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Durante 27 anos eu atuei no mundo corporativo, sustentando metas, decisões e equipes.Performance sempre foi parte da min...
28/02/2026

Durante 27 anos eu atuei no mundo corporativo, sustentando metas, decisões e equipes.

Performance sempre foi parte da minha identidade.

Mas existe uma lacuna pouco discutida na alta performance:
a gestão do estado emocional que sustenta os resultados.

Muitas pessoas aprendem a liderar projetos, equipes e negócios.
Poucas aprendem a liderar a própria mente.

E quando o equilíbrio interno não acompanha o sucesso externo, o custo aparece — em forma de ansiedade, desalinhamento ou exaustão silenciosa.

Minha transição não foi uma ruptura profissional.
Foi uma evolução de consciência.

Hoje, como Hipnoterapeuta e Mentora Comportamental, eu trabalho com pessoas que já conquistaram muito, mas perceberam que precisam estruturar melhor a própria base emocional para sustentar o que construíram.

Se você ocupa posições de responsabilidade e sente que desempenho e equilíbrio precisam caminhar juntos, esse carrossel foi feito para você.

Leia com atenção.

A Hipnose ainda é cercada de mitos. Muita gente associa a perder o controle, “apagar” ou fazer algo contra a própria von...
27/02/2026

A Hipnose ainda é cercada de mitos. Muita gente associa a perder o controle, “apagar” ou fazer algo contra a própria vontade.

Mas, na prática clínica, estamos falando de um estado natural de foco, utilizado com intenção terapêutica, método e preparo.

Grande parte das reações que nos limitam não está apenas na lógica, está na forma como determinadas experiências ficaram registradas emocionalmente.

E é justamente aí que o trabalho acontece.

Esse conteúdo foi estruturado com base em conceitos apresentados no livro “A Ciência da Hipnoterapia”, de Dr. David Spiegel, referência internacional em pesquisas sobre hipnose clínica e funcionamento da mente.

Se você já teve curiosidade, receio ou quer entender melhor como a hipnoterapia realmente funciona, leia o carrossel com calma. Ele foi pensado para esclarecer, não para impressionar.

E, se algo fizer sentido ou despertar dúvidas, eu estou à disposição para conversar. Me chame!

23/02/2026

Às vezes, o cuidado que você oferece ao mundo
é o mesmo que você precisa.

Comece pequeno.
Com gentileza.
Um pouquinho por vez.
Primeiro você!

Ótima semana! 🤍

Quando uma atleta como Alysa Liu decide se aposentar aos 16 anos, no auge da performance, não estamos diante de fragilid...
20/02/2026

Quando uma atleta como Alysa Liu decide se aposentar aos 16 anos, no auge da performance, não estamos diante de fragilidade. Estamos diante de um sistema psíquico que atingiu o limite.

Desde muito cedo, ela foi associada ao desempenho. Antes mesmo de consolidar sua identidade, já era símbolo de expectativa coletiva.

Quando a identidade está condicionada ao desempenho, qualquer oscilação externa é sentida como ameaça interna. É nesse ponto que a ansiedade se instala como mecanismo de proteção.

A ansiedade, nesse contexto, é um alerta biológico de que o sistema está operando em modo de sobrevivência. O corpo mantém ativação constante, o cérebro entra em hipervigilância e a autocrítica se intensifica. A pessoa continua performando, muitas vezes com excelência, mas por dentro vive em tensão permanente.

É comum ouvir líderes dizerem:
“Eu não posso parar.”
“Se eu diminuir o ritmo, tudo desmorona.”
“Eu preciso sustentar esse padrão.”

O que quase nunca percebem é que já estão sustentando isso com custo emocional elevado.

Quando Alysa retorna e conquista o ouro, não é apenas um feito esportivo. É uma reorganização interna. É a diferença entre performar por validação e performar por escolha. Essa distinção muda tudo.

