Psignificare - Psicologia Clínica

Psignificare - Psicologia Clínica Psicóloga Cladismari Zambon - CRP 06/115951. Entre em contato e agende sua consulta.

Você não se dá conta, mas você se maltrata em vários momentos... cede aqui, cede ali e esquece que uma relação saudável ...
25/03/2026

Você não se dá conta, mas você se maltrata em vários momentos...
cede aqui, cede ali e esquece que uma relação saudável é uma relação de troca onde todos saem ganhando.
Da mesma forma, se você exige muito das pessoas ao seu redor...
alguém está sendo maltratado.
Nem sempre é intencional, as vezes por medo de perder o afeto isso é tolerado.
Porém o peso de carregar o outro (ou o outro carregar você) resulta em adoecer.
Cuide de você e cuide de quem você ama e com quem você convive.
Isso vale para as relações conjugais, familiares, de amigos e também no trabalho.
Cuide-se!

Há experiências que acreditamos ter superado apenas porque aprendemos a administrá-las.Sabemos como falar sobre elas, co...
02/03/2026

Há experiências que acreditamos ter superado apenas porque aprendemos a administrá-las.

Sabemos como falar sobre elas, como explicá-las, como justificá-las. Construímos narrativas coerentes. No entanto, em determinados momentos da vida, aquilo que parecia resolvido retorna — às vezes na forma de irritação desproporcional, de escolhas repetidas, de um incômodo difícil de localizar.

O retorno não é um erro do percurso. É um sinal de que algo foi compreendido apenas em parte.

Nem tudo o que se entende é, de fato, elaborado.
E elaborar implica permitir que uma experiência encontre outro lugar dentro de nós — um lugar menos defensivo, menos apressado, menos organizado para manter intacta uma imagem de si.

O que retorna insiste, não para punir, mas para ser finalmente escutado de outra maneira.

A vida não se apresenta pronta. Ela se impõe, interroga, convoca posicionamentos internos. Nem sempre escolhemos as circ...
23/02/2026

A vida não se apresenta pronta. Ela se impõe, interroga, convoca posicionamentos internos. Nem sempre escolhemos as circunstâncias que atravessam nossa história, mas ao longo do tempo vamos construindo respostas a partir da forma como nos colocamos diante delas. O sentido não surge antes da experiência. Ele vai sendo tecido na maneira como a vivemos e a compreendemos.

Essa reflexão encontra ressonância direta nas palavras de Viktor Frankl:

“Não devemos perguntar qual o sentido da vida, mas sim reconhecer que é a vida que nos pergunta.”
— Em Busca de Sentido

Quando essa perspectiva se torna viva dentro de nós, algo muda silenciosamente. Em vez de permanecermos apenas reagindo ao que acontece, começamos a nos implicar na forma como respondemos. E é nesse movimento que experiências antes repetidas podem ganhar novos destinos psíquicos.

Elaborar não apaga o vivido, mas transforma a posição a partir da qual nos relacionamos com ele. Aos poucos, escolhas deixam de ser apenas ecos do passado e passam a carregar mais presença, mais consciência e mais autoria.

Crescer não é eliminar conflitos. É poder respondê-los a partir de um lugar interno diferente.

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Mudar não é apenas avançar. Em muitos momentos, mudar signif**a atravessar regiões internas desconhecidas, onde antigas ...
19/02/2026

Mudar não é apenas avançar. Em muitos momentos, mudar signif**a atravessar regiões internas desconhecidas, onde antigas formas de proteção já não sustentam como antes e outras ainda estão em construção. Por isso, retornar ao que já foi vivido, mesmo quando traz desconforto, pode funcionar como um apoio provisório enquanto algo novo ainda está se formando dentro de nós.

A frase “crescer envolve riscos” não é uma citação literal, mas expressa uma ideia coerente com o pensamento de D. W. Winnicott, especialmente com sua compreensão de que o amadurecimento emocional acontece aos poucos e implica atravessar incertezas. Desenvolver-se não é um salto imediato, e sim um processo que inclui hesitações, recuos e tentativas. O conhecido, mesmo quando limitado, muitas vezes parece mais seguro do que aquilo que ainda não conhecemos em nós.

Voltar a situações semelhantes nem sempre signif**a falta de mudança. Muitas vezes indica apenas que algo interno ainda precisa de tempo, condições e compreensão para se transformar. O psiquismo tem seu próprio ritmo e não responde bem à pressa ou à exigência.

Quando começamos a nos escutar com mais cuidado, o que antes parecia ameaça pode, pouco a pouco, se tornar possibilidade. E então o crescimento deixa de ser apenas uma expectativa distante e passa a ser uma experiência real, vivida de dentro para fora.

Permitir-se esse percurso, com curiosidade e gentileza consigo, já é um movimento signif**ativo de amadurecimento.

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Às vezes, o resultado se repete como se confirmasse uma velha história. Relações que terminam do mesmo modo, escolhas qu...
12/02/2026

Às vezes, o resultado se repete como se confirmasse uma velha história. Relações que terminam do mesmo modo, escolhas que conduzem a desfechos semelhantes, sentimentos que parecem já conhecidos mesmo quando o cenário é novo.

Melanie Klein nos ajuda a compreender que certas experiências emocionais tendem a se repetir quando conteúdos internos ainda não puderam ser integrados. Não se trata de destino nem de fraqueza, mas de movimentos psíquicos que procuram, através da repetição, uma forma de elaborar aquilo que um dia foi vivido de maneira intensa demais ou solitária demais.

