Adriana Schier Terapeuta

Adriana Schier Terapeuta Psicoterapia, Yoga, Shiatsu, Acupuntura, Tarot terapêutico: 95794-4209 / 97707-7730 agende uma sessão. Espero que curtam! Namaskar! _/|\_

Autoconhecimento e expansão da consciência são os assuntos publicados no Ser Completo - uma página dedicada promover a integração entre corpo, mente e espírito.

O FILHO QUE NAO PÔDE FICARPerda gestacionalHoje eu escrevo para todas as mães que tem um pedacinho do colo vazio. Aquela...
04/06/2022

O FILHO QUE NAO PÔDE FICAR
Perda gestacional

Hoje eu escrevo para todas as mães que tem um pedacinho do colo vazio. Aquelas que tiveram seu amor interrompido cedo 💔 no plano físico e hoje são mães de anjos.

Não é hábito falarmos sobre as perdas. Somos uma sociedade que cultua os ganhos.

Talvez numa tentativa de amenizar a dor, vem sempre uma racionalização do tipo "não era pra ser", "bola pra frente", "você tenta de novo depois" etc..

Por isso, quando uma mulher se despede de um filho ainda em gestação ou recém nascido, ela f**a num lugar de solidão extrema, onde apenas outras mulheres que tiveram a mesma vivência podem visitá-la.

Ab**to é morte, morte é luto.

Encontrar acolhimento para falar disso é raro. Por isso, mulheres, se apoiem. Ajudem umas às outras. 🤱🤰👭👩‍👦

Com o tempo - e só mesmo o tempo! - iremos percebendo que esse colo vai se tornando um vaso e a fertilidade psíquica da mulher vai dando um jeito de cultivar novas flores. 💐

Descobre-se uma força residual de oposição, gerada pelo luto. Essa força impulsiona à vida, levando a mulher para novas possibilidades de maternagem, talvez até mais maduras do que a tradicional fórmula do "crescei e multiplicai-vos".

É preciso adentrar esse lugar no seu útero e fazer a ressignif**ação da experiência.

Não p**e etapas.

Se você, em algum momento da sua vida, passou por essa dor, reconheça o potencial deixado pelo ser que passou por teu ventre, por tua vida, mesmo que brevemente.

Depois de cumprido o luto, verá que esse potencial imenso de amor DEVE ser re-direcionado.

Novas maternagens virão, novas formas de amar se apresentarão, outros "filhos" estarão esperando um lugar nesse colo. A vida é sábia e magicamente faz a rede das relações.

Mas antes precisamos honrar o lugar do filho que não pôde f**ar 💙 Afinal, ele foi o sacrifício inicial para abrir esse novo caminho psíquico na mulher.

🌹🌟
~ Adriana Schier analista junguiana e taróloga.
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Só quem faz sabe o quanto uma boa sessão de psicoterapia transforma sua visão sobre si mesmo e seu lugar no mundo. Vamos...
19/05/2022

Só quem faz sabe o quanto uma boa sessão de psicoterapia transforma sua visão sobre si mesmo e seu lugar no mundo.
Vamos começar? 11957944209

TURMA JÁ EM FORMAÇÃO! VAMOS ESTUDAR! 🌹🌟11 957944209 informações
11/02/2022

TURMA JÁ EM FORMAÇÃO!
VAMOS ESTUDAR! 🌹🌟
11 957944209 informações

Vou ter um colapso.Não consigo respirar.Só fico bem dormindo. Sinto fraqueza nas pernas.Parece que vou morrer. Frases tí...
18/11/2021

Vou ter um colapso.

Não consigo respirar.

Só fico bem dormindo.

Sinto fraqueza nas pernas.

Parece que vou morrer.

Frases típicas de pacientes que estão nas fases mais intensas do processo de individuação.
O que parece ruim pode ser um bom sinal.

Geralmente é indicativo de que ele não consegue mais sustentar suas defesas e negações diante de uma realidade externa que não o comporta mais.

Carreira, relacionamento, papel social, religiosidade...
Internamente algo clama por MUDANÇA. REVOLUÇÃO. TROCA DE SISTEMA.

A sensação de morte iminente signif**a que o velho Rei vai cair e uma nova ordem aos poucos se apresentará.
Torcemos para que o período caótico entre a troca de um reinado para outro não seja tão longo; e que ele tenha recursos suficientes para não sucumbir às fantasias do inconsciente, sendo tragado ou invadido por elas enquanto o processo se dá.

