Clinica de Endocrinologia, Psiquiatria e Neurociências

Clinica de Endocrinologia, Psiquiatria e Neurociências Clinica de Endocrinologia, Psiquiatria e Neurociências - Dr. Regis Cavini Ferreira - CRM 15852 - Tel 11.36661428 e 11999317728 - Higienópolis -São Paulo

21/01/2017

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Sem voto impresso em 2016 não se vota.Simples assim!
21/11/2015

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Simples assim!

22/10/2015

NÓS, OS IDOSOS

QUEM JÁ passou da quinta década de vida pode ter percebido que as coisas relativas ao corpo ficaram diferentes. É por isso que certas doenças no idoso costumam ser bastante diferentes das observadas em outras fases da vida, como por exemplo, as doenças infecciosas.
A pneumonia do jovem se apresenta com uma exuberância de sintomas: dor toráxica, febre alta, tosse com expectoração aracterística e intenso mal estar geral. Já no idoso, estes sintomas podem estar freqüentemente reduzidos e até mesmo ausentes. Tudo depende da capacidade de reação do organismo. Em crianças e nos mais jovens esta reação é exuberante (processo hiperérgico). Nos idosos esta reação é reduzida (processo hipoérgico) e o quadro clínico da doença tende a ser bastante discreto. Quando, diante de circunstâncias diversas, a energia vital disponível se esgota, praticamente não há sintomas da doença. É costume o paciente se sentir subitamente bem: é o esgotamento da sua capacidade reativa (condição extrema chamada anergia), coisa que pode ser de extrema gravidade.
É importante a existência de um protocolo mínimo de avaliação das condições clínicas comuns em idosos. Este é um conceito que se generaliza ao redor do mundo. Autores como Thakyr e Suppiano (Faculdade de Medicina de Utah (USA), afirmam: “a prevalência de diabetes mellitus, das dislipidemias, da hipertensão e das doenças da tireóide é maior em mulheres idosas,aumentando o seu risco de doença cardiovascular. Os quadros clínicos destas condições são muito freqüentemente silenciosos. O tratamento efetivo destas condições é indispensável para prevenir a morbidade e a mortalidade de doença cardiovascular”.
Temos, assim, obrigatoriamente, de valorizar todas pequenas queixas do idoso, como possíveis sintomas de processos que podem colocar sua vida em risco. Esta é uma Lei de aplicação geral: na medida em que envelhecemos, existe uma tendência de redução da manifestação clínica das doenças. Isto pode chegar a tal ponto que freqüentemente o diagnóstico não é feito.
Por exemplo, no caso do hipertireoidismo, o quadro clínico é de tal maneira reduzido que somente o profissional atento poderá fazer o diagnóstico. Em minha experiência, uma vez tratei de uma senhora bastante idosa com Moléstia de Plummer (tumor benigno da tireóide produtor de excessivas quantidades de hormônios), cuja queixa se resumia a intenso cansaço, uma verdadeira prostração. No exame clínico existiam pele quente e arritmia cardíaca, do tipo fibrilação atrial, coisa não rara de se manifestar em idosos. Ao exame clínico mais minucioso, identifiquei um pequeno nódulo de tireóide, do lado direito da glândula. Os exames complementares revelaram excesso de hormônios tireoidianos na circulação (T3) e a presença de um nódulo tireoidiano (que se revelou um tumor que produzia o excesso de hormônio de tireóide) de cerca de 3,0 cm de diâmetro que passara desapercebido até então. Tratada, ficou curada: sumiram o cansaço, acabou a prostração, recuperou a alegria de viver.
No hipotireoidismo não é diferente: freqüentemente o quadro é confundido com depressão, desânimo, sinais de senilidade e distúrbios de memória classificadas como “Alzheimer” em seu início...
O que isso significa? Resumidamente, o seguinte:
1. No idoso, importantes distúrbios da tireóide apresentam manifestações clínicas extremamente pobres ou até mesmo ausentes.
3. No caso do hipertireoidismo, as manifestações clínicas mais significativas são: pele quente e úmida, fibrilação atrial (arritmia cardíaca), cansaço com extrema fraqueza e perda do apetite.
4. No caso do hipotireoidismo, pode ocorrer confusão diagnóstica com outras condições, tais como as anemias, a depressão, certos problemas de memória e, até mesmo, demência.
Por isso, a realização de te**es de função tireoidiana em indivíduos acima dos 65 anos de idade deve ser incorporada obrigatoriamente como rotina em clínica geriátrica, principalmente por serem muito pouco agressivos, de facílima realização e com resultados muito rápidos. As conseqüências da falta de um diagnóstico correto podem ser muito sérias, com piora cognitiva e comportamental do idoso associada ou não a quadros de demência (Alzheimer e outros), assim como aumento da gravidade de doenças cardiovasculares.
Por tudo isso, nem tudo devem ser rotulado como “coisas da idade...” e ser brindado com comentários benevolentes do tipo“paciência... É assim mesmo”.
Se não for, o grande prejudicado é o idoso, alvo de todo nosso respeito, carinho e atenção.
Pensem nisso.

