Agência de Notícias da Aids

Agência de Notícias da Aids Desde 2003 trabalhamos diariamente com os jornalistas a divulgação de informações e dados sobre

Somos uma agência que produz e divulga informações sobre HIV/aids, Saúde Sexual e Reprodutiva, Direitos Humanos e das populações LGBTQIA+.

São destaques na imprensa nesta segunda-feira (09):👉 Polilaminina: entenda a esperança e os te**es ainda necessários;👉 ‘...
10/03/2026

São destaques na imprensa nesta segunda-feira (09):

👉 Polilaminina: entenda a esperança e os te**es ainda necessários;
👉 ‘O câncer cervical é uma doença que revela claramente inequidades’;
👉 SUS amplia leitos hospitalares e supera 360 mil unidades no país; e
👉 Desigualdade regional é barreira a direitos para paciente.

Confira todas as notícias na íntegra em https://l1nq.com/8cVXC.

“Será que nós estamos vivendo com qualidade? Quando nós falamos de comorbidades, quando nós falamos de saúde mental, qua...
09/03/2026

“Será que nós estamos vivendo com qualidade? Quando nós falamos de comorbidades, quando nós falamos de saúde mental, quando nós falamos de estigma, tudo isso que vai ser trazido para cá, será que nós estamos vivendo com essa qualidade?”

A reflexão, feita pela cientista social Fabiana de Oliveira, do Movimento Nacional das Cidadãs Posithivas (MNCP), marcou o debate sobre avanços e desafios na resposta ao HIV durante o X Encontro Estadual do MNCP-SP.

Ao lado da Dra. Denise Lotufo, do Centro de Referência e Treinamento em DST/Aids de São Paulo (CRT) e do empreendedor social Américo Nunes, presidente do Instituto Vida Nova, Fabiana colocou em pauta a permanência do estigma em torno do HIV e a ausência de cuidado integral às pessoas que vivem com o vírus.

O cuidado integral é um princípio que considera o paciente em todas as suas dimensões, oferecendo assistência contínua e articulada, da prevenção ao tratamento e acompanhamento das comorbidades.

“A gente olha para os serviços de saúde hoje, o que nós temos? Alguns serviços de saúde sucateados, alguns serviços de saúde com falta de profissionais especializados, serviços de saúde que estão fechando. Nós temos municípios em que a aids não está nem em primeiro, nem em segundo, nem em terceiro plano.”

Este é um trecho da matéria original. Leia na íntegra em https://sl1nk.com/8vwbI.

No mês em que se celebra o protagonismo feminino, três mulheres que ocupam posições estratégicas na saúde pública brasil...
09/03/2026

No mês em que se celebra o protagonismo feminino, três mulheres que ocupam posições estratégicas na saúde pública brasileira se destacam na construção e no fortalecimento da resposta ao HIV/aids no país. Da formulação de políticas nacionais à coordenação de programas estaduais e municipais, Mariângela Simão, Rosa Alencar e Maria Cristina Abbate representam trajetórias marcadas pelo compromisso com o Sistema Único de Saúde (SUS) e pela defesa do acesso universal à prevenção, diagnóstico e tratamento.

Em diferentes níveis de gestão, elas ajudam a sustentar uma política pública que tornou o Brasil referência internacional na resposta à epidemia.

Este é um trecho da matéria original. Leia na íntegra em https://sl1nk.com/386is.

Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de São Paulo e da Universidade Federal do Maranhão apontou que, al...
09/03/2026

Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de São Paulo e da Universidade Federal do Maranhão apontou que, além do tabagismo, a obesidade e a inflamação sistêmica podem ser fatores de risco à saúde pulmonar. O estudo foi publicado na revista britânica BMC Pulmonary Medicine.

Ao longo de 12 anos, foram analisadas 900 pessoas, todas com menos de 40 anos de idade. Os resultados demonstraram que, no caso da inflamação sistêmica — medida pelo nível de proteína C-reativa no sangue —, cada aumento de 1 mg/dL do marcador inflamatório correspondeu a um declínio de 0,76% da função pulmonar.

Já para a obesidade, cada aumento de 1 kg/m² no índice de massa corporal ocasionou uma redução adicional de 0,28% na função pulmonar.

Por outro lado, o tabagismo segue como o principal perigo, contribuindo para a perda média de 1,95% da capacidade respiratória durante o período analisado.

