Sociedade Brasileira de Radioterapia

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Neste  , mês de conscientização sobre o câncer de esôfago, a SBRT reforçaa importância da Radioterapia como um dos pilar...
02/04/2026

Neste , mês de conscientização sobre o câncer de esôfago, a SBRT reforça
a importância da Radioterapia como um dos pilares fundamentais para o tratamento e cura
desta doença. 💙
As evidências científicas mais atuais mostram que o tratamento combinado (quimioterapia +
radioterapia) seja antes da cirurgia para reduzir o tumor, ou de forma definitiva para
preservar o órgão muda o curso da doença e salva vidas. Além disso, com tecnologias
de ponta como IMRT e VMAT, conseguimos ser implacáveis com o tumor e, ao mesmo
tempo, proteger o coração e os pulmões do paciente.
Passe para o lado para entender como funciona o tratamento moderno e compartilhe esta
informação. Conhecimento também salva vidas!


Neste  , mês de conscientização sobre o câncer de esôfago, a SBRT reforçaa importância da Radioterapia como um dos pilar...
01/04/2026

Neste , mês de conscientização sobre o câncer de esôfago, a SBRT reforça
a importância da Radioterapia como um dos pilares fundamentais para o tratamento e cura
desta doença. 💙
As evidências científicas mais atuais mostram que o tratamento combinado (quimioterapia +
radioterapia) — seja antes da cirurgia para reduzir o tumor, ou de forma definitiva para
preservar o órgão — muda o curso da doença e salva vidas. Além disso, com tecnologias
de ponta como IMRT e VMAT, conseguimos ser implacáveis com o tumor e, ao mesmo
tempo, proteger o coração e os pulmões do paciente.
Passe para o lado para entender como funciona o tratamento moderno e compartilhe esta
informação. Conhecimento também salva vidas!

Oncologia RadioOncologia
Saúde

Chegamos ao final do nosso Março Lilás, mês de conscientização do câncer do colo do útero. E queremos agradecer a todos ...
31/03/2026

Chegamos ao final do nosso Março Lilás, mês de conscientização do câncer do colo do útero. E queremos agradecer a todos os nossos apoiadores, parceiros, membros e seguidores, que estiveram conosco nessa campanha.
Esse movimento cria oportunidade para a difusão da informação e a transformação do cenário da doença em nosso país.
O câncer de colo do útero é considerado um problema de saúde pública, mas que pode ser eliminado, pois estima-se que cerca de 99% dos casos estejam ligados à infecção pelo HPV, um vírus transmitido principalmente por via sexual, e que pode ser evitado com a vacinação.
A Organização Mundial de Saúde estabeleceu uma estratégia global para eliminar o câncer de colo do útero no mundo: as metas 90–70–90, até 2030
- 90% das meninas vacinadas contra o HPV até os 15 anos
- 70% das mulheres rastreadas com teste de HPV até os 35 e novamente até os 45
- 90% dos casos de pré-câncer e câncer invasivo tratados.
Se o mundo atingir essas metas:
· Milhões de casos poderão ser prevenidos nas próximas décadas
· Milhões de vidas poderão ser salvas
· O câncer de colo do útero poderá se tornar raro
Seguimos juntos.

Março Azul Marinho - Mês de Conscientização sobre o Câncer ColorretalQUAIS SÃO OS PRINCIPAIS FATORES DE RISCO PARA O CÂN...
27/03/2026

Março Azul Marinho - Mês de Conscientização sobre o Câncer Colorretal
QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS FATORES DE RISCO PARA O CÂNCER COLORRETAL?

Idade > 50 anos
Doenças inflamatórias intestinais crônicas;
Obesidade;
Consumo excessivo de álcool;
Inatividade física / sedentarismo;
Dieta inadequada (alta ingestão de carnes processadas e alimentos ultraprocessados e baixa ingestão de fibras/vegetais/frutas);
Histórico familiar de câncer colorretal e/ou outras síndromes hereditárias de predisposição ao câncer,
Histórico de pólipos adenomatosos.

RASTREAMENTO E DETECÇÃO PRECOCE
O rastreamento do câncer do câncer colorretal possibilita a detecção de lesões precursoras (pré-malignas) e malignas.
A Sociedade Brasileira de Coloproctologia atualmente recomenda o início do rastreamento do câncer colorretal a partir dos 45 anos para a população em geral, podendo ser indicada mais precocemente conforme os fatores de risco associados.

QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS TRATAMENTOS DO CÂNCER COLORRETAL?
Ressecção endoscópica / excisão local
Cirurgia
Quimioterapia / Terapia alvo-molecular
Radioterapia

QUAL O PAPEL DA RADIOTERAPIA NO TRATAMENTO DO CÂNCER DE RETO?
A radioterapia desempenha um papel importante no tratamento do câncer colorretal, especialmente em relação ao câncer de reto, em que é considerada o padrão em muitos casos, seja de forma neoadjuvante, adjuvante ou com intenção radical.
Além do tratamento com intenção curativa, a radioterapia também pode ser indicada para aliviar dor, sangramento ou quadros de obstrução, melhorando a qualidade de vida em pacientes em cuidados paliativos.
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🔹🔹Sede SBRT🔹🔹
Pça. Oswaldo Cruz, 124
Cj. 52 | Paraíso | São Paulo
WhatsApp: (11) 99843-3231
sbradioterapia@sbra

A ANUIDADE 2026 já está disponível para PAGAMENTO. 🎯E esse ano, temos uma excelente novidade! Os associados quites com a...
27/03/2026

A ANUIDADE 2026 já está disponível para PAGAMENTO.
🎯E esse ano, temos uma excelente novidade!

