Samuel Kiss

Samuel Kiss Liberte-se da ansiedade sem precisar fazer o uso de remédios. Coaching de Performance & Life Coaching

Aprenda tudo o que você precisa fazer para se livrar da ansiedade e retomar o controle da sua mente em uma aula ao vivo e gratuita.

25 de Janeiro às 19h

Se você sente que precisa se explicar o tempo todo, algo profundo está errado — e não é comunicação.É condicionamento em...
12/01/2026

Se você sente que precisa se explicar o tempo todo, algo profundo está errado — e não é comunicação.
É condicionamento emocional.

Pessoas que se explicam demais não fazem isso por educação ou maturidade. Fazem porque o sistema nervoso aprendeu, lá atrás, que silêncio gera punição e que limite gera rejeição. Então a mente tenta evitar conflito explicando, justif**ando, detalhando… mesmo quando já está sendo desrespeitada.

O problema é simples e brutal: quem te respeita não precisa de explicação.
Quem não respeita usa sua explicação contra você.

Esse padrão não se resolve com conversa, leitura ou força de vontade. Porque ele não nasce no pensamento consciente — ele nasce no subconsciente, no lugar onde medo, vínculo e sobrevivência se misturam. É ali que a hipnoterapia atua.

A hipnoterapia não ensina você a “responder melhor”. Ela remove a necessidade inconsciente de se justif**ar. Ela desprograma a resposta automática de agradar, explicar e ceder. Trabalha diretamente a memória emocional que associa limite a perigo e silêncio a culpa.

Durante o processo, você deixa de reagir e passa a sustentar.
Para de negociar dignidade.
Para de explicar o óbvio.
Para de dar poder a quem só quer controle.

O resultado é prático: sua postura muda, seu tom muda, suas decisões f**am claras — e o ambiente responde. Não por medo, mas porque você deixou de se colocar abaixo.

Se você quer parar de se explicar para quem não te respeita e finalmente mudar isso na origem, a hipnoterapia é o caminho certo.

Clique no link da Bio e Agende sua sessão de análise de caso e trate a causa — não o sintoma.

12/01/2026

Se te ensinaram errado sobre alimentação por décadas,
por que você acredita que estão certos agora sobre ansiedade?

O que você sente não é defeito químico.
Não é fraqueza.
Não é algo que “você vai ter que conviver para sempre”.

Ansiedade é um aprendizado do sistema nervoso.
Um corpo que aprendeu a viver em alerta.
Um cérebro que foi condicionado a antecipar perigo, controle, rejeição, perda.

E aqui está a verdade que quase ninguém te conta:
nenhum remédio reprograma aprendizado emocional.
Ele pode silenciar o sintoma.
Mas não ensina o corpo a desligar.

É por isso que tanta gente passa anos medicada…
e continua refém da ansiedade.

A hipnoterapia atua exatamente onde o problema nasce:
no subconsciente, no corpo, na memória emocional.
Não é conversa.
Não é pensamento positivo.
É recondicionamento real do sistema nervoso.

Você não aprende ansiedade do dia para a noite.
E também não precisa carregá-la para sempre.

A diferença entre quem melhora de verdade
e quem só sobrevive medicado
é simples:
quem trata a causa, sai do ciclo.

Se você cansou de apenas apagar incêndio
e quer, finalmente, desligar o alarme interno,
o próximo passo é óbvio.

👉 Clique no link da bio
👉 Agende sua sessão de análise
👉 E trate a ansiedade onde ela realmente começa

Porque quando a verdade muda,
quem age antes… para de pagar o preço.

11/01/2026

Você não acorda ansioso por acaso. E, se você chegou até aqui, precisa encarar a verdade que ninguém te falou com clareza: a ansiedade que você sente hoje não vai desaparecer sozinha. Ela não é fase, não é só estresse e não é algo que se resolve “pensando diferente”. Ela é o resultado direto de uma programação profunda que foi instalada quando você precisou se adaptar para não perder vínculo, amor ou aceitação.

