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Mentora e Terapeuta
🌱O modo como Sentiu a infância molda seus Relacionamentos.
🧠Método Integrativo: Ciência, Psique e Corpo.
👩🏻‍💻8 anos de experiência clínica, 100% online.

26/02/2026

Confesso que me senti enojada ao ouvir aquela fala.
Não é sobre briga de reality. É sobre algo muito mais sério.

Estupro não é argumento.
Não é xingamento.
Não é ferramenta para humilhar alguém.

Quando uma violência tão profunda vira munição em um conflito, o que acontece é a banalização de um trauma que exige cuidado, respeito e responsabilidade.

Eu trabalho todos os dias com pessoas que carregam feridas invisíveis. E sei o quanto uma palavra pode reabrir dores antigas.

Trauma não é espetáculo.
É algo que marca corpo, mente e relações.

E justamente por isso, precisa ser tratado com consciência.

Foram 3 meses dessa viagem; entre empolgação, cansaço e, no fim, muitas lágrimas. Uma leitura intensa que me atravessou ...
10/02/2026

Foram 3 meses dessa viagem; entre empolgação, cansaço e, no fim, muitas lágrimas. Uma leitura intensa que me atravessou e ampliou meu olhar sobre a alma humana.

Na França do século XIX, entre miséria social e revoltas populares, nasce uma história que continua absolutamente atual na forma como revela a alma humana.

Terminar Os Miseráveis foi mais do que concluir um clássico, foi atravessar uma jornada profundamente humana sobre dor, escolhas, relacionamentos e a possibilidade real de transformação. Victor Hugo não escreve apenas uma história; ele disseca a alma humana com uma sensibilidade rara, mostrando como traumas, abandono, vergonha e injustiça moldam comportamentos e destinos. Cada personagem carrega feridas invisíveis que se refletem em suas decisões, revelando o quanto nossas experiências emocionais constroem, ou aprisionam, quem nos tornamos.

A escrita de Hugo é fluida e extremamente bem amarrada, conduzindo o leitor por reflexões densas sem perder o ritmo narrativo. É uma leitura que suga a atenção, não apenas pela trama, mas pela profundidade psicológica com que ele constrói seus personagens e relações. Ao longo da obra, vemos como vínculos afetivos podem tanto perpetuar sofrimento quanto abrir caminhos para redenção, crescimento e reconstrução interna.

Saio dessa leitura com a sensação de que compreender a dor humana é também compreender o potencial de mudança. Os Miseráveis não é apenas uma narrativa sobre miséria social, é uma obra sobre desenvolvimento humano, responsabilidade emocional e a força transformadora das escolhas conscientes. Um livro intenso, que amplia o olhar sobre a condição humana e que, inevitavelmente, nos devolve diferentes de quem éramos antes de começar.

📍Para quem deseja compreender profundamente a alma humana, os impactos dos traumas nas escolhas e relacionamentos e a complexidade dos comportamentos ao longo da vida. Para leitores que buscam desenvolvimento humano e reflexões profundas sobre responsabilidade emocional e transformação interna, e que não têm medo de leituras densas e intensas.

“Autoconhecimento e cura também através da leitura”. 📖🧠

09/02/2026

Existe uma diferença enorme entre imagem social e presença emocional.

Algumas pessoas constroem uma reputação impecável fora de casa, mas evitam profundidade, responsabilidade afetiva e vulnerabilidade dentro da relação.

E quando o vínculo começa a falhar… surge algo muito comum:
a narrativa parcial.
Histórias contadas pela metade.
Relatos onde o outro sempre parece o problema…
enquanto comportamentos como frieza, ausência emocional, invalidação e desconexão f**am invisíveis.

Relacionamentos não se desgastam apenas por grandes conflitos.
Eles se esvaziam na falta diária de escuta, presença, intimidade e verdade emocional.

Desenvolver consciência relacional é parar de olhar apenas para o outro…
e começar a enxergar os padrões que sustentam a dinâmica.

💬 Nos meus atendimentos individuais, trabalho justamente a inteligência relacional e a consciência emocional nas relações adultas.
Se você quer compreender melhor as dinâmicas que vive… o link está na bio.

