Marcela Patrícia - Especialista em Psicologia e Neuropsicologia

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30/01/2026

Nem todo processo terapêutico começa com calma. Às vezes começa com raiva, resistência, silêncio ou desconfiança. E tudo isso também é material de trabalho.

O que esse vídeo mostra não é apenas a evolução de um paciente, mas a construção de um vínculo terapêutico seguro. Um espaço onde a raiva pode ser nomeada, compreendida e transformada, sem julgamento, sem pressa.

A mudança não acontece porque o sentimento some, mas porque o paciente aprende a entender o que sente, por que sente e como pode lidar com isso de forma mais saudável. Terapia não é sobre “f**ar bem o tempo todo”. É sobre poder ser quem se é, com apoio, escuta e elaboração.

Quando existe vínculo, existe possibilidade de mudança.

Marcela Patrícia – Psicóloga e Neuropsicóloga
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O PEI é o Plano Educacional Individualizado. Trata-se de um documento que organiza, de forma personalizada, as estratégi...
29/01/2026

O PEI é o Plano Educacional Individualizado. Trata-se de um documento que organiza, de forma personalizada, as estratégias pedagógicas necessárias para atender às necessidades específ**as de um aluno.

Ele é indicado, principalmente, para crianças e adolescentes com transtornos do neurodesenvolvimento, dificuldades de aprendizagem, deficiências ou necessidades educacionais específ**as. O objetivo do PEI é garantir acesso real à aprendizagem, respeitando o ritmo, as habilidades e os desafios de cada estudante.

No PEI são definidos pontos como adaptações pedagógicas, formas de avaliação, recursos necessários, metas de aprendizagem e responsabilidades da escola, da família e dos profissionais envolvidos. Não é privilégio nem “facilitação”, é equidade.

Quando bem construído, o PEI reduz sofrimento escolar, favorece o desenvolvimento cognitivo e emocional e promove inclusão de verdade.

Você quer saber mais sobre o PEI? Tem alguma dúvida específ**a? Deixe aqui nos comentários.

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28/01/2026

O grito não é apenas um aumento de tom de voz. Ele é percebido pelo cérebro infantil como uma ameaça. Quando isso acontece, o corpo libera cortisol, o hormônio do estresse, e o cérebro entra em modo de defesa.

Nesse estado, a criança tem mais dificuldade de escutar, compreender instruções, se autorregular e cooperar. O que muitas vezes é interpretado como “desobediência” é, na verdade, uma resposta neurobiológica ao estresse.

Isso não signif**a ausência de limites, mas a necessidade de compreender como o cérebro infantil funciona. Crianças aprendem melhor em ambientes previsíveis, seguros e emocionalmente regulados.

Educar não é gritar mais alto.
É regular primeiro, para depois orientar.

Se o comportamento infantil tem sido um desafio constante, olhar para o funcionamento emocional e cognitivo da criança faz toda a diferença.

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Crianças com TDAH têm um cérebro mais sensível à estimulação intensa. Por isso, o uso excessivo ou desorganizado da tecn...
27/01/2026

Crianças com TDAH têm um cérebro mais sensível à estimulação intensa. Por isso, o uso excessivo ou desorganizado da tecnologia pode intensif**ar dificuldades de atenção, impulsividade e autorregulação emocional.

Isso não signif**a excluir telas, mas usá-las com critério, previsibilidade e supervisão. Quando a tecnologia é bem dosada e alinhada à rotina da criança, ela pode ser uma aliada — não um fator de sobrecarga.

Você quer saber mais sobre o quê? Tem alguma dúvida específ**a? Deixe aqui nos comentários.

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26/01/2026



Acho que esse vídeo pode ajudar alguns de vocês.
Neuromodulação não invasiva é um tratamento muito animador pra vários casos e eu recomendo que vocês entrem no insta da entender melhor. Trabalho realmente inspirador! Obrigado!

26/01/2026

A violência doméstica raramente começa de forma explícita. Ela se instala aos poucos, em atitudes que muitas vezes ainda são normalizadas: controle excessivo, críticas constantes, isolamento, humilhações disfarçadas de cuidado, desvalorização emocional.

Antes da agressão física, costuma existir o abuso psicológico. E é nesse ponto que muitas mulheres perdem a própria voz, passam a duvidar de si mesmas e permanecem em relações marcadas por medo, dependência emocional ou financeira.

