoje.

Em 1962, a produção vira indústria.
A fábrica cresce.
A embalagem de papelão — criada para evitar que clientes “apalpassem” o produto — vira ícone.
Os panetones chegam aos supermercados.
Em 1979, começam as exportações para os EUA.

Nos anos 80, hiperinflação.
O panetone representava 90% do faturamento.
Era preciso diversificar.
Nasce a Colomba Pascal.
E depois, de uma ideia de Massimo, o sucesso absoluto: o Chocotone.

Em 1981, a fábrica de Guarulhos pega fogo.
Fim? Não.
A comunidade ajuda, e a Bauducco renasce ainda maior.

Em 1997, a família compra a concorrente Visconti.
Consolida 70% do mercado.
Expande linhas.
Cria a Casa Bauducco (hoje com 130 lojas).

A marca vira global:
70 mil pontos de venda nos EUA, fábrica em Miami, presença em 50 países.
Faturamento estimado: R$ 5 bilhões em 2022.

Tudo isso porque um homem veio ao Brasil para… cobrar uma dívida.

Oportunidades raramente chegam embrulhadas em ouro.
Às vezes, chegam como um problema.
Ou como um doce que não existe.

Visão é isso: enxergar futuro onde os outros veem falta.

Siga .diario para mais histórias reais de negócios.

30/11/2025

ONTEM EU FECHEI UM CARA NO TRÂNSITO. Ele me esperou no estacionamento. O que aconteceu depois me deixou SEM PALAVRAS!

Ontem eu fiz uma besteira no trânsito.
Fechei um cara na rotatória.
Erro total. Eu tava distraído.

Ele buzinou. Buzinou forte.
Fez gesto obsceno pela janela.
Gritou algo que não deu pra ouvir, mas dava pra imaginar.

E como o destino quis...
A gente acabou parando no mesmo estacionamento.
Do supermercado.

Quando eu desci do carro, ele tava lá.
Me esperando.

Dedo do meio levantado.
Cara vermelha de raiva.
Gritando:
"APRENDE A DIRIGIR!"

Meu primeiro instinto foi revidar.
Meu sangue ferveu.
Mas então eu respirei fundo.
E fiz algo diferente.

Parei.
Abaixei o vidro.
E deixei ele desabafar.

Ele gritou. Reclamou. Apontou o dedo.
"VOCÊ QUASE ME BATEU! VOCÊ É UM IRRESPONSÁVEL!"
E eu... só ouvi.

Quando ele terminou, eu disse, calmo:

"Você tem razão. Eu te fechei. Foi burrice minha. Me desculpa. E obrigado pelos seus reflexos — você nos manteve seguros."

Ele congelou.
Ainda com raiva... mas desconcertado.
Ficou em silêncio por uns 3 segundos.
E então murmurou:
"Só... toma mais cuidado, cara."
E foi embora.

Eu achei que tinha acabado ali.
Entrei no supermercado. Peguei algumas coisas.
E quando tava no corredor das bebidas...
Senti uma mão no meu ombro.

Era ele.

Mas dessa vez, calmo.
Sem raiva no rosto.

"Ô, mano... eu te devo um pedido de desculpas."

Eu virei, surpreso.

"Eu passei uma manhã horrível. Briga em casa. Problema no trabalho. E aí você me fechou e eu... explodi. Mas você foi gente boa. E isso me fez perceber que eu tava descontando em você."
Ele respirou fundo.
"Desculpa por ter reagido daquele jeito."

Eu sorri.
"Tranquilo, mano. Eu também teria ficado irritado."

Ele sorriu de volta.
"Valeu por não ter partido pra briga. Preciso de mais gente assim na minha vida."
Apertamos as mãos.
Desejamos um bom dia um pro outro.
E cada um seguiu seu caminho.

E eu saí dali pensando:

Se eu tivesse revidado...
Se eu tivesse respondido na mesma moeda...
Se eu tivesse escalado a briga...

A gente teria saído dali com raiva.
Talvez até com trocação de soco.
Talvez até com polícia envolvida.

Mas eu escolhi diferente.

Eu escolhi reconhecer o erro.
Escolhi desescalar.
Escolhi ser humano.

E sabe o que aconteceu?

Ele também escolheu ser humano.

Porque no fundo, ninguém quer brigar.
Ninguém quer gritar.
Ninguém quer carregar raiva o dia inteiro.

A gente só faz isso quando acha que precisa se defender.
Quando acha que admitir erro é fraqueza.
Quando acha que pedir desculpas é perder.

Mas a verdade é o contrário:

Admitir erro é coragem.
Pedir desculpas é força.
E gentileza desarma.

