Dr. Marcelo Cruz

Dr. Marcelo Cruz Oncologista Clínico, Especialista em Tratamento de Câncer.

08/01/2026

Menopausa e Terapia Hormonal: um novo capítulo baseado em ciência

Em novembro de 2025, o FDA anunciou a retirada da tarja preta das terapias hormonais da menopausa. A decisão reconhece que a interpretação inicial do estudo WHI foi excessivamente genérica e gerou medo desnecessário, afastando muitas mulheres de um tratamento seguro e eficaz quando bem indicado.

Hoje, a ciência mostra que os riscos não são universais e dependem da idade, do tempo de menopausa e da via de administração. Isso reforça a importância de uma abordagem individualizada, dentro da chamada janela de oportunidade.

⚠️ Importante: para mulheres com câncer de mama com receptores hormonais positivos, a recomendação de não utilizar terapia de reposição hormonal (TRH) permanece, devendo-se priorizar alternativas não hormonais.

✨ Quando bem indicada, a TRH pode aliviar sintomas da menopausa e trazer benefícios ósseos, cardiovasculares e neurológicos — sempre com avaliação médica criteriosa.

Dr. Marcelo Cruz - CRM 100479
Médico pela UNICAMP, oncologista clínico dos Oncologistas Associados e Grupo Orizonti, Fellow do Programa de Desenvolvimento de Novas Terapias (Developmental Therapeutics Program), Mestre em Pesquisa Clínica pela Feinberg School of Medicine Northwestern University, Chicago – EUA.

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À meia-noite, quando o ano muda, algo silencioso acontece dentro de nós.A vela que nos acompanhou ao longo dos últimos m...
31/12/2025

À meia-noite, quando o ano muda, algo silencioso acontece dentro de nós.
A vela que nos acompanhou ao longo dos últimos meses se apaga. 🕯️

Com ela, ficam para trás os dias difíceis, as dores que não apareceram nas fotos, os desafios que exigiram mais força do que imaginávamos ter. Ficam também os aprendizados — aqueles que só chegam depois da queda — e as pequenas felicidades que, mesmo discretas, sustentaram o caminho.

O ano que passou não foi apenas tempo. Foi travessia.
Foi resistência quando parecia não haver saída.
Foi fé quando a lógica já não explicava tudo.

Agora, uma nova vela se acende. ✨
Não como promessa de um caminho sem obstáculos, mas como sinal de esperança.
Que o novo ano traga coragem para continuar, serenidade para aceitar o que não controlamos e sabedoria para reconhecer o que realmente importa.

Seguimos com fé, com resiliência e com o coração aberto para o que vem.
Que a luz que se acende agora seja mais forte do que qualquer escuridão que ficou para trás.

Feliz Ano Novo. 🌿✨

O que realmente faz uma boa vida?Essa pergunta guiou o Estudo de Desenvolvimento Adulto de Harvard, o mais longo já real...
31/12/2025

O que realmente faz uma boa vida?
Essa pergunta guiou o Estudo de Desenvolvimento Adulto de Harvard, o mais longo já realizado sobre felicidade e saúde humana.

Ao longo de 85 anos, pesquisadores acompanharam mais de 2.000 pessoas, analisando exames médicos, histórico de saúde, hábitos de vida, entrevistas e relações pessoais.
A expectativa inicial era encontrar respostas em fatores como dinheiro, inteligência ou status social. Mas o resultado foi outro.

🔍 A principal descoberta do estudo foi clara:
A qualidade dos nossos relacionamentos é o fator mais importante para a felicidade, a saúde e a longevidade.

Pessoas com vínculos afetivos seguros e acolhedores apresentaram:
✔️ Menores taxas de doenças crônicas
✔️ Melhor saúde mental
✔️ Mais satisfação com a vida
✔️ Maior longevidade

Não era o tamanho do círculo social que importava, mas sim a profundidade das conexões.

Uma amizade verdadeira protege mais do que centenas de contatos superficiais.

Como resume o diretor do estudo, Dr. Robert Waldinger:

“Uma boa vida é construída com bons relacionamentos.”

