Psicóloga Fabiane Matias

Psicóloga Fabiane Matias Psicóloga Clínica
Psicoterapeuta de Família
Especialista em Psicologia da Saúde|Hospitalar - FMS Consultório Particular

Escutar é um exercício de presença.Escutar é, também, uma decisão, a de suspender temporariamente o nosso referencial pa...
29/05/2020

Escutar é um exercício de presença.

Escutar é, também, uma decisão, a de suspender temporariamente o nosso referencial para focar a atenção no outro, sem julgamento, acolhendo as suas palavras como o são, de fato.

Fabiane Matias
Psicóloga|Psicoterapeuta de Família
CRP 06/68421

Um ano que se inicia vem acompanhado de muitos projetos, esperanças, expectativas e promessas.Mas o que assegura uma boa...
06/01/2020

Um ano que se inicia vem acompanhado de muitos projetos, esperanças, expectativas e promessas.
Mas o que assegura uma boa entrada de ano?...................................................
Em geral, agimos em função de demandas externas: o hábito, a tradição, o olhar do outro, a pressão social (“acho que devo”).
Estamos programados para ser um bom profissional, uma boa mãe, um bom marido, um bom filho, ou seja, somos educados para prestar atenção nas necessidades do outro e satisfazê-las.
Mas, e as nossas necessidades? Estão sendo compreendidas e reconhecidas? Que tratamento tem sido dispensado a elas?
Talvez, esteja aí uma reflexão importante para a pergunta acima.
Costumamos renunciar as nossas necessidades... para ser gentil, para não ser egoísta, para não demonstrar fragilidades.
Logo, essa atitude gera desconfortos. Por sinal, toda privação gera frustração, irritabilidade e conflitos, na relação conosco e com o outro.
Quando uma necessidade se encontra em privação, ela não tende a desaparecer, ao contrário, ela ganha força, é potencializada.
E é muito comum que, sem perceber, passemos a impor essas necessidades ao outro e a criar a expectativa de que o outro adivinhe e possa dar conta delas.
Presença e consciência são duas atitudes chaves para uma comunicação clara conosco e com o outro e logo, para uma boa entrada e desenrolar de um novo ano.......................................................
Quais são as suas necessidades? Que tratamento você tem dado a elas? Os seus projetos e planos em sido baseados em suas necessidades?

Fabiane Matias
Psicóloga Clínica| Psicoterapeuta de Família
CRP 06/68421

O encontro foi desmarcado em cima da hora. De repente, a pessoa sumiu. Depois de duas semanas, reapareceu. A situação ge...
10/11/2019

O encontro foi desmarcado em cima da hora. De repente, a pessoa sumiu. Depois de duas semanas, reapareceu. A situação gerou frustração e te chateou. A relação te desperta dúvidas.

E a resposta é: “Está tudo bem!”
Não, não está tudo bem!

A modernidade líquida baseada no paradigma “nada é feito para durar” trouxe para as relações humanas a instabilidade nos laços afetivos. De acordo com Bauman, o amor líquido tem como base o padrão de bens de consumo, ou seja, a busca de satisfação e prazer constantes. É um amor que contempla a eliminação ao menor sinal de pressão ou desconforto.

Nesta perspectiva, as relações não consideram o diálogo, o respeito às necessidades do outro e a tolerância a frustração.

Ao contrário, o diálogo é um elemento, extremamente, ameaçador.
Nada é dito!
Nada é dito, porque pode parecer cobrança.
Nada é dito, porque a regra é ser livre e demonstrar desapego.
Nada é dito, porque pode parecer que quero intimidade e isso pode assustar.

As relações líquidas são geradoras de dúvidas, inseguranças, desconfortos, angústia e se configuram em gatilhos para crises existenciais e emocionais.

Relacionamento saudável é troca e compartilhamento. É baseado em cuidado, respeito, responsabilidade, confiança e diálogo!

O valor de um relacionamento não está na ausência de conflitos ou em oferecer satisfação para uma das partes. O valor de uma relação está na troca colaborativa.
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Como você tem constituído seus relacionamentos?