Enquanto isso... na superfície... as pessoas de sua convivência poderão apoiar a mudança ou boicotar a chegada do novo, de acordo com seus interesses, aumentando o desafio.
Se algo mudar de fato, mudará para todos e é ilusório pensar que se pode passar por algo assim sem que haja dor.

Há um limite para o quanto se pode fazer uma jornada de transformação pessoal apenas curtindo bons momentos e sendo legal. Há um limite para o quanto se pode proteger a todos ao redor para que ninguém se incomode.

Não se derruba um reinado obsoleto com flores e emanações luminosas. Uma verdadeira revolução pede um exército interior bem articulado e muitas vezes enraivecido.

Após limpar os escombros de guerra, aí sim haverá tempo para respirar e sentir novamente o corpo pulsante e desejoso por descobrir uma nova VIDA.
Aí sim será tempo de mais prazer ao lado dos companheiros que f**arem e dos novos que vão chegar.

~Adriana Schier - analista junguiana e taróloga 🌹🌟

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O BONSAI 🌳Uma árvore em seu pleno desenvolvimento é livre do ideal de perfeição. Ela cresce sujeita às intempéries, expo...
04/11/2021

O BONSAI 🌳

Uma árvore em seu pleno desenvolvimento é livre do ideal de perfeição. Ela cresce sujeita às intempéries, exposta ao vento, à chuva, ao sol.

Ela apresenta formas inusitadas. Nem sempre a árvore livre f**a simétrica, mas sem dúvida ela f**a forte.

Oras! Uma árvore não está mesmo muito preocupada com o que dirão sobre ela. O importante na natureza é estabelecer-se com força e máxima vitalidade enquanto indivíduo, para que possa contribuir de forma efetiva para a sobrevivência de toda a sua espécie.

Vez ou outra uma catástrofe natural, como a queda de um raio, pode causar a morte de algumas delas. Além do próprio ciclo da Grande Mãe Terra, que faz o trabalho perfeito de retomar para si aquelas que já cumpriram seu papel.

Força e coragem, impulso e generosidade, fortaleza e exuberância. Uma árvore é um fenômeno a ser contemplado sem julgamento de estética ou valor. Uma árvore é. E isso basta.

Assim poderíamos ser, enquanto humanos, não fosse nosso ideal de perfeição.

Constantemente separando tudo em bom e mau, belo e feio, aprovado e reprovado segundo critérios pessoais carregados de crenças distorcidas, vamos colocando nas raízes arames para moldar nosso desenvolvimento e também daqueles que vivem em nossa esfera íntima.

Como pequenos , vamos enrolando fios contentores em nossos galhos, podando folhas e controlando o recebimento de água e luz na tentativa de criarmos a árvore perfeita.

De fato alguns exemplares são dignos de reconhecimento e premiação. São cerejeiras, jabuticabeiras, romãzeiras, limoeiros e toda variedade que se pode transformar num belo bonsai. Mas todas pequenas, em vasos ornados com miniaturas para simular jardins e paisagens que estimulam a imaginação. São ilusões.

A mente, que busca a perfeição, logo estará insatisfeita novamente. E providenciará mais arames para moldar para cá e para lá novos galho e raízes, numa busca sem fim.

Neste momento reflita:

Onde finquei minhas raízes? Estou tentando me desenvolver em um vaso ou em solo fértil e profundo?

🌹 Adriana Schier - analista junguiana e taróloga 🌟
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Texto publicado em 2018 para o

OBESIDADE E MATERNIDADE TÓXICA  Quando a maternidade dói, o leite é tóxico.Filhas de mulheres que tiveram gestação sofri...
03/09/2021

OBESIDADE E MATERNIDADE TÓXICA

Quando a maternidade dói, o leite é tóxico.
Filhas de mulheres que tiveram gestação sofrida ou traumática recebem a alimentação carregada de sentimentos ambíguos da mulher que lhes deu a vida.
A conexão do olhar mãe-bebê no ato da amamentação transmite toda carga de dor é incertezas, ao que o bebê decodif**a como:
🔸️O mundo é um ambiente hostil
🔸️Minha vida depende de alguém que está com muito medo, raiva ou culpa
🔸️Minha chegada causou perturbação
🔸️Sou indesejado
🔸️Este alimento me faz mal, mas devo aceitá-lo se quiser viver

Na infância/adolescência começa a apresentar relação disfuncional com os alimentos; uma incapacidade de perceber saciedade ou fome.

