11/12/2025
Tenho falado sobre meu novo ciclo — de autocuidado, de viver minhas escolhas com mais leveza, de me frustrar menos com os desafios e reconhecer, com orgulho, as minhas conquistas.
Mas existe uma parte desse ciclo que quase nunca aparece por aqui: a MATERNIDADE.
Eu aprendo sobre ela todos os dias.
E uma das maiores reflexões desse ano veio desses abraços… desses olhinhos curiosos… dessas mãozinhas que querem sentir cada textura. É ali que eu entendo, na essência, o que realmente importa.
Por muito tempo eu me culpei — pela ausência, por sair com ele dormindo, por chegar e ele já estar quase indo para o soninho. Voltei a trabalhar quando o Mateus tinha 15 dias, e na nossa era isso quase parece um superpoder feminino.
Mas a verdade é que não é sobre dar conta de tudo… é sobre perceber o que não volta.
Sempre amei estudar. Sempre amei meu trabalho — que nunca gostei de chamar de trabalho, porque é minha vida.
Mas com 1 ano e 8 meses do Mateus, entendi que pequenos momentos mudam tudo.
E foi aí que comecei meu novo ritual:
acordar ele antes de sair. Dar beijinho, dar o mamá, sentir aquele abraço que encaixa o mundo inteiro.
Esse pequeno gesto preencheu um espaço que eu nem sabia nomear.
Hoje meu dia começou assim: café tranquilo, estudos, academia… e um momento só nosso, ele de pijama, eu com roupa de academia.
E é isso que eu quero levar para 2026:
cuidar dele, estar presente quando ele acordar, nós dois descansados, conectados, desejando um lindo dia um ao outro.
Aos poucos venho contando, como tem sido cada momento novo com ele.
Porque, no fim, esse é o ciclo que realmente me completa. 🤍✨