…uma versão ilustrada de quem eu sou no meu trabalho: entre livros, escuta profunda, DMC, linguagem do corpo, psicanális...
09/02/2026

…uma versão ilustrada de quem eu sou no meu trabalho: entre livros, escuta profunda, DMC, linguagem do corpo, psicanálise, filosofia da mente e encontros que transformam a forma como nos relacionamos com a nossa própria história.

Por trás de cada atendimento existe estudo, presença real e a certeza de que nossas experiências, especialmente as da infância, deixam marcas que merecem ser compreendidas com respeito e consciência.

E claro… com a companhia dos meus três parceiros fiéis 🐾, que me lembram diariamente que vínculo, lealdade e afeto também fazem parte de qualquer processo de crescimento humano.

No fim das contas, mais do que uma trend, isso aqui representa um pouco da minha essência: acolher, provocar reflexões e caminhar junto com quem está pronto para olhar para si com mais verdade.

03/02/2026

Tem pessoas que sentem tudo intensamente
e vivem tentando ser compreendidas…
mas acabam se sentindo sozinhas mesmo rodeadas de gente.

O problema não é você.
O problema é esperar do outro um tipo de cuidado que ele não sabe dar.

Quando você entende os perfis emocionais à sua volta, você deixa de levar tudo para o pessoal
e começa a se fortalecer por dentro.
Isso muda relações.
E muda crises.

🧠 Não deixe que questões emocionais, traumas ou padrões inconscientes comprometam sua qualidade de vida.

Com acompanhamento terapêutico, é possível desenvolver consciência, resgatar sua força interior e transformar seus relacionamentos.

👩🏻‍💻 Sou Renata Tomaz, mentora terapêutica especializada em Relacionamentos e Traumas.
💻 Atendimento online e individual.

30/01/2026

Você chama de auto-sabotagem.
Mas muitas vezes é autoabandono emocional.

Não é falta de força.
Não é preguiça.
Não é “problema de disciplina”.

É um padrão antigo de sobrevivência:
não se escolher para não se sentir rejeitado, inadequado ou “demais”.

Isso costuma aparecer em áreas bem concretas da vida:

— você aceita relacionamentos onde precisa se calar
— não coloca limites por medo de desagradar
— adia cuidados com o próprio corpo e saúde
— se diminui no trabalho
— cobra perfeição antes de começar
— pede pouco porque acha que é “o que dá pra você”
— diz “tá tudo bem” quando não está

Autoabandono não é fraqueza.
É uma adaptação antiga de quem aprendeu que pertencer era mais seguro do que ser inteiro.

Perceber muda o ponto de partida da liberdade emocional.

Sou Renata Tomaz,
Especialista em Relacionamentos e Traumas.

23/01/2026

Quando um casal passa por uma quebra — traição, mentiras, brigas constantes, interferências externas —
a relação como ela era acabou.

Ficar revivendo a cena, repetindo discussões, cobrando explicações ou tentando provar dor
não reconstrói nada.
Só mantém o casal preso no trauma.

O que vem depois da quebra exige autorresponsabilidade individual.
Cada um precisa olhar para si, para seus limites, suas escolhas e sua capacidade emocional.

Só a partir disso existe decisão real:
– ou seguir caminhos separados
– ou construir uma nova relação, com novas bases, novos acordos e outro nível de consciência.

Reconstrução não nasce do caos.
Nasce de maturidade emocional.

Se você está vivendo uma quebra e não sabe se reconstrói ou encerra, minha mentoria terapêutica é um espaço para organizar emoções, recuperar o eixo e tomar decisões com clareza.
Me chama no direct.

20/01/2026

Se isso descreve a sua vida, não precisa continuar lidando com isso sozinha.
Me chama. A gente pode cuidar dessa ferida juntas.

🧠 Não deixe que questões emocionais, traumas ou padrões inconscientes comprometam sua qualidade de vida.

Com acompanhamento terapêutico, é possível desenvolver consciência, resgatar sua força interior e transformar seus relacionamentos.

