Dra. Bruna Tavares

Dra. Bruna Tavares Dermatologista. Revelando beleza autêntica com ciência e cuidado.

03/03/2026

Envelhecer é inevitável.

Mas atravessar a menopausa com pele saudável, viçosa e com aparência harmônica é totalmente possível — desde que a gente fuja das promessas milagrosas e dos atalhos que só geram frustração (e, às vezes, complicações).

No vídeo, conversamos sobre a importância de um plano de rejuvenescimento em etapas, que olha para todas as necessidades da pele nessa fase: textura, firmeza, luminosidade, manchas e sustentação — sempre com segurança, individualidade e respeito ao seu rosto.

O objetivo não é “mudar”, mas preservar e restaurar o melhor da sua pele, de forma natural e progressiva.

Quando você pensa em rejuvenescimento na menopausa, busca mais por resultados imediatos e “efeito surpresa” ou prefere um cuidado planejado, que acompanha o tempo e a sua história?

Me conta nos comentários — vamos juntas desmistificar esse tema!

Retinoide não é tudo igual — e quem acha que é só “passar o mais forte” provavelmente nunca viu uma pele vermelha por se...
02/03/2026

Retinoide não é tudo igual — e quem acha que é só “passar o mais forte” provavelmente nunca viu uma pele vermelha por semanas.

A verdade é que retinol, retinal e tretinoína têm papéis diferentes, potências distintas e exigem estratégias personalizadas.
A escolha certa não depende do marketing, mas do seu tipo de pele, histórico e objetivo.

No carrossel, mostro de forma clara:
- Por que nem sempre “mais forte” é melhor.
- Como cada um se transforma na pele.
- E por que a decisão ideal é clínica, não de rótulo.

Afinal, potência sem critério pode até dar trabalho — mas resultado, só com estratégia.

E aí, você já tentou “pular etapas” com retinoides?
Ou prefere ir pelo caminho seguro, com acompanhamento e evolução real?

Me conta nos comentários!

26/02/2026

Vitamina C não é sempre a mesma coisa só porque aparece no rótulo.

Ela é um dos antioxidantes mais estudados na dermatologia, com evidências de ação contra radicais livres, estímulo de colágeno e auxílio na uniformização do tom da pele. Mas o que nem todo mundo sabe é que a forma da vitamina C, o veículo e a concentração podem mudar completamente os resultados – e também o risco de efeitos indesejados.

Formas como o ácido L-ascórbico em concentrações mais altas (em torno de 15–20%) e em veículos muito alcoólicos ou oleosos podem aumentar a chance de irritação, ardência, vermelhidão e surgimento de espinhas em algumas pessoas. Já peles sensíveis, com rosácea ou barreira fragilizada, muitas vezes não toleram bem determinados séruns de vitamina C – e isso não significa que estejam “erradas”.

E aqui entra um ponto importante: não é vitamina C ou nada.
Peles muito reativas ainda podem se beneficiar de antioxidantes como niacinamida, resveratrol e outros ativos com ação anti-inflamatória e protetora da barreira cutânea, que ajudam a combater radicais livres, melhorar textura e reduzir inflamação com menor risco de irritação, quando bem indicados.

Como curiosidade, muitos estudos mostram que a vitamina C pura é mais estável e eficaz em pH mais baixo e formulações bem estruturadas, o que potencializa o efeito, mas também pode torná-la menos confortável para algumas peles. Ou seja, não é apenas sobre usar vitamina C, mas sobre escolher a formulação certa para cada pele.

Antes de seguir a tendência do próximo sérum da vez, vale se perguntar:
a vitamina C que você usa hoje foi escolhida pensando na sua pele — ou apenas na promessa do rótulo?

🍊

O “código de barras” não aparece de um dia para o outro. Ele é resultado de um conjunto de fatores: movimento repetido d...
25/02/2026

O “código de barras” não aparece de um dia para o outro.
Ele é resultado de um conjunto de fatores: movimento repetido da boca, afinamento progressivo da pele, queda de colágeno e elastina, somados ao acúmulo de dano solar e às mudanças hormonais – especialmente após os 40.

