Psicóloga Fabíola Beger

Psicóloga Fabíola Beger Neste espaço irei compartilhar textos sobre saúde mental e emocional, em especial, aspectos emocio

Desde o nascimento vivenciamos situações de perdas, sejam elas em relacionamentos, profissional, rotina, prioridades na ...
10/11/2020

Desde o nascimento vivenciamos situações de perdas, sejam elas em relacionamentos, profissional, rotina, prioridades na vida, entre outros. Estas perdas são inerentes a natureza humana e podem gerar desconfortos, sentimentos ambivalentes e muitas emoções.

E como passar por estas perdas dando um lugar para todos os sentimentos?
Pode ser potente sentir a perda para viver o luto. Este movimento pode parecer uma idéia de sofrimento, mas só passamos e elaboramos o luto quando abrimos espaço para aceitar e ressignificar dando um lugar bonito como parte da sua história.

Segundo Winnicott, " é preciso fazer a manutenção do que foi perdido sem que precise apelar a negação"
A negação pode levar a um estado de paralisia sobre o sentir e viver a vida.

Trazendo para o contexto de grupos, especificamente o de mãe e bebês, pensamos na ideia das perdas que o puerpério nos convida a olhar e ressignificar. deste modo, de forma singular, cada mulher pode ser atravessada por suas questões podendo neste espaço encontrar a sustentação para olhar, falar e cuidar do que ainda está velado e não dito.

O grupo pode ser um lugar fértil e potente para tecer sua história e criar seu próprio modo de viver, sentir e ser de modo criativo.

Arte ilustrada : Chihiro Iwasaki

Para conhecer os projetos de Fabíola Beger em parceria com Ana Payés para mães e seus bebês, veja o link da bio. Conte conosco!

Com carinho,

Fabíola Beger
Psicóloga Clínica
CRP 06/75025

Mitos e Verdades quem nunca ouviu e os representou?No passado as mulheres limitadas devido ao pouco acesso, estudos e co...
09/11/2020

Mitos e Verdades quem nunca ouviu e os representou?

No passado as mulheres limitadas devido ao pouco acesso, estudos e conhecimento científico sobre o puerpério são confrontadas por diversos enigmas no dia a dia. Sendo assim e precisando de um caminho que levariam a respostas, muitas vezes apenas a observação prevalece como experiência corriqueira sendo tomadas como verdade.

É importante desmistificar algumas afirmações que permeiam a maternidade, muitas vezes, fazem com que muitas mulheres e famílias sintam-se desconfortáveis e incertas quanto ao seu papel.

Para conhecer os projetos de Fabíola Beger em parceria com Ana Payés para mães e seus bebês, veja o link da bio. Conte conosco!

Com carinho,
Fabíola Beger
Psicóloga Clínica
CRP 06/ 75025

Hoje no post anterior, eu trouxe um pouco sobre o conceito de Depressão pós-parto e mencionei dados que acometem mulhere...
07/11/2020

Hoje no post anterior, eu trouxe um pouco sobre o conceito de Depressão pós-parto e mencionei dados que acometem mulheres que vivem a experiência da DPP.

Mais tarde encontro este livro que me convida a mergulhar. E convido você também. Vamos?

Brooke Shields foi protagonista do filme 'A Lagoa Azul', o livro "Depois do parto, a dor" conta a sua história devastadora de luta para engravidar, suas perdas, a dor do processo no tratamentos de reprodução humana, os problemas emocionais, a dificuldade com a amamentação e o vínculo com a sua bebê.

Boa leitura!

Com carinho,

Fabíola Beger
Psicóloga Clínica
CRP 06/ 75025

Todo ciclo da gestação e pós parto é considerado um período sensível dependendo da história de vida e experiência vivida...
06/11/2020

Todo ciclo da gestação e pós parto é considerado um período sensível dependendo da história de vida e experiência vivida pela mulher e família.