O buraco emocional parece não ter fundo e a fome de uma mãe idealizada e amorosa nunca é saciada.

Há tensão no maxilar, nuca, ombros.. região ocular. Enxaquecas, bruxismo, inflamações. Toda a região oral recebe altas cargas de compensação para a ansiedade que vai se formando no ato de se alimentar.

Soluções paliativas emergenciais são cogitadas, como a famosa cirurgia bariátrica, que impede o ato de compulsão sob pena de vômitos, mas mascara o verdadeiro problema.

Na vida "adulta" essa mulher-bebê pode apresentar:

🔹️Dependência emocional
🔹️Distorção do sentido da maternidade
🔹️Amor exigente, cobrador
🔹️Dedicação excessiva aos filhos
🔹️Manipulação através de culpa
🔹️Distorções da realidade dos relacionamentos
🔹️Dificuldade de expressar sexualidade adulta

Sua busca por um amor materno puro a acompanha nas escolhas que faz enquanto mulher. No fundo desse poço que pede sempre mais dedicação do marido, dos filhos, dos pais, dos amigos, está uma criança nunca saciada.

A chave reside em ensiná-la a se dar o alimento certo, proveniente de fonte criativa saudável - que só pode vir de si mesma.

Restaurar a confiança da vida na carne enquanto representante do elemento feminino. Recobrar a conexão com o corpo, com os instintos primários, com as vísceras.
Ressignif**ar o direito ao prazer e à vida.

🌹~ Adriana Schier - analista junguiana e taróloga 11 957944209

O TIPO ASTÊNICO E O TIPO FORTE Um dos maiores problemas da psicoterapia é: Quanta força vital possui esta pessoa? Quanto...
30/08/2021

O TIPO ASTÊNICO E O TIPO FORTE

Um dos maiores problemas da psicoterapia é: Quanta força vital possui esta pessoa? Quanto ela pode suportar? Você pode apenas deduzir isso com seus sentimentos, impressões e intuição. Não é algo que possa ser provado cientif**amente, e às vezes avaliamos o indivíduo erroneamente. Às vezes você
pensa que a pessoa não tem tanta fortaleza e ela o surpreende pela maneira pela qual lida com uma crise. Você julga que uma pessoa tudo pode suportar, quando sem nenhum motivo aparente ela se quebra. Ela não tem força, o que é algo que se pode observar apenas no decorrer dos fatos. Mas quando se tem muita experiência com as pessoas é mais fácil intuir sua verdadeira capacidade.

Como vocês sabem, em sua teoria de esquizofrenia, o Dr. Jung descreveu a diferença entre o que ele chama de TIPO ASTÊNICO e TIPO FORTE. No tipo forte, o problema é que existe uma enorme reserva de fantasia e força no inconsciente, confrontando um ego relativamente fraco; por causa disso a pessoa pode fragmentar-se. Mas se no tipo forte é o excesso que causa a perturbação, no tipo astênico é a falta. Em algum ponto nem o ego nem o inconsciente têm suficiente ímpeto.

As pessoas em tais condições não têm sonhos. Onde, durante o maior conflito, você esperaria uma reação vital do inconsciente, ou os sonhos são curtos e superficiais ou então a pessoa não tem nenhum sonho como se a natureza não reagisse.
É muito importante saber disso porque, naturalmente, com o tipo forte você pode arriscar um tipo de terapia mais objetiva e direta. Por exemplo, pode-se confrontar a pessoa com o problema e provocar uma terrível crise — uma crise que cura — para que ela a supere e saia fortalecida. Com o tipo astênico, você não pode fazer isso. Com ele deve-se adotar um tratamento de enfermeiro fazendo constantes transfusões de sangue, mal comparando, nunca forçando o problema ou colocando a pessoa contra a parede, porque isso a destruiria. Não se tem que decidir isso sozinho; em geral, o inconsciente decide.
No tipo astênico, os próprios sonhos não forçam o problema. Frequentemente me surpreendo que as pessoas desse tipo, quando têm os mais urgentes problemas, têm sonhos que apenas falam sobre este ou aquele detalhe e não chegam ao problema principal.