Uma das autoras do estudo, a médica pneumologista Ana Carolina Cunha, conta que a relação entre a obesidade e a saúde dos pulmões, principalmente de jovens e adultos, havia sido pouco explorada:

“Sabe-se que o tecido adiposo branco leva a um processo inflamatório sistêmico de baixa intensidade. Esse processo inflamatório já havia sido relacionado ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares, mas muito pouco se sabia sobre a sua relação com a função pulmonar. Neste estudo, demonstrou-se que o ganho de peso está relacionado a uma maior perda de função pulmonar, aumentando assim o risco de desenvolvimento de DPOC”.

A DPOC, Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, ocorre quando as vias que levam o ar até o pulmão ficam obstruídas e inflamadas, destruindo parte do tecido pulmonar.

Este é um trecho da matéria original. Leia na íntegra em https://l1nq.com/UviYN.

Dezenas de milhares de americanos estão perdendo acesso ao tratamento de HIV enquanto quase 20 estados dos EUA impõem re...
09/03/2026

Dezenas de milhares de americanos estão perdendo acesso ao tratamento de HIV enquanto quase 20 estados dos EUA impõem restrições a programas de assistência e vários outros avaliam mudanças semelhantes.

Os estados, liderados tanto por democratas quanto por republicanos, estão endurecendo os requisitos para pessoas beneficiadas pelos Programas de Assistência a Medicamentos para Aids Ryan White, conhecidos como Adaps, de acordo com uma análise divulgada na segunda-feira (2) pelo grupo de pesquisa em saúde KFF.

Os programas ajudam a pagar medicamentos para HIV ou os fornecem gratuitamente a algumas pessoas, além de custear prêmios de seguro-saúde para outras.

Os medicamentos para HIV suprimem o vírus a níveis indetectáveis, eliminando a chance de transmissão para outras pessoas. A interrupção do tratamento pode levar a um aumento de novas infecções e de casos de Aids.

Além disso, algumas pessoas podem tentar estender seus estoques alternando dias ou compartilhando seus comprimidos com outras. Se o vírus se replicar em pessoas com proteção apenas parcial, pode se tornar resistente aos medicamentos. Pessoas vivendo com o vírus podem então transmitir o vírus resistente a outras.

A maior mudança entrou em vigor na Flórida no domingo (1º), quando autoridades cortaram benefícios de pelo menos 16 mil residentes vivendo com HIV. O estado também deixará de cobrir o Biktarvy, o medicamento para HIV mais prescrito.

Na sexta-feira, os Centros de Serviços Medicare e Medicaid abriram um período especial de inscrição permitindo que moradores da Flórida que perderem apoio financeiro para prêmios de seguro escolham um novo plano. O período termina em 30 de abril.

Este é um trecho da matéria original. Leia na íntegra em https://l1nq.com/x4ZxM.

O horror não para. Meu feed do Instagram parece um antigo jornal de imprensa marrom: um feminicídio após o outro, agress...
09/03/2026

O horror não para. Meu feed do Instagram parece um antigo jornal de imprensa marrom: um feminicídio após o outro, agressões, estupros, a cada dia, a cada hora, casos cada vez mais hediondos. O estupro coletivo em Copacabana e a história (de ontem) do ex-namorado que estupra a mulher e, enquanto ela vai à delegacia, volta à casa, assassina o filho e quase mata a mãe, me levaram às lágrimas.

Tudo isso acontecendo no mês das mulheres. Que sociedade estamos nos tornando? 9 a 10 estupros por hora, sendo 70% das vítimas com menos de 14 anos. Quatro feminicídios por dia em 2025, 1.568 casos no ano. Somadas às tentativas, são 6.900 vítimas! 70% das agressões e feminicídios são cometidos por parceiros ou ex-parceiros. E isso é apenas o que chega às estatísticas. O DataSenado (2025) estima que 3,7 milhões de brasileiras sofreram violência doméstica no último ano, e milhares de homicídios ocultos (não registrados corretamente como feminicídio) ocorrem a cada ano. O Judiciário registrou quase um milhão de novos casos de violência doméstica. É repugnante.

Minha colega de jornal, Ruth Aquino, me deu a honra de reproduzir na sua coluna trechos de um vídeo que gravei sobre esse tema, e escolheu essa frase: nossa sociedade está se transformando numa máquina de triturar mulheres.

Mulheres são nossa metade, nossa alma, nossas mães, irmãs, companheiras, nossas iguais. Não podemos assistir a isso passivamente. São mulheres ameaçadas, agredidas, estupradas, assassinadas, queimadas, desfiguradas, atropeladas, amputadas. O medo do estupro e da violência a cada minuto. O que está acontecendo conosco?

Este é um trecho da matéria original. Leia na íntegra em https://l1nq.com/EGXE6.