Enquanto você tentou caber, agradar, evitar conflito e diminuir seus desejos, o seu corpo aprendeu uma regra silenciosa: relaxar é perigoso. Por isso a mente não para. Por isso o medo aparece sem lógica. Por isso escolher dói. O seu sistema nervoso não está quebrado — ele está preso a um modo de sobrevivência antigo, que já não faz sentido, mas continua comandando suas reações.

E aqui vai o tapa-na-cara: nenhuma conversa racional acessa essa raiz. Nenhuma técnica superficial, nenhum controle de pensamento e nenhuma tentativa de “aguentar firme” muda um condicionamento que foi gravado no inconsciente. Enquanto essa programação não for acessada diretamente, o corpo continuará reagindo como se ainda precisasse se proteger para existir.

É exatamente nesse nível que a hipnoterapia atua.

Não é motivação. Não é sugestão vazia. É um processo profundo, direcionado e clínico para acessar a origem emocional da ansiedade, reorganizar as respostas automáticas do sistema nervoso e atualizar o inconsciente para o presente. Quando essa raiz é tratada, a ansiedade perde a função. E quando algo perde a função, não precisa mais ser combatido — simplesmente deixa de existir.

Se você já cansou de tratar sintomas, de viver em alerta e de sentir que sua vida está sendo guiada pelo medo de perder, esse é o próximo passo lógico. Não para se adaptar mais uma vez, mas para sair definitivamente do modo de sobrevivência.

👉 Clique no link da bio e agende sua sessão de hipnoterapia.
Seu corpo não precisa continuar vivendo como se estivesse em perigo. E você não precisa continuar pagando esse preço.

Você não acorda ansioso por acaso. A ansiedade não nasce do nada, nem é defeito de personalidade. Ela é o efeito colater...
11/01/2026

Você não acorda ansioso por acaso. A ansiedade não nasce do nada, nem é defeito de personalidade. Ela é o efeito colateral de uma vida inteira tentando caber onde você nunca foi visto de verdade. O corpo aprende cedo que, para não perder vínculo, é preciso se moldar. Diminuir desejos. Antecipar conflitos. Ler o ambiente o tempo todo. E essa adaptação, que um dia foi sobrevivência, vira prisão.

A mente f**a acelerada não porque quer te sabotar, mas porque aprendeu que relaxar é perigoso. O sistema nervoso entra em hipervigilância constante. O medo de perder vira motor. A dificuldade de escolher aparece porque qualquer escolha parece ameaça. E, aos poucos, nasce a sensação mais corrosiva de todas: a de que você não tem direito ao próprio desejo.

É por isso que tentar “pensar positivo”, controlar pensamentos ou apenas entender racionalmente não resolve. O que mantém a ansiedade ativa não é o presente — é um condicionamento antigo, gravado no nível mais profundo da mente, onde lógica não entra e força de vontade não alcança. Enquanto essa raiz não é acessada, o corpo continua reagindo como se ainda precisasse se proteger.

Muita gente passa anos tratando sintomas, quando o que sustenta tudo é uma programação silenciosa: a crença de que ser quem você é custa amor, aceitação ou segurança. E o inconsciente sempre escolhe sobreviver, mesmo que isso custe paz.

Quando esse nível profundo começa a ser reorganizado, algo muda sem esforço. A agitação diminui. O corpo baixa a guarda. A clareza volta. Não porque você se convenceu de algo, mas porque o sistema interno finalmente entende que não precisa mais viver em alerta para existir. É aí que a ansiedade perde a função. E quando algo perde a função, simplesmente deixa de ocupar espaço.

O controle da sua vida raramente começa com alguém te impondo algo. Ele começa quando você cede para evitar conflito. Qu...
10/01/2026

O controle da sua vida raramente começa com alguém te impondo algo. Ele começa quando você cede para evitar conflito. Quando aceita menos, se cala, se adapta, não porque concorda, mas porque teme a tensão, a rejeição, a perda. Aos poucos, seu sistema emocional aprende que paz vem do silêncio e que pertencimento exige encolhimento. E isso vira um padrão automático.