👩🏻‍💻 Sou Renata Tomaz, mentora terapêutica especializada em Relacionamentos e Traumas.
💻 Atendimento online e individual.

📩 Agende sua consulta de avaliação.
Link na bio ou me chame no direct.

Heidegger descreveu, muito antes das redes sociais, o modo como passamos a viver no automático: seguindo o fluxo, aceita...
15/01/2026

Heidegger descreveu, muito antes das redes sociais, o modo como passamos a viver no automático: seguindo o fluxo, aceitando o mínimo, chamando sobrevivência de vida.

No cotidiano, isso aparece como relações sem profundidade, escolhas repetidas, cansaço constante e uma sensação persistente de que algo está errado, mesmo quando “está tudo bem”.

O que quase nunca se percebe é que esse modo de existir não começa na vida adulta. Ele é aprendido cedo. Crianças que precisaram se adaptar para não perder vínculo aprendem a se diminuir, a não desejar demais, a não incomodar.

Crescem acreditando que merecem pouco. E passam a vida chamando isso de maturidade, resiliência ou força emocional.

O problema é que o cérebro aprende esse estado como referência. Do ponto de vista da neurociência, sistemas nervosos que cresceram em ambientes caóticos se organizam em torno do caos. A tensão vira familiar. O alerta constante vira “normal”.

Quando o caos diminui, não há alívio, há estranhamento. A mente passa a criar conflitos, sabotagens ou inquietações para retornar ao conhecido. Não porque seja bom, mas porque é previsível.

Na clínica, o que aparece não é falta de capacidade, mas excesso de adaptação. Pessoas inteligentes, sensíveis e competentes vivendo muito aquém do que poderiam, porque seguem presas a pactos emocionais feitos na infância.

Enquanto esses pactos não são elaborados, a vida segue no impessoal: relações se repetem, o corpo adoece, o desejo se apaga.

Pensar a própria história, compreender os traumas precoces e sair do automático não é conforto intelectual. É uma necessidade para quem não aceita mais viver o mínimo da vida.

12/01/2026

Muitas mulheres estão tentando consertar o corpo, quando na verdade, precisam entendê-lo.

O climatério não é falha.
É reorganização.

Neste ebook, trago o que a neurociência, a filosofia e as descobertas mais recentes revelam sobre o climatério e a menopausa, e o que as mulheres, e também as pessoas que vivem com elas, precisam compreender para atravessar essa fase com menos sofrimento.

Se você está vendo este post, isso não é aleatório.
Hoje é o último sábado do ano, e ignorar esse fato pode ser a decisã...
27/12/2025

Se você está vendo este post, isso não é aleatório.
Hoje é o último sábado do ano, e ignorar esse fato pode ser a decisão mais cara da sua vida.
Porque a vida não muda com frases bonitas.

Ela muda quando você faz o que sabe que está adiando.

Hoje existe uma fronteira:
de um lado, o que você já viveu.
Do outro, tudo o que você ainda pode ser.

E a ponte entre esses dois lugares
é simples, brutal e inegociável: movimento.

Escreva o que você quer.
Encerre o que está podre.
Limpe o que pesa.
Decida o que f**a.

Você pode continuar dizendo “segunda eu começo”,
ou pode usar este dia, único, que nunca mais volta, para sinalizar ao seu corpo, à sua mente e à sua história, que você está vivo e disposto a assumir a própria vida.

Se você realmente quer um 2026 diferente,
o sinal não está no réveillon.
Está aqui.
Agora.
E só quem age hoje
atravessa a virada transformado.

FELIZ ÚLTIMO SÁBADO DO ANO.
Que ele te encontre DESPERTO.

25/12/2025

Você está registrando memórias.
O que você escolhe registrar?

Na prática, a solução é simples: presença é treino.
Escolha um estado interno, e sustente por alguns segundos.
É assim que uma emoção deixa de ser passagem… e vira caminho.

👩🏻‍💻 Renata Tomaz — Mentora terapêutica especializada em Relacionamentos e Traumas.

💻 Atendimento online e individual.

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São Paulo, SP

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