Natália Aguilar

Natália Aguilar Psicóloga e Gestalt-terapeuta

19/02/2026

Um pouquinho dos bastidores da minha participação no Sempre Melhor, da Rede Mais Família de Televisão.

Foi uma conversa muito especial, que aconteceu na semana passada, e agora já posso dividir com vocês que o programa está disponível no YouTube da emissora.

Se você não conseguiu assistir, já está lá. Vale a pena conferir, ficou incrível.



17/02/2026

Hoje o dia é todinho delas.
Minhas meninas, minhas companheirinhas, minhas gêmeas mais lindas!!!

Ser mãe de vocês é aprender todos os dias sobre amor, presença e sentido. É descobrir que o tempo passa rápido demais e, ao mesmo tempo, que cada detalhe f**a guardado para sempre.

Vocês cresceram, e eu cresci junto... porque vocês me ensinaram.

Que a vida siga sendo gentil e doce com vocês. Que nunca falte colo quando o mundo pesar, coragem para serem quem são e amor, desse que começa em casa e vai acompanhando para sempre.

Feliz vida, minhas meninas.
Mamãe ama vocês infinitamente. 🤍✨

16/02/2026

Essa é uma pergunta muito comum:

“Se eu me divertir, estou desrespeitando quem eu perdi?”

A resposta é: não existe uma regra.
O luto não proíbe a vida, mas muda o ritmo.

Algumas pessoas conseguem aproveitar momentos de alegria. Outras não. E ambas estão vivendo o luto de forma legítima.

O mais importante é que essa escolha venha de dentro — e não da pressão externa.

14/02/2026

Sarah perdeu dois filhos.

Dois filhos, de forma violenta, abrupta e irreversível.

Não houve tempo para se preparar. Não houve espaço para uma despedida possível. Houve uma ruptura brutal — no tempo, na vida e na identidade de ser mãe.

Quando uma mãe perde um filho de forma traumática, ela não perde apenas aquela criança. Ela perde o futuro que existia ali. Ela perde a continuidade da própria história como ela imaginava. Ela perde uma parte de si mesma que só existia naquela relação.

Sarah não precisa se explicar.

Ela precisa sobreviver a uma dor que nenhuma mãe deveria conhecer.
O luto dela já é pesado o suficiente.

O luto dela já é pesado o suficiente.

Que exista, ao menos, humanidade ao redor dessa dor. Que exista silêncio onde hoje há julgamento. Que exista compaixão onde hoje há acusação.

Porque nenhuma mãe deveria ter que sobreviver à perda violenta de dois filhos… e ainda ter que sobreviver à violência das suposições, dos olhares e das palavras.

Algumas dores não precisam da nossa opinião.
Precisam apenas do nosso respeito.
Que exista, ao menos, humanidade e compaixão ao redor dessa dor.

Eu sinto muito Sarah!

13/02/2026

Existe uma narrativa única sobre o Carnaval: alegria, energia e descontração.

Mas a vida real é mais complexa do que isso.

Para quem está em luto, para quem vive ansiedade, depressão ou esgotamento emocional, essa época pode ser difícil.

Validar que nem todo mundo vive esse período da mesma forma é um passo importante para uma sociedade mais empática. Alegria imposta não é cuidado.

11/02/2026

Você não é obrigado a celebrar para provar que está bem.
O direito de não comemorar também é um direito emocional.

Respeitar o próprio tempo é uma forma profunda de autocuidado — especialmente no luto.

07/02/2026

O Carnaval costuma ser vendido como sinônimo de alegria obrigatória.
Mas saúde mental também é poder reconhecer quando o excesso machuca.

Para algumas pessoas, o barulho, a aglomeração e a pressão social para estar feliz podem gerar ansiedade, tristeza, exaustão emocional e até crises.

Cuidar da saúde mental no Carnaval é respeitar seus próprios limites, mesmo que eles sejam diferentes dos limites de quem está ao seu lado.

Alegria não pode ser imposição.
E cuidado também é saber parar.

02/02/2026

Fevereiro chega com a promessa de alegria, festa e leveza.

Mas nem todo mundo começa esse mês assim.

Para quem vive o luto, o início de fevereiro pode vir carregado de ambivalência: o mundo acelera, enquanto por dentro tudo pede pausa. E está tudo bem se você não estiver no mesmo ritmo que os outros.