Além da genética e do próprio processo de envelhecimento, alguns hábitos do dia a dia podem intensificar essas linhas: o fumo, o uso frequente de canudo e até o costume de fazer “biquinho” de forma repetida aumentam a contração dessa musculatura ao redor da boca, favorecendo o surgimento e a marcação das rugas verticais ao longo dos anos. Não é sobre proibição, mas sobre consciência: se isso já te incomoda, observar esses gestos e ajustar alguns comportamentos pode fazer diferença no médio e longo prazo.

Do lado dos tratamentos, combinamos cuidado diário bem orientado, tecnologias como laser fracionado e abordagens de nutrição dérmica/bioestimulação para melhorar textura, firmeza e suavizar as linhas, sempre respeitando o formato natural dos lábios e a expressão de cada paciente.

Se esse tema te toca de alguma forma, vale se perguntar:
essas linhas ao redor da boca te incomodam hoje a ponto de você querer cuidar delas ou, por enquanto, fazem parte da forma como você se reconhece no espelho?

21/02/2026

A prevenção faz uma diferença que, ao vivo, chega a ser chocante.

Recentemente atendi duas irmãs gêmeas no consultório. Mesma genética, mesma idade, mesma história de vida em muitos aspectos — mas com um detalhe bem distinto: a forma como cada uma escolheu cuidar da pele ao longo dos anos.

Uma delas sempre investiu em prevenção: skincare orientado, uso regular de protetor solar, toxina botulínica 1 a 2 vezes ao ano e sessões de laser ao longo do tempo. A outra praticamente nunca fez nada: não tinha rotina de cuidados, não usava proteção diária e nunca realizou procedimentos.

O resultado?
A diferença entre as duas era nítida:
a que nunca se cuidou apresentava muito mais rugas, manchinhas, perda de viço e flacidez, a ponto de hoje já ter indicação de tratamento cirúrgico. Mas, como essa não é uma possibilidade que ela cogita, estruturamos juntas um plano de tratamento em etapas, com foco em melhorar textura, firmeza, manchas e, principalmente, sua relação com o espelho daqui pra frente.

Essa história ilustra algo que a ciência mostra há anos: quando falamos de pele e envelhecimento, consistência e prevenção sempre trazem resultados mais naturais, graduais e conservadores do que tentar “correr atrás do prejuízo” muito tarde.

E você, como quer envelhecer?
Com qual das duas você mais se identifica nos cuidados que tem hoje com a sua pele?

O envelhecimento facial não acontece de um dia para o outro.  Ele é silencioso, diário e vai muito além de “rugas”: envo...
20/02/2026

O envelhecimento facial não acontece de um dia para o outro.
Ele é silencioso, diário e vai muito além de “rugas”: envolve osso, gordura, músculos, pele e também o impacto das mudanças hormonais ao longo da vida.

Fatores como genética, idade cronológica e o próprio eixo hormonal não são totalmente controláveis, mas hoje temos recursos para equilibrar melhor essas alterações e reduzir parte dos seus efeitos na pele e no rosto. Ao mesmo tempo, hábitos como exposição solar sem proteção, tabagismo, estresse crônico, alimentação e rotina de cuidados seguem sendo decisivos para acelerar ou desacelerar esse processo.

Quando entendemos esse conjunto de fatores, deixamos de buscar “procedimentos isolados” e passamos a pensar em estratégia de envelhecimento: prevenção quando os sinais ainda são sutis e, mais adiante, tratamentos estruturais bem indicados para sustentar, reposicionar e estimular, sem descaracterizar. Sempre com planejamento, base científica, respeito à anatomia e foco em naturalidade.

Se ao ver esse carrossel você se reconheceu em alguma fase do processo, vale olhar para o envelhecer não com medo, mas com consciência e intenção.
Você já parou para pensar em como quer envelhecer — e o que tem feito hoje, em termos de saúde e estética, para sustentar essa versão futura?