Cuidar do corpo é essencial.
Mas cuidar das relações também é uma forma profunda de autocuidado.

💭 Talvez essa seja a maior lição:
no fim, são as conexões humanas que sustentam uma vida verdadeiramente boa.

Diretor-Chefe de Pesquisa:
Dr. Robert J. Waldinger
Livro de Síntese Principal:
The Good Life (Waldinger & Schulz, 2023)
Registro no Harvard Dataverse (DOI):
10.7910/DVN/48WRX9

Dr. Marcelo Cruz - CRM 100479
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A quimioterapia evoluiu muito nas últimas décadas, mas ainda existem mitos que dificultam a compreensão do tratamento.De...
30/12/2025

A quimioterapia evoluiu muito nas últimas décadas, mas ainda existem mitos que dificultam a compreensão do tratamento.

Deslize para conhecer os 5 mitos mais comuns e entender o que realmente é verdade.

Dr. Marcelo Cruz - CRM 100479
Médico pela UNICAMP, oncologista clínico dos Oncologistas Associados e Grupo Orizonti, Fellow do Programa de Desenvolvimento de Novas Terapias (Developmental Therapeutics Program), Mestre em Pesquisa Clínica pela Feinberg School of Medicine Northwestern University, Chicago – EUA.

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O sistema imunológico é programado para identificar células anormais. No entanto, o câncer desenvolve estratégias para “...
26/12/2025

O sistema imunológico é programado para identificar células anormais. No entanto, o câncer desenvolve estratégias para “enganar” essa vigilância. Uma das principais é reduzir a expressão de antígenos tumorais e criar um microambiente imunossupressor, dificultando a ação de linfócitos T.

Além disso, muitos tumores ativam vias como PD-1/PD-L1, que funcionam como freios do sistema imune. Quando essa rota é acionada, as células de defesa deixam de reconhecer o tumor como ameaça. É nesse ponto que a imunoterapia atua.

Os inibidores de checkpoint imunológico bloqueiam esses freios, permitindo que o sistema imune volte a identificar e atacar as células malignas. Em tumores com maior carga mutacional, esse processo se torna ainda mais eficiente, já que apresentam mais “sinais de alerta” para serem reconhecidos.

A imunoterapia não age diretamente destruindo o tumor, mas reorganiza o sistema imune para retomar o controle. Por isso, a seleção dos pacientes inclui avaliar biomarcadores, microambiente tumoral e características genômicas.

Se quiser entender como essa abordagem pode se aplicar ao seu caso, podemos aprofundar a discussão em consulta.

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A medicina de precisão transformou o tratamento do câncer de pulmão, especialmente nos casos de adenocarcinoma.Mutações ...
25/12/2025

A medicina de precisão transformou o tratamento do câncer de pulmão, especialmente nos casos de adenocarcinoma.
Mutações específicas podem determinar terapias altamente eficazes e direcionadas.

Deslize para entender por que essas alterações genéticas mudam completamente o manejo da doença.

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No antigo Natal nórdico — o Yule, ou Jól — celebrava-se o solstício de inverno, o ponto mais escuro do ano, quando a lon...
24/12/2025

No antigo Natal nórdico — o Yule, ou Jól — celebrava-se o solstício de inverno, o ponto mais escuro do ano, quando a longa noite anunciava, paradoxalmente, o retorno da luz.

Era a celebração da resiliência humana diante do frio, da incerteza e da escuridão.

Essa simbologia ecoa de forma profunda no caminho de quem enfrenta o câncer: há fases de inverno, silenciosas e difíceis, em que a luz parece distante — mas nunca deixa de existir.
Ela apenas aguarda o momento de renascer.

Na tradição católica, essa luz ganha nome e rosto: o nascimento de Cristo, símbolo máximo de esperança, renovação e amor.
O Menino que nasce em meio à noite nos lembra que a fé ilumina mesmo quando tudo ao redor parece sombra, e que nenhum inverno é definitivo quando a confiança em Deus permanece acesa.

