03/01/2026
Atletas, atores e figuras públicas mostram que as valvopatias não escolhem idade, profissão ou forma física.
O que isso nos ensina sobre o coração
Todos têm histórias diferentes, mas um ponto em comum: valvopatias. Muitos convivem com a doença por anos sem sintomas, até que exames de rotina revelam a necessidade de intervenção.
O que salvou eles? Monitoramento constante, diagnóstico precoce e acompanhamento especializado.
Arnold Schwarzenegger
Arnold Schwarzenegger nasceu com válvula aórtica bicúspide, uma alteração congênita que afeta milhões de pessoas no mundo.
Ele já precisou substituir a válvula por duas vezes ao longo da vida, mesmo sendo um dos maiores símbolos de força física.
Sua história mostra que valvopatias podem existir mesmo em quem aparenta plena saúde.
Roger Black (Atleta Olímpico)
O velocista britânico e medalhista olímpico Roger Black foi diagnosticado na infância com válvula aórtica bicúspide. Mesmo com acompanhamento médico constante, após a carreira precisou de cirurgia.
Seu caso reforça que diagnósticos precoces podem permitir vida ativa e longeva, desde que com vigilância médica.
Mick Jagger (Rolling Stones)
O vocalista dos Rolling Stones foi diagnosticado com doença valvar aórtica, e em 2019 precisou trocar a válvula do coração por cateterismo (TAVI).
Após recuperação, voltou aos palcos, prova de que tratamento adequado devolve qualidade de vida, mesmo após intervenção cardíaca.
Famosos ou não, todos nós dependemos do mesmo motor: o coração. Se existe histórico familiar, sopro ou cansaço fora do normal, não espere sintomas.