Segundo Vera Iaconelli no artigo publicado para a Revista Pediatria moderna, "A Depressão pós-parto (DPP) acomete entre 10% e 20% das mulheres, podendo começar na primeira semana após o
parto e perdurar até dois anos.
Os sintomas podem aparecer como irritabilidade, mudanças bruscas de humor, indisposição, doenças
psicossomáticas, tristeza profunda, desinteresse pelas atividades do dia-a-dia, sensação de incapacidade
de cuidar do bebê e desinteresse por ele, chegando ao extremo de pensamento suicidas e homicidas em relação ao bebê."

Enquanto que no Baby blues, "acomete até 80% das mulheres e costuma acontecer a partir da primeira semana depois do parto"

Baby Blues é um estado de tristeza materna muito comum no pós-parto devido as mudanças hormonais, cíclicas, relacionais e na família, senso de responsabilidade aumentada, transformações no corpo. É uma experiência vivida por muitas mulheres e não é preciso temer por ser momentânea.
Ela não incapacita a mãe de prestar os cuidados ao bebê, e em geral não provoca prejuízos na rotina diária e no vínculo afetivo com o bebê. Os sintomas apresentados são, desânimo, angústia, impaciência, Irritabilidade, mudanças de humor, cansaço, choro e tristeza sem motivo aparente.

Segundo NOBREGRA; FONTES; PAULA, 2005 " A Depressão nem sempre expressa um estado patológico, pois encontra origem na própria existência humana, na inquietação do homem diante da sua condição de ser temporal, finito e incompleto. O sofrimento e a dor são sentimentos subjetivos, manifestos tanto na esfera afetiva, na dor mental, como na esfera física, nas condições fisiológicas em geral.

Para conhecer os projetos de Fabíola Beger em parceria com Ana Payés para mães e seus bebês, veja o link da bio. Conte conosco!

Com carinho,
Fabíola Beger
Psicóloga Clínica
CRP 06/ 75025

🎨Arte ilustrada: Chihiro Iwasaki

Puerpério na quarentena não é fácil; sem rede de apoio, muitos "pais recém-nascidos" na pandemia ficaram isolados com se...
04/11/2020

Puerpério na quarentena não é fácil; sem rede de apoio, muitos "pais recém-nascidos" na pandemia ficaram isolados com seus bebês.

São muitas as transformações que acontecem ao passar de um estado de espera pelo bebê (até então imaginado) para um bebê real em seus braços.O puerpério traz uma experiência de descoberta profunda: tanto sobre bebê quanto sobre a maternidade possível.

E tudo isso em meio a um turbilhão de sentimentos, alguns bastante comuns às "mães recém-nascidas": alívio, cansaço, dúvidas, medos, angústias...
Medo de não ser capaz de suprir as necessidades do bebê... Medo de não saber lidar com o novo ser e o desconhecido dessa experiência, muitas vezes duvidando de si e fazendo comparações com todas as outras mães. Medos e ansiedades relacionados com a expectativa pessoal de amamentação.

Uma alta expectativa interna e também das pessoas do entorno para que tudo seja lindo e dê tudo certo, romantizando bastante esse momento que deveria ser apenas de apoio, respeito e legitimação da experiência profunda de transformação no puerpério.

Para conhecer os projetos de Fabíola Beger em parceria com Ana Payés para mães e seus bebês, veja o link da bio. Conte conosco!

Com carinho,

Fabíola Beger
Psicóloga Clínica
CRP 06/75025

04/11/2020

Quarentena não é fácil; sem rede de apoio, muitos "pais recém-nascidos" na pandemia ficaram isolados com seus bebês.

São muitas as transformações que acontecem ao passar de um estado de espera pelo bebê (até então imaginado) para um bebê real em seus braços.O puerpério traz uma experiência de descoberta profunda: tanto sobre bebê quanto sobre a maternidade possível.

E tudo isso em meio a um turbilhão de sentimentos, alguns bastante comuns às "mães recém-nascidas": alívio, cansaço, dúvidas, medos, angústias...
Medo de não ser capaz de suprir as necessidades do bebê... Medo de não saber lidar com o novo ser e o desconhecido dessa experiência, muitas vezes duvidando de si e fazendo comparações com todas as outras mães. Medos e ansiedades relacionados com a expectativa pessoal de amamentação.