Frio intenso e neve podem ser lindos, mas para a pele são um verdadeiro desafio.  Hoje compartilhei no carrossel os prod...
14/02/2026

Frio intenso e neve podem ser lindos, mas para a pele são um verdadeiro desafio.

Hoje compartilhei no carrossel os produtos que salvaram minha pele, mas é importante entender por que ela sofre tanto nessas condições.

Em temperaturas baixas, há uma redução da produção de sebo e uma alteração da barreira cutânea. Isso significa menos “manto protetor” natural, maior perda de água (TEWL – perda transepidérmica de água) e, como consequência, mais ressecamento, descamação e sensação de repuxamento.

Some a isso o ar mais seco, calefação e vento frio, e temos um cenário perfeito para sensibilidade, vermelhidão e irritação – especialmente em peles já mais reativas.

Por isso, em ambientes de frio e neve, a prioridade não é só “hidratar”, mas proteger e reparar a barreira da pele: limpadores mais suaves, hidratantes com ingredientes umectantes e restauradores de barreira (como ceramidas, glicerina, ácido hialurônico, colesterol, ácidos graxos), texturas mais ricas/oclusivas nas áreas que mais sofrem (lábios, contorno do nariz, pálpebras) e, claro, filtro solar diário, porque a radiação UV continua presente – e na neve ainda há reflexão, aumentando a exposição.

E é importante reforçar: essa estratégia foi pensada para a minha pele, com minhas necessidades e rotina.
Nem tudo serve para todo mundo. Há peles mais sensíveis e outras mais resistentes, peles oleosas, secas, mistas, maduras; pessoas que amam vários passos de skincare e outras que não têm a menor paciência. O ideal é sempre adaptar os princípios (proteção de barreira, hidratação adequada e fotoproteção) à realidade e ao tipo de pele de cada um.

Com escolhas certas e consistência, é possível aproveitar o frio e a neve sem “pagar a conta” depois em forma de pele áspera, irritada ou descamando.

Depois de ver o carrossel, me conta: você é do time que sofre muito com o frio na pele ou quase não sente diferença?

10/02/2026

Maquiagem faz milagres, mas tem sinais que, quando começam a aparecer, nem a melhor técnica dá conta sozinha.
Hoje eu trouxe três que vejo muito no consultório: olheiras profundas, deslizamento facial e ruguinhas marcadas ao redor dos olhos.

Está tudo bem não querer esconder nada disso.
Mas, se te incomoda, a dermatologia hoje consegue ir além da make, tratando a causa com foco em naturalidade e respeito à sua expressão.

Quando a olheira é funda, com sulco bem marcado, não é só questão de cor: geralmente falta estrutura na região. Nesses casos, usamos pontos de estruturação com ácido hialurônico para suavizar a transição entre pálpebra e bochecha. A ideia não é “mudar o rosto”, e sim tirar o ar de cansaço, preservando o seu olhar.

O chamado deslizamento facial também é um processo mais profundo do que parece. Com o tempo, temos reabsorção óssea, mudança e perda de volume da gordura facial, afrouxamento de ligamentos, alteração da função muscular e redução de colágeno e elastina. Por isso, o cuidado não é um pontinho isolado, mas um plano global de sustentação, que pode combinar pontos de estruturação profunda, bioestimuladores de colágeno, ultrassom microfocado e tecnologias como laser para melhorar textura e firmeza.

Já as ruguinhas ao redor dos olhos muitas vezes misturam expressão, flacidez e pele mais fina. Dependendo do grau, podemos associar ultrassom, fios de bioestímulo, microbotox para suavizar as contrações sem congelar o olhar e, se necessário, laser, plasma ou radiofrequência microagulhada para estimular colágeno e refinar a pele dessa região delicada.

Nada disso é obrigação.
São recursos que existem para quem se incomoda com esses pontos e escolhe cuidar deles de forma mais profunda, com equilíbrio e bom senso.

Quando você se olha no espelho, o que mais te chama atenção: olheiras, “queda” do rosto ou ruguinhas ao redor dos olhos?