O luto não segue o calendário, não respeita feriados nem datas comemorativas. Ele atravessa os meses, os sons, as cores e até as expectativas externas de que “já passou tempo suficiente”.

Se fevereiro chegou pesado para você, isso não signif**a fraqueza. Signif**a que algo importante foi perdido, e isso merece respeito.

Aqui, você não precisa fingir alegria para caber no mundo. 🤍

31/01/2026

O luto não se manifesta apenas nos dias difíceis. Ele reaparece, muitas vezes, nas datas que carregam signif**ado: aniversários, datas esperadas, meses simbólicos, comemorações que agora têm ausência.

Esses momentos costumam reativar a dor, não como retrocesso, mas como parte do processo de viver com a perda. No luto perinatal, datas como a descoberta da gestação, a data prevista para o nascimento ou o dia da perda podem atravessar o ano de forma silenciosa e intensa.

Cuidar da saúde mental é compreender que essas reativações são naturais.
Elas não indicam que o luto “voltou”, mas que o vínculo segue presente, pedindo reconhecimento e cuidado ao longo do tempo.

28/01/2026

Ontem foi mais um dia de gravar podcast. Dessa vez para o do .portal

Apresentado pela querida , foi um momento de muitas trocas e conteúdos sobre perdas, ansiedade e processos de adaptação.

Logo mais no ar!

26/01/2026

A morte interrompe a presença física, mas não apaga o vínculo construído. As relações que foram signif**ativas continuam existindo na memória, no corpo, na história e na forma como a vida segue sendo reorganizada.

No luto perinatal, esse vínculo é muitas vezes questionado ou invalidado, como se ele não tivesse sido “tempo suficiente”. Mas o vínculo não se mede em dias ou em convivência fora do útero, ele se constrói no desejo, na expectativa, no amor e na presença sentida.

Reconhecer a continuidade do vínculo é uma forma de cuidado em saúde mental.
É permitir que a pessoa enlutada encontre maneiras próprias de lembrar, signif**ar e seguir vivendo sem precisar romper com aquilo que foi importante.

O amor não termina com a morte. Ele só encontra um novo jeito de viver!

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Um pouco sobre mim

Psicóloga (CRP 06/92570), graduada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, especialista em Gestalt-terapia pelo Instituto Sedes Sapientiae. Psicoterapeuta de crianças, adolescentes, adultos, idosos e casais. Meu trabalho é focado no atendimento de pessoas que buscam uma conexão consigo e com o mundo, por meio do auto conhecimento e fortalecimento do auto suporte. Atuei 5 anos na área de Recursos Humanos com Gestão de Pessoas, o que me fez sentir a necessidade de me aproximar e auxiliá-las em seus processos de crescimento e desenvolvimento emocional para lidarem com as adversidades encontradas em suas vidas. Sou apreciadora de Arte no geral e acredito que por meio dela o ser humano se descobre e redescobre, além disso, o ato da criação pode ser uma forma genuína de expressão. Com o olhar voltado exclusivamente para as pessoas, meu trabalho gira em torno de fazer com que estas entrem em contato com aquilo que mais as afligem para que possam transcender suas dificuldades e chegarem a um estágio de harmonia da alma. Minhas principais experiências são: Atuação em consultório particular de Psicoterapia com Crianças, Adolescentes, Adultos, Idosos e Casais; Orientação aos pais/ responsáveis/ familiares de Crianças e Adolescentes; Orientação Profissional de Adolescentes e Adultos; Coordenação de Grupos de Estudos; Supervisão Psicológica; Coordenação, Supervisão e Liderança de Equipes de Recrutamento e Seleção; Coordenação de turmas de treinamento e desenvolvimento; Triagem, Recrutamento e Seleção de candidatos; Orientação para o trabalho (Preparação de candidatos para processos seletivos e para o mercado de trabalho); Realização de pesquisas de rotina/ clima organizacional; Coordenação e Liderança de grupos de jovens em cursos de orientação para o trabalho e mediação no processo de identif**ação do perfil profissional de cada um. Além disso, também sou coautora das 18ª, 19ª e 20ª edições da Revista de Gestalt do Instituto Sedes Sapientiae.