Os associados quites com a anuidade terão 80% de desconto na inscrição do primeiro lote do congresso! Essa é uma oportunidade única de participar do maior evento da nossa especialidade com um valor muito reduzido.

Se você quer usufruir do benefício, regularize sua situação antes de realizar a inscrição no congresso. Contate a Rafa ou a Leila, que terão prazer em ajudar na regularização.

O Março Lilás está chegando ao fim, mas o nosso compromisso continua.Hoje é quinta-feira e dia de TBT. Listamos aqui 5 i...
26/03/2026

O Março Lilás está chegando ao fim, mas o nosso compromisso continua.
Hoje é quinta-feira e dia de TBT. Listamos aqui 5 informações para você lembrar sobre o que compartilhamos nesse Março Lilás:
1. o câncer do colo do útero tem como principal causa o HPV e é, na maioria dos casos, evitável;
2. a infecção pelo HPV também pode causar câncer de p***s, â**s, va**na, v***a e orofaringe;
3. existe a vacina contra o HPV, que previne o desenvolvimento desses tipos de câncer, e está disponível gratuitamente no SUS para meninas e meninos e alguns grupos prioritários, e na rede privada.
4. as mulheres devem passar em consulta anualmente com o ginecologista e fazer os exames de rastreamento de acordo com a indicação (Papanicolau e Teste DNA do HPV).
5. e por fim. É possível que o câncer do colo do útero se transforme em coisa do passado. E cada um de nós pode fazer parte dessa transformação.
💜 Março lilás - O futuro não precisa repetir o passado
Vacinar contra o HPV é escolher um futuro sem câncer de colo do útero
Prevenção SaúdeDaMulher SBRT CâncerDoColoDoÚtero

Pacientes com câncer de bexiga músculo-invasivo (MIBC) submetidos à cistectomia radical apresentam risco relevante de re...
24/03/2026

Pacientes com câncer de bexiga músculo-invasivo (MIBC) submetidos à cistectomia radical apresentam risco relevante de recorrência locorregional, especialmente na presença de fatores de alto risco, como estádio ≥ pT3, linfonodos positivos ou margens comprometidas. Apesar dos avanços com quimioterapia perioperatória e imunoterapia adjuvante, a redução de falhas pélvicas ainda é um desafio clínico. Nesse contexto, o estudo Bladder-ART / GETUG-AFU30 avaliou a segurança da radioterapia adjuvante (ART).

Trata-se de um ensaio clínico multicêntrico, randomizado, fase II, que incluiu pacientes com MIBC urotelial de alto risco tratados com cistectomia radical e linfadenectomia pélvica, com ou sem quimioterapia perioperatória. Os pacientes foram randomizados (3:1) para radioterapia adjuvante pélvica ou vigilância. A ART foi realizada com IMRT, dose total de 50,4 Gy em 28 frações, direcionada aos linfonodos pélvicos, incluindo o leito cirúrgico apenas em casos de margem positiva.

Entre 2018 e 2023, 80 pacientes foram recrutados em 19 centros franceses. A análise incluiu 74 pacientes (52 ART e 22 observação). Todos os pacientes do braço ART completaram o tratamento sem interrupções por toxicidade. Eventos gastrointestinais agudos grau ≥2 ocorreram em 28,8% no grupo ART versus 4,5% na observação, com baixa incidência de eventos grau ≥3 (3,8%), não diretamente relacionados à radioterapia. Toxicidade urinária aguda foi rara, sem eventos grau ≥3 atribuíveis à ART.

Os resultados indicam que a radioterapia adjuvante pélvica com IMRT apresenta perfil de toxicidade aguda favorável e aceitável, reforçando sua viabilidade em pacientes com MIBC de alto risco, enquanto se aguardam dados de eficácia e toxicidade tardia.
O artigo pode ser acessado no link - DOI: 10.1016/j.radonc.2025.111215

Dra. Anne Karina Kiister Leon
Hospital Santa Rita de Cássia - HSRC
Instituto Radioterapia Vitória - IRV
Núcleo especializado em Oncologia – NEON

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Projeto Educação Médica Continuada em Radioterapia 2026 - REVISÃO DE NEURO-ONCOLOGIA para RADIOTERAPEUTAS.Módulo 2 – Pro...
23/03/2026

Projeto Educação Médica Continuada em Radioterapia 2026 - REVISÃO DE NEURO-ONCOLOGIA para RADIOTERAPEUTAS.

