01/05/2026
🇧🇷: A resposta dessa pergunta não é automática e a decisão costuma ser mais técnica do que parece.
A cistectomia é o padrão, mas pode custar reserva ovariana. Por outro lado, técnicas menos agressivas, como a escleroterapia com etanol (descrita desde os anos 80), podem preservar melhor o tecido ovariano, com trade-offs importantes: recorrência, controle de dor, qualidade do acesso folicular, risco de infecção, e impacto real em desfechos reprodutivos.
Neste carrossel, eu organizo o que os dados mostram (e o que ainda não sabemos) para ajudar você a conversar com sua equipe com mais clareza.
Salve para revisar antes da consulta e lembre que a melhor conduta depende do seu contexto (tamanho do cisto, sintomas, acesso para punção, AMH/AFC, cirurgias prévias e plano reprodutivo).
Dr. Renato Tomioka, M.D., Ph.D. | CRM-SP 130.201 MÉDICO | RQE 38.050
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🇺🇸: Not automatically and the decision is often more nuanced than it sounds.
Cystectomy remains the standard approach, but it may come at the expense of ovarian reserve. Less aggressive options—such as ethanol sclerotherapy (used since the 1980s)—may better preserve ovarian tissue, yet they come with relevant trade-offs: recurrence, pain control, follicle access at retrieval, infection risk, and the real impact on reproductive outcomes.
In this carousel, I break down what the evidence supports (and what remains uncertain) so you can discuss the next step with your team more confidently.
Save this for your next appointment, because the right choice depends on your clinical context: cyst size, symptoms, access for retrieval, AMH/AFC, prior surgeries, and reproductive goals.
Dr. Renato Tomioka, M.D., Ph.D. | CRM-SP 130.201 MÉDICO | RQE 38.050