Então digo para mim mesma: "Bem, deve ser desse jeito mesmo, a confrontação seria insuportável. O inconsciente sabe o que faz e está dizendo que não se deve tocar nesse problema. Seria forte demais e explodiria a pessoa". Devemos nos limitar aos aparentemente pequenos sonhos que aparecem e seguir a orientação do inconsciente.
Com o tipo forte, você geralmente percebe que os sonhos atingem diretamente o âmago do problema com
grande estrutura dramática. Então você percebe que a coisa toda está chegando a um clímax, a uma crise curadora e a uma terrível situação de conflito, e então o problema
resolve-se por si mesmo, de uma maneira ou de outra.

MARIE-LOUISE VON FRANZ - PUER AETERNUS

Antidepressivos restauram a capacidade de determinadas áreas do cérebro a fim de contornar rotas neurais cujo funcioname...
11/08/2021

Antidepressivos restauram a capacidade de determinadas áreas do cérebro a fim de contornar rotas neurais cujo funcionamento não está normal, mas essa mudança só trará benefícios se acompanhada de psicoterapia.

Ou seja, a mudança no “hardware” do cérebro só trará benefícios se houver uma mudança no “software” - as crenças de base e os hábitos.

Os antidepressivos reabrem uma janela da plasticidade cerebral, que permite a formação e a adaptação de novas conexões cerebrais através de atividades específ**as que ajudam o paciente a conseguir retomar o olhar observador de si mesmo.

Ele pode se sentir como uma criança, pronta para aprender coisas novas, com o cérebro se desenvolvendo em resposta a novos estímulos ambientais. Quando a plasticidade cerebral é reaberta, problemas causados por “conexões indesejadas” podem ser tratados – fobias, ansiedade, depressão etc.

Resumidamente, os antidepressivos e também os ansiolíticos retiram o paciente de uma crise aguda, mas tão logo possamos observar alguma reorganização em seu funcionamento, é hora de começar a psicoterapia para iniciar a fase de suporte emocional, tratamento de traumas e, sucessivamente, a reconstrução de uma via de comunicação com o Self, centro organizador da psique.

A necessidade de aliar terapia ao tratamento medicamentoso também se dá porque as dr**as não são sustentáveis a longo prazo. Se o ambiente e a situação do paciente permanecerem inalterados, elas não tem capacidade de transformar nada, apenas de criar uma ilusão de adequação.

🌹Adriana Schier analista junguiana
11 957944209

A PELE E A MENTE - UMA ESTREITA RELAÇÃO:A ligação entre psiquismo e pele não é novidade. Esse “diálogo” foi comprovado p...
08/08/2021

A PELE E A MENTE - UMA ESTREITA RELAÇÃO:

A ligação entre psiquismo e pele não é novidade. Esse “diálogo” foi comprovado por numerosos estudos realizados desde a segunda metade do século XX. Pesquisas recentes identif**aram o processo bioquímico que ocorre nessa comunicação. Com base nas descobertas, especialistas buscam compreender a “linguagem” estabelecida entre pele e mente, para poder intervir no movimento de somatização. O interesse nesses fenômenos se justif**a: há estimativas de que 30% dos distúrbios dermatológicos derivam de processos psicossomáticos. Nessa projeção estão incluídos alopecia local – perda de cabelos localizada –, psoríase, vitiligo e pruridos.

Até hoje o foco das pesquisas tem sido o psiquismo, com seus distúrbios em grande parte desconhecidos. Essa tendência é confirmada pela expressão “psicossomático” (do grego psico, relativo a mente, e soma, que signif**a corpo). O dermatologista Torello Lotti, professor da Universidade de Florença, na Itália, acredita, no entanto, em novos paradigmas: “Em vez de psicossomático, hoje se dá preferência ao termo somatopsíquico, exatamente para centralizar o soma”. Interpretações atualizadas desses fenômenos comparam o comportamento do corpo ao de um “cérebro difuso”.

Neurotransmissores envolvidos nos processos cerebrais estariam presentes em outras partes do organismo. Para Lotti, é assim que as mensagens do cérebro são percebidas fisicamente, sobretudo quando provocam algum distúrbio. A teoria do cérebro difuso pode ser demonstrada por uma pequena molécula protéica, chamada alfa-MSH (do inglês melanocyte stimulating hormone), hormônio que, além de importante neurotransmissor, está presente, como se descobriu, na pele e ao seu redor.