05/02/2026

Hoje, mais do que nunca, podemos escolher como queremos atravessar o envelhecer.

As fotos que trago não são para definir quem está “melhor” ou “pior”, mas para mostrar que existem muitos caminhos possíveis: resultados mais sutis, que preservam a naturalidade, e outros mais evidentes, que marcam presença.

Profissionalmente, meu posicionamento é muito claro: acredito em um gerenciamento do envelhecimento que mantenha a beleza e a naturalidade de cada um, respeitando traços, história e essência. Para mim, envelhecer bem não é se transformar em outra pessoa, mas sim em uma versão mais cuidada de si mesma.

É claro que genética importa, mas hoje temos recursos que permitem envelhecer da melhor forma do nosso possível — não do padrão imposto, nem do resultado de outra pessoa. E isso vai muito além de um botox ou um preenchimento uma ou duas vezes por ano.

Na prática, isso significa que, além de injetar, eu pergunto do sono, dos exercícios, da rotina, dos hábitos. Incentivo a cessar o que faz mal, a iniciar o que faz bem, a construir disciplina e autocuidado no dia a dia. Porque gestão do envelhecimento é um projeto contínuo, que envolve pele, corpo, mente e escolhas diárias.

Que essas imagens sirvam mais como reflexão do que como comparação: sobre liberdade de escolha, responsabilidade com o próprio corpo e a possibilidade de envelhecer com tecnologia, sim, mas também com equilíbrio, saúde e verdade.

Hoje me despeço de Paris com a mente cheia de novas ideias e o mesmo propósito de sempre. Foram dias intensos de aprendi...
01/02/2026

Hoje me despeço de Paris com a mente cheia de novas ideias e o mesmo propósito de sempre.

Foram dias intensos de aprendizado, cultura, gastronomia e história. Não é à toa que aqui acontece o maior evento mundial de cosmiatria: Paris é beleza, é contemplação, é inspiração para quem leva a estética a sério.

Sou profundamente grata por realizar esse sonho e, mais ainda, por voltar com a bagagem cheia de atualizações para cuidar ainda melhor dos meus pacientes — mantendo minha essência, agora com ainda mais conhecimento e segurança.

Agora seguimos para a neve, um cenário totalmente diferente. Vou me desafiar a aprender a esquiar, mesmo sabendo que esportes mais radicais não são exatamente a minha área. Tenho muito mais habilidade em movimentos finos do que em consciência corporal total. Mas eu amo aprender coisas novas, então vamos lá tentar acompanhar o maridão, que também me acompanha em tudo que pode. ❄️🎿

Paris nos recebeu ontem de tardinha. Marais, Galeries Lafayette com seus corredores de história e moda, um café sob aque...
27/01/2026

Paris nos recebeu ontem de tardinha. Marais, Galeries Lafayette com seus corredores de história e moda, um café sob aquela abóbada que parece suspender o tempo… tudo tinha aquele brilho de sonho que imaginei por tanto tempo.

Hoje choveu — muito.
Versailles nos recebeu com seus espelhos e ouro, mas os jardins ficaram guardados para outra vinda. Pegamos trem para o lado errado, rimos da confusão, e quando voltamos para Paris, o céu nos presenteou: um pôr do sol cor de rosa, a Torre Eiffel ao fundo, e aquele tipo de beleza que não cabe em foto.

Pés doendo, mãos geladas, coração quentinho.
E aqui está o que realmente importa: viver cada momento, respirar ele, compartilhá-lo com quem a gente ama.
victorpaschoa ao meu lado transformando cada desvio de caminho em uma história, cada chuva em uma aventura.

Paris é linda, sim.
Mas esses dias têm sido ainda mais especiais pelo que carregam de afeto, cumplicidade e presença.

Logo mais começa o IMCAS.
Por enquanto, sigo apenas agradecendo por poder viver tudo isso aqui.

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Rua Rubem Berta, 850
São Paulo, SP
04074-000

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