A agressão não é apenas a marca no corpo. É o controle, a ameaça, a manipulação, a violação da dignidade e da liberdade. No Brasil, essa violência segue sendo uma realidade grave e silenciosa, com impactos profundos na saúde mental das mulheres.

Reconhecer os sinais cedo é uma forma de proteção. Informação, diálogo e rede de apoio salvam vidas.

Se você ou alguém próximo vive uma situação de violência:
📞 Ligue 180 – Central de Atendimento à Mulher
💬 Procure alguém de confiança
🆘 Busque ajuda especializada

Esse dado vem de um estudo que mostrou que intervenções dietéticas podem impactar diretamente a atenção, a impulsividade...
23/01/2026

Esse dado vem de um estudo que mostrou que intervenções dietéticas podem impactar diretamente a atenção, a impulsividade e o comportamento.

Isso não signif**a substituir acompanhamento médico ou psicológico, mas reforça algo essencial: o cérebro responde ao que o corpo recebe. Alimentação adequada pode ser parte importante do cuidado, especialmente quando pensada de forma individualizada.

Quando o comportamento chama atenção, vale olhar além do sintoma. Avaliar hábitos, rotina e funcionamento cognitivo faz diferença no cuidado infantil.

Fonte:
Pelsser, L. M. J. et al. (2011). Effects of a restricted elimination diet on the behaviour of children with attention-deficit hyperactivity disorder (INCA study). The Lancet, 377(9764), 494–503.

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22/01/2026

Um dos sinais de que a terapia está fazendo efeito é esse: a necessidade de aprovação diminui, o limite f**a mais claro e a vida começa a fazer mais sentido a partir de dentro. Não é sobre agradar, convencer ou justif**ar. É sobre se escutar.

Viver do próprio jeito não é isolamento, é autonomia emocional. É escolher relações mais saudáveis e parar de gastar energia onde não há espaço para escuta. A terapia ajuda a construir esse lugar interno de segurança e pertencimento.

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A ciência mostra que expressar emoções é um fator de proteção para a saúde física. Pesquisas do psicólogo James Pennebak...
21/01/2026

A ciência mostra que expressar emoções é um fator de proteção para a saúde física. Pesquisas do psicólogo James Pennebaker demonstram que pessoas que falam ou escrevem sobre experiências emocionais difíceis apresentam menos sintomas físicos, melhor funcionamento do sistema imunológico e menor impacto do estresse no organismo.

Quando emoções são reprimidas, o corpo tende a manifestar o que não foi elaborado. Dar nome ao que se sente ajuda o cérebro a organizar a experiência emocional e reduz a sobrecarga fisiológica. Falar é cuidado. A psicoterapia oferece um espaço seguro para que isso aconteça.

Se o corpo tem falado por você, talvez seja o momento de escutar suas emoções.

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Fonte:
Pennebaker, J. W., & Chung, C. K. (2011). Expressive writing: Connections to physical and mental health. Oxford Handbook of Health Psychology.

20/01/2026

Trabalha, cuida, resolve, entrega. Por fora, tudo parece funcionar. Por dentro, o corpo pede pausa, a mente está exausta e as emoções seguem sendo engolidas para que nada desmorone.

Muitas mulheres aprendem a sustentar o mundo enquanto silenciam o próprio sofrimento. Essa sobrecarga constante não é força, é sobrevivência. E sobreviver não deveria custar a saúde mental.

Cuidar de si não é fraqueza nem egoísmo. É necessidade. A terapia é um espaço seguro para que essa mulher não precise mais funcionar no automático e possa, finalmente, ser cuidada.

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Você precisa saber que muita coisa que doeu em você não foi culpa sua.Você não foi uma criança difícil de amar, faltaram...
19/01/2026

Você precisa saber que muita coisa que doeu em você não foi culpa sua.

Você não foi uma criança difícil de amar, faltaram adultos saudáveis.
Esse vazio que você sente não é falta de algo, é falta de si mesma(o).
E essa força que você carrega não veio por escolha, veio porque você nunca teve outra opção.

Depender emocionalmente de alguém não te faz fraco.
É só o eco de uma criança que um dia não foi acolhida.

Reconhecer isso não te diminui.
Te liberta.
Te aproxima de você.

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