28/02/2026
Nos últimos dias, a Polilaminina voltou a ser o centro das atenções na neurologia brasileira. Desenvolvida pela UFRJ, essa molécula representa uma das fronteiras mais promissoras para a regeneração da medula espinhal.
✔️ O que mudou agora?
A ANVISA autorizou o início da fase 1 dos te**es em humanos para avaliar a segurança da substância. É um passo histórico para a nossa ciência, mas que exige paciência e responsabilidade.
✔️ 3 pontos essenciais para entender:
▫️É uma ponte de regeneração - a polilaminina atua como um 'andaime' que estimula os nervos a buscarem novas rotas de conexão.
▫️Ainda é experimental - atualmente, o acesso é restrito a protocolos de pesquisa rigorosos e casos muito específicos de lesão aguda.
▫️Segurança em primeiro lugar - como bem reforçou a Academia Brasileira de Neurologia, precisamos cumprir todas as etapas científicas antes de considerarmos um tratamento definitivo.
A neurocirurgia moderna vive um momento de transição: de apenas 'descomprimir' para 'regenerar'. Estamos acompanhando cada passo dessa evolução para trazer sempre o melhor da ciência para você."
Você já tinha ouvido falar dessa descoberta brasileira? Compartilhe este post com quem precisa de informação segura sobre lesão medular.
Dr. Bruno Braga
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