MECANISMO HORMONAL

Segundo Lotti, o alfa-MSH é um antiinflamatório mais potente que muitos medicamentos. Até poucos anos acreditava-se que fosse produzido somente na hipófise, mas estudos comprovaram que é sintetizado também pelas células da pele. Essa produção cutânea parece ser coordenada pelo sistema nervoso central, o que configura uma espécie de mecanismo de controle das inflamações. A cura de doenças relacionadas a essa manifestação, portanto, depende do cérebro, capaz de determinar a produção da substância diretamente na pele.

Mas por que exatamente na pele e não em outro órgão qualquer? A origem dessa interação é ancestral: o folheto embrionário do qual se origina a pele é o ectoderma, o mesmo que forma o tecido cerebral. O professor Torello Lotti observou que os melanócitos, células responsáveis pela coloração da pele, são muito similares aos neurônios, dotados de dendritos com receptores do sistema nervoso central.

São inúmeros os eventos, patológicos ou não, que têm origem na mente e se manifestam na superfície da pele. Pessoas acometidas, por exemplo, pela alexitimia (incapacidade de nomear as próprias emoções) sofrem das mais variadas patologias cutâneas. Aquilo que não se consegue elaborar no sistema nervoso central parece exprimir-se sobre a cútis. Para Lotti, a pele seria o palco preferido da mente – uma “escolha” feita, provavelmente, no período neonatal. Muitos psicólogos acreditam que a pele tem papel importante na primeira fase da vida, no desenvolvimento da identidade e na constituição do self. O contato físico do bebê com a mãe seria o principal estímulo à percepção de uma fronteira entre ele e os outros. Nessa fase a criança começa a estruturar a própria imagem. Pessoas que, desde o nascimento, apresentam deficiências táteis parecem estar mais sujeitas a distúrbios de personalidade.

A interação entre psiquismo e pele, portanto, é dupla: existem patologias psiquiátricas, como esquizofrenia ou depressão, que se manifestam na forma de manchas, irritações, erupções, pruridos e escamações. Na direção oposta, o aparecimento de doenças da pele costuma interferir nos estados de humor, provoca sintomas depressivos e compromete a auto-estima.

A classif**ação de doenças produzidas pela comunicação entre pele e mente prevê três grupos de patologias: o primeiro reúne distúrbios psicofisiológicos nos quais as manifestações cutâneas são preexistentes e se agravam em períodos de desequilíbrio emocional. O segundo grupo compreende doenças psiquiátricas com decorrências predominantes sobre a pele. É o caso da tricotilomania (hábito de arrancar cabelos) ou de dermatites provocadas por arranhões no próprio corpo. Com esses pacientes o primeiro passo é a terapia psiquiátrica, ao mesmo tempo que o dermatologista intervém para remediar os danos auto-infligidos e prevenir eventuais complicações.

O terceiro grupo é composto por distúrbios psiquiátricos secundários, nos quais o desconforto emocional é provocado pela presença de doenças da pele, especialmente as mais desfigurantes, como o vitiligo. Mesmo distúrbios considerados mais leves pela dermatologia, como acne ou alopecia local, podem ser prejudiciais à imagem e interferir no equilíbrio psíquico do paciente.

Em muitos casos o desenvolvimento de afecções cutâneas parece ser um recurso para alívio da ansiedade. Pessoas afetadas por acne crônica tendem à insegurança e são pouco tolerantes a frustrações. Quando as pústulas na face desaparecem com o uso de medicamentos, é comum encontrarem dificuldades para se adaptar à nova condição. Entre pacientes de alopecia, além da ansiedade, são freqüentes traços obsessivos e de dependência. Já a psoríase parece relacionada à predisposição genética e à dificuldade de expressão verbal das emoções. Pesquisas identif**aram comportamento defensivo, caracterizado por repressão dos próprios sentimentos, falta de atração sexual e raiva intensa em vítimas desse distúrbio. Como a doença implica espessamento da pele, é possível recorrer à psicanálise para traçar uma analogia: a pessoa afetada constrói uma espécie de couraça com a qual se protege do mundo.

Fonte: Mente e Cérebro
̧asdepele

"É próprio da tradição cartesiana pensar na consciência como algo inerente à cabeça, como se a cabeça fosse o órgão gera...
29/07/2021

"É próprio da tradição cartesiana pensar na consciência como algo inerente à cabeça, como se a cabeça fosse o órgão gerador de consciência. Não é.
A cabeça é um órgão que orienta a consciência numa certa direção ou em função de determinados propósitos. Mas existe uma consciência aqui, no corpo. O mundo inteiro, vivo, é modelado pela consciência.