O que retorna muitas vezes não é o presente em si, mas algo do passado que ainda busca reconhecimento interno. O resultado que se repete não vem para punir. Pode ser um sinal de que existe ali uma dor que ainda não encontrou lugar para ser simbolizada.

Quando essa dor começa a ser reconhecida, algo se desloca silenciosamente. A repetição deixa de ser apenas um ciclo e pode se tornar um caminho de transformação.

Às vezes, olhar para esses movimentos com um pouco mais de curiosidade e menos julgamento já abre espaço para que algo novo se torne possível.





Aceitar situações que machucam nem sempre está ligado à falta de amor por si. Muitas vezes tem relação com medos muito h...
09/02/2026

Aceitar situações que machucam nem sempre está ligado à falta de amor por si. Muitas vezes tem relação com medos muito humanos, como o medo de perder, de f**ar só ou de não ser suficiente para o outro.

Winnicott nos lembra que, antes de aprender a fazer, a sustentar escolhas ou impor limites, é preciso poder ser. Quando a experiência de ser aceito, reconhecido e sustentado é frágil, a pessoa tende a se apoiar no fazer excessivo. Faz concessões demais, se adapta demais e suporta o que machuca para garantir a permanência do vínculo.

Nesse sentido, aceitar além do que se pode suportar não é descuido consigo, mas uma tentativa de continuar existindo para o outro. O medo não é apenas perder a relação, mas perder o lugar de ser alguém para alguém.

Reconhecer isso não produz culpa. Produz cuidado. E, às vezes, permitir-se olhar com mais atenção para esses movimentos internos já é um primeiro passo para se colocar no mundo de outro modo.





Nem todo erro acontece por distração ou falta de atenção.Alguns erros se repetem porque algo naquela experiência ainda n...
08/02/2026

Nem todo erro acontece por distração ou falta de atenção.
Alguns erros se repetem porque algo naquela experiência ainda não pôde ser compreendido.

Winnicott nos ajuda a pensar que o amadurecimento emocional não acontece de forma linear. Ele se constrói no tempo, nas tentativas, nas falhas e também nas repetições. Quando uma escolha, atitude ou situação volta a acontecer, isso nem sempre signif**a falta de aprendizado. Muitas vezes indica que algo ali ainda não encontrou condições para ser elaborado.

Há vivências que, no momento em que ocorreram, foram grandes demais, rápidas demais ou solitárias demais para serem integradas. Por isso reaparecem. Não como punição, mas como uma tentativa do psiquismo de dar sentido ao que ficou em aberto.

Repetir um erro pode ser, naquele momento, a única forma possível de tentar compreender algo que ainda não encontrou palavras ou lugar interno. Quando isso é reconhecido, o erro deixa de ser apenas motivo de culpa e passa a fazer parte de um processo de amadurecimento.

Crescer não é errar menos.
É poder se relacionar com os próprios erros com mais compreensão e menos violência interna.





Muitas vezes percebemos que escolhemos pessoas parecidas com as que ja conhecemos e, que muitas vezes não são boas escol...
05/02/2026

Muitas vezes percebemos que escolhemos pessoas parecidas com as que ja conhecemos e, que muitas vezes não são boas escolhas.
Mas, na verdade, escolhemos lugares afetivos já conhecidos. Sentimentos familiares, dinâmicas reconhecíveis, mesmo quando nos fazem sofrer.
Isso não fala de fraqueza. Fala do desejo de, quem sabe, fazer diferente aquilo que antes não pôde ser vivido de outro modo.
Com compreensão, o amor pode deixar de ser repetição e se tornar escolha.

Todos nós repetimos. Histórias, escolhas, relações, expectativas... Não porque não somos capazes de aprender, mas porque...
04/02/2026

Todos nós repetimos.
Histórias, escolhas, relações, expectativas...
Não porque não somos capazes de aprender, mas porque algumas experiências deixam marcas profundas e pedem tempo para serem compreendidas.
Na clínica, a repetição não aparece como falha, mas como tentativa — humana, insistente — de elaboração.
Quando algo parece se repetir, é uma nova chance entendimento, aprendizado e mudança.

O amadurecimento psíquico não acontece de forma imediata nem linear.Segundo Winnicott, ele depende de tempo e, sobretudo...
02/02/2026

O amadurecimento psíquico não acontece de forma imediata nem linear.
Segundo Winnicott, ele depende de tempo e, sobretudo, de sustentação. Sustentar um processo signif**a permitir que experiências sejam vividas, retomadas e elaboradas no próprio ritmo, inclusive quando há pausas, porque a vida segue e o amadurecimento também.

Nem tudo se transforma no instante em que é compreendido. Algumas mudanças acontecem de modo silencioso, quase imperceptível, à medida que a pessoa encontra condições internas para integrar o que foi vivido.

Falar de amadurecimento é falar de continuidade, de tempo e de respeito aos próprios processos e tempos.


Quando compreendemos nossos movimentos, f**a mais fácil fazer escolhas diferentes, com menos peso e mais cuidado. A leve...
10/01/2026

Quando compreendemos nossos movimentos, f**a mais fácil fazer escolhas diferentes, com menos peso e mais cuidado. A leveza também nasce da compreensão.





Nem toda relação precisa de grandes decisões. Às vezes, pequenos ajustes na forma de olhar, falar ou escutar já produzem...
08/01/2026

Nem toda relação precisa de grandes decisões. Às vezes, pequenos ajustes na forma de olhar, falar ou escutar já produzem mais tranquilidade e menos desgaste.





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