Porque quando você reconhece o erro...
Você tira o combustível da raiva.
Você mostra que é gente.
E a pessoa do outro lado... também volta a ser gente.

Três palavras podem mudar tudo:

"Me desculpa. Errei."

Não precisa de justificativa.
Não precisa de "mas".
Só precisa de humildade.

E ontem eu aprendi que:

Quando você baixa a guarda...
O outro também baixa.

Quando você reconhece a humanidade dele...
Ele reconhece a sua.

E de repente, dois estranhos que estavam prestes a brigar...
Viram dois caras que erraram. E se entenderam.

Então da próxima vez que alguém te buzinar no trânsito...
Da próxima vez que alguém te atacar por um erro...
Da próxima vez que você sentir a raiva subindo...

Respira.
Para.
E pergunta:

"Vale a pena escalar isso?"
"Vale a pena carregar raiva o dia inteiro?"
"Vale a pena transformar um erro em guerra?"

Porque às vezes...
Três palavras resolvem tudo:

"Me desculpa. Errei."

E às vezes...
A maior vitória não é ganhar a briga.
É não ter briga nenhuma.

🚗💛

26/11/2025

Anos 70. Curitiba.

Miguel Krigsner nasceu em La Paz, filho de sobreviventes da Segunda Guerra.
Cresceu entre cores, frascos, cicatrizes familiares — e um senso profundo de propósito.

Chegou ao Brasil aos 11 anos.
Formou-se em Farmácia Bioquímica sem saber o que faria da vida.
Só sabia o que não queria: análises clínicas.

Em 1977, decidiu montar uma farmácia de manipulação.
Localização?
A única que cabia no bolso: uma rua lateral com dois hotéis de alta rotatividade.
Zero glamour.
Mas movimento constante.

O Boticário nasceu ali: pequeno, artesanal, improvável.

Miguel fazia cremes com uma batedeira Valita emprestada da irmã.
Os clientes pediam mais.
Queriam perfumes.
Perfumes exigiam embalagem.
Embalagem exigia dinheiro — que ele não tinha.

Até que, em 1979, aconteceu o momento que muda uma vida.

Um representante mostrou um depósito secreto de embalagens da Chanson, a marca de perfumes que Silvio Santos criou mas nunca lançou.
O SBT ia começar e Silvio precisava liberar o galpão.

Miguel arriscou:
“Levo tudo. Mas pago em 12 vezes.”

O representante voltou:
“O seu Silvio concordou.”

Foram duas carretas de vidros.
E um problema: como encher tudo antes de vencer a segunda parcela?

A resposta estava no aeroporto Afonso Pena.
As pessoas compravam perfumes movidas por culpa, saudade, impulsividade.
E ali surgiram os primeiros franqueados — antes mesmo de Miguel saber que aquilo se chamava “franchising”.

Em poucos anos, O Boticário virou fenômeno:
500 lojas em 1985.
Depois milhares.
Hoje, 3.260 lojas e 22 mil pessoas no ecossistema.

Mas Miguel queria mais do que faturar.
Queria impacto.

Em 1990, criou a Fundação Boticário, anos antes do ESG existir no vocabulário brasileiro.
Mais de 1.300 projetos ambientais apoiados.
Reserva natural própria.
Conservação real — não marketing.

Em 2010, nasce o Grupo Boticário:
O Boticário, Eudora, Quem Disse, Berenice?, entre outras.
Um dos maiores grupos de beleza do mundo.

Coragem muda a trajetória.
Propósito sustenta o crescimento.
E negócios extraordinários começam em lugares improváveis:
uma rua lateral, uma batedeira emprestada, duas carretas de vidro compradas sem dinheiro.

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25/11/2025

Os vaga-lumes que iluminavam nossas noites estão desaparecendo. Cientistas já confirmam que o desmatamento, os pesticidas e o excesso de luz estão apagando esse espetáculo que marcou a infância de tanta gente. Onde a cidade brilha demais, eles somem.

A poluição luminosa virou uma das principais vilãs. Sem escuridão, os vaga-lumes não conseguem se comunicar nem se reproduzir. E isso é só a ponta do iceberg, porque a queda na população de insetos afeta toda a natureza.

Proteger esses pequenos brilhos é urgente. Reduzir desmatamento, repensar a iluminação e criar espaços mais naturais nas cidades faz diferença. Que as próximas gerações ainda possam ver essa magia ao vivo, e não só em fotos. ✨

Endereço

Rua Beneficencia Portuguesa 44 Conjunto 901 Santa Efigenia. So
São Paulo, SP

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 19:00
Terça-feira 09:00 - 19:00
Quarta-feira 09:00 - 19:00
Quinta-feira 09:00 - 19:00
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