Fabiane Matias
Psicóloga|Psicoterapeuta de Família
CRP 06/68421

O que será que há por trás de uma crítica? De gritos? De ironias? De silêncios?                Esse pensamento nos permi...
08/10/2019

O que será que há por trás de uma crítica? De gritos? De ironias? De silêncios?

Esse pensamento nos permite enxergar além do comportamento e identif**ar necessidades não atendidas no outro e em mim mesmo e que geram desconfortos e conflitos na relação.
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Fabiane Matias
Psicóloga|Psicoterapeuta de Família
CRP 06/68421

O tempo todo, criamos expectativas. Criar expectativas é um mecanismo inerente ao ser humano e saudável.Sonhar, desejar ...
23/09/2019

O tempo todo, criamos expectativas. Criar expectativas é um mecanismo inerente ao ser humano e saudável.
Sonhar, desejar e idealizar nos conecta a um movimento positivo na vida.

Mas quando é que as expectativas se tornam prejudiciais?
Como lidar com expectativas no relacionamento amoroso?

Na relação afetiva, também é natural que expectativas sejam criadas e isso não é ruim, porém é fundamental, para a qualidade da relação, que estas expectativas sejam compartilhadas entre os cônjuges para evitar frustrações e sofrimento.

É muito comum que as pessoas tragam para seus relacionamentos crenças sobre o amor que, muitas vezes, resultam em expectativas excessivas.

“Se você me amasse, saberia o que sinto”, “Para um bom entendedor, meia palavra basta”, “O amor supera tudo”, “A tampa da minha panela”, “A minha cara metade”, “Dois bicudos não se beijam”, etc.

Essas crenças baseadas na idealização do amor, na negação das diferenças e na ideia de par complementar, no qual duas metades se transformam em um inteiro ao dizerem “sim”, podem acarretar em constantes decepções e desajustes para a relação.

É como se amar fosse da ordem da fusão, a tal ponto de adivinhar o outro em seus sentimentos e pensamentos.

No namoro e no casamento essas crenças precisam ser desconstruídas para que na relação, por meio do diálogo, ambos consigam entrar em contato com os desejos, necessidades, forças e limitações um do outro.

É a partir, da tomada de consciência destes aspectos que o casal pode dimensionar tais anseios e avaliar o que realmente, é importante para cada um, para a relação e para a qualidade da convivência.

A psicoterapia de casal tem como proposta auxiliar o casal a entrar em contato com a sua história e examinar crenças, valores, expectativas e modelos familiares que dificultam a interação, podendo assim serem questionados, confrontados com a realidade, ressignif**ados e substituídos por crenças que promovam uma interação mais saudável.

Fabiane Matias
Psicóloga|Psicoterapeuta de Família
CRP 06/68421

Ampliando sobre Famílias, Casais e Individualidades e "as várias possiblidades de ser"📚🖊Fórum Pluralidade: a família de ...
14/09/2019

Ampliando sobre Famílias, Casais e Individualidades e "as várias possiblidades de ser"

📚🖊Fórum Pluralidade: a família de todos nós

Muito ouvimos falar sobre empatia e sobre a importância de se colocar no lugar do outro.Mas como funciona isso, no dia-a...
30/08/2019

Muito ouvimos falar sobre empatia e sobre a importância de se colocar no lugar do outro.
Mas como funciona isso, no dia-a-dia, e como usar esta habilidade na relação com meu cônjuge?

Nós, seres humanos, necessitamos atribuir signif**ado as nossas vivências e compreender os acontecimentos da vida.

Socialmente, aprendemos a interpretar os fatos pela ótica do juízo de valor e constantemente, enquadramos pessoas ou situações em “certo” ou “errado” e "bom" ou "ruim".

Acontece, que essa polarização rotula um fato, comportamento ou pessoa e limita a nossa percepção, compreensão e logo, a nossa forma de se posicionar e agir.

Se julgo uma situação ou uma pessoa como “boa” ou “certa”, eu prossigo, ou seja, entendo que a situação está alinhada com meus valores e dou continuidade a interação.