Uma alta expectativa interna e também das pessoas do entorno para que tudo seja lindo e dê tudo certo, romantizando bastante esse momento que deveria ser apenas de apoio, respeito e legitimação da experiência profunda de transformação no puerpério.

Para conhecer os projetos de Fabíola Beger em parceria com Ana Payés para mães e seus bebês, veja o link da bio.
Conte conosco!

Com carinho,

Fabíola Beger
Psicóloga Clínica
CRP 06/75025

A palavra puerpério vem do latim: Puer = criança e Parere = dar à luz. Chamamos de puerpério o período em que as transfo...
03/11/2020

A palavra puerpério vem do latim: Puer = criança e Parere = dar à luz.
Chamamos de puerpério o período em que as transformações no corpo da mulher ocasionadas pela gestação e parto retornam a seu estado anterior. Ele se inicia com a expulsão da placenta e não tem um término definido a priori para todas as mulheres, dependendo muito de como ela irá vivenciar esse momento.

No puerpério, muitas são as transformações psíquicas e corporais na mulher: o bebê até então imaginado agora é um bebê real em seus braços; a extrema dependência desse bebê convoca a mãe a construir um novo lugar simbólico junto a ele. O novo e desconhecido a acompanham enquanto vai descobrindo aos poucos sobre o bebê e sobre ela mesma, mãe dessa criança.

Há também os ecos da experiência de parto ressoando fortemente nesses primeiros momentos com o bebê, e o peso de uma eventual experiência de parto ruim/desrespeitosa pode sim trazer alguns ruídos para esse momento já tão sensível. Em seu corpo, há também muitas transformações, como as mudanças hormonais, a involução do útero e o processo de início da lactação.

Por isso, é um momento especialmente sensível para a mulher e o bebê, com um turbilhão de emoções e sentimentos, incluindo alegria, alívio, cansaço, medos, dúvidas, angústias, descobertas: dores e delícias que cada mulher irá experimentar de uma maneira única.

Contar com uma rede de suporte que a permita sentir-se cuidada e amparada certamente a deixará em melhores condições para estar com seu bebê por inteira e vivenciar esse momento de uma maneira mais leve, acolhendo a maternidade possível.

Para conhecer os projetos de Ana Payés em parceria com Fabíola Beger para mães e seus bebês, veja o link da bio.
Conte conosco!

Com carinho,

Fabíola Beger
Psicóloga Clínica
CRP 06/75025

Hoje, feriado de finados, trouxe esta  indicação de filme para refletirmos sobre a perda de pessoas importantes em nossa...
02/11/2020

Hoje, feriado de finados, trouxe esta indicação de filme para refletirmos sobre a perda de pessoas importantes em nossa vida. O filme é infantil, mas atende a espectadores de todas as idades.

a narrativa já se concentra em um tema delicado e marcante: a perda de um ente querido. É desta forma que a jovem protagonista Fei Fei nos é apresentada, a partir de uma introdução que mescla o amor entre um pai viúvo e sua filha com o modo como cada um deles lida com o luto.

Assisti o filme com o meu filho João Pedro de 5 anos e nos emocionamos juntos. A trilha sonora também é encantadora. Vale a pena!

Se sentir de compartilhar comigo, estou por aqui.

Bom finalzinho de feriado
com carinho,

Fabíola Beger
Psicóloga clínica
CRP 06/75025


Winnicott (1971) afirma que "é ao sentir-se real que a pessoa pode viver criativamente e ser presença no mundo através d...
28/10/2020

Winnicott (1971) afirma que "é ao sentir-se real que a pessoa pode viver criativamente e ser presença no mundo através do seu FAZER".

Motivada com o grupo terapêutico de mães e bebês mediado pela arte, senti de trazer este tema para refletirmos e também resgatamos a arte em nossa vida.