Módulo 2 – Protocolos clínicos em radioterapia dos gliomas
dia 31/03, às 19h00

Participe! A aula é totalmente gratuita e ONLINE!
Tradução simultânea para ESPANHOL.
 

 
Para realizar a Inscrição, acesse o link - https://sbrt.webinario.online/  

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Ao longo dos anos, a ciência tem transformado o tratamento do câncer de colo do útero. Hoje, podemos destacar que o trat...
23/03/2026

Ao longo dos anos, a ciência tem transformado o tratamento do câncer de colo do útero. Hoje, podemos destacar que o tratamento é definido de forma individualizada, considerando vários fatores como: o estágio da doença, as características do tumor, as condições clínicas da paciente, como idade, presença de comorbidades e desejo reprodutivo. Dentre as abordagens disponíveis estão:

- Cirurgia: técnicas cada vez mais precisas e, em casos selecionados, menos invasivas, com possibilidade de preservação da fertilidade em estágios iniciais.
- Radioterapia: evoluiu com maior precisão na entrega da dose, protegendo tecidos saudáveis ao redor do tumor. A combinação com braquiterapia continua sendo fundamental em muitos casos.
- Quimioterapia: utilizada isoladamente ou associada à radioterapia, aumenta a eficácia do tratamento em estágios da doença localmente avançados.
- Imunoterapia: um dos avanços mais recentes, estimula o próprio sistema imunológico a reconhecer e combater as células tumorais. Estudos vêm ampliando seu uso especialmente em doença avançada ou recorrente.

Os tratamentos estão cada vez mais modernos, personalizados e eficazes, mas o maior avanço continua sendo a prevenção: vacinação contra o HPV e os exames de rastreamento regulares.

💜 Março Lilás - O futuro não precisa repetir o passado
Vacinar contra o HPV é escolher um futuro sem câncer de colo do útero

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Não é sinal de fraqueza!A fadiga durante a radioterapia é um sintoma frequente e biologicamente explicado.Ela resulta da...
20/03/2026

Não é sinal de fraqueza!
A fadiga durante a radioterapia é um sintoma frequente e biologicamente explicado.
Ela resulta da resposta inflamatória, do reparo tecidual, de alterações metabólicas e de fatores físicos e emocionais associados ao tratamento.
Exercícios leves, sono adequado, nutrição equilibrada e acompanhamento da equipe de saúde podem ajudar significativamente.
Informação clara também faz parte do cuidado.

Referencias:
1. NCCN Clinical Practice Guidelines in Oncology. Cancer-Related Fatigue. Version 2024.
2. Berger AM et al. Cancer-related fatigue, version 2.2015. J Natl Compr Canc Netw. 2015.
3. Bower JE. Cancer-related fatigue — mechanisms, risk factors, and treatments. Nat Rev Clin Oncol. 2014.
4. National Cancer Institute (NCI). Cancer-Related Fatigue (PDQ®️).
5. Mustian KM et al. Exercise for the management of cancer-related fatigue. JAMA Oncology. 2017.
6. Bower JE. The role of inflammation in cancer-related fatigue. Oncology (Williston Park). 2019.
7. Saligan LN et al. The biology of cancer-related fatigue. Cancer. 2015.
8. Mustian KM et al. Comparison of pharmaceutical, psychological, and exercise treatments for cancer-related fatigue. JAMA Oncology. 2017.
9. Cramp F, Byron-Daniel J. Exercise for the management of cancer-related fatigue in adults. Cochrane Database Syst Rev. 2012.
10. Hickok JT et al. Fatigue in cancer patients receiving radiation therapy. J Pain Symptom Manage. 2005.

Qual é a diferença entre Papanicolau e teste de DNA-HPV e por que eles são tão importantes?O Papanicolau e o Teste DNA-H...
18/03/2026

Qual é a diferença entre Papanicolau e teste de DNA-HPV e por que eles são tão importantes?
O Papanicolau e o Teste DNA-HPV são aliados fundamentais na prevenção do câncer do colo do útero. Juntos, eles permitem identificar alterações antes de evoluir para um câncer.
Deslize o carrossel, entenda as diferenças e compartilhe essa informação com outras mulheres.

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Vacinar contra o HPV é escolher um futuro sem câncer de colo do útero

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Objetivo: É incerto o benefício de associar terapia sistêmica à radioterapia radical (RT) em pacientes com carcinoma oro...
17/03/2026

Objetivo: É incerto o benefício de associar terapia sistêmica à radioterapia radical (RT) em pacientes com carcinoma orofaríngeo de células escamosas T1-2 e doença nodal limitada. Este estudo investigou se a quimioterapia (QRT) melhora a sobrevida global (SG) em comparação com RT isolada em pacientes T1-2N1-2b.

Método: Estudo de coorte com dados do Registro Sueco Prospectivo de Câncer de Cabeça e Pescoço, explorando variações regionais no uso de QRT. Foi realizado pareamento por escore de propensão (1:1) para equilibrar características entre pacientes tratados com QRT e RT. A SG e o controle locorregional (CLR) foram avaliados por Kaplan-Meier e regressão de Cox. As análises foram feitas separadamente para N1-2a (nodo único

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