13/04/2015

DEPRESSÃO e. OBESIDADE

O grande problema do tratamento da depressão associada à obesidade é que a maioria dos antidepressivos, fora alguns poucos, têm como efeito colatetal a própria obesidade, além da redução do desejo sexual. No fim, podemos até ter um(a) gordo (a) feliz com inapetência sexual..
Problema complicado. Como sair dele?
Devemos pensar bem se indicamos, ou não, antidepressivos que, em princípio, serão mantidos por um bom tempo. Há, no entanto, antidepressivos que provocam redução de peso como efeito colateral, minimizando o problema, efeito que pode até ser "turbinado" através da associação com outras substâncias, principalmente diante das compulsões alimentares.
Mas, qual antidepressivo usar?
Recentemenete, surgiram te**es genéticos que indicam com razoável precisão qual o melhor antidepressivo que se aplica num determinado caso, aumentando a eficácia dos resultados.
Finalmente, a Psicoterapia de orientação Comportamental Cognitiva (TCC), é um excrlente recurso para ajudar estas pessoas a resolver ambos os problemas.
Definitivamente, não é um beco sem saída.

Delicada beleza...
22/01/2015

Delicada beleza...

"Você (es)colhe o que planta."

Marla de Queiroz

art by Vincent Van Gogh

MEDICINA DE ANTIGAMENTEA língua pode indicar a existência de problemas que só serão diagnosticados posteriormente com o ...
15/01/2015

MEDICINA DE ANTIGAMENTE

A língua pode indicar a existência de problemas que só serão diagnosticados posteriormente com o uso de tecnologia de laboratórios.
É por isso que os Médicos mandam pacientes colocarem as línguas para fora e dizerem: "Aaaahh!".
Além de darem uma boa olhada na faringe e amígdalas, eles também inspecionam as línguas, em busca de sinais que sugiram a existência de problemas.
Eis alguns exemplos:
1. Lingua saburrosa, ou "língua seja" (coberta por uma substância branca, que pode ser removida) sugere a existência de problemas respiratórios.
2. Língua careca, onde não se identifica as papilas línguais e parece ser lisa, como que coberta por uma fina e brilhante mucosa. Sugere a presença de problemas digestivos devido à redução de acidez gástrica, que pode levar a determinados tipos de anemias, como a decorrente da deficiência da vitamina B 12.
3. Língua identada ( onde se verifica uma verdadeira impressão dos relevos dentários sobre a língua), normalmente costuma ser grande (macroglossia) e grossa. Sugere a existência de anemia por deficiência de ferro ou hipotireoidismo.
4. Língua com vasos da base túrgidos (levantando a ponta da língua em direção do céu da boca) observa-se os vasos (veias) situados na raiz da língua. Se estiverem dilatados e túrgidos, podem estar associados a problemas metabólicos, como o Diabetes mellitus.
5. Língua "pálida", sugerindo anemias. Por ser ricamente vascularizado, uma língua normal tem colorada mais para o vermelho.
6. Língua seca: sugere estados de desidratação, particularmente em crianças.
E vai por aí a fora...
Portanto, na próxima visita ao seu médico, não se esqueça de mostrar a língua para ele. Em vez de se ofender, ele pode ficar muito agradecido.

15/01/2015

Depressão?
Anemia?
Hipotireoidismo?
Intolerância à glicose?
Insuficiência córtico-supra-renal?
Cansaço crônico?
Estas são doenças que se apresentam com quadros clínicos muito semelhantes, que se superpõem em
muitos pontos e podem causar confusão diagnóstica.
Particularmente quando consideramos o
modelo de medicina socializada, onde os profissionais dispõem de limitado tempo para cada paciente, por um lado, e carência de tecnologia disponível para o esclarecimento diagnóstico, por outro.
O que fazer?
Temos de ter
ter sempre em mente que nem sempre quando sentimos cansaço, desânimo, excesso de sono, tristeza e desmotivação, estaremos em depressão, o diagnóstico mais comumente feito em tais circunstâncias.
Além de melhor observação clinica, alguns te**es de laboratório bem indicados podem fazer a diferença, contribuindo para o diagnóstico correto.
Pensem nisso.

Endereço

Rua Maranhao 620/11o Andar
São Paulo, SP
01240-001

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