A minha experiência com a arte, mas precisamente com a aquarela, chegou como um convite, uma potente força para encontrar-me e fazer um resgate das minhas potencialidades.

Encontrei na experimentação um modo de olhar e sentir mais sensível e generoso. Onde existia dor eu encontrei beleza e poesia, força e vida e assim pude ir dando lugar para os sentimentos deixando-os se integrarem para que eu pudesse resgatar memórias, escutar minhas ancestrais, tecer minha história e ser.

costumo dizer que é sempre um mergulho profundo e sincero quando estou com a aquarela. A cada dia descubro um pouco mais sobre o meu processo criativo que esta totalmente interligado com o meu ser e o modo de me movimentar na vida.
Viver criativamente não deixa dúvidas sobre o valor de viver.

E você, já sentiu este pulso que a vida criativa nos lança?! Se sentir de compartilhar ficarei muito feliz de conhecer sua experiência.

Com carinho,

Fabíola Beger
Psicóloga Clínica
CRP 06/75025

23/10/2020

Eu e Ana Carolina Payés estamos muito felizes em convidar você para o nosso grupo de escuta para mães e seus bebês. Nosso objetivo é oferecer, através do grupo, um espaço seguro de acolhimento e cuidado psíquico para que as mães possam compartilhar suas angústias, medos, aflições, preocupações e ansiedades junto a outras mães a partir da escuta sensível que ampara, acolhe e potencializa a singularidade e pertencimento dessas mulheres às suas histórias familiares. Nossa proposta é construir através do grupo e da presença viva de cada participante, um espaço seguro de cuidado e escuta para que as trocas de experiências possam acontecer de forma confortável e segura. 

Nesse ciclo de quatro encontros, levaremos ao grupo diferentes linguagens das artes como inspiração e sensibilização para as partilhas. Cada encontro terá um convite especial:
1) acolhimento e partilhas sobre as transformações vividas no puerpério;
2) Nasce um bebê, nasce uma mãe: mergulho nas histórias de espera e de parto do bebê;
3) A comunicação silenciosa entre pais e bebês: condução de massagem Shantala;
4) Tecendo redes de cuidado a partir de cada história. 

Nosso convite a cada participante é esse: abrir-se para a escuta - de si e das outras participantes - a partir do umbigo (e não dos ouvidos), um convite para encontrar-se com a experiência das outras mães de maneira profunda e sensível, tendo as artes como mediadora em cada encontro. Em nossa experiência, quando as mães podem compartilhar de si em um ambiente de confiança e não julgamento, elas acabam tendo a oportunidade de contar sua história com outras lentes, possibilitando transformação. 

Se você se interessou e gostaria de mais informações, envie uma mensagem por direct ou whatsApp (link na bio). Ou, ainda, veja detalhes da proposta no link da bio.

Esperamos que essa seja uma boa experiência de fortalecimento emocional através da tessitura em rede. Essa é nossa forma de contribuir com uma resposta de cuidado diante do sofrimento que muitas famílias e seus bebês estão passando pelo isolamento social e efeitos da pandemia do novo coronavírus. 

Com carinho,
Fabíola Beger
Psicóloga Clínica
CRP 06/75025

Esta semana eu traga este lindo filme que tocou de forma especial o meu coração. Fiquei refletindo sobre a arte e como e...
23/10/2020

Esta semana eu traga este lindo filme que tocou de forma especial o meu coração. Fiquei refletindo sobre a arte e como ela pode integrar gestos espontâneos que perdemos pelo caminho. Este é tambem um tema que estou trabalhando junto com uma colega, propondo um grupo terapêutico de mães e bebês mediado pela arte. Trabalhar a materialidade nos proporciona integrar, ressignificar e sensibilizar.

