Médicos do Rim

Médicos do Rim O Centro Médico do Rim é uma clínica especializada em atendimento de patologias dos rins e vias urinárias.

Clinica Medica para atendimento de consultas na especialidade de Nefrologia, ou seja, para o tratamento de Doenças Renais. As doenças mais frequentes são causadas por Hipertensão Arterial e Diabentes Melitus. Tambem contribuem para essa lista as doenças renais, como por ex. Calculose ou Pedras nos Rins, as Infecções Urinárias, ou doenças que tem componente Genetico ou Familiar, tal como Rins Policisticos, são as mais comumente encontradas. As doenças imunológicas que resultam em comprometimento dos rins. A grande maioria de doenças renais evoluem de maneira insidiosa levando ao quadro de Insuficiência Renal Crônica com necessidade de tratamento dialítico. o Centro Médico do Rim atende pacientes portadores de Insuficiência renal em programa de tratamento dialítico e encaminha pacientes para programas de Transplante renal nas distintas instituições transplantadoras em Sao Paulo. Importante salientar que a Função Renal tambem se altera com o passar da idade apresentando uma queda gradual com a evolução dos anos. Assim é alta a incidência de Disfunção Renal nos indivíduos com idade superior a 60 anos.

TRATAMENTO CONSERVADOR DA DOENÇA RENAL CRÔNICA - CONTROLE DA PRESSÃO ARTERIALO controle adequado da pressão arterial é u...
14/06/2016

TRATAMENTO CONSERVADOR DA DOENÇA RENAL CRÔNICA - CONTROLE DA PRESSÃO ARTERIAL
O controle adequado da pressão arterial é uma medida fundamental para retardar a progressão da doença renal crônica.
O ideal geralmente é que a pressão seja mantida abaixo de 130 x 80 mmHg.
A restrição de sal (sódio) é muito importante. Para tanto, em linhas gerais, deve-se evitar utilizar temperos prontos, alimentos enlatados, sucos em pó, salames e queijos.

Fonte: Sociedade Brasileira de Nefrologia - SBN

TRATAMENTO CONSERVADOR DA DOENÇA RENAL CRÔNICA - CUIDADOS COM ANEMIAA anemia é diminuição da quantidade de glóbulos verm...
10/06/2016

TRATAMENTO CONSERVADOR DA DOENÇA RENAL CRÔNICA - CUIDADOS COM ANEMIA
A anemia é diminuição da quantidade de glóbulos vermelhos no sangue.
Os glóbulos vermelhos, também conhecidos como hemácias, são responsáveis pelo transporte de oxigênio para todas as células do nosso corpo.
Quando o paciente tem anemia, dependendo da gravidade, ele pode sentir desânimo, falta de apetite, fraqueza nas pernas, sonolência, falta de ar quando caminha, etc.
Será fundamental a avaliação pelo médico da intensidade da anemia, dos estoques de ferro e de alguns hormônios.
É comum que pacientes com doença renal crônica tenham insuficiência de eritropoetina, o hormônio produzido pelos rins, importante para a produção dos glóbulos vermelhos.
Às vezes, é necessária a reposição desse hormônio e também dos estoques de ferro.
A reposição de eritropoetina, na maioria das vezes, é feita por via subcutânea, conforme a prescrição do médico.

Fonte: Sociedade Brasileira de Nefrologia - SBN

TRATAMENTO CONSERVADOR DA DOENÇA RENAL CRÔNICA - PREPARO PARA DIÁLISE OU TRANSPLANTEEsta fase do tratamento tem início q...
08/06/2016

TRATAMENTO CONSERVADOR DA DOENÇA RENAL CRÔNICA - PREPARO PARA DIÁLISE OU TRANSPLANTE
Esta fase do tratamento tem início quando o paciente apresenta em torno de 20% da sua função renal. Depende muito da velocidade com que a doença progride
À medida que a função renal aproxima-se de 15%, é fundamental preparar o paciente para as Terapias de Substituição da Função Renal (diálise ou transplante).
A boa orientação e a realização do preparo permitem que o paciente tenha menos complicações quando iniciar a diálise ou submeter-se ao transplante de rim.

Fonte: Sociedade Brasileira de Nefrologia - SBN

TRATAMENTO CONSERVADOR DA DOENÇA RENAL CRÔNICA - CONTROLE DA GLICEMIAPara os pacientes diabéticos, o controle adequado d...
07/06/2016

TRATAMENTO CONSERVADOR DA DOENÇA RENAL CRÔNICA - CONTROLE DA GLICEMIA
Para os pacientes diabéticos, o controle adequado da glicemia é essencial nessa etapa do tratamento.
De forma geral, recomenda-se manter a hemoglobina glicada (HbA1c) menor do que 7% e a glicemia de jejum abaixo de 140 mg/dL.
Institui-se uma dieta adequada com redução de carboidratos (massas, batata, arroz), preferindo alimentos integrais.

