15/04/2025
🌿 Uma história sobre comunidade, cuidado e o legado que construímos juntos
Hoje, compartilho um pedaço do meu coração com vocês. Na coluna Lentes de Decisão, no Estadão, escrevi sobre minha avó Annia, que viveu até os 94 anos em um apartamento simples na Bielorrússia, sustentada por uma rede invisível de vizinhos. Era uma mulher forte, que plantava seus legumes, fazia conservas e, acima de tudo, entendia que a vida só faz sentido quando compartilhada.
Na foto abaixo, registro um momento raro: minha visita a ela em 2011, em Mogilev. Ali, aos 92 anos, sorria com a mesma dignidade que a acompanhou por toda a vida. Seu apartamento era pequeno, mas transbordava histórias de solidariedade — uma vizinha que levava sopa, outra que ajudava a lavar roupas, todas se revezando para que ela nunca se sentisse só. Em troca, Annia presenteava a todos com os frutos de sua terra.
Essa história não é só sobre ela. É sobre como os pequenos gestos transformam ambientes, sejam eles bairros, empresas ou equipes. Na coluna, reflito sobre o que podemos aprender com essa teia de apoio mútuo para inspirar relacionamentos mais humanos no mundo corporativo.
Convido você a ler o texto completo, que está disponível tanto no Estadão quanto no site da We Holon.
Se hoje busco falar sobre liderança, cultura organizacional e inovação, é porque carrego comigo as lições de Annia: não são as estruturas que nos fortalecem, mas as pessoas que as habitam.
Que possamos ser, como ela, cultivadores de comunidades. 💛
PS: Compartilho esta foto não só como memória, mas como um lembrete de que a humanidade — em suas formas mais simples — é a melhor tecnologia que existe.
📌 Crédito da foto: Annia, minha avó, em seu apartamento em Mogilev (2011).