Em contrapartida, se julgo como “errada” ou “ruim”, me distancio da possibilidade de um diálogo que propicie a compreensão e o entendimento dos fatores que motivaram aquela situação ou comportamento. Nesta perspectiva, a empatia não se estabelece e a interação f**a prejudicada podendo ser o ponto de partida para brigas, competição e conflitos.

Quando as relações f**am baseadas no paradigma do “certo ou errado” e do “bom ou ruim” favorece relacionamentos baseados na intolerância, na crítica, na desqualicação, na mágoa e logo, no distanciamento emocional e na perda de conexão entre as pessoas.

A palavra empatia tem origem no termo grego empatheia e signif**ava "paixão". A empatia é uma habilidade relacional caracterizada por uma comunicação afetiva que possibilita a compreensão do outro em seus sentimentos, emoções e comportamentos.

A compreensão favorece o interesse pelos fatores que motivam ou influenciam as decisões e os comportamentos de uma pessoa. Assim, o princípio da empatia é a identif**ação entre as pessoas para que as relações se estabeleçam baseadas no entendimento, no apoio e na cooperação.

Usar a empatia na relação a dois favorece ao casal uma comunicação afetiva, uma vez que eu posso compreender as dificuldades, limitações e possibilidades que estiveram presentes em uma determinada atitude do meu cônjuge.

Fabiane Matias
Psicóloga|Psicoterapeuta de Família
CRP 06/68421

Quantas vezes, identif**amos uma situação que não conseguimos nos adaptar e, portanto, que não nos pertence, mas insisti...
21/08/2019

Quantas vezes, identif**amos uma situação que não conseguimos nos adaptar e, portanto, que não nos pertence, mas insistimos nela...
Quantas vezes, mesmo magoados, suportamos...
Quantas vezes, a gente vê, mas finge que não vê....
Quantas vezes, a gente se avisa, mas não se escuta...

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Traímos a nós mesmos quando passamos por cima dos nossos limites, das nossas necessidades, dos nossos princípios.

Traímos a nós mesmos quando renunciamos a aspectos importantes nossos em função de algo ou de alguém.

Traímos a nós mesmo quando decidimos viver suportando.

Traímos a nós mesmos quando nos perdemos de nós.

Fabiane Matias
Psicóloga|Psicoterapeuta de Família
CRP 06/68421

Sobre relacionamentos, erros e reparação...“Amar é nunca ter de pedir perdão.”Na minha prática clínica observo que essa ...
16/08/2019

Sobre relacionamentos, erros e reparação...

“Amar é nunca ter de pedir perdão.”
Na minha prática clínica observo que essa frase de 1970, do filme Love Story, parece ainda ressoar com muita força, nos dias atuais.
***Mas, será? ****

Errar no contexto relacional é uma possibilidade constante.

Erramos porque reagimos, erramos porque nos sentimos ameaçados, erramos porque algumas situações são inusitadas e não temos todas as respostas prontas, erramos porque respondemos à situações no cansaço, no nervosismo ou em situações de pressão.

Errar faz parte da condição humana. O que f**a para pensarmos é o que decidimos fazer quando cometemos um erro.

A nossa cultura nos convida, a todo instante, ao julgamento.

Seguindo este paradigma, paralisamos na crítica, na autocrítica e consequentemente, na culpa. Como eu disse, paralisamos....na dor e no erro.

No contexto relacional, a reparação é uma ferramenta valiosa, proposta pela Disciplina Positiva.

Reparar compreende reconhecer o erro e responsabilizar-se.

Assumir a responsabilidade nos leva a pensar a motivação de um comportamento ou resposta e as suas consequências no outro. Nos abre a possibilidade de aprendizado uma vez que favorece pensar outras formas de responder às situações.

A reparação traz ainda como proposta a inclusão do outro, do sofrimento causado e o pensar juntos uma solução respeitosa para situação.
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O que você tem feito com os seus erros?


Fabiane Matias
Psicóloga|Psicoterapeuta de Família
CRP 06/68421

Propiciar as crianças um ambiente seguro para que elas cresçam e desenvolvam suas habilidades sociais, emocionais e cogn...
04/07/2019

Propiciar as crianças um ambiente seguro para que elas cresçam e desenvolvam suas habilidades sociais, emocionais e cognitivas é uma premissa importante da função materna e paterna.