Sinopse:
Diretor: Wagner de Assis
Sofia (Letícia Braga) é uma menina de sete anos que apresenta comportamento considerado fora do padrão, na escola e em sua relação com os adultos. Sua mãe (Fernanda Machado), a executiva Luciana, acredita que ela tem algo especial que a faz curar as pessoas. Quando vai morar com o pai, Ricardo (Murilo Rosa), um jornalista competente e racional, começa a provocar mudanças nas relações familiares, obrigando todos ao seu redor a repensarem suas vidas. Sofia é representante de uma nova geração de crianças chamadas de índigos, que, acredita-se, têm potenciais transformadores da sociedade.


O longa gira em torno de uma garota de sete anos que, simplesmente, não tem o menor interesse na escola por não se reconhecer no local. Extrovertida e sincera, ela manifesta sua sensibilidade através da pintura, salpicando tinta por paredes e telas, onde quer que esteja. A questão é que tal postura nem sempre é bem compreendida, não só pelos professores mas também pelos próprios pais, o que ela levanta questionamentos sobre se ela teria algum problema emocional.

Aproveitem e se preparem para se emocionar. Bem, eu fiquei emocionada ..
Depois compartilhe comigo o que achou e como chegou para você a mensagem do filme. Vou adorar saber.

Um ótimo final de semana.
com carinho,

Fabíola Beger
Psicóloga clínica
CRP 06/75025


22/10/2020

É com muita alegria que eu e Ana Carolina Payés estamos oferecendo um “Grupo terapêutico para mães e bebês mediado pela arte”. Essa proposta tem um significado especial para nós, pois nos permite cuidar de alguns efeitos que o período de isolamento social trouxe para a experiência de puerpério de muitas famílias.

Quem somos nós?

Ana Carolina Payés - Terapeuta de família e grupos, mestre em psicologia e educação pela USP, aperfeiçoamento em Winnicott pelo Sedes Sapientiae e membro da ONG Habitare. Atendo famílias e grupos de gestantes e mães e bebês desde 2015 e essa experiência me convida todos os dias a aguçar minha sensibilidade de escutar por trás das palavras: gesto, olhar, corpo, ritmo.... choro também. Tudo isso é comunicação e faz parte da narrativa da família! Também a compreender a potência do cuidado nessa fase do ciclo de vida, acompanhando pais e mães em suas construções de parentalidade. Para mim é um privilégio poder acompanhar os primeiros "entrelaços" dessas histórias, que tem muitos ingredientes além de amor e dedicação: também dúvidas, cansaço, angústias e tantas outras coisas.

Fabíola Beger - Mãe do João Pedro de 5 anos, Psicóloga clínica de orientação psicanalítica na abordagem Winnicottiana desde 2016. Com aperfeiçoamento na relação Pais e bebê pela ONG Habitare da qual foi membro durante 2 anos atendendo grupo de gestantes e mãe e bebês, e aperfeiçoamento em Psicologia Perinatal e Parental pelo Instituto Gerar. Atendo adultos, tentantes, gestantes, puérperas e mãe e bebês sendo um trabalho motivado a partir da minha experiência e meu filho durante o puerpério. Foi um convite que significou me debruçar nos estudos da perinatalidade e parentalidade que potencializou o meu olhar para o cuidado na escuta de mães e seus bebês convocando-os a falarem, se expressarem a partir de suas narrativas.
Será especial poder acompanhar histórias e suas construções no vínculo em família.

Se você se interessou e gostaria de mais informações, acesse o link na bio ou envie uma mensagem que contamos mais detalhes a você!

Com carinho,

Fabíola Beger
Psicóloga Clínica
CRP 06/75025


Endereço

Avenida Paulista
São Paulo, SP

Horário de Funcionamento

Terça-feira 08:00 - 18:00
Quarta-feira 08:00 - 18:00
Quinta-feira 08:00 - 18:00
Sábado 09:00 - 00:00

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Psicóloga Fabíola Beger posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Prática

Envie uma mensagem para Psicóloga Fabíola Beger:

Compartilhar

Share on Facebook Share on Twitter Share on LinkedIn
Share on Pinterest Share on Reddit Share via Email
Share on WhatsApp Share on Instagram Share on Telegram

Categoria