A hipnoterapia atua exatamente na raiz dessa estrutura: nos registros emocionais que associaram amor a desempenho, segurança a resultado, pertencimento a aprovação. Não se trata de motivação. Trata-se de reorganizar a base inconsciente que sustenta o padrão de alta cobrança.

A Mentoria Comportamental Ykigai trabalha essa reconstrução interna de forma estruturada. O objetivo não é reduzir performance, é retirar o peso da sobrevivência e devolver autonomia emocional à alta entrega.

Alta performance não precisa ser exaustão.
Sucesso não precisa ser identidade.
E ansiedade não precisa ser permanente.

Às vezes, a maior conquista não é ganhar mais, é continuar inteiro.

Faz sentido para você?

A euforia coletiva ativa o organismo.Mudanças intensas de rotina, estímulos constantes, excesso de interação social, pri...
18/02/2026

A euforia coletiva ativa o organismo.

Mudanças intensas de rotina, estímulos constantes, excesso de interação social, privação de sono e alta carga sensorial mantêm o corpo em estado de ativação prolongada.

No curto prazo, isso pode ser prazeroso.

Mas o sistema nervoso não foi feito para permanecer dias em alerta máximo.

Quando o período de estímulo termina, o organismo entra naturalmente em fase de compensação. É nesse momento que surgem:

– cansaço desproporcional
– dificuldade de concentração
– irritabilidade
– sensação de vazio ou desânimo
– queda de produtividade

Não é falta de disciplina.
Não é falta de preparo.
É um processo fisiológico de autorregulação.

O problema é que muitas pessoas já vivem em estado de alerta crônico antes mesmo de qualquer evento coletivo. O Carnaval apenas intensifica um padrão que já existia.

E quando o corpo não consegue retornar ao equilíbrio sozinho, surgem sintomas persistentes.

É nesse ponto que a hipnoterapia clínica pode auxiliar.

Hipnose não é espetáculo.
Não é perda de consciência.
É um método estruturado que trabalha com estados de foco profundo, permitindo acessar padrões automáticos que mantêm o organismo em hiperativação.

Ao reorganizar registros emocionais e respostas aprendidas, favorecemos a sensação de segurança interna.
E quando há segurança, o corpo sai do modo de defesa.

O sistema nervoso aprende a desacelerar.

A energia volta de forma estável, não impulsiva.

Exaustão pós-carnaval pode ser apenas o reflexo de um organismo que precisa de regulação, não de mais esforço.

E regulação se constrói com técnica, não com culpa.

O Carnaval é um ambiente de alta estimulação sensorial e social: ruído intenso, multidões, privação de sono, exposição c...
16/02/2026

O Carnaval é um ambiente de alta estimulação sensorial e social: ruído intenso, multidões, privação de sono, exposição constante e interação acelerada.

Do ponto de vista neurológico, esse contexto ativa o sistema límbico, responsável pelo processamento emocional e pela detecção de ameaças sociais (como rejeição, julgamento e exclusão).

Quando há pressão para “estar feliz”, mesmo sem vontade genuína, o cérebro pode entrar em um estado de hiperativação autonômica. Isso significa que o sistema nervoso simpático permanece ligado, como se estivesse em alerta, mesmo em um ambiente de festa. Chamamos isso de sobrecarga neurológica.

Sustentar emoções que não são autênticas exige controle cortical constante para suprimir desconforto interno. Esse esforço aumenta o gasto energético cerebral e pode gerar:

– exaustão emocional
– irritabilidade
– ansiedade pós-evento
– sensação de vazio ou desconexão

Nem todos precisam gostar de Carnaval.

O custo de se encaixar pode ser alto quando o pertencimento é construído à custa da própria coerência interna.

A hipnoterapia clínica compreende esse mecanismo porque atua diretamente nos registros emocionais subconscientes que sustentam padrões como necessidade de aprovação e medo de rejeição.

Ao reorganizar essas memórias implícitas, reduz-se a resposta automática de hiperativação do sistema nervoso, favorecendo regulação autonômica e maior autodomínio emocional.