O problema não é a outra pessoa. É o registro interno que se formou. O inconsciente passa a associar posicionamento com perigo e submissão com segurança. Então você explica demais, sente culpa por limites simples, racionaliza abusos sutis e chama de maturidade aquilo que, no fundo, é medo. O corpo sente: ansiedade, tensão constante, exaustão mental, aquela sensação de estar sempre em dívida com o mundo.

É por isso que só entender não resolve. Porque esse padrão não é lógico, é aprendido em camadas profundas da mente emocional. Enquanto ele estiver ativo, você até tenta mudar, mas algo te puxa de volta. Você promete que vai se posicionar e, quando chega a hora, trava. Não por fraqueza, mas por condicionamento.

A hipnoterapia atua exatamente nesse ponto onde a força de vontade não alcança. Ela acessa a raiz do medo, ressignif**a as associações internas e desmonta o automatismo que te faz ceder antes mesmo de perceber. Não é sobre confronto externo, é sobre reorganizar o seu eixo interno para que o controle simplesmente pare de fazer sentido.

Quando isso muda, o comportamento muda junto. Sem esforço, sem discurso ensaiado, sem briga. O respeito passa a surgir como consequência, não como pedido.

Se você sente que vive se adaptando para não perder, se reconhece esse padrão se repetindo nos seus relacionamentos e quer romper isso de forma profunda e definitiva, o próximo passo é claro. Clique no link da bio e agende sua sessão de análise de caso em hipnoterapia. É nela que identif**amos a raiz exata desse padrão e iniciamos o processo de libertação real.

09/01/2026

Se você só é aceito quando se cala, concorda e se adapta…isso não é amor. É controle emocional disfarçado.

E vou ser direto: isso não muda com conversa, reflexão ou força de vontade.
Se mudasse, você já teria mudado.

Você já entendeu racionalmente o problema.
Já leu, já ouviu, já refletiu, já prometeu que ia se posicionar.

E mesmo assim, na hora H, trava. Engole. Cede. Se explica. Se anula.

Sabe por quê?
Porque o lugar onde essa submissão foi aprendida não é consciente.

Lá atrás, seu cérebro fez uma associação simples e brutal:

👉 “Se eu for eu mesmo, eu perco amor.”
👉 “Se eu desagradar, eu sou abandonado.”

Isso virou programação.
E programação não se discute — se reescreve.

É exatamente por isso que a hipnoterapia funciona onde outras abordagens falham.
Ela não tenta te convencer a ser forte.

Ela vai direto na origem emocional que te ensinou a sobreviver se anulando.

Quando essa raiz é acessada e ressignif**ada, algo muda sem esforço:
– você para de se explicar
– para de pedir permissão
– para de viver com medo da reação dos outros

Não porque ficou arrogante.
Mas porque não precisa mais se proteger sendo pequeno.

Se você sente que está vivendo preso em relações, padrões e escolhas que não refletem quem você é…
isso não é falta de coragem.
É um inconsciente tentando te manter “seguro” num modelo antigo.

E sim: isso tem tratamento.

Quem só te ama quando você se anula ama o controle.

A hipnoterapia existe para devolver algo que você perdeu faz tempo:

o direito de existir sem pedir licença.

Silenciar o que sente ou racionalizar a própria dor parece maturidade, mas quase sempre é medo bem-educado. Medo de perd...
09/01/2026

Silenciar o que sente ou racionalizar a própria dor parece maturidade, mas quase sempre é medo bem-educado. Medo de perder, de desagradar, de ser visto como “difícil”. Então você aprende a engolir seco, a chamar de “normal” o que te aperta por dentro, a continuar presente onde já não se sente inteiro. Por fora, equilíbrio. Por dentro, um corpo em estado de alerta constante.