Marcia Thereza Cavalcanti Couto, 55, nunca havia visitado São Paulo quando, em 1998, mudou-se definitivamente para a cid...
09/03/2026

Marcia Thereza Cavalcanti Couto, 55, nunca havia visitado São Paulo quando, em 1998, mudou-se definitivamente para a cidade — ou “de mala e cuia”, como se diz em Pernambuco, seu estado de origem. Para ela, a capital paulista passava a imagem de ser “impessoal, diversa, caótica”. A cidade também trazia consigo imagens de pensadores e referências que Couto lia nos seus anos de formação em ciências sociais, intelectuais que pareciam quase inalcançáveis para a então doutoranda em sociologia na UFPE (Universidade Federal de Pernambuco).

O cenário e a relação de Couto com a cidade e com seu ambiente acadêmico mudou consideravelmente de lá para cá. Em novembro de 2025, ela foi empossada como professora titular do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo).

Couto é a primeira mulher no departamento fundado em 1967 a ser nomeada como professora titular, que é o cargo final do plano de carreira docente da USP.

Mulheres ainda são minoria entre os professores titulares da Faculdade de Medicina. No total, são 68 professores titulares. Desses, 15 são mulheres. Além disso, na Faculdade de Medicina inteira, ela foi a primeira pessoa com formação nas humanidades a ser empossada como professora titular.

Couto ingressou no Departamento de Medicina Preventiva da instituição como professora doutora em 2010 e, seis anos depois, passou a ser professora associada. Antes disso, ela já havia feito um pós-doutorado no mesmo departamento da USP, em 2002, além de ter sido professora da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), entre 2005 e 2010.

Este é um trecho da matéria original. Leia na íntegra em https://l1nq.com/iclxJ.

O Dia Internacional da Mulher é uma data histórica de mobilização política e de afirmação de direitos. Mais do que uma c...
09/03/2026

O Dia Internacional da Mulher é uma data histórica de mobilização política e de afirmação de direitos. Mais do que uma celebração, o 8 de março representa a continuidade da luta das mulheres contra as desigualdades estruturais que marcam suas vidas: a violência de gênero, o racismo, a desigualdade econômica e as diversas formas de discriminação ainda presentes na sociedade.

Neste momento, o Movimento Paulista de Luta contra a Aids (MOPAIDS) reafirma seu compromisso com a defesa da vida, da dignidade e dos direitos de todas as mulheres — cis e trans — reconhecendo que o enfrentamento ao HIV e à Aids está profundamente conectado às condições sociais, políticas e culturais que estruturam a vida das mulheres.

Isso significa reconhecer que a epidemia de HIV não pode ser analisada apenas como uma questão biomédica. Ela está atravessada pelas desigualdades que organizam a sociedade e que impactam diretamente a autonomia, a segurança e o acesso das mulheres aos seus direitos.

Falar de HIV entre mulheres é falar também de desigualdade, de violência e de acesso a direitos.

A violência de gênero continua sendo uma das expressões mais brutais da desigualdade entre homens e mulheres. No Brasil, milhares de mulheres ainda são vítimas de agressões físicas, psicológicas, se***is e institucionais, muitas vezes dentro do próprio ambiente familiar.

O feminicídio — assassinato de mulheres motivado por ódio, desprezo ou sentimento de posse — segue sendo uma realidade alarmante. Cada mulher assassinada representa não apenas uma vida interrompida, mas também o fracasso coletivo em garantir proteção, autonomia e justiça.

Essa realidade demonstra que a violência contra as mulheres não é um fenômeno isolado, mas parte de uma estrutura social que ainda tenta controlar seus corpos, suas escolhas e seus modos de viver.

Este é um trecho da matéria original. Leia na íntegra em https://l1nq.com/OPddX.

É comum que o s**o e o bem-estar sexual das mulheres sejam tratados como tabu pela sociedade. Ainda que questões ligadas...
08/03/2026

É comum que o s**o e o bem-estar sexual das mulheres sejam tratados como tabu pela sociedade. Ainda que questões ligadas ao universo feminino tenham ganhado mais espaço, o debate sobre essa discussão em específico segue enfrentando dificuldades para ser encarado.

No Dia Internacional das Mulheres, que ocorre neste domingo (8), assuntos relacionados à comunidade feminina ganham destaque. Pensando nisso, a CNN Brasil analisou o impacto que o bem-estar sexual tem na saúde de mulheres ao redor do mundo.

Existe uma definição clássica da Organização Mundial de Saúde (OMS) que define a saúde como um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doença ou enfermidade. Usando esse contexto como base, vemos que o bem-estar sexual é uma dimensão essencial da saúde integral”, começa Mariana Granado, ginecologista do Hospital M’Boi Mirim, gerido pelo Einstein Hospital Israelita, em entrevista à reportagem.