Nesta proposta, orientar as crianças para que elas tenham uma compreensão clara quanto aos seus limites, bem como apresentar estratégias de ação caso esses limites sejam ultrapassados é uma forma de garantir este objetivo.

O livro “Meu corpo é especial” tem como propósito ajudar as crianças a pensarem sobre o toque como uma forma de comunicação entre as pessoas e a diferenciar um toque adequado de um toque inadequado e saber o que fazer quando o toque de alguém desperta incômodo ou desconforto.

Fabiane Matias
Psicóloga|Psicoterapeuta de Família
CRP 06/68421

Feliz Dia do Amor...Entre todas as definições possíveis do amor, subscrevo a que o especif**a como a capacidade de perce...
12/06/2019

Feliz Dia do Amor...

Entre todas as definições possíveis do amor, subscrevo a que o especif**a como a capacidade de perceber o outro, de cuidá-lo, de ter empatia por ele.

Quando em um relacionamento duas pessoas compartilham e trocam essa capacidade, criam amor. Porque o amor é uma criação, é a soma de atitudes, de experiências, de uma história comum, de um trabalho cotidiano

Como diria Víktor Frankl, é a vontade de sentido, ou seja, a vontade de desentranhar o sentido da própria existência. O amor não é, então, nem magia nem sorte; não é algo que nos cabe ou não nos cabe (como se os vínculos humanos fossem um jogo de azar). O amor é fruto de uma atitude responsável frente ao outro.

Entendido dessa maneira, o amor é experimentado como uma energia reparadora, curativa, nutritiva. Dá signif**ado, sentido e transcendência à vida. O amor não gera sofrimento, não fere, não é motivo de maus- -tratos, não confunde as pessoas, não as menospreza nem as anula. E, sobretudo, é uma via de mão dupla.

Amar e ser amado são dois fatos indivisíveis e simultâneos. E não se esgotam em palavras e declarações, mas podem ser verif**ados nos atos.

(Sergio Sinay no prólogo do livro Amores que Matam de Patrícia Faur)

Fabiane Matias
Psicóloga| Psicoterapeuta de Família
CRP 06/68421

11/06/2019

Qual é o seu amor?

“Esperamos que a outra pessoa nos ame da mesma forma que amamos....”

Muitas vezes, estamos tão ocupados a procurar pelo amor que não o identif**amos nas coisas corriqueiras ou pequenas.

Não há um jeito certo ou errado de amar. Mas é necessário compreender que o amor tem representações diferentes para cada um de nós.

E o nosso maior desafio talvez seja aceitar que existem formas diferentes de vivenciar e expressar o amor, sem tantos questionamentos. Essa percepção nos ajuda a ter uma maior compreensão do outro e de nós mesmos.

No livro, as 5 Linguagens do Amor, Gary Chapman refere que se quisermos estabelecer contato eficiente com o outro, é preciso aprender a linguagem daqueles com quem desejamos nos comunicar.

Esta premissa vale também no âmbito amoroso. As pessoas falam diferentes linguagens do amor.

Ou seja, apesar do amor ser uma necessidade universal, cada pessoa constrói o seu signif**ado para o amor e será este signif**ado que influenciará a forma como cada um vai expressar e também, comunicar sua necessidade deste afeto.

Para o especialista em relacionamento existem 5 linguagens básicas pelas quais o amor é expressado:

*Palavras de afirmação
*Tempo de qualidade
*Presentes
*Atos de serviço
*Toque físico
(Fonte: Qual é o seu amor? Texto: Débora Gomes – Revista Vida Simples 206)
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Qual é a sua linguagem de amor?
Qual é a linguagem de amor do seu cônjuge?

Endereço

Rua Apeninos, 485/cj 61/Edifício Upconcept/Paraíso
São Paulo, SP
01533-000

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 21:00
Terça-feira 09:00 - 20:00
Quarta-feira 09:00 - 20:00
Quinta-feira 09:00 - 21:00
Sexta-feira 09:00 - 20:00
Sábado 09:00 - 16:00

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