Analise Nutricional

Analise Nutricional Identifica e oferece em diferenciais, o que é realmente necessário para sua qualidade de vida! Os encontros são geralmente realizados: de 15 em 15 dias.

Nutritional Consultant
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- O acompanhamento realizado é baseado na avaliação nutricional detalhada. Dependendo da evolução, as ferramentas vão sendo modificadas, assim como os objetivos. O diferencial desse programa alimentar é aliar a conscientização nutricional, aos aspectos gastronômicos, bem como a mudança comportamental, buscando: maior adesão ao tratamento e melhores resultados! Agendamentos: 11 9 9224-3247

Nutrititonal Coaching
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Coaching de Saúde é uma inovação recente na área de Saúde e Nutrição, que usa uma abordagem holística para analisar como todas as áreas de sua vida estão integradas, e então encontrar o melhor caminho de transformação para você neste momento. Exemplos: “Quero ter uma melhor nutrição, mas, meus custos não podem aumentar" "Preciso de orientação nutricional para meus pais que são idosos" " Hoje sou gestor e atualmente preciso motivar meu time de trabalho, pensei em melhorar o desempenho através da nutrição"

Entrevista: skype analisenutricional@gmail.com

04/12/2025

Small changes in your daily habits can make a big difference to your health. 💪

Including and foods in your diet helps support the beneficial bacteria in your gut.

And the cherry on the cake? A healthier gut may help you fend off those winter colds. 🤧

22/11/2025

Hipoglicemia: 10 mitos e verdades sobre a “queda de açúcar”

Especialista explica causas, sintomas e esclarece as principais dúvidas sobre o problema, que ainda é frequentemente banalizado

Apesar de ser um problema relativamente comum, a hipoglicemia, conhecida popularmente como “queda de açúcar”, é frequentemente banalizada ou confundida com outras condições, o que pode atrasar o diagnóstico e aumentar os riscos à saúde.

“A hipoglicemia pode parecer algo simples, mas quando não é identificada e tratada corretamente, pode levar a quadros graves, como convulsões, arritmias e até perda de consciência.

A condição ocorre quando a concentração de glicose (principal fonte de energia do corpo humano) cai abaixo do normal, geralmente inferior a 70 mg/dL. Essa queda pode causar sintomas como tremores, tontura, fraqueza, palpitações e suor excessivo.

Embora seja mais comum entre pessoas com diabetes em uso de insulina ou outros medicamentos, a hipoglicemia também pode acontecer em quem não tem a doença, especialmente após cirurgia bariátrica, jejum prolongado ou uso de determinados fármacos, e precisa ser tratada corretamente.

Pesquisas sobre o tema vêm sendo desenvolvidas no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, em parceria com a Unicamp, e buscam compreender melhor as causas e mecanismos da hipoglicemia em adultos.

Entenda o que é mito e o que é verdade sobre a hipoglicemia

1. Sentir tremores, tontura ou fraqueza sempre significa baixa de açúcar no sangue.
MITO. Esses sintomas também podem acontecer por pressão baixa, desidratação, ansiedade ou até uso de certos remédios. Não é sempre sinal de hipoglicemia.

2. Qualquer doce serve para tratar a hipoglicemia.
MITO. O ideal é usar carboidratos de ação rápida, como suco de fruta ou refrigerante comum. A regra do 15-15 ajuda: tomar 200 mL de suco ou refrigerante, esperar 15 minutos e medir novamente a glicemia. Comer doce em excesso pode causar uma rápida subida e depois nova queda do açúcar no sangue.

3. Medir a glicemia na ponta do dedo já confirma o diagnóstico.
MITO. O teste capilar ajuda, mas a confirmação de hipoglicemia verdadeira deve ser feita com exame de sangue venoso, especialmente quando há sintomas como palpitações, suor excessivo, irritabilidade, ansiedade e dificuldade de concentração.
Em casos graves, pode haver desmaio, convulsão ou até coma.

4. A principal causa de hipoglicemia é ficar sem comer.
MITO. No Brasil, a causa mais comum é a hipoglicemia pós-cirurgia bariátrica (dumping tardio). Nela, o açúcar dos doces entra muito rápido no sangue e logo depois cai de forma brusca, causando sintomas.

5. Medicamentos para emagrecer podem causar hipoglicemia.
VERDADE — mas é raro. As chamadas “canetas emagrecedoras” (análogos de GLP-1) raramente causam hipoglicemia sozinhas. Isso acontece em menos de 5% dos casos, geralmente quando usados junto com outros remédios.
Curiosamente, eles até ajudam a tratar a hipoglicemia pós-bariátrica.
Os remédios que mais causam hipoglicemia são a insulina e os antidiabéticos mais antigos, como a gliclazida.