O problema é que o inconsciente não negocia com discursos bonitos. Ele aprende por repetição. Cada vez que você se força a aceitar algo que te entristece, o cérebro registra: meu sentir não importa. Cada vez que você segue investindo emocionalmente enquanto algo está errado, o sistema nervoso entende: eu preciso me adaptar para não perder. É assim que a ansiedade se instala, não como um evento isolado, mas como um hábito emocional silencioso.

Com o tempo, você já não sabe mais se está sendo compreensivo ou se abandonando. Já não percebe onde termina a empatia e começa a autonegação. E o corpo paga a conta: tensão crônica, irritação sem motivo claro, cansaço mental, ruminações, dificuldade de decidir, medo difuso. Não porque você é fraco, mas porque passou tempo demais traindo pequenos sinais internos em nome da estabilidade externa.

Pessoas emocionalmente reguladas não são frias, nem impulsivas. Elas sentem, reconhecem e ajustam. O que desregula não é o conflito, é a negação repetida do que é sentido. E isso não se resolve apenas com entendimento racional, porque o padrão não foi criado na lógica, foi criado no inconsciente, no corpo, na memória emocional.

Transformação real acontece quando esses registros profundos são acessados e reorganizados, quando o sistema interno aprende que sentir não é perigoso e que se posicionar não signif**a perder amor.

Enquanto isso não muda na raiz, você pode até entender tudo… mas continuará reagindo do mesmo jeito.

O respeito não nasce da explicação, nasce da impossibilidade de controle. E, se você for honesto consigo mesmo, vai perc...
08/01/2026

O respeito não nasce da explicação, nasce da impossibilidade de controle. E, se você for honesto consigo mesmo, vai perceber: a maior parte do seu desgaste emocional não vem do que você faz, mas do quanto permite ser regulado. Pessoas que tentam controlar seu tom, suas decisões, seu ritmo, não fazem isso por maldade consciente — fazem porque, em algum nível, o seu sistema interno permite.

O problema é que isso não começa no outro. Começa dentro. Começa em padrões emocionais antigos, aprendidos cedo demais, onde agradar virou sobrevivência, ceder virou segurança e se posicionar virou risco. O inconsciente aprende rápido: “se eu sustentar quem eu sou, posso perder vínculo”. E então você se explica demais, negocia seus limites, se adapta até desaparecer.

Com o tempo, isso cobra um preço alto: ansiedade constante, sensação de estar sempre devendo algo, dificuldade de dizer não, relações desequilibradas, respeito instável. Você tenta mudar no nível racional — lê, entende, promete agir diferente — mas, na hora H, o corpo reage antes da lógica. Porque não é um problema de decisão. É um problema de programação emocional.

É exatamente aqui que a hipnoterapia atua. Não para te convencer de nada, mas para acessar a raiz onde esses padrões foram registrados. Onde o controle externo virou familiar. Onde o respeito foi condicionado à submissão. Ao trabalhar diretamente com o subconsciente, o processo não força comportamento — ele reorganiza a resposta automática.

Quando o seu sistema interno muda, o ambiente responde. Sem discursos. Sem embates. Sem justif**ativas. O controle deixa de funcionar porque você deixa de estar disponível para ele. E quando a regulação falha, o respeito surge naturalmente.

Se você sente que vive tentando se manter inteiro em ambientes que te fragmentam, talvez não falte força. Talvez falte reprogramação. E isso começa com uma decisão simples: parar de tentar explicar… e começar a se tratar.

07/01/2026

Se você chegou até aqui, é provável que já tenha percebido algo incômodo:
o problema não é falta de força, clareza ou inteligência.
É que, em algum nível profundo, você aprendeu a pedir permissão para existir.

Você até sabe o que quer.
Sente quando uma decisão é certa.
Mas, no momento de sustentar, algo trava. Vem a culpa. A ansiedade. O medo de desagradar. A necessidade de explicar, justif**ar, suavizar… até você desistir de si mesmo mais uma vez.

Isso não é falha de caráter.
É programação emocional inconsciente.

O seu sistema nervoso foi treinado para associar escolha própria com risco: rejeição, abandono, conflito. Então ele reage antes da razão. Ativa sintomas, pensamentos repetitivos, insegurança. E você obedece — não porque quer, mas porque o corpo aprendeu assim.

