Dr. Bruno Massa

Dr. Bruno Massa Promover a saúde da sua família é o nosso propósito.

👟 Escolher o calçado certo é muito mais importante do que parece.Um sapato inadequado pode causar dores nos pés, calos, ...
09/12/2025

👟 Escolher o calçado certo é muito mais importante do que parece.
Um sapato inadequado pode causar dores nos pés, calos, bolhas, desequilíbrios posturais e até problemas nos joelhos, quadris e coluna.

No carrossel de hoje, compartilho 5 dicas essenciais para você acertar na escolha:

1️⃣ Priorize o conforto: sapatos devem ser confortáveis desde o primeiro uso. Nada de “amaciar”.
2️⃣ Escolha conforme a atividade: cada situação pede um tipo de calçado — esportivo, social ou mais casual.
3️⃣ Atenção ao suporte e amortecimento: palmilhas e solados adequados reduzem impacto e protegem articulações.
4️⃣ Observe o desgaste do solado: desgastes irregulares alteram o alinhamento corporal e podem causar dor.
5️⃣ Procure um especialista: dores ao caminhar, correr ou ficar em pé merecem avaliação ortopédica.

👣 Cuidar dos pés é cuidar de todo o corpo.
Eles são a base da sua postura e sustentam você o dia inteiro — vale escolher bem o que calça neles.

💬 Me conta: você costuma olhar o solado dos seus sapatos? Já teve dor relacionada ao calçado?
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02/12/2025

Seu filho é flexível demais? 🤔
O vídeo da jovem estrela do kung fu viralizou, mas levantou uma dúvida importante: quando a flexibilidade é apenas talento… e quando pode indicar hiperfrouxidão ligamentar com risco real de lesões?

A hiperfrouxidão é mais comum do que parece e pode afetar coordenação, equilíbrio, força e até o desempenho no esporte. E, ao contrário do que muitos pais pensam, nem sempre é um “superpoder” — em muitos casos, exige atenção, treino específico e acompanhamento.

No vídeo completo, explico de forma simples:
✔️ O que é hiperfrouxidão ligamentar
✔️ Como identificar sinais de alerta
✔️ Como isso afeta crianças atletas
✔️ Por que algumas ficam mais “soltas” que outras
✔️ Quando é hora de procurar avaliação

Você conhece alguma criança que parece “flexível demais”? Acha que isso pode ser normal ou não? Comenta aqui 👇
Vou responder as dúvidas mais frequentes nos próximos vídeos.

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📚 Referências científicas utilizadas

Malek S, Reinhold EJ, Pearce GS. The Beighton Score as a measure of generalised joint hypermobility. Rheumatology (Oxford). 2021;60(9):4651-3.

Tofts LJ, Pacey V, Nicholson LL, et al. Pediatric joint hypermobility: a diagnostic framework and narrative review. Orphanet J Rare Dis. 2023;18:135.

Sirajudeen MS, Venkatesan P, Alagesan J, et al. Generalized joint hypermobility among school-aged children: prevalence and musculoskeletal pain. PeerJ. 2020;8:e9682.

Nicholson LL, Chan C, Tofts L, Pacey V. Hypermobility syndromes in children and adolescents: assessment, diagnosis and multidisciplinary management. Aust J Gen Pract. 2022;51(6):419-25.

27/11/2025

Seu filho ou adolescente em casa já reclamou de dor no quadril, mancando ou dizendo que “puxa a perna”? ⚠️
Esse pode ser um sinal de epifisiolistese do fêmur proximal — quando a cabeça do fêmur escorrega devido ao crescimento acelerado do quadril.

Apesar do nome difícil, o problema é mais comum do que parece e precisa de diagnóstico rápido. No vídeo, explico:
✔️ Por que isso acontece principalmente em adolescentes
✔️ Os sintomas que os pais devem ficar atentos
✔️ O risco de deixar evoluir sem tratamento
✔️ Como é feita a correção cirúrgica
✔️ E por que o quadril “escorrega” durante o estirão

Esse quadro pode limitar atividades, causar dor intensa e até comprometer a articulação a longo prazo — mas identificar cedo faz toda a diferença.