6. Hipoglicemia não traz grandes riscos.
MITO. A glicemia baixa pode ser muito perigosa: aumenta o risco de acidentes, convulsões, arritmias, infarto e até comprometimento da memória e da cognição.

7. O teste de jejum prolongado pode durar até 3 dias sem comer.
VERDADE. Esse teste é feito em ambiente hospitalar, para investigar hipoglicemia em jejum. Hoje em dia ele costuma ser interrompido antes, mas antigamente podia durar até 72 horas.

8. Glicemia baixa pode ser sinal de tumor no pâncreas.
VERDADE. Alguns tumores chamados insulinomas produzem insulina em excesso, causando hipoglicemia, principalmente em jejum. O tratamento costuma ser feito com cirurgia.

9. Deficiências hormonais podem causar hipoglicemia.
VERDADE. A falta de hormônios como cortisol (insuficiência adrenal) ou hormônio do crescimento pode levar à hipoglicemia. A insuficiência adrenal é uma doença grave e precisa de diagnóstico e tratamento imediato.

10. Problemas genéticos podem causar hipoglicemia.
VERDADE. Pesquisas brasileiras mostraram que mutações no receptor de insulina podem causar hipoglicemia.
Esse tema vem sendo estudado no Hospital das Clínicas da USP, em parceria com a Unicamp, reunindo a maior casuística nacional sobre o assunto.
Reconhecer os sinais precoces e buscar orientação médica é essencial para evitar complicações “Identificar a causa da hipoglicemia é o primeiro passo para tratar e prevenir novos episódios.

Fonte
Dr. Ramon Marcelino - Referência em endocrinologia e medicina do estilo de vida. Atua no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP) e integra o corpo clínico do Hospital Sírio-Libanês.

Veja mais artigos em www.nutricaoempauta.com.br

11/11/2025
12/10/2025

Hoje, dia 11 de outubro, comemora-se o Dia Nacional de Prevenção da Obesidade.
A obesidade é uma condição multifatorial, influenciada não apenas pela alimentação, mas também por aspectos genéticos, inflamatórios, emocionais, microbiota intestinal e até pela exposição a disruptores endócrinos.

Na Nutrição Funcional, a prevenção começa com a identificação de desequilíbrios individuais: inflamação silenciosa, resistência à insulina, sono inadequado e estresse crônico são fatores que alteram a regulação do apetite e do metabolismo.

🍎 Estratégias eficazes incluem:
Alimentação rica em fibras e compostos bioativos (como polifenóis e carotenoides);
Sono restaurador e manejo do estresse;
Movimento diário, mesmo que em pequenas doses;
Redução da exposição a ultraprocessados e toxinas ambientais.
Prevenir é cuidar de dentro para fora, com ciência, consciência e compaixão.

12/10/2025
03/10/2025
16/09/2025

Muito mais que “seletividade alimentar”, o TARE pode envolver evitar determinados alimentos devido a desconfortos sensoriais, medo de consequências como náusea ou engasgo, ou até falta de interesse em comer.

Esse quadro tem impacto direto na saúde física, no crescimento e no bem-estar, e não está relacionado a preocupações com peso ou forma corporal. É especialmente comum em pessoas autistas, por conta de necessidades sensoriais e dificuldades interoceptivas.

Quer entender como identificar e manejar o TARE na prática clínica?
Participe da 7ª edição do Curso de Atualização em Dificuldades Alimentares ao TARE, ministrado por profissionais do primeiro serviço especializado no Brasil.

🔗 Mais informações e inscrições: http://ambulim.org.br/cursos
📅 Inscrições abertas até 21/09

16/09/2025

O nojo é uma emoção primária, evolutivamente ligada à proteção contra substâncias potencialmente prejudiciais ou tóxicas. No contexto do Transtorno Alimentar Restritivo Evitativo (TARE), essa emoção pode se manifestar de forma intensa e direcionada a alimentos específicos, levando à recusa alimentar, aversão a texturas, sabores ou odores, e impactando significativamente a nutrição, o comportamento e a vida social do paciente.

Essa resposta emocional não é “frescura” ou birra: trata-se de uma reação neurobiológica real, que envolve mecanismos sensoriais, cognitivos e emocionais. Por isso, compreender o papel do nojo é fundamental para profissionais da saúde que acompanham crianças e adolescentes com TARE, ajudando na planejamento de estratégias graduais e seguras para ampliar o repertório alimentar.

Estratégias podem incluir:

- Exposições sensoriais progressivas;
- Food chaining (introdução gradual de alimentos similares);
- Atividades lúdicas de familiarização com alimentos;
- Abordagem interdisciplinar com nutricionista, psicólogo e, quando necessário, psiquiatra.

Quer aprofundar seu conhecimento sobre TARE, manejo de emoções como o nojo e estratégias clínicas baseadas em evidências? Participe da 7ª edição do Curso de Atualização em Dificuldades Alimentares ao TARE.