Autoconhecimento não é isolamento. É regulação.

Uma CEO à frente de uma empresa avaliada em aproximadamente US$ 400 milhões revelou, em entrevista publicada pelo portal...
13/02/2026

Uma CEO à frente de uma empresa avaliada em aproximadamente US$ 400 milhões revelou, em entrevista publicada pelo portal InfoMoney, que recorre à hipnoterapia para lidar com o medo de fracassar e com o impacto emocional das decisões de alta responsabilidade.

Trata-se de Joanna Griffiths, fundadora da Knix, que relatou ter enfrentado burnout extremo após um período de sobrecarga intensa, incluindo sete voos noturnos em 21 dias, além da pressão constante por resultados, exposição pública e decisões estratégicas de grande impacto financeiro.

Segundo a reportagem, a hipnoterapia passou a integrar sua rotina como uma ferramenta de reorganização interna. O objetivo não era aumentar produtividade, mas reduzir o estado constante de alerta do sistema nervoso, trabalhar o medo de falhar na raiz emocional e tomar decisões a partir de clareza, e não de ansiedade.

O caso ajuda a desmistificar um dos principais equívocos sobre a hipnose.

Hipnoterapia clínica não tem relação com espetáculo ou perda de controle. Não envolve pêndulos, manipulação ou submissão da vontade.

Trata-se de um estado de atenção focada, utilizado de forma terapêutica para acessar padrões automáticos registrados no subconsciente, especialmente aqueles relacionados a medo, autossabotagem e respostas emocionais desproporcionais.

Em contextos de alta performance, onde a pressão é constante, o sistema nervoso pode permanecer em hiperativação por longos períodos. A consequência não é apenas cansaço físico, mas impacto direto na tomada de decisão, nos relacionamentos e na saúde mental.

A experiência relatada por Griffiths reforça um ponto importante: sucesso externo não elimina conflitos internos. E, quando emoções não são reorganizadas, podem começar a conduzir escolhas de forma silenciosa.

Hipnoterapia, nesse contexto, não é sobre “apagar o medo”, mas sobre compreendê-lo, ressignificá-lo e reduzir sua influência automática sobre o comportamento.

Faz sentido para você?

___________

Fonte: InfoMoney
Imagens: reprodução da internet

Entrar em uma trend pode ser apenas acompanhar um movimento. Mas esta especificamente pode ser um convite à observação.Q...
10/02/2026

Entrar em uma trend pode ser apenas acompanhar um movimento. Mas esta especificamente pode ser um convite à observação.

Quando olhamos para a nossa profissão “de fora”, como se fôssemos observadores da própria rotina, conseguimos identificar com mais clareza o que nos mobiliza positivamente e o que vem gerando desconforto, cansaço ou tensão interna.

Nem todo incômodo significa que estamos no lugar errado.
E nem toda satisfação indica que tudo está ajustado.
Por isso, desenvolver autoconhecimento é tão importante: ele nos permite reconhecer emoções, pensamentos e reações sem julgamento, sem pressa de corrigir ou mascarar.

Acolher o que surge: prazer, frustração, entusiasmo ou desgaste, amplia a consciência sobre a forma como exercemos nossa profissão e sobre os limites que precisam ser respeitados para que o trabalho continue fazendo sentido.

Observar-se com honestidade é um passo essencial para escolhas mais alinhadas, sustentáveis e coerentes com quem somos hoje.

Existe uma diferença importante, e pouco discutida, entre resiliência e anestesia emocional.A resiliência costuma ser ex...
09/02/2026

Existe uma diferença importante, e pouco discutida, entre resiliência e anestesia emocional.

A resiliência costuma ser exaltada como virtude máxima: seguir apesar da pressão, sustentar resultados, atravessar crises sem “deixar transparecer”.

O problema começa quando essa capacidade deixa de ser uma escolha consciente e passa a ser apenas uma forma de silenciar o que está desconfortável.