É exatamente aí que a hipnoterapia atua.

Não como conversa superficial.
Não como força de vontade.
Mas acessando a raiz onde essas associações foram criadas.

Na hipnoterapia, você não “aprende a se impor”.
Você desprograma o medo de se posicionar.

O trabalho acontece no nível em que as decisões são realmente formadas: o subconsciente. Onde a necessidade de aprovação foi instalada. Onde dizer “não” virou ameaça. Onde sustentar escolhas virou dor.

Por isso o processo começa com uma sessão profunda de análise de caso. Não é protocolo genérico. É um mapeamento preciso dos gatilhos, padrões e registros emocionais que fazem você se abandonar para manter pertencimento.

E o mais importante:
o processo não começa depois.
Ele já começa nessa primeira sessão.

Porque quando o inconsciente entende que você pode sustentar sua direção sem perigo, a ansiedade cai, a culpa dissolve e a clareza volta a ser segura.

Você não precisa se tornar outra pessoa.
Precisa parar de se dividir.

Se viver pedindo permissão está te custando energia, identidade e paz, talvez o próximo passo não seja tentar mais uma vez “aguentar”.

Talvez seja reprogramar a origem.

👉 Clique no link da bio e agende sua sessão de análise de caso.
Sua identidade não precisa mais ser negociada.

Você já entendeu o problema.Agora precisa entender a consequência de não tratar isso.Esse ciclo não se repete porque voc...
06/01/2026

Você já entendeu o problema.
Agora precisa entender a consequência de não tratar isso.

Esse ciclo não se repete porque você é fraco, carente ou “emocional demais”.
Ele se repete porque o seu corpo aprendeu que perder é perigoso — e faz qualquer coisa para evitar isso, até aceitar o que te machuca.

Enquanto isso não é reorganizado no nível inconsciente, nada muda de verdade.
Você pode se posicionar hoje, prometer que agora vai ser diferente, jurar que dessa vez não vai ceder…
mas basta um gesto mínimo do outro — um carinho, uma promessa, uma melhora superficial — e você relaxa.
A guarda cai.
E o padrão volta. Sempre.

É por isso que força de vontade falha.
É por isso que entender racionalmente não resolve.
É por isso que você sente que está sempre “quase” saindo do lugar — mas nunca sai.

Hipnoterapia não é conversa motivacional.
É intervenção direta nesse mecanismo automático que te prende à falsa segurança conhecida.

Quando esse padrão é tratado na raiz, algo muda sem esforço:
você não implora,
não negocia limite,
não se explica demais,
não se perde para manter vínculo.

O corpo para de entrar em pânico.
A clareza aparece.
E as decisões deixam de ser reações.

Ou o relacionamento se reorganiza num nível mais saudável…
ou você finalmente tem força interna para sair sem se destruir por dentro.

Mas uma coisa é certa:
quem trata isso, para de repetir a mesma dor com pessoas diferentes.

Se esse texto te atravessou, não é curiosidade.
É reconhecimento.

👉 Clique no link da bio e agende sua sessão.
Quanto mais você adia, mais caro esse padrão cobra.

06/01/2026

Você não perde respeito de uma vez.
Você perde aos poucos — toda vez que f**a quando já deveria ter ido.

O que quase ninguém te contou é que o desrespeito raramente começa no outro.
Ele começa no momento em que você se adapta demais para não perder vínculo.

Você chama isso de amor, lealdade, paciência.
Mas o inconsciente registra outra coisa: medo de perder.

E onde existe medo de perder, o corpo entra em sobrevivência.
Você negocia limites.
Engole incômodos.
F**a disponível além do saudável.

O problema é que o cérebro humano não valoriza aquilo que nunca se ausenta.
Ele se acostuma.
E o que vira costume perde peso emocional.

Por isso dói tanto quando você percebe que a pessoa não te escolhe mais —
mas também não te perde.
Ela apenas te mantém.

