Adriana Correia Psicóloga

Adriana Correia  Psicóloga 👩‍💼 | Psicóloga Clínica CRP 06/132012
👩‍💻 | Atendimento Online e presencial

15/03/2026

Alguns relacionamentos não terminam — apenas continuam existindo na aparência.

As pessoas seguem próximas, dividem o mesmo espaço, a mesma rotina, mas já não há troca, interesse ou desejo de compartilhar a vida. As vitórias, as frustrações, os pensamentos e os sentimentos deixam de circular.

E então algo silencioso acontece: a relação vai se tornando uma presença vazia.

Do lado de fora, parece que tudo continua.
Mas, na experiência de quem vive, o encontro já não existe mais.

São relações que permanecem…
mesmo depois de terem deixado de acontecer.

Não podemos deixar de pensar que o afeto, depois que deixa de existir, não retorna. E manter relações que já deixaram de existir - independentemente das justificativas, pode te privar de recomeçar, de descobrir novas possibilidades de ser feliz. Encontrar novos olhares, novas razões para sorrir e voltar a sentir a energia que existe entre pessoas que se escolhem e que se mantém.

Quantos desejos morrem por acreditar que somos incapazes de recomeçar??

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05/03/2026

No luto por morte encontramos uma das dores mais difíceis de suportar, porque não há o que fazer: aquela pessoa se foi.

Não há escolhas sobre passar por isso, apenas a travessia. Mesmo quando tentamos fugir ou nos ocupar para não pensar, a dor permanece ali, em um lugar que só quem sente conhece.

No caminho do luto surgem também a raiva, a frustração, a mágoa, os arrependimentos e as culpas. Sentimentos que precisam ser atravessados para que, aos poucos, possamos compreender e aceitar a ausência.

A pessoa não volta, mas tudo o que foi vivido permanece dentro de nós. E, mesmo marcada pela saudade, a vida ainda pode encontrar novos sentidos para seguir.

E teremos outras possibilidades que nos ajude a permanecer firme nesta caminhada...

Existem pessoas que carregam a dor de nunca terem se sentido escolhidas.Então aprendem a ser úteis.Precisam ser admirada...
27/02/2026

Existem pessoas que carregam a dor de nunca terem se sentido escolhidas.

Então aprendem a ser úteis.
Precisam ser admiradas.
Precisam se destacar.

Não por vaidade.
Mas para amenizar o vazio.
Para esconder o medo de se vincular…
e, mais uma vez, ser abandonadas.

Então fazem tudo que podem para se destacar, para se diferenciar dos demais.

Elas precisam brilhar para não precisar, para não depender, para sentir que não mais serão deixadas. Para não mais sentir a dor do desamparo.

Mas nenhuma admiração substitui o que faltou.

Nenhum reconhecimento repara a ausência de ter sido amada sem precisar provar nada.

Às vezes, o narcisismo não é excesso de amor por si, é defesa contra a dor de nunca ter sido suficientemente amada.

Lembre-se que por trás de uma pessoa aparentemente segura e destemida, pode se esconder alguém que já experimentou a dor do abandono, da rejeição e da sensação de nulidade e hoje sente que precisa se destacar para se proteger de tudo aquilo que já doeu e ainda dói.

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Categoria

Psicologia

Formada em Psicologia, com especialização em Neuropsicologia e problemas de aprendizagem e com extensão em Transtornos Depressivos.

Além desta jornada, já obtive conhecimentos, através de formações em Radiologia Médica Diagnóstica, com especialização em Mamografia e Radioterapia.

A área da saúde sempre foi meu interesse, no entanto, entre todas as minhas curiosidades, estudos paralelos, nunca tive dúvida de que a Psicologia era o meu caminho. A escolha da profissão por amor.

Se nossa saúde emocional não está em equilíbrio, isso se reflete em nosso organismo. Nosso corpo aponta os sinais através de várias patologias, então, com este entendimento, considero a Psicologia uma profissão essencial.