04/05/2026
A inteligência artificial pode avançar, analisar, sugerir.
Mas ela não substitui o olhar clínico.
Na dermatologia, não tratamos imagens.
Tratamos pessoas, histórias, nuances que só a experiência e o julgamento médico alcançam.
A tecnologia entra como aliada — nunca como protagonista.
Ela antecipa, apoia, amplia.
Mas é a inteligência emocional que conduz decisões com precisão e responsabilidade.
E o que estamos vendo aqui no congresso mostra: ainda estamos só no começo.