Isso não é azar nos relacionamentos.
É um padrão emocional repetido.

Um padrão aprendido cedo, gravado fundo, que faz você provar valor f**ando, quando na verdade o valor nasce da inteireza de quem pode sair.

Enquanto isso não é reorganizado dentro de você, a vida repete a mesma cena:
você dando mais, se explicando mais, tolerando mais…
e sendo respeitado menos.

E aqui está a verdade desconfortável:
não adianta mudar o comportamento conscientemente se o seu inconsciente ainda associa abandono a perigo.

É por isso que força de vontade falha.
Promessas falham.
Decisões racionais falham.

Porque o vínculo não é lógico.
Ele é emocional, corporal e automático.

Quando esse padrão é tratado na raiz, algo muda sem esforço:
sua postura muda,
seus limites aparecem,
e as pessoas sentem — sem você precisar explicar.

Você não precisa ameaçar ir embora.
Você passa a não se perder.

E quando isso acontece, o respeito deixa de ser pedido…
ele se torna consequência.

Se esse vídeo te atravessou, não é coincidência.
É reconhecimento.

Reconhecimento de um padrão que já te custou tempo, energia e dignidade emocional demais.

E padrões não se resolvem com frases bonitas.
Se resolvem com intervenção profunda.

Quem entende isso, para de repetir a mesma dor com pessoas diferentes —
e começa a mudar a própria história.

Nem toda escolha contra você é sobre você.Mas toda vez que você se desconsidera para não perder alguém, isso é.O que mac...
05/01/2026

Nem toda escolha contra você é sobre você.
Mas toda vez que você se desconsidera para não perder alguém, isso é.

O que machuca não é o outro decidir diferente. É você aprender, aos poucos, a sair de cena para manter o vínculo. A engolir o incômodo. A justif**ar o injustificável. A se ajustar tanto que começa a desaparecer — e chamar isso de maturidade.

O sistema aprende rápido. Quando você sempre entende, sempre releva, sempre se adapta, o custo nunca cai do outro lado. E onde não há custo, não há compromisso. Não é frieza. É condicionamento. Relações seguem o mesmo princípio de qualquer sistema: repetição vira regra.

O mais perigoso é que isso não f**a só no relacionamento. Vira identidade. Seu corpo entra em alerta, sua mente começa a negociar consigo mesma, sua voz perde firmeza. Você sente culpa ao dizer “não”. Medo ao se posicionar. Ansiedade ao imaginar ser trocado. E passa a viver tentando não ser descartado — em vez de viver inteiro.

Você pode trocar de pessoa, de ambiente, de fase da vida. Se o padrão interno continuar ativo, o roteiro se repete. Porque não é o outro que decide até onde você vai. É o limite que você ensina sem perceber.

Força de vontade não resolve isso. Decisão racional não resolve isso. Porque, na hora em que importa, quem responde não é a lógica — é o programa automático que aprendeu que perder o outro é mais perigoso do que perder a si mesmo.

Quando esse padrão é interrompido na raiz, algo muda de verdade. O corpo sai do modo sobrevivência. O “não” deixa de doer. O limite deixa de parecer agressão. O vínculo deixa de ser um lugar onde você se diminui para existir.

Você não precisa ser escolhido o tempo todo.

Mas nunca deveria precisar se abandonar para continuar.

Endereço

Rua Gomes De Carvalho, N 1266 Cj 28
São Paulo, SP
04547-005

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 21:00
Terça-feira 09:00 - 21:00
Quarta-feira 09:00 - 21:00
Quinta-feira 09:00 - 21:00
Sexta-feira 09:00 - 21:00
Sábado 09:00 - 13:00

Telefone

+5511993139611

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Samuel Kiss posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Prática

Envie uma mensagem para Samuel Kiss:

Compartilhar

Share on Facebook Share on Twitter Share on LinkedIn
Share on Pinterest Share on Reddit Share via Email
Share on WhatsApp Share on Instagram Share on Telegram

Categoria