Psicóloga Laís Pimentel

Psicóloga Laís Pimentel CRP 04/40840
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Março ❤️
02/04/2026

Março ❤️

Você já percebeu que a maioria das suas crises não começa com um grande problema, mas com uma chave de carro que sumiu?É...
20/03/2026

Você já percebeu que a maioria das suas crises não começa com um grande problema, mas com uma chave de carro que sumiu?

É exatamente com esse tipo de reflexão que o livro Calma, da The School of Life, te propõe.

O livro parte de uma premissa interessante: nós sofremos não porque a vida é cruel, mas porque carregamos expectativas que nunca foram ajustadas.

Cada esperança que criamos (inocente e silenciosamente) abre espaço para uma quantidade enorme de dor quando o mundo não corresponde.

Mas o que eu mais gostei foram os capítulos sobre relacionamentos e sobre como ensinamos (ou deixamos de ensinar) quem amamos a nos entender.

A gente f**a furiosa com o outro por não saber algo que nunca ensinou. F**a ressentida por falhas que, muitas vezes, são o outro lado exato das qualidades que tanto admiramos.

É uma leitura leve e fluida.
Daquelas que você começa sem perceber e de repente já está na metade do livro.

Calma não é sobre aprender a ser "zen", nem fingir que tudo vai dar certo. Mas sobre chegar a um estado de espírito que te permita lidar com os desafios sem entrar em colapso antes mesmo de tentar.

Alguém aqui precisando aprender mais sobre a Calma?

17/03/2026

Amizade não se perde de uma vez. Ela vai f**ando pra depois. E na vida adulta, esse depois quase nunca chega.

A gente pensa, lembra, sente… mas não age.

Se você tem uma amizade que importa pra você, não espera o momento perfeito. Só não para depois!

09/03/2026

Como é a sua relação com o controle?

01/03/2026

Nem toda relação difícil é tóxica, mas toda relação tem um custo.

O problema é que muitas mulheres se apegam não ao que a pessoa faz, mas à expectativa de quem ela poderia ser.

Gostar de alguém não torna o vínculo saudável, assim como reconhecer qualidades também não anula o efeito de comportamentos negativos repetidos.

Relações adultas se sustentam com respeito e segurança emocional. Quando o desgaste vira regra, é sinal de que está faltando ajuste.

Limite não é punição.
Distância não é fracasso.
E encerrar um vínculo, às vezes, é apenas uma decisão de cuidado consigo mesma.

24/02/2026

Emoções não são o problema.
Medo, raiva e ansiedade são respostas naturais do cérebro. Elas trazem informação. O problema começa quando a reação a elas vira automática.

Repetição constrói padrão.
Se toda vez que sente ansiedade você evita, seu cérebro aprende que evitar é a solução.
Se toda vez que erra você se critica, a autocrítica vira identidade.
O que é repetido se fortalece.

Motivação é pontual.
Hábito é estrutural.
Mudança emocional não acontece porque você decidiu “pensar positivo”.
Acontece quando você muda pequenas respostas no dia a dia, de forma consistente.

O passado explica, mas não determina.
Você pode entender de onde vêm seus padrões sem continuar agindo como se ainda estivesse naquela fase da vida.

Controle é limitado.
Escolha é constante.
Você não controla o que sente.
Mas controla o que alimenta, o que repete e como reage.

Resumindo:
Seus pensamentos influenciam sua percepção.
Seus hábitos moldam sua estabilidade emocional.

Suas escolhas constroem sua vida adulta.
O vídeo é um convite à consciência emocional.

Fez sentido para você?

12/02/2026

Nenhum relacionamento deveria ser o eixo da sua identidade.

1. Pare de alimentar a obsessão.

2. Construa rotina própria.

3. Avalie o custo emocional.

4. Coloque-se no centro.

Você pode querer um relacionamento.
Só não faça dele o centro da sua vida!

08/02/2026

4 sinais de que “agradar todo mundo” está te custando caro.

1. Você diz “sim” no automático.

2. Você explica demais quando coloca um limite.

3. Sua autoestima depende da aprovação dos outros.

4. Você se sente responsável pelos sentimentos de todo mundo.

Ninguém vai parar de te explorar emocionalmente até você parar de se oferecer.

05/02/2026

Vem fazer esse exercício comigo e depois me conta, mudou alguma aí dentro nesse último ano?

02/02/2026

Nem todo cansaço é físico.
E é por isso que, às vezes, você dorme… e acorda igual.

Quando a gente tenta tratar todos os cansaços com o mesmo remédio, o corpo até pausa, mas a mente, o emocional e os vínculos continuam drenando.

Por isso eu deixo aqui um exercício simples, direto e possível de fazer hoje.

O mapa do seu cansaço

Pegue uma folha e divida em duas partes.
De um lado, escreva: O que está me drenando agora?
Do outro: O que posso ajustar neste momento?

Liste tudo o que tem pesado na sua semana.
Pensamentos repetitivos.
Relações cansativas.
Excesso de estímulo.
Demandas que não acabam.
Depois, para cada item, escolha um ajuste pequeno. Só um.

Exemplos práticos:
Mente acelerada → 10 minutos sem tela antes de dormir
Relação desgastante → diminuir contato por alguns dias
Tensão no corpo → 5 minutos de alongamento ao acordar
Emoção acumulada → escrever por 3 minutos sem filtro

A lógica não é mudar a vida inteira.
É parar de ignorar o tipo certo de cansaço.
Alívio vem quando você ajusta o que drena, não quando se cobra mais descanso.

Salva esse post.
Refaz quando precisar.

01/02/2026

Perto dos 40, algumas coisas mudam de camada.

O espelho pesa às vezes.
O sono não é o mesmo.
A paciência encurta.

E você percebe que saúde mental não é “estado”: é manutenção.

Aos 30, a crise é de identidade.
Aos 40, a crise é de propósito: eu vou viver no automático por mais quantos anos?

E aí o autocuidado vira outra coisa: menos estética, mais sustentação.
Menos agradar, mais escolher.
Menos quantidade, mais qualidade emocional.

Se você tá nessa fase, me conta: qual foi a mudança mais nítida pra você?

26/01/2026

O que sustenta o comportamento não é a força de vontade. É o ambiente, os vínculos, o ritmo, os acordos silenciosos que você mantém todos os dias.

A mente não muda no discurso.
Muda quando o contexto começa a oferecer segurança suficiente para algo novo existir.
Por isso, voltar para padrões antigos não é falta de caráter nem preguiça emocional.
É o cérebro escolhendo o que é previsível, mesmo que isso custe caro.

Consciência é o ponto de virada.
Quando você reconhece o que sente, o que repete e o que evita, algo começa a se reorganizar por dentro.
E não, você não precisa virar outra pessoa.

Precisa criar novos caminhos, pequenas decisões sustentadas no tempo, até que o novo deixe de ser esforço e vire estrutura.

Mudança real é menos sobre intensidade
e muito mais sobre repetição consciente.

Se esse vídeo te fez entender algo sobre você, salva ele.

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