Acredito que consciência e energia são a mesma coisa, de algum modo.
Onde você vê, de fato, energia de vida, lá está a consciência.

O mundo vegetal, com certeza, é consciente. E, ao viver no campo, como aconteceu comigo quando criança, você pode ver toda uma série de consciências diferentes se relacionando consigo mesmas. Existe uma consciência vegetal, assim como existe uma consciência animal, e nós partilhamos de ambas.
Quando você ingere certas comidas, a bílis sabe se existe aí algo que exija a participação dela. Esse processo todo é consciência. Tentar interpretá-lo em termos simplesmente mecânicos não funciona."

Joseph Campbell

Jung,  segundo Jordan Peterson, dedicou a vida a solucionar o problema de q "Deus está morto", um problema verdadeiro e ...
26/07/2021

Jung, segundo Jordan Peterson, dedicou a vida a solucionar o problema de q "Deus está morto", um problema verdadeiro e gravíssimo, q é a constatação de q a cultura ocidental moderna, a mente científ**a obcecada pela verdade, conseguiu invalidar suas próprias bases metafísicas (acompanhou ?)
Resultaram de seu trabalho dois conceitos fundamentais q, juntos, compõe a solução do problema metafísico: o inconsciente coletivo e o self.
O inconsciente coletivo é como o oceano primordial dos mitos de criação do mundo, é a morada dos arquétipos e das estruturas narrativas comuns a todas as culturas, é de onde a humanidade tira as linhas gerais da experiência de ser Ser Humano em grupo.
Já o self é o ápice do potencial do indivíduo, é a parte de cada ser humano q se identif**a com aquilo q é transcendente. Segundo Jung o self é como uma versão futura de você mesmo, q é tão íntegro, autêntico e realizado quanto você pode ser, e q sabe quais são as experiências pelas quais você precisa passar pra chegar a ser essa versão. E essa é a voz da sua intuição, é o self te ajudando, lá do futuro, a se tornar a melhor versão de si mesmo.
Agora se você conseguir reconciliar esses dois conceitos, profunda e completamente compreendidos, acomodando ambos na sua mente ao mesmo tempo, você terá uma ideia da genialidade e da importância do trabalho de Carl Gustav Jung.

Texto de Sérgio Lonrensatto

Reflitamos.

Já reparou que a maioria das pessoas tem sua energia toda concentrada na parte superior do corpo? Ombros erguidos, pesco...
07/07/2021

Já reparou que a maioria das pessoas tem sua energia toda concentrada na parte superior do corpo? Ombros erguidos, pescoço rígido, mandíbula tensionada, respiração curta e rápida.
Estamos confinados em nossas cabeças, identif**ados com os pensamentos repetitivos cumprindo a vida no automático.
Existe toda uma porção de corpo que você só habita de vez em quando. Da cintura para baixo, há muita emoção represada.
Quando sua consciência ignora a parte inferior do corpo, boa parte do prazer de viver f**a comprometida. Surgem problemas na expressão da sexualidade, nos órgãos reprodutores, na circulação das pernas, nas vértebras da base da coluna, nas articulações dos joelhos e pés.
Habitar seu corpo como um todo é um resgate da função de sentir.
Repare que em uma crise de ansiedade, de nada adiante usar argumentação e lógica para acalmar uma pessoa. Pois mente não se combate com mais mente.
Na psicoterapia podemos usar técnicas de abordagem corporal, pois apenas colocando a pessoa em contato com o corpo, conduzindo sua percepção de si até os pés e refazendo sua conexão com a terra consegue-se acalmar os pensamentos atormentados para que ela saia subitamente de sua neurose e passe a permitir o fluxo de sentimentos. Isso dá segurança.
Sentir confiança na terra sob os pés remete a ter o apoio do Arquétipo da Grande Mãe novamente lhe validando a existência encarnada. Crises de pânico costumam ceder quando essa percepção é alcançada.
Nossas neuroses muitas vezes vêm do excesso de cabeça. Explorar os pés com massagem e respiração consciente é um auto resgate fácil, simples e acessível a todos.

~Adriana Schier - analista junguiana e taróloga.

Endereço

Pompéia, Zona Oeste
São Paulo, SP
01257040

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