Resiliência saudável envolve consciência, leitura de cenário e ajuste de rota. Ela permite atravessar momentos difíceis sem perder o contato com limites, valores e necessidades internas.

Já a resistência emocional inconsciente se manifesta de outro modo. Ela mantém a performance, mas desconecta o indivíduo de si. Emoções são reprimidas, sinais do corpo são ignorados e o custo vai sendo empurrado para depois.

Esse “depois” costuma aparecer como ansiedade, irritabilidade, dificuldade de decisão, esgotamento ou sensação de vazio, sintomas frequentes em pessoas altamente competentes e comprometidos.

Muitas pessoas não estão emocionalmente maduras. Estão emocionalmente anestesiadas.

Confundiram autocontrole com desconexão.
Força com endurecimento.
Resiliência com autoabandono.

A maturidade emocional não está em suportar indefinidamente. Está em perceber quando seguir do mesmo jeito deixa de ser estratégia
e passa a ser um risco, para a pessoa, para as relações e para a própria liderança profissional e pessoal.

É o autoconhecimento que permite acessar a verdadeira resiliência: aquela que sustenta resultados sem exigir o afastamento de si, que amplia a consciência em vez de silenciar emoções
e que transforma resistência cega em escolhas mais lúcidas, coerentes e sustentáveis.

Talvez o novo diferencial não seja quem aguenta mais,
mas quem consegue sustentar resultados sem se perder de si no processo.

06/02/2026

Esse vídeo é um trecho real de uma conversa que acontece dentro da Mentoria Comportamental Ykigai.

Aqui, o trabalho começa por identificar de onde vêm as emoções, quais são os gatilhos e como elas reverberam no corpo. Nem toda demanda pede o mesmo caminho. Algumas precisam de um olhar para o mundo interno — escuta, regressão, ressignificação. Outras pedem ação prática no mundo externo, escolhas claras e movimento.

O processo não é tratar tudo como trauma, nem empurrar soluções prontas.
É aprender a discernir o que cada situação está pedindo agora.

Esse é o tipo de conversa que acontece na mentoria: profunda, responsável e aplicada à vida real.

Ao longo dos próximos posts, vou compartilhar mais recortes e reflexões desse processo.

Se fizer sentido para você, fique.

A Mentoria Comportamental Ykigai é um processo criado para ajudar você a entender o que sente, por que sente e a agir co...
06/02/2026

A Mentoria Comportamental Ykigai é um processo criado para ajudar você a entender o que sente, por que sente e a agir com mais calma, clareza e verdade nas situações da vida.

Ela foi desenhada especialmente para executivos, líderes e profissionais de alta responsabilidade que convivem com ansiedade, medo de se expor, de falhar ou de perder o controle e que buscam equilíbrio entre performance e bem-estar.

Durante seis meses, os encontros acontecem quinzenalmente, ao vivo, em um grupo seleto de pessoas que vivem desafios semelhantes. Mais do que trabalhar o profissional, a mentoria atua sobre o ser humano por inteiro, para que seja possível se sentir bem no trabalho, nas relações e, principalmente, dentro de si.

É um processo profundo, não teórico, que atua na raiz emocional dos sintomas, unindo Hipnoterapia, Neurociência e Inteligência Emocional para reorganizar padrões que sustentam o medo, o bloqueio e a autossabotagem.

Ao longo dos próximos posts, vou falar mais sobre a Mentoria Comportamental Ykigai, mostrando reflexões e trechos reais de como esse processo acontece.

Se fizer sentido para você, fique.

Endereço

Avenida Senador Casemiro Da Rocha, 609 Mirandópolis
São Paulo, SP
04047-001

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 20:00
Terça-feira 08:00 - 20:00
Quarta-feira 08:00 - 20:00
Quinta-feira 08:00 - 20:00
Sexta-feira 08:00 - 20:00
Sábado 08:00 - 15:00

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