Assim, unindo o Yule ancestral e o Natal cristão, celebramos duas verdades que atravessam culturas e séculos:

✨ a luz sempre retorna,
✨ a esperança sempre renasce,
✨ e a força para superar o câncer cresce quando fé, ciência e cuidado caminham juntas.

Que este Natal traga calor aos que enfrentam suas noites mais longas e que cada vida encontre motivos para acreditar no amanhecer que vem chegando.

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Nos últimos anos, a imunoterapia passou a integrar o tratamento de determinados subtipos de câncer de mama, especialment...
23/12/2025

Nos últimos anos, a imunoterapia passou a integrar o tratamento de determinados subtipos de câncer de mama, especialmente nos casos triplo-negativos. Mas a indicação não é universal. Ela depende de características biológicas do tumor e de análises específicas do microambiente tumoral.

O principal marcador utilizado é a expressão de PD-L1 nas células tumorais e imunológicas associadas ao tumor. Pacientes com câncer de mama triplo-negativo metastático, e com PD-L1 positivo, podem se beneficiar da combinação de imunoterapia com quimioterapia, ampliando respostas e controle da doença. Em cenário inicial, a imunoterapia também tem mostrado benefício quando integrada ao tratamento neoadjuvante em tumores localmente avançados, com melhora das taxas de resposta patológica completa.

Outros biomarcadores, como alta carga mutacional e instabilidade de microssatélites, também podem indicar potencial benefício, embora menos comuns no câncer de mama. A seleção adequada depende de avaliação individualizada, sempre integrando biologia tumoral, histórico clínico e terapias já utilizadas.

Se desejar entender se esse tipo de tratamento faz sentido no seu caso, converse comigo ou com seu oncologista.

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A imunoterapia tem transformado o tratamento de vários tumores avançados, mas você sabe em quais casos ela realmente fun...
11/12/2025

A imunoterapia tem transformado o tratamento de vários tumores avançados, mas você sabe em quais casos ela realmente funciona melhor?

Um dos estudos mais importantes sobre o assunto, o KEYNOTE-158, avaliou pacientes com diferentes tipos de câncer que apresentavam uma alteração chamada MSI-alto/dMMR.

Os resultados mostraram respostas consistentes e duradouras em tumores que antes tinham poucas opções eficazes.

➡️ Deslize para entender, de forma simples, por que esses tumores respondem tão bem à imunoterapia.

Marabelle A et al. KEYNOTE-158, J Clin Oncol, 2020.
Disponível em: pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC8184060/

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Você já ouviu falar em medicina de precisão no tratamento do câncer?A medicina de precisão representa uma das transforma...
09/12/2025

Você já ouviu falar em medicina de precisão no tratamento do câncer?

A medicina de precisão representa uma das transformações mais relevantes na oncologia moderna. Em vez de basear o tratamento apenas no órgão de origem do tumor, avaliamos também suas alterações genômicas, características proteicas e o microambiente tumoral.

Essa abordagem permite entender quais vias moleculares estão impulsionando o crescimento da doença e, a partir disso, selecionar terapias específicas que atuam diretamente nesses alvos.

No câncer de pulmão, mutações como EGFR, ALK, ROS1, BRAF, MET, RET e KRAS G12C modificaram completamente o manejo clínico. Em câncer de mama, análises como HER2, receptores hormonais e painéis multigênicos ajudam a personalizar quimioterapia, hormonioterapia e terapias-alvo.

Em tumores de ovário, mutações em BRCA1/2 e defeitos de recombinação homóloga orientam o uso de inibidores de PARP.

Caso queira entender se a medicina de precisão pode fazer parte do seu tratamento, entre em contato comigo.

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Os congressos e centros de pesquisa são os espaços onde a oncologia se transforma.É lá que novas terapias são apresentad...
05/12/2025

Os congressos e centros de pesquisa são os espaços onde a oncologia se transforma.

É lá que novas terapias são apresentadas, discutidas e avaliadas criticamente antes de chegarem ao consultório.

Deslize para o lado e entenda por que participar desses eventos é essencial para oferecer tratamentos mais precisos, seguros e atualizados aos pacientes.

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