💬 Seu filho já se queixou de dor no quadril? Ou você conhece alguém passando por isso? Comenta aqui!
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📚 Referências científicas:

Loder RT, et al. Slipped Capital Femoral Epiphysis: Epidemiology and Demographics. J Bone Joint Surg Am. 2006;88(1):51–58.

Sankar WN, et al. Clinical Presentation of Slipped Capital Femoral Epiphysis. J Pediatr Orthop. 2011;31(5):449–456.

American Academy of Orthopaedic Surgeons (AAOS). Slipped Capital Femoral Epiphysis (SCFE).

Novais EN. Slipped Capital Femoral Epiphysis: Prevalence, Pathophysiology, and Management. Curr Opin Pediatr. 2018;30(1):87–92.

24/11/2025

Câimbra na panturrilha? 😖
Expliquei por que acontece (desidratação, medicação, cansaço, predisposição), por que surge mais à noite e como aliviar rápido: alongamento + calor.
Qual foi a pior que você já teve? 👇
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12/11/2025

Seu filho está dormindo no colchão certo? 😴
Muitos pais não sabem, mas o colchão infantil influencia diretamente o sono, o crescimento e até a postura da criança.
Ao contrário do que muita gente pensa, colchões “ortopédicos” ou muito firmes não são sempre os melhores — especialmente para crianças pequenas. 👶
A ciência mostra que o ideal é um colchão que ofereça suporte adequado sem comprometer o conforto, respeitando a fase de desenvolvimento.
🩺 Como ortopedista pediátrico, explico no vídeo o que realmente importa na hora de escolher o colchão do seu filho — e quando é hora de trocar.
💬 Você sabia que o colchão pode impactar até o desempenho escolar, por causa da qualidade do sono? Comente aqui!
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📚 Referências:

1. Rachel Y. Moon, Rebecca F. Carlin, Ivan Hand, THE TASK FORCE ON SUDDEN INFANT DEATH SYNDROME and THE COMMITTEE ON FETUS AND NEWBORN; Evidence Base for 2022 Updated Recommendations for a Safe Infant Sleeping Environment to Reduce the Risk of Sleep-Related Infant Deaths. Pediatrics July 2022; 150 (1): e2022057991. 10.1542/peds.2022-057991
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/35921639/

2. Jacobson BH, Boolani A, Smith DB. Changes in Back Pain, Sleep Quality, and Perceived Stress After Introduction of New Bedding Systems. J Chiropr Med. 2009;8(1):1–8.
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/14630439/

3. Kovacs FM, et al. The Effect of Mattress Firmness on Chronic Non-Specific Low-Back Pain and Sleep Quality. Lancet. 2003;362(9396):1599–1604.
https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC2697581/

05/11/2025

Você sabe se está dormindo no colchão certo para sua coluna? 🤔
Muita gente acredita em propaganda ou “dica de loja”, mas a ciência mostra outra realidade.

Neste vídeo, compartilho 5 dicas baseadas em evidências para escolher o colchão ideal — o tipo certo depende de você, da sua postura, peso e até da forma como dorme. 💤

👉 Descubra como a escolha errada pode causar dor nas costas, piorar o sono e até afetar o seu humor.
💬 Qual foi o pior colchão que você já teve? Conta aqui nos comentários!

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🎥 Veja o vídeo completo no canal Tem um Porquê no YouTube.

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📚 Referências científicas:

Jacobson BH, Boolani A, Smith DB. Changes in Back Pain, Sleep Quality, and Perceived Stress After Introduction of New Bedding Systems. J Chiropr Med. 2009;8(1):1–8.
👉 https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/14630439/

Kovacs FM, et al. The Effect of Mattress Firmness on Chronic Non-Specific Low-Back Pain and Sleep Quality. Lancet. 2003;362(9396):1599–1604.
👉https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC2697581/

27/10/2025

🚨 Nem tudo que parece “notícia bombástica” é verdade.
Na 3ª parte da série inspirada no react com a , chegou a hora das dicas práticas pra não cair em fake news na saúde 👇

🔍 1️⃣ Desconfie de títulos sensacionalistas ou muito emocionais.
Se o texto te deixa com raiva ou medo, o objetivo é te manipular.
📖 2️⃣ Leia além do título. Às vezes o conteúdo nem confirma o que a manchete promete.
👤 3️⃣ Pesquise o autor e o veículo. É uma revista científica? O autor tem formação na área?
🧾 4️⃣ Compare com fontes oficiais (OMS, Ministério da Saúde, sociedades médicas).
🔄 5️⃣ Lembre-se: pessoas mudam de opinião. A ciência também evolui.
💸 6️⃣ Cuidado se o conteúdo tenta te vender algo. Pode ser uma propaganda disfarçada de informação.

💬 Já viu alguma dessas táticas disfarçadas de “notícia”? Conta aqui nos comentários!
👉 Salve este vídeo e compartilhe — informação de verdade é aquela que te ensina, não que te engana.
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📚 Principais palavras-chave:

fake news em saúde, desinformação médica, checagem científica, como identificar notícias falsas, senso crítico, informação confiável, evidência científica, propaganda disfarçada, ciência e saúde, verificação de fontes. 🧾 Referências:

Lewandowsky S, Ecker UKH, Cook J. Beyond misinformation: Understanding and coping with the “post-truth” era. J Appl Res Mem Cogn. 2017;6(4):353–369.
🔗 https://doi.org/10.1016/j.jarmac.2017.07.008

Vosoughi S, Roy D, Aral S. The spread of true and false news online. Science. 2018;359(6380):1146–1151.
🔗 https://www.science.org/doi/10.1126/science.aap9559

Organização Mundial da Saúde (OMS). How to detect and report misinformation online.
🔗 https://www.who.int/campaigns/connecting-the-world-to-combat-coronavirus/how-to-report-misinformation-online

23/10/2025

🧠 Nem tudo que parece “revelador” é verdade.
Muitas fake news em saúde se espalham porque mexem com a nossa emoção — medo, indignação, esperança. Mas antes de acreditar, é preciso ativar o senso crítico:

🤔 Por que só uma pessoa tem essa “informação secreta”?
💰 Se fosse verdade, por que uma indústria esconderia a cura em vez de vendê-la — e ver suas ações subirem?
🏅 E o cientista que “descobriu”? Será que não seria reconhecido, premiado e consagrado entre seus pares?

⚠️ Outro ponto: citar estudos falsos é uma tática comum. Às vezes o “artigo científico” nem existe — é só um nome inventado para dar credibilidade. E sabe o que é pior? Dá pra checar em dois cliques no Google!
(👀 E não vale pedir pra eu procurar, hein ! 😂)

💬 O segredo é simples: duvide de certezas absolutas e confie em quem mostra evidências reais.
👉 No próximo vídeo, vamos falar sobre como verificar se uma informação realmente tem base científica.

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📚 Principais palavras-chave:

fake news em saúde, desinformação médica, senso crítico, informação confiável, checar estudos científicos, evidência científica, pseudociência, notícias falsas, ciência e medicina, comunicação científica. 🧾 Referências:

Lewandowsky S, Ecker UKH, Cook J. Beyond misinformation: Understanding and coping with the “post-truth” era. J Appl Res Mem Cogn. 2017;6(4):353–369.
🔗 https://doi.org/10.1016/j.jarmac.2017.07.008

Vosoughi S, Roy D, Aral S. The spread of true and false news online. Science. 2018;359(6380):1146–1151.
🔗 https://www.science.org/doi/10.1126/science.aap9559

Organização Mundial da Saúde (OMS). How to detect and report misinformation online.
🔗 https://www.who.int/campaigns/connecting-the-world-to-combat-coronavirus/how-to-report-misinformation-online

21/10/2025

🤔 Por que as fake news em saúde parecem tão convincentes?
Elas são criadas para ativar nossos gatilhos emocionais — medo, esperança, raiva, empatia — e é justamente por isso que se espalham tão rápido. O cérebro humano busca narrativas simples, promessas rápidas e explicações que façam sentido imediato.

📱 No vídeo de hoje (inspirado no vídeo de react à ), eu mostro como essas notícias enganam até pessoas bem informadas, e por que é tão importante aprender a reconhecer quando algo parece verdade… mas não é.

💡 Nas próximas partes, vou mostrar como identificar sinais de alerta e quando desconfiar de uma informação sobre saúde, mesmo quando ela vem de alguém aparentemente confiável.

💬 Você já acreditou em uma notícia que depois descobriu ser falsa? Conta aqui nos comentários — e veja se caiu em algum desses gatilhos!

👉 Siga .brunomassa, salve o vídeo e compartilhe com quem precisa entender como diferenciar ciência de desinformação.

📚 Palavras-chave

fake news em saúde, desinformação médica, como identificar notícias falsas, informação confiável em saúde, checagem científica, evidência científica, comunicação em saúde, psicologia das fake news, ciência e medicina baseada em evidências

🧾 Referências:

Lewandowsky S, Ecker UKH, Cook J. Beyond misinformation: Understanding and coping with the “post-truth” era. J Appl Res Mem Cogn. 2017;6(4):353–369.
🔗 https://doi.org/10.1016/j.jarmac.2017.07.008

Vosoughi S, Roy D, Aral S. The spread of true and false news online. Science. 2018;359(6380):1146–1151.
🔗 https://www.science.org/doi/10.1126/science.aap9559

Organização Mundial da Saúde (OMS). How to detect and report misinformation online.
🔗 https://www.who.int/campaigns/connecting-the-world-to-combat-coronavirus/how-to-report-misinformation-online

💪 O que é sarcopenia e por que ela importa tanto?A sarcopenia é a perda progressiva de massa, força e função muscular — ...
17/10/2025

💪 O que é sarcopenia e por que ela importa tanto?

A sarcopenia é a perda progressiva de massa, força e função muscular — algo comum com o envelhecimento, mas que também pode ocorrer em pessoas sedentárias, com doenças crônicas ou má nutrição.

😟 O problema é que ela não afeta apenas a estética: aumenta o risco de quedas, fraturas, perda de autonomia e mortalidade precoce.

A boa notícia? ✅ Sarcopenia tem prevenção e tratamento.
As principais estratégias incluem:
🏋️‍♂️ Exercício resistido (musculação) – comprovadamente o estímulo mais eficaz para manter e recuperar massa muscular.
🥩 Alimentação rica em proteínas – com atenção especial à distribuição ao longo do dia.
🌞 Vitamina D e exposição solar, fundamentais para a função muscular.
😴 Sono e controle do estresse, que afetam diretamente a recuperação muscular.

🧠 Estudos mostram que pessoas que mantêm massa e força muscular vivem mais e com melhor qualidade de vida. Prevenir a sarcopenia é preservar a independência e a saúde do futuro.

💬 Você sabia que perder massa muscular pode começar já a partir dos 30 anos?
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📚 Referências científicas:
• Cruz-Jentoft AJ, et al. Sarcopenia: revised European consensus on definition and diagnosis (EWGSOP2). Age and Ageing. 2019;48(1):16–31.
• Landi F, et al. Sarcopenia as a risk factor for falls in elderly individuals: results from the ilSIRENTE study. Clin Nutr. 2012;31(5):652–658.
Frontera WR, et al. Strength training and determinants of muscle hypertrophy in older adults. J Gerontol A Biol Sci Med Sci.

14/10/2025

Você já reparou que algumas crianças andam sempre na ponta dos pés? 🤔
Isso pode parecer apenas um jeito “fofo” de andar, mas em alguns casos pode indicar alterações musculares, neurológicas ou comportamentais que merecem atenção médica.

Neste vídeo, explico de forma clara e baseada em ciência:
👉 Quando a marcha na ponta dos pés é apenas um comportamento transitório
👉 Quando pode estar relacionada a encurtamento do tendão de Aquiles, alterações neuromotoras ou distúrbios sensoriais
👉 Como diferenciar a marcha idiopática (sem causa aparente) de quadros que exigem investigação
👉 E quais são as orientações, exames e tratamentos mais indicados

📌 Me conta: você já percebeu seu filho andando assim?
Deixe seu comentário ⬇️ e compartilhe este vídeo com outros pais que também têm essa dúvida.

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💡 Palavras-chave: marcha na ponta dos pés, toe walking, criança anda na ponta dos pés, marcha idiopática, encurtamento do tendão de Aquiles, alterações neuromotoras, avaliação ortopédica infantil, Dr Bruno Massa, tem um porquê, ortopedia pediátrica. 1. Engström P, Tedroff K. The prevalence and course of idiopathic toe-walking in 5-year-old children. Pediatrics. 2012 Aug;130(2):279-84. doi: 10.1542/peds.2012-0225. Epub 2012 Jul 23. PMID: 22826572. https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/22826572/. 2. Williams CM, Gray K, Davies N, Barkocy M, Fahey M, Simmonds J, Accardo P, Eastwood D, Pacey V. Exploring health professionals’ understanding of evidence-based treatment for idiopathic toe walking. Child Care Health Dev. 2020 May;46(3):310-319. doi: 10.1111/cch.12745. Epub 2020 Jan 30. PMID: 31957909. https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/cch.12745.

09/10/2025

✨ Você sabia que os ossos “vivem” e se remodelam constantemente?
Quando esse equilíbrio é alterado, surge a osteopenia, que pode evoluir para osteoporose, comprometendo a densidade óssea e aumentando o risco de fraturas.
No vídeo de hoje, explico de forma direta e fundamentada:
•⁠ ⁠O que são osteopenia e osteoporose e como elas se manifestam
•⁠ ⁠Mecanismos de remodelação óssea: como os osteoblastos e osteoclastos funcionam
•⁠ ⁠Fatores de risco e sinais de alerta
•⁠ ⁠Estratégias comprovadas para prevenção e tratamento: exercícios de resistência, aporte nutricional, estímulos mecânicos
•⁠ ⁠Exemplos extremos da fisiologia óssea em condições desafiadoras, como no espaço (e o que podemos aprender com isso)
🔬 Por exemplo: em ambientes de microgravidade, astronautas chegam a perder cerca de 1% a 1,5% de densidade óssea por mês durante missões de 4 a 6 meses.
Esse fenômeno ilustra como a carga mecânica é vital para manter ossos fortes.
Além disso, a interação entre músculo e osso é essencial: massa magra está positivamente relacionada à massa óssea e menor risco de fraturas.
💬 E você: já fez uma densitometria óssea ou conhece alguém com osteopenia/osteoporose? Compartilha aqui sua experiência!
📣 Se quiser ir além: inscreva-se no canal Tem um Porquê, ative as notificações e acompanhe meus conteúdos sobre ortopedia, saúde óssea e prevenção de doenças. Risk of Spaceflight-Induced Bone Changes – NASA: https://www.nasa.gov/reference/risk-of-spaceflight-induced-bone-changes/ NASA
• The effects of microgravity on bone structure and function – PMC: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC8983659/ PMC
• Regulation of bone health through physical exercise – Frontiers: https://www.frontiersin.org/journals/endocrinology/articles/10.3389/fendo.2022.1029475/full Frontiers
• Interaction between Muscle and Bone – PMC: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC3970293/ PMC
• A systematic review and meta-analysis of bone loss in space travelers – Nature: https://www.nature.com/articles/s41526-020-0103-2 Nature
• Pathophysiology and treatment of osteoporosis – Springer: https://link.springer.com/article/10.1007/s40520-021-01817-y link.springer.com

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Rua Adma Jafet, 74 – Sala 64
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Segunda-feira 08:00 - 20:00
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