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04/09/2025

Presença de Sintomas Psicóticos e seus Impactos nos Aspectos Nutricionais de Pacientes Internados em um Hospital Psiquiátrico

A presença de sintomas psicóticos pode causar alterações nos comportamentos alimentares e no estado nutricional de pacientes psiquiátricos. Este estudo teve como objetivo avaliar a presença desses sintomas e seus impactos nutricionais em pacientes internados. Trata-se de uma pesquisa com abordagem quanti-qualitativa, realizada na Clínica Psiquiátrica da Fundação Pública Estadual Hospital de Clínicas Gaspar Vianna (FHCGV), envolvendo 26 indivíduos com transtorno mental, em situação de surto psicótico, com idades entre 15 e 81 anos, de ambos os sexos. A coleta de dados ocorreu por meio de formulário adaptado com variáveis sociodemográficas, clínicas e comportamentais, incluindo percepção de perda de peso, ingestão alimentar, sintomas psicóticos e tempo de internação. Observou-se distribuição equitativa entre os sexos, predominância de indivíduos negros e média de idade de 36,26 anos. A maioria já havia tido duas ou mais internações (53,84%). O diagnóstico mais frequente foi psicose não orgânica não especificada (34,61%). A perda de peso foi referida por 92,30% dos participantes, e 96,15% relataram redução da ingestão alimentar na última semana. Delírios, alucinações e ilusões foram frequentes, com 57,69% durando mais de 14 dias. Não houve associação estatística entre sintomas psicóticos e perda de peso ou redução da ingestão alimentar. Contudo, a análise qualitativa revelou impactos relevantes desses sintomas sobre funções básicas como alimentação, hidratação, sono e adesão ao tratamento. Os achados ressaltam a importância de considerar alterações de sensopercepção na avaliação nutricional e no cuidado integral a pacientes psiquiátricos.

Do ponto de vista clínico, a esquizofrenia foi o transtorno mais prevalente, seguida por transtornos do humor e uso de substâncias psicoativas. O tempo de internação inferior a 30 dias foi predominante, contudo, a reincidência das internações evidencia falhas na continuidade do cuidado e na articulação com os serviços da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). A ausência de comorbidades clínicas em muitos prontuários pode indicar subnotificação ou falhas no registro, o que compromete a integralidade do cuidado.
Além disso, os dados demonstraram que a maior parte dos pacientes em surto psicótico, com presença de delírios, alucinações e/ou ilusões, apresentava percepção positiva para perda de peso nos últimos três meses e para redução da ingestão alimentar na última semana. Observou-se uma associação estatisticamente significativa entre a presença de ilusões relacionadas à alimentação e a percepção de perda de peso, nos últimos 3 meses de internação.

Tais achados reforçam a necessidade de maior atenção às alterações de sensopercepção e sua relação com o estado nutricional e o comportamento alimentar de indivíduos em crise. Assim, conclui-se que mais pesquisas são necessárias nessa área, com o intuito de qualificar ainda mais os serviços ofertados ao público de saúde mental, especialmente àqueles que demandam cuidados intensivos durante o período de internação. O fortalecimento da RAPS, a valorização dos registros clínicos e a integração entre saúde mental e nutrição são caminhos fundamentais para um cuidado mais humanizado, efetivo e resolutivo.

Letícia Ramos Miranda - Msc. Nutricionista.

Alícia Gleides Fontes Gonçalves - Msc. Nutricionista. Doutoranda em Clínica das Doenças Tropicais (UFPA).

Adryelle Aynara Brabo dos Reis – Nutricionista. Especialista em Nefrologia.

Lorena lobato Rodrigues da cunha - Msc. Nutricionista.

Rosiane Angelim da Silva – Nutricionista. Especialista em Atenção à Saúde Mental.

Veja o artigo completo em www.nutricaoempauta.com.br na edição jul2025 da Nutrição em Pauta.

05/08/2025

Embora mais frequentes entre os jovens, os transtornos alimentares também podem surgir na terceira idade. Esses distúrbios envolvem padrões alimentares prejudiciais de alimentação, como a recusa persistente em se alimentar, episódios de compulsão ou ob

03/08/2025

“ A importância de se escutar, muito além de contar calorias” - Evento da Slow Medice

O ponto central é que, apesar da importância da tecnologia, a criatividade e a empatia, são qualidades que vêm da nossa conexão com a arte e com a natureza, elementos insubstituíveis para um cuidado verdadeiramente humano.

A Slow Medicine se posiciona de uma forma muito humana e justa, acredita na uniao do avanço tecnológico com a compaixão.

Sempre ressaltando a importância da escuta e da comunicação. Da consciência com ciência! ♥️






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Analise Nutricional por Erika Alvarenga, identifica e oferece em diferenciais, o que é necessário para real qualidade de vida, pelo aconselhamento nutricional.