Fonte: Sociedade Brasileira de Nefrologia - SBN

Agende sua Consulta com Especialista: 11- 3662.6300

TRATAMENTO CONSERVADOR DA DOENÇA RENAL CRÔNICA - INTERRUPÇÃO DO TABAGISMOAtualmente existem várias formas de tratamento ...
07/06/2016

TRATAMENTO CONSERVADOR DA DOENÇA RENAL CRÔNICA - INTERRUPÇÃO DO TABAGISMO

Atualmente existem várias formas de tratamento para parar de fumar, incluindo tratamento psicológico e medicamentos.

Parar de fumar traz benefícios não só para os rins, mas também para o sistema cardiocirculatório.

Fonte: Sociedade Brasileira de Nefrologia - SBN

Agende sua Consulta com Especialista: 11- 3662.6300

TRATAMENTO CONSERVADOR DA DOENÇA RENAL CRÔNICA - DIETA ADEQUADANão existe uma dieta única para todos os pacientes. Cada ...
07/06/2016

TRATAMENTO CONSERVADOR DA DOENÇA RENAL CRÔNICA - DIETA ADEQUADA

Não existe uma dieta única para todos os pacientes.

Cada pessoa deverá ser avaliado de forma individual e ter sua dieta elaborada com o auxílio de um nutricionista.

Em geral, a restrição alimentar aumenta na medida em que a doença progride e quando os medicamentos já não são capazes de manter os níveis de potássio, fósforo e ácidos dentro do desejado.

De uma forma geral, será recomendada uma dieta com restrição de sal (em torno de três gramas por dia).

Nas fases mais avançadas da doença, poderá ser necessária a limitação da ingesta de água (dependendo se o paciente persiste com inchaço, apesar da restrição do sal e do uso de diuréticos) e restrição de alimentos que contenham muito potássio e/ou fósforo (leite, carnes, refrigerantes a base de cola).

Atenção especial deve ser dada ao consumo de proteínas, pois a quantidade e o tipo de proteína a ser ingerida variam com a fase da doença renal e a sua causa.

Porém, é preciso tomar cuidado para que a restrição não seja exagerada. Neste caso, ela pode resultar em desnutrição, o que é muito prejudicial.

Fonte: Sociedade Brasileira de Nefrologia - SBN

Agende sua Consulta com Especialista: 11- 3662.6300

05/05/2016

Risco: O controle pressórico não adequado!

O controle clínico das Doenças Crônicas como a Hipertensão Arterial, esbarra em dificuldades de várias ordens, entre elas, os problemas estruturais, tais como acesso limitado às consultas, exames e medicamentos e problemas relacionados aos profissionais de saúde.(Além da falta de trabalhadores capacitados, muitos se apresentam desmotivados e insatisfeitos no trabalho).

Fatores relativos aos usuários como as más condições socioeconômicas, influências culturais e comportamentais, interferem no processo da adesão ao tratamento, comprometendo a qualidade da assistência prestada e o efetivo controle da Pressão Arterial.

Estimativas apontam que apenas um terço das pessoas regularmente acompanhadas em serviços básicos de saúde tem sua Pressão Arterial mantida em níveis desejáveis, o que favorece a ocorrência anual de mais de um milhão de internações por doenças do aparelho circulatório, com elevado custo financeiro, mantendo-se como a principal causa de mortes no Brasil.

Três perguntas auxiliam no entendimento dos motivos pelos quais os pacientes não aderem ao tratamento:
1) Em quais dias da semana o(a) Sr.(a) não tomou ou tomou a mais pelo menos um comprimido deste remédio?
2) Nestes dias, quantos comprimidos o(a) Sr.(a) deixou de tomar ou tomou a mais?
3) Como estava sua pressão na última vez que o(a) Sr.(a) mediu?

Aproximadamente 45% dos indivíduos com Hipertensão Arterial, apresentam controle inadequado dos níveis tensionais. Isso reforça a importância da equipe de saúde, atuar no sentido de que pacientes possam aderir de forma mais eficaz ao tratamento.

Fatores como idade (igual ou superior a 60 anos), não adesão à farmacoterapia, falta às consultas médicas e prescrição de maior número de medicações, merecem atenção especial dos profissionais de saúde que atuam junto à população hipertensa.
Estas variáveis mostram associação com controle pressórico inadequado, e são passíveis de atuação conjunta entre a equipe de saúde e o paciente hipertenso.

Esc. Anna Nery vol.20 no.1 Rio de Janeiro Jan./Mar. 2016
Fatores associados ao inadequado controle pressórico em pacientes da atenção primária
(M. S. Barreto, L. M. Matsuda, S. S. Marcon)

Como prevenir doenças renais ! Consulte um nefrologista!
03/05/2016

Como prevenir doenças renais !
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02/05/2016
Consulte um especialista !
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