Para além de uma questão ligada à saúde física, a sexualidade faz parte do funcionamento global do corpo e da mente, se relacionando à autoestima, aos relacionamentos e à percepção de autonomia pessoal.

Este é um trecho da matéria original. Leia na íntegra em https://sl1nk.com/4zr8V.

A saúde da mulher é pouco estudada e, em muitos aspectos, mal compreendida. Mesmo o termo “saúde da mulher” é frequentem...
08/03/2026

A saúde da mulher é pouco estudada e, em muitos aspectos, mal compreendida. Mesmo o termo “saúde da mulher” é frequentemente usado como sinônimo de obstetrícia e ginecologia, embora o período reprodutivo da mulher termine na meia-idade e seus órgãos reprodutivos representem apenas uma fração do corpo.

Devido à pesquisa limitada, muitas mulheres e até mesmo muitos médicos nem sempre sabem como os sintomas se manifestam em condições comuns (como a apneia do sono, por exemplo) ou como reconhecer e tratar aquelas que afetam desproporcionalmente as mulheres (como as doenças autoimunes). Existem muitos mitos sobre o que é seguro durante a gravidez e o que é normal durante a menopausa. E problemas que afetam milhões de mulheres, como doenças cardíacas, ainda são amplamente vistos como problemas masculinos.

Pedimos a médicos e pesquisadores que compartilhassem os equívocos que eles mais desejavam esclarecer.

Este é um trecho da matéria original. Leia na íntegra em https://l1nq.com/QKJoY.

Neste Dia Internacional da Mulher, o Movimento Nacional das Cidadãs PositHIVas (MNCP) torna público um manifesto que eco...
08/03/2026

Neste Dia Internacional da Mulher, o Movimento Nacional das Cidadãs PositHIVas (MNCP) torna público um manifesto que ecoa décadas de mobilização, resistência e construção coletiva das mulheres que vivem com HIV no Brasil.

No documento, elas denunciam que, além do vírus, seguem enfrentando o peso do estigma, da violência de gênero, do racismo, da pobreza e das barreiras no acesso a uma saúde verdadeiramente integral. Ao mesmo tempo em que reafirma a centralidade do tratamento e do cuidado, o manifesto aponta para um horizonte mais amplo: o direito de viver com dignidade, de participar das decisões que impactam suas vidas e de avançar, com investimento em ciência e políticas públicas, do tratamento à cura.

Em um chamado à sociedade e aos gestores públicos, as mulheres organizadas no MNCP lembram que não há resposta efetiva ao HIV sem suas vozes, experiências e protagonismo.

Este é um trecho da matéria original. Leia o manifesto na íntegra em https://sl1nk.com/QDcmD.

No começo da conversa, Renata Souza ri. É um riso daqueles que escondem muitas histórias. “Quem é a Renata para além do ...
08/03/2026

No começo da conversa, Renata Souza ri. É um riso daqueles que escondem muitas histórias. “Quem é a Renata para além do HIV e do ativismo?”, ela repete a pergunta antes de responder. Faz uma pausa curta, respira fundo.

Hoje, aos 53 anos, Renata é assistente social. Está afastada do trabalho para enfrentar um tratamento contra câncer de mama, descoberto em março durante um exame de rotina. Foi mais um susto na vida de quem já enfrentou tantos. “Levei um susto, claro. Mas estou firme e forte, lutando”, diz.

Renata vive em Presidente Prudente, no interior de São Paulo, e há décadas é uma das vozes mais importantes na defesa dos direitos das pessoas vivendo com HIV/aids no Brasil. Integrante do Movimento Nacional das Cidadãs Posithivas, ela representa as mulheres vivendo com HIV e aids no Conselho Nacional de Saúde — um dos principais espaços de controle social do país.

Mas antes de se tornar referência no ativismo, Renata foi apenas uma menina pobre, criada pela avó, que cresceu sem acesso à informação, cercada por violência e silêncio. E foi nesse cenário que o HIV atravessou sua vida.

Este é um trecho da matéria original. Leia na íntegra em https://l1nq.com/UKjnc.

Endereço

Avenida Paulista, 2073/Horsa I, Sala 822
São Paulo, SP
01311-300

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Agência de Notícias da Aids posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Prática

Envie uma mensagem para Agência de Notícias da Aids:

Compartilhar

Share on Facebook Share on Twitter Share on LinkedIn
Share on Pinterest Share on Reddit Share via Email
Share on WhatsApp Share on Instagram Share on Telegram