15/01/2026
Durante muito tempo a hipnose foi associada a palco, truques e cinema.
Mas em uma entrevista recente em que participei, esse ponto ficou claro: a hipnose que funciona na prática clínica não é entretenimento, é ferramenta terapêutica.
Na matéria, são apresentados estudos que mostram como o estado hipnótico influencia áreas do cérebro ligadas ao medo, à ansiedade e ao estresse. Isso ajuda a entender por que tantas pessoas inclusive sob alta pressão emocional passaram a buscar a hipnoterapia como um caminho de cuidado mais profundo, e não apenas imediato.
Compartilhei na entrevista algo que vejo todos os dias no consultório: muitos pacientes chegam em busca de alívio para ansiedade, estresse ou bloqueios emocionais, mas percebem que a verdadeira mudança acontece quando compreendem como o cérebro organiza essas respostas e não apenas quando tentam controlá-las.
A hipnoterapia não substitui o pensamento crítico nem elimina a consciência. Pelo contrário, ela amplia a capacidade de observação interna e favorece reorganizações emocionais que, muitas vezes, não acontecem apenas no nível racional.
Talvez seja por isso que a hipnose tenha voltado ao debate científico e clínico com mais força. Ela não promete atalhos. Ela oferece profundidade.
Se você quiser entender como esse trabalho funciona de forma ética